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30/09/2026

Expansão do mercado livre de energia resulta em margens mais estreitas e maior controle de riscos

Em expansão, o mercado livre de energia representa 43% da energia consumida no país e reúne mais de 90 mil unidades consumidoras. Hoje, a indústria tem 92% de seu consumo atendido pelo modelo. Desde janeiro de 2024, a Portaria nº 50/2022, do Ministério de Minas e Energia (MME), ampliou o acesso ao mercado livre, permitindo que consumidores conectados em média e alta tensão (Grupo A) migrassem, sem exigência de demanda mínima de 500 kW, o que abriu espaço para pequenas e médias empresas. “O dinamismo do setor é evidenciado pelo mercado varejista, que cresceu quase dez vezes em relação a janeiro de 2024. Agora, o setor se prepara para novas etapas desse processo de democratização do acesso”, diz Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia.
A Lei nº 15.269/2025 estabelece a ampliação gradual do mercado livre de energia para consumidores de baixa tensão. Para unidades comerciais e industriais, a abertura está prevista para novembro de 2027. Para residenciais e demais classes, a previsão é novembro de 2028. A migração não é obrigatória: quem preferir poderá permanecer no mercado regulado, e as distribuidoras continuarão responsáveis pelas redes e entrega de energia. “O que estamos dando à população é liberdade de escolha”, explica Silveira.
O ministro destaca que a concorrência entre comercializadores e geradores tende a reduzir preços e ampliar a oferta de produtos e serviços. “A estimativa é que essa medida possa gerar uma redução de cerca de 20% na parcela da conta referente à compra de energia. Isso significa mais competitividade para os empreendedores e economia para os consumidores residenciais”, diz Silveira...

Fonte: Valor.Globo

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https://valor.globo.com/publicacoes/especiais/energia/noticia/2026/09/30/expansao-do-mercado-livre-de-energia-resulta-em-margens-mais-estreitas-e-maior-controle-de-riscos.ghtml

MME altera regras para viabilizar importação de energia do Paraguai no mercado livre

O Ministério de Minas e Energia (MME) alterou as regras para viabilizar a operacionalização da importação de energia do Paraguai para o mercado livre brasileiro. A nova norma detalha como serão pagos os custos pelo uso da transmissão associada à operação e estabelece critérios para a programação e a apuração da energia importada.
As mudanças constam da Portaria Normativa 142/2026, publicada nesta terça-feira, 29 de setembro, em edição extra do Diário Oficial da União, e alteram as diretrizes definidas pelo governo em outubro de 2024 para permitir a contratação de energia paraguaia no Ambiente de Contratação Livre (ACL).
Uma das principais alterações define expressamente que o agente importador será responsável pelo pagamento dos encargos e tarifas de conexão e uso da transmissão, inclusive aqueles referentes às instalações em corrente contínua dedicadas à hidrelétrica de Itaipu.
A norma também estabelece que os custos de conexão deverão considerar a alocação proporcional da disponibilidade dessas instalações entre o agente importador e os adquirentes dos serviços de eletricidade de Itaipu.
A regra anterior, de 2024, previa apenas que a importação deveria observar a regulação sobre contratação, apuração e liquidação dos encargos e tarifas referentes à conexão e ao uso do Sistema Interligado Nacional (SIN), sem detalhar a responsabilidade pelos custos relacionados às instalações utilizadas para escoar a energia paraguaia...

Fonte: Megawhat.uol

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https://megawhat.uol.com.br/geracao/hidrica/mme-altera-regras-para-viabilizar-importacao-de-energia-do-paraguai-no-mercado-livre/

O setor elétrico brasileiro e a redefinição do papel das comercializadoras

O setor elétrico brasileiro vive um momento de transição marcante. A combinação de fatores técnicos, regulatórios e econômicos revelam novas dinâmicas na forma como o mercado opera e como seus agentes planejam melhorias no sistema.
Embora o país possua uma matriz predominantemente renovável, essa característica demanda ajustes estruturais constantes para garantir o equilíbrio físico entre oferta e demanda. A expansão das fontes renováveis, nesse sentido, também trouxe desafios associados ao curtailment e à correta sinalização econômica dos investimentos, criando camadas de complexidade para o setor. Nesse contexto, é possível observar a necessidade crescente de mecanismos tanto de flexibilidade, quanto de segurança.
Ao mesmo tempo, o ambiente regulatório segue em evolução contínua. O ritmo das revisões tarifárias, o aprimoramento das regras de comercialização e as discussões sobre encargos demandam dos agentes uma leitura diária e altamente qualificada do setor. A busca por maior previsibilidade orienta a tomada de decisões de longo prazo e reforça a importância da gestão de riscos para as empresas. 
É sob essa ótica que, apesar dos ciclos e oscilações conjunturais, o mercado livre de energia segue apresentando uma trajetória estrutural de expansão. O movimento de abertura e migração de novos consumidores busca economia e previsibilidade, mas também acelera o amadurecimento de todo o ecossistema, elevando o nível de exigência técnica e de governança para a atuação dos agentes... 

Fonte: CNN Brasil

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https://www.cnnbrasil.com.br/infra/o-setor-eletrico-brasileiro-e-a-redefinicao-do-papel-das-comercializadoras/

MME planeja leilões de capacidade anuais até 2029 e abre espaço para baterias e PCHs

O Ministério de Minas e Energia (MME) definiu o planejamento estratégico para a expansão da potência e da segurança do Sistema Interligado Nacional (SIN). De acordo com o cronograma oficial publicado em edição extra do Diário Oficial da União (DOU), a pasta planeja realizar ao menos um Leilão de Reserva de Capacidade na forma de Potência (LRCAP) por ano até 2029, consolidando a contratação contínua de atributos para o setor elétrico brasileiro.
A principal novidade estrutural do planejamento reside na abertura competitiva dos certames a partir de 2027. A partir deste marco, as regras permitirão a participação de tecnologias emergentes e complementares de armazenamento e flexibilidade, como sistemas de baterias químicas e hidrelétricas reversíveis, que atuarão lado a lado com as tradicionais usinas termelétricas e hidrelétricas convencionais na garantia de suprimento em horários de ponta.
Expansão contínua e previsibilidade regulatória para PCHs
Além dos leilões voltados especificamente à garantia de potência e flexibilidade sistêmica, o planejamento governamental também assegurou a previsibilidade para o segmento de geração descentralizada e de menor escala. O cronograma estabelece a realização anual de leilões específicos para a contratação de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs)...

Fonte: Cenário Energia

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https://cenarioenergia.com.br/2026/09/30/mme-planeja-leiloes-de-capacidade-anuais-ate-2029-e-abre-espaco-para-baterias-e-pchs/

ANEEL rejeita recurso da Enel SP, afasta pedido de perícia e mantém processo de caducidade

A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) rejeitou, por unanimidade, o pedido de reconsideração apresentado pela Enel São Paulo contra a decisão que havia negado a realização de uma perícia técnica no processo que avalia a recomendação de caducidade da concessão. A deliberação ocorreu nesta terça-feira (29), em circuito deliberativo.
Com a decisão, permanece o entendimento da agência de que a perícia solicitada pela distribuidora não é necessária para a instrução do processo. O caso envolve os impactos do evento climático extremo registrado em dezembro de 2025 e a atuação da concessionária diante das interrupções provocadas pelas intempéries.
ANEEL mantém negativa à perícia
A Enel SP havia recorrido da decisão tomada pela agência em agosto. Na defesa, a distribuidora argumentou que houve melhorias operacionais na prestação do serviço e contestou critérios metodológicos utilizados pela fiscalização.
A empresa também solicitou a participação de outra área técnica da ANEEL e defendeu a produção de prova pericial para subsidiar sua argumentação no processo.
A diretoria, contudo, entendeu que a concessionária não apresentou fatos novos relevantes que justificassem a diligência. Para o colegiado, os elementos necessários à análise já estão contemplados na instrução do processo, sem dependência de conhecimentos técnicos externos ao escopo dos autos...

Fonte: Cenário Energia

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https://cenarioenergia.com.br/2026/09/30/aneel-rejeita-recurso-da-enel-sp-afasta-pedido-de-pericia-e-mantem-processo-de-caducidade/

EasyDC-FOS advances next-gen HVDC cable systems for Europe

The transition towards a climate-neutral European energy system requires electricity transmission networks capable of integrating increasing shares of renewable energy while ensuring efficiency, reliability and resilience.
In this context, High Voltage Direct Current (HVDC) technology has become a strategic enabler for long-distance power transmission and the interconnection of future electricity grids.
The Horizon Europe project EasyDC-FOS is contributing to this objective through the development of a new generation of HVDC cable systems operating above 525kV, combining advanced insulating materials with innovative fibre optic monitoring technologies, predictive models and a cybersecure digital environment. Together, these innovations will enable continuous condition monitoring, early fault detection and predictive maintenance, improving both the performance and the sustainability of Europe's future electricity infrastructure.
Over the last few months, the EasyDC-FOS consortium has achieved significant progress across all major technological areas of the project, moving from system design towards validation and integration...

Fonte: Enlit.world

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https://www.enlit.world/library/easydc-fos-advances-next-gen-hvdc-cable-systems-for-europe

28/09/2026

A inteligência artificial começa a redesenhar a energia

Participar de uma palestra de Leandro Florenzano, da AWS (Amazon Web Services), durante a Semana Caldeira, em Porto Alegre, foi uma oportunidade para enxergar a transição energética por uma perspectiva que vai muito além da substituição de combustíveis fósseis por fontes renováveis.
O que está acontecendo é uma transformação profunda na própria maneira como a energia será produzida, distribuída, consumida e administrada.
Florenzano é Arquiteto de Soluções Sênior da AWS para o setor público e atua com clientes da vertical de Power & Utilities no Brasil. Seu trabalho está justamente na interseção entre tecnologia, computação em nuvem, dados e os desafios do setor elétrico.
Em trabalhos publicados pela própria AWS, ele aborda aplicações de computação de alto desempenho, inteligência artificial e digitalização para redes inteligentes, transmissão e distribuição de energia.
A palestra fez parte da programação da Semana Caldeira 2026, realizada de 21 a 25 de setembro no Instituto Caldeira. Em sua quinta edição, o evento reuniu centenas de palestrantes e uma extensa programação voltada à inovação, tecnologia, empreendedorismo e novos negócios. O próprio Instituto define a Semana como um momento anual de conexão da sua comunidade para aprender, conectar e transformar...

Fonte: Canal Solar

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https://canalsolar.com.br/inteligencia-artificial-come-redesenhar-energia/

Segurança elétrica e continuidade operacional ganham protagonismo na distribuição de energia

O avanço da eletrificação e da digitalização no Brasil está elevando o nível de criticidade dos sistemas de distribuição de energia. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a potência instalada no país deve crescer 9.142 MW em 2026, o que corresponde a uma alta de 23,4% sobre o resultado de 2025 – ritmo de expansão que amplia, na mesma proporção, a exposição das instalações a falhas, sobrecargas e paradas não planejadas. Projeções da Empresa de Pesquisas Energéticas (EPE) reforçam esse panorama: a carga de energia deve subir 4,6% em 2026, impulsionada por novas fontes de consumo, como data centers e a eletrificação de processos industriais.
Nesse contexto, segurança elétrica e continuidade operacional deixam de ser apenas requisitos regulatórios e passam a ocupar o centro das decisões de investimento em infraestrutura. Para setores como indústria, data centers, hospitais e edifícios comerciais, uma interrupção imprevista vai além de um prejuízo financeiro – pode comprometer processos críticos, colocar em risco pessoas e gerar exposição regulatória. Diante disso, cresce a demanda por equipamentos capazes de proteger as instalações contra riscos como arco elétrico e curto-circuito, ao mesmo tempo em que garantem previsibilidade e disponibilidade de energia...

Fonte: TI Inside

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https://tiinside.com.br/25/09/2026/seguranca-eletrica-e-continuidade-operacional-ganham-protagonismo-na-distribuicao-de-energia/

ANEEL anuncia bandeira verde para outubro após sequência de cinco meses com bandeira amarela

A ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) confirmou nesta sexta-feira (25) que a bandeira tarifária será verde em outubro, após cinco meses consecutivos de bandeira amarela. Com a mudança, não haverá cobrança adicional da bandeira na conta de luz dos consumidores no próximo mês.
A bandeira verde havia vigorado pela última vez em abril. De maio a setembro, a ANEEL manteve a bandeira amarela, que acrescentava R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos.
Segundo a Agência, o aumento das chuvas nas regiões Sul e Sudeste, durante a transição entre os períodos seco e úmido, contribuiu para estabilizar os níveis dos reservatórios hidrelétricos.
A bandeira verde indica condições mais favoráveis de geração e elimina o adicional cobrado pelo sistema de bandeiras. Isso não significa, porém, que o valor total da fatura ficará igual para todos os consumidores: a conta também depende do consumo de energia e das tarifas aplicáveis a cada distribuidora...

Fonte: Canal Solar

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https://canalsolar.com.br/aneel-anuncia-bandeira-verde-outubro/

AXIA Energia conclui expansão da Subestação Coremas com aporte de R$ 31,6 milhões na Paraíba

A AXIA Energia finalizou a instalação e colocou em operação um novo transformador de 100 MVA na Subestação Coremas, situada no sertão da Paraíba. O projeto, executado com um mês de antecedência frente ao cronograma original pactuado com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), demandou investimentos da ordem de R$ 31,6 milhões voltados à expansão da capacidade de atendimento e à mitigação de gargalos de suprimento elétrico na região.
O ganho de capacidade proporcionado pelo novo ativo equivale ao montante necessário para suprir o consumo médio de aproximadamente 40 mil residências. A instalação interliga-se à malha de transmissão por meio de duas linhas provenientes de Milagres (CE), irradiando energia a partir de Coremas por outras nove linhas de distribuição e transmissão que atendem polos estratégicos do sertão paraibano, a exemplo de Sousa, Pombal, Malta e Piancó.
Suporte ao desenvolvimento industrial e escoamento renovável
A robustez operacional assegurada pela intervenção na subestação reflete-se diretamente sobre a dinâmica econômica dos municípios da área de influência, onde se concentram plantas industriais, unidades agroalimentares, fábricas de pré-moldados, plásticos e calçados, especialmente em praças como Sousa...

Fonte: Cenário Energia

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https://cenarioenergia.com.br/2026/09/25/axia-energia-conclui-expansao-subestacao-coremas-paraiba/

Setor elétrico enfrenta desafios para abrir mercado e garantir oferta

A abertura do mercado livre de energia elétrica, a necessidade de garantir a segurança do abastecimento e a ampliação dos investimentos estão entre os principais desafios do setor elétrico brasileiro.
Durante o CNN Talks Energia, nesta quinta-feira (24), representantes do governo federal, de órgãos reguladores e do operador do sistema destacaram a importância de fortalecer a fiscalização, diversificar a matriz energética e estabelecer regras que garantam a proteção dos consumidores.
As falas ocorreram durante o CNN Talks Energia: O Brasil diante de um novo mercado, nesta quinta-feira (24), em São Paulo, com especialistas e lideranças do setor.
O diretor-geral da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), Sandoval Feitosa, alertou para os riscos de concentração econômica com a abertura do mercado livre, que permitirá a pequenos estabelecimentos comerciais, indústrias e, posteriormente, consumidores residenciais escolher de qual empresa comprar energia elétrica.
"Não podemos sair de um monopólio para uma concentração privada", afirmou...

Fonte: CNN Brasil

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https://www.cnnbrasil.com.br/infra/setor-eletrico-enfrenta-desafios-para-abrir-mercado-e-garantir-oferta/

25/09/2026

Painel Mercado de Distribuição 2026 aponta alta de 18,1% na injeção de MMGD e avanço do mercado livre

A Comissão Permanente de Análise e Acompanhamento do Mercado de Energia Elétrica (COPAM) disponibilizou oficialmente a edição de 2026 do painel Mercado de Distribuição. O levantamento consolida dados inéditos referentes à injeção de energia de micro e minigeração distribuída (MMGD) e aos índices de perdas nas redes de distribuição, coletados por meio da base do SIMPLES Projeções Anuais com o suporte direto dos agentes de distribuição do setor elétrico nacional.
O estudo detalha a forte expansão da geração fotovoltaica e de outras fontes conectadas à baixa e média tensão. Após registrar um salto expressivo de 41,8%, o equivalente a um incremento físico de 16,2 TWh, ao longo do exercício de 2025, a injeção de MMGD projeta uma nova alta de 18,1% para o fechamento de 2026, acrescentando cerca de 10,0 TWh à rede das concessionárias.
Impacto da geração distribuída sobre o mercado cativo
A penetração acelerada da MMGD altera de forma estrutural o perfil de fornecimento das distribuidoras de energia. Em 2025, o montante de energia injetada na rede pelas unidades consumidoras já representava 17,8% de todo o consumo cativo do país...

Fonte: Cenário Energia

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https://cenarioenergia.com.br/2026/09/25/painel-mercado-de-distribuicao-2026-aponta-alta-de-181-na-injecao-de-mmgd-e-avanco-do-mercado-livre/

Isa Energia atinge sua melhor eficiência e repete topo do ranking da Exame

Primeira colocada na categoria Energia do MELHORES E MAIORES pelo segundo ano consecutivo, a Isa Energia Brasil teve um ano de 2025 marcado pela entrega de projetos de transmissão antes do prazo. Num ciclo de investimentos que atingiu o pico de 5,1 bilhões de reais, a companhia energizou as linhas de Água Vermelha e Riacho Grande, em São Paulo, e o primeiro bloco de Piraquê, entre Minas Gerais e Espírito Santo, antes do previsto — adicionando mais de 200 milhões de reais em Receita Anual Permitida (RAP), valor que a empresa recebe por manter os projetos em operação.
“São projetos complexos, com acompanhamento rigoroso de prazo, custo e qualidade”, afirma Rui Chammas, CEO da Isa. O portfólio de 33 concessões se apoia em receitas previsíveis, protegidas contra a inflação e sem exposição a riscos de volume ou preço de energia, explica.
O índice de eficiência, percentual do que a empresa gasta em relação à receita, chegou ao seu melhor patamar em 2025. Já o selo de grau de investimento, atribuído por agências de classificação de risco, permitiu à Isa fazer captações abaixo do custo soberano.
Em julho passado, a empresa levantou 1,2 bilhão de reais em um follow-on, com demanda maior que a oferta. Com o valor, a Isa financiou o descruzamento de ativos que tinha em sociedade com a Axia. Ficou com 100% do Linhão do Madeira, uma das maiores linhas de transmissão do Brasil. A ex-Eletrobras passou a deter a totalidade de Garanhuns, no agreste de Pernambuco...

Fonte: Exame

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https://exame.com/revista-exame/solidez-em-alta-tensao/

Mercado livre testa soluções antes de chegar ao consumidor residencial

O mercado livre de energia elétrica está absorvendo problemas de liquidez e de segurança de mercado antes da abertura para consumidores de baixa tensão. A avaliação é de Eduardo Rossi, diretor de Segurança de Mercado da CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica).
Segundo ele, a atual etapa de expansão, ainda concentrada nos consumidores de alta tensão, funciona como um “balão de ensaio” para identificar e corrigir problemas antes que o mercado alcance milhões de consumidores.
“Alguns problemas estão acontecendo agora e é positivo que eles aconteçam nessa fase, não quando a gente estiver com abertura para baixa tensão”, afirmou. 
As falas ocorreram durante o CNN Talks Energia: O Brasil diante de um novo mercado, nesta quinta-feira (24), em São Paulo, com especialistas e lideranças do setor.
O mercado livre de energia enfrenta atualmente dificuldades de liquidez, alta nos preços e problemas financeiros envolvendo comercializadoras, incluindo pedidos de recuperação judicial. Para Rossi, apesar das turbulências, o próprio mercado tem conseguido absorver os efeitos.
“Os problemas que aconteceram no mercado de energia elétrica recentemente foram e continuam sendo absorvidos pelo próprio mercado”, disse...

Fonte: CNN Brasil

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https://www.cnnbrasil.com.br/infra/mercado-livre-testa-solucoes-antes-de-chegar-ao-consumidor-residencial/

Enel registra mais de 60 prisões por furto de energia em 2026

A Enel Rio realizou 60 operações de combate ao furto de energia entre janeiro e agosto deste ano, com mais de 60 pessoas presas em flagrante na área de concessão da empresa. As ações foram feitas em parceria com a Polícia Civil e peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) e resultaram ainda na abertura de mais de 145 Registros de Ocorrência (ROs).
Entre os 66 municípios atendidos pela concessionária, Niterói registrou o maior número de delitos no período. Na sequência aparecem São Gonçalo, Mangaratiba, Teresópolis e Campos.
Quando considerado o número de prisões, Mangaratiba ficou na primeira posição, seguida por Teresópolis, São Gonçalo, Niterói e Campos.
A Enel prevê realizar outras 25 operações até o fim de 2026. Com isso, a concessionária estima chegar a 85 ações de combate ao furto de energia ao longo do ano.
Maioria dos casos foi registrada em estabelecimentos comerciais
Dos casos registrados entre janeiro e agosto, 65% aconteceram em estabelecimentos comerciais, enquanto 34,9% foram identificados em residências. Entre os pontos comerciais onde foram encontrados desvios estão restaurantes, quiosques, padarias, bares, lanchonetes, hotéis, pousadas e supermercados, além de outros estabelecimentos.
Entre os flagrantes realizados neste ano estão uma pousada spa em Itaipava e quiosques localizados na orla de Charitas, em Niterói.
As operações são realizadas pela concessionária em conjunto com a Polícia Civil e contam com a atuação de peritos do ICCE para identificar irregularidades e registrar os casos.

Fonte: Diário do Rio

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https://diariodorio.com/seguranca/2026/09/24/enel-registra-mais-de-60-prisoes-por-furto-de-energia-em-2026.html

Âmbar Energia retoma obras do programa Luz para Todos no Amazonas após dois anos de paralisação

A Âmbar Energia iniciou uma nova frente de obras do programa federal Luz para Todos no estado do Amazonas, marcando a retomada efetiva das instalações após um período de quase dois anos de estagnação operacional e baixa execução na região. Assumindo a concessão há cinco meses, a empresa deu o pontapé inicial no cronograma de expansão no município de Iranduba, com foco em mitigar o déficit histórico de acesso à eletricidade em comunidades rurais, ribeirinhas e isoladas.
A primeira etapa do plano prevê a aplicação de R$ 785,9 milhões em investimentos diretos, com a meta de viabilizar 18.775 ligações consumidoras ao longo de um ano, impactando positivamente a vida de cerca de 94 mil pessoas em diversos municípios amazonenses. A retomada ocorre após a formalização dos instrumentos contratuais indispensáveis para a mobilização das frentes de trabalho.
Histórico de baixa execução e cronograma de mobilização
O reinício das atividades de engenharia e instalação encerra um ciclo de forte ociosidade na execução do programa no estado. Os registros oficiais apontam que, em 2024, apenas 291 ligações foram concretizadas frente a uma meta de 4.808 unidades, enquanto o ano de 2025 encerrou sem nenhuma nova entrega concluída das 4 mil previstas inicialmente...

Fonte: Cenário Energia

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https://cenarioenergia.com.br/2026/09/24/ambar-energia-retoma-luz-para-todos-amazonas/

Como os medidores inteligentes estão transformando a forma de acompanhar o consumo de energia

Entender como a energia é consumida nem sempre é uma tarefa simples. Muitas vezes, a conta chega antes que o cliente consiga perceber como pequenas mudanças na rotina influenciaram o consumo ao longo do mês.
Para trazer mais facilidade, a CPFL Energia expande seu projeto de medidores inteligentes, que moderniza a forma de medir o consumo e permite uma experiência mais digital para os consumidores.
Com investimento de R$ 1,1 bilhão, a iniciativa faz parte do plano de modernização da companhia, que prevê a instalação de 2,9 milhões de medidores inteligentes até 2030, preparando a rede elétrica para acompanhar a evolução do setor e oferecer novos serviços aos consumidores.
“Estamos trabalhando para preparar hoje o sistema elétrico que permitirá, no futuro, oferecer serviços mais eficientes, digitais e adaptados às necessidades dos nossos clientes”, afirma Evaldo Baldin, diretor de Engenharia do Grupo CPFL Energia.
Como funcionam os medidores inteligentes?
Diferente dos medidores convencionais, que exigem a leitura presencial para registrar o consumo, os medidores inteligentes enviam as informações automaticamente para a distribuidora.
A tecnologia também permite identificar ocorrências na rede de forma remota e muito mais rápida. Em alguns casos, a distribuidora consegue detectar uma interrupção antes mesmo que os clientes percebam o problema ou acionem a central de atendimento...

Fonte: Exame

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https://exame.com/negocios/medidores-inteligentes-consumo-de-energia/

23/09/2026

Auren Energia: Cesp avança na reorganização societária e pede registro na categoria A

A Auren Energia (BOV:AURE3) informou que a Cesp (Companhia Energética de São Paulo) protocolou na terça-feira (22/09), junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o pedido de conversão de seu registro de emissor de valores mobiliários da Categoria B para a Categoria A. A mudança permitirá à companhia negociar quaisquer valores mobiliários autorizados pela regulamentação do mercado de capitais.
O pedido faz parte da Fase 2 da reorganização societária da Auren Energia, processo que busca concentrar os ativos hidrelétricos do grupo em um único veículo de investimento e, ao mesmo tempo, simplificar sua estrutura corporativa. A operação também prevê mudanças na estrutura de capital e na organização das empresas que compõem o grupo.
De acordo com o fato relevante, a Fase 2 contempla a incorporação da Auren Operações pela Cesp, com a consequente extinção da Auren Operações. O processo inclui ainda um aumento do capital social da Cesp, dando sequência às etapas previstas na reorganização societária.
A companhia já havia informado, em fato relevante divulgado em junho, que a reorganização tem entre seus objetivos a concentração dos ativos hidrelétricos em um único veículo de investimento da Auren Energia, a racionalização da estrutura societária, a redução do número de companhias abertas e uma maior eficiência na gestão de caixa e do endividamento...

Fonte: ADVFN

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https://br.advfn.com/jornal/2026/09/auren-energia-cesp-avanca-na-reorganizacao-societaria-e-pede-registro-na-categoria-a

ANEEL adia aprovação da representação do programa de Resposta da Demanda em modelos computacionais

A diretoria colegiada da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) determinou, durante reunião realizada nesta terça-feira (22), o adiamento da aprovação formal da representação do Programa de Resposta da Demanda na cadeia de modelos computacionais de otimização eletroenergética. Os modelos são fundamentais para o planejamento da operação do Sistema Interligado Nacional (SIN) e para a formação de preços no mercado elétrico.
A autarquia regulatória estabeleceu um prazo de 90 dias para que o Operador Nacional do Sistema (ONS) e a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) promovam o aperfeiçoamento dos mecanismos de divulgação e transparência do programa. A medida visa assegurar maior robustez às informações e viabilizar o acompanhamento detalhado dos resultados e dos benefícios sistêmicos associados à iniciativa.
Conclusão da Consulta Pública e evolução regulatória
A deliberação marca o encerramento formal da Consulta Pública nº 36/2023, que tramitou entre 21 de setembro e 6 de novembro de 2023. O processo regulatório recolheu 38 contribuições enviadas por 14 agentes e entidades do setor elétrico, com o propósito central de aprimorar as regras do Programa de Resposta de Demanda instituído pela Resolução Normativa nº 1.030/2022 e revisar o submódulo 4.5 dos Procedimentos de Rede...

Fonte: Cenário Energia

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https://cenarioenergia.com.br/2026/09/22/aneel-adia-programa-resposta-demanda-modelos-computacionais/

EDP antecipa Plano Verão 2026/2027 para blindar rede elétrica em São Paulo frente aos impactos do El Niño

Diante das projeções meteorológicas que apontam a incidência de um rigoroso fenômeno El Niño e a intensificação de eventos climáticos severos, a EDP formalizou a antecipação da execução do seu Plano Verão 2026/2027. O planejamento estratégico, apresentado em evento oficial no Centro de Operação Integrado (COI) da companhia localizado em São José dos Campos, mobiliza investimentos expressivos em digitalização, ampliação do efetivo de campo e ações preventivas na área de concessão paulista, que abrange Guarulhos, Alto Tietê, Vale do Paraíba e Litoral Norte.
A urgência e o rigor exigidos pelo atual cenário macroclimático foram destacados pelo diretor-presidente de distribuição da EDP, Dyogenes Rosi, ao pontuar que a estabilidade meteorológica demanda capacidade de adaptação contínua e investimentos estruturais robustos para manter o sistema elétrico resiliente frente aos desafios da instabilidade climática global. O executivo reforçou que a companhia tem direcionado aportes para a modernização tecnológica, capacitação de equipes e frentes preventivas em toda a região atendida, assegurando padrões elevados de segurança e confiabilidade para a população...

Fonte: Cenário Energia

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https://cenarioenergia.com.br/2026/09/22/edp-antecipa-plano-verao-rede-eletrica-sao-paulo/

18º Fórum Latino-Americano de Smart Grid debate transformação digital e investimentos de R$ 670 bi no setor elétrico

O setor elétrico brasileiro vive um momento de inflexão estrutural sem precedentes. Para debater os desafios impostos pela convergência entre transição energética, novas regras regulatórias e exigências de modernização tecnológica, a cidade de São Paulo sediará, nos dias 6 e 7 de outubro, a 18ª edição do Fórum Latino-Americano de Smart Grid.
A conferência ocorre em um momento decisivo, antecedendo em pouco mais de um ano a abertura total do mercado livre de eletricidade para os consumidores de baixa tensão. Para os especialistas, a abertura da comercialização integra um conjunto de transformações profundas que exigem a transição para estruturas cada vez mais digitalizadas, descentralizadas, interoperáveis e orientadas ao usuário.
Desafios operacionais e resiliência climática
Além da abertura de mercado, as distribuidoras enfrentam parâmetros mais rígidos de qualidade de serviço e continuidade estabelecidos nos novos contratos de renovação das concessões. A pressão por resiliência operacional torna-se ainda mais urgente diante da frequência de eventos climáticos extremos...

Fonte: Cenário Energia

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https://cenarioenergia.com.br/2026/09/22/18-forum-latino-americano-smart-grid-setor-eletrico-investimentos/

Leilão de Transmissão é confirmado para 30 de outubro, com previsão de R$ 8,9 bilhões em investimentos

O edital do Leilão de Transmissão nº 4/2026 foi aprovado nesta terça-feira (22/9) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e o aviso de licitação será publicado nesta quinta-feira (24/9) no Diário Oficial da União. O leilão está confirmado para 30 de outubro na sede da B3, em São Paulo, com a oferta de oito lotes em sete estados.
O leilão visa a contratação de empresas para a construção e posterior gestão de empreendimentos. Ele negocia 1.866 quilômetros (km) de novas linhas de transmissão e seccionamentos, com a continuidade de 483 km de linhas existentes, e 12.694 megavolt-amperes (MVA) em capacidade de transformação, com continuidade de 600 MVA e quatro compensações síncronas. O investimento previsto é de R$ 8,9 bilhões.
Os empreendimentos em licitação serão instalados em sete estados: Bahia (BA), Goiás (GO), Mato Grosso do Sul (MS), Paraíba (PB), Paraná (PR), Rondônia (RO) e São Paulo (SP). O lote com avaliação mais alta é o Lote 4, com investimento estimado de R$ 4,1 bilhões. Ele prevê a construção de linhas de transmissão e subestações nos estados de Goiás, Paraná e Mato Grosso do Sul. O lote está dividido em dois sublotes, que serão apregoados separadamente e posteriormente agregados, a fim de obter lances mais econômicos para o conjunto...

Fonte: Gov.br

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https://www.gov.br/aneel/pt-br/assuntos/noticias/2026-defeso-eleitoral/leilao-de-transmissao-e-confirmado-para-30-de-outubro-com-previsao-de-r-8-9-bilhoes-em-investimentos

CCEE lança nova ferramenta no SCDE para dar mais agilidade à consulta de dados de medição

A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) deu mais um passo em sua estratégia de modernização tecnológica com o lançamento de uma nova ferramenta voltada à consulta e análise de dados de medição. Integrada ao Sistema de Coleta de Dados de Energia (SCDE) por meio da Plataforma de Análise e Gestão da Medição, a novidade foi desenvolvida para assegurar maior estabilidade, rapidez e uma experiência de navegação mais intuitiva aos agentes do mercado regulado e livre.
O acesso ao novo recurso ocorre diretamente pelo Ambiente de Operações, navegando pelo módulo do SCDE até a seção de Análise e Gestão de Medição. A autoria do projeto visa conferir fluidez operacional aos associados, permitindo a adaptação gradual às novas rotinas antes do período de uso intensivo na operação setorial.
Desempenho e continuidade operacional no SCDE
A nova funcionalidade possibilita a consulta e o rastreio do histórico de até um ano de dados de medição. Para preservar a familiaridade dos usuários com os processos vigentes, a ferramenta preserva as mesmas pesquisas e grupos estruturados no atual Módulo de Análises, mitigando fricções na transição tecnológica...

Fonte: Cenário Energia

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https://cenarioenergia.com.br/2026/09/21/ccee-lanca-ferramenta-scde-consulta-dados-medicao/

21/09/2026

ANEEL eleva para 9,4% projeção de alta das tarifas de energia em 2026

A ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) elevou de 8,6% para 9,4% a projeção de aumento médio das tarifas de energia elétrica no Brasil em 2026. A nova estimativa permanece acima das projeções de inflação consideradas pela agência para o ano, de 5% para o IPCA e de 4,4% para o IGP-M.
Esta é a segunda revisão para cima realizada pela agência neste ano. Na primeira edição de 2026 do InfoTarifas, publicada em março, a estimativa era de 8%. Em junho, passou para 8,6% e, agora, alcançou 9,4%.
Segundo a ANEEL, a revisão mais recente está relacionada a uma combinação de fatores, entre eles mudanças nas projeções de inflação, custos de energia e componentes financeiros considerados nos processos tarifários.
O percentual de 9,4%, no entanto, representa um efeito tarifário médio nacional e não significa que todos os consumidores terão esse reajuste. O resultado varia de acordo com cada concessionária e seu respectivo processo tarifário.
O boletim mostra essa diferença: 16% do mercado está em concessionárias com efeito médio projetado de 17,6%, enquanto 5% está em áreas com efeito médio de 0,7%...

Fonte: Canal Solar

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https://canalsolar.com.br/aneel-eleva-94-alta-tarifas-energia/

Quanto de energia a IA consome e quem vai pagar essa conta no Brasil

Treinar e operar sistemas de inteligência artificial exige computadores trabalhando em grande escala, instalados em data centers que precisam de eletricidade continuamente.
O impacto ainda é pequeno diante do consumo total brasileiro, de acordo com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), mas a velocidade de expansão dessas estruturas já entrou no radar do planejamento energético do país.
O Ministério de Minas e Energia e a EPE projetam que o consumo brasileiro de eletricidade chegará a 939 TWh em 2035, no cenário de referência, com crescimento médio de 3,3% ao ano.
O estudo inclui pela primeira vez uma análise específica de grandes cargas como data centers, eletromobilidade e produção de hidrogênio.
Dependendo do cenário, essas cargas especiais podem representar entre 1,2% e 12,9% da demanda projetada para 2035.
Por que a IA consome tanta energia?
A inteligência artificial depende de chips especializados para realizar cálculos em grande quantidade.
Quanto maior a capacidade computacional utilizada, maior tende a ser a necessidade de eletricidade. Há ainda outro consumo importante: o resfriamento dos equipamentos.
A Agência Internacional de Energia estima que o consumo mundial de eletricidade dos data centers pode chegar a cerca de 1.000 TWh em 2026 no cenário de maior demanda. A expansão da IA é um dos fatores que pressionam esse crescimento...

Fonte: Exame

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https://exame.com/inteligencia-artificial/quanto-de-energia-a-ia-consome-e-quem-vai-pagar-essa-conta-no-brasil/

Troca de cabos melhora segurança e diminui queda de energia, diz empresa

A Âmbar Energia defendeu a troca de cabos da rede elétrica no Amazonas e afirmou que o procedimento aumenta a segurança e reduz falhas no fornecimento.
Segundo a concessionária, o programa substitui cabos nus de alumínio por modelos revestidos, também de alumínio, como parte da modernização da rede.
A manifestação ocorre após a Justiça Federal suspender novas substituições até a apresentação de dados técnicos e uma análise da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
A Âmbar afirmou que já havia interrompido temporariamente o programa e que prestará os esclarecimentos solicitados. Além disso, negou impactos no consumo ou na tarifa.
A Justiça também determinou que a Aneel fiscalize ocorrências registradas desde abril, incluindo incêndios, oscilações, interrupções e o apagão de 20 de agosto.
Em caso de descumprimento da suspensão, a Âmbar poderá pagar multa de R$ 1 milhão por dia.

Fonte: BNC Amazonas

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https://bncamazonas.com.br/rapidinhas/troca-de-cabos-melhora-seguranca-e-diminui-queda-de-energia-diz-empresa/

Equatorial amplia nanotecnologia para rastrear ativos e combater furto de cabos

O Grupo Equatorial ampliou o uso de nanotecnologia para identificar e rastrear cabos e equipamentos da rede elétrica como parte da estratégia de combate ao furto e à receptação de ativos. A solução começou a operar em janeiro de 2026 no Rio Grande do Sul, após estudos iniciados em março de 2025, e já foi aplicada em mais de 3 quilômetros de cabos de rede elétrica e aterramentos de subestações.
A tecnologia utiliza micropartículas com identificação exclusiva, incorporadas aos materiais para permitir a comprovação de procedência e propriedade por meio de um equipamento específico de leitura. A iniciativa busca reforçar a rastreabilidade dos ativos e fornecer elementos adicionais às investigações realizadas em conjunto com as forças de segurança.
Tecnologia é aplicada na rede elétrica
De acordo com o Grupo Equatorial, 38 operações de combate ao furto de materiais foram realizadas no Rio Grande do Sul desde o início da operação. As ações resultaram em 43 autuações policiais e na apreensão de aproximadamente 1,48 tonelada de cabos.
No mesmo período, a companhia registrou redução de aproximadamente 55% nas ocorrências de furto em relação ao intervalo correspondente do ano anterior. A empresa atribui o resultado ao conjunto de medidas de inteligência, segurança, tecnologia e atuação integrada com os órgãos de segurança pública, sem atribuir a redução exclusivamente à nanotecnologia...

Fonte: Cenário Energia

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https://cenarioenergia.com.br/2026/09/21/equatorial-amplia-nanotecnologia-para-rastrear-ativos-e-combater-furto-de-cabos/

ONS viabiliza 30,7 GW de acesso à Rede Básica sob nova política de transmissão

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) viabilizou 30,7 GW de capacidade de acesso à Rede Básica em 2026, após analisar mais de 43 GW em pedidos de conexão desde a publicação do Decreto nº 12.772/2025, que regulamentou a nova Política Nacional de Acesso ao Sistema de Transmissão (PNAST).
O balanço reúne resultados da fase transitória da política e da 1ª Temporada de Acesso, que introduziu uma nova etapa na gestão da capacidade disponível na transmissão: a utilização de processos competitivos para alocar margens remanescentes entre projetos.
Fase transitória concentra 19,7 GW
Dos 30,7 GW viabilizados, 19,7 GW correspondem à fase transitória prevista nos artigos 10 e 12 do decreto. Nesse período, o ONS emitiu mais de 180 Pareceres de Acesso, abrangendo cerca de 9,82 GW em empreendimentos de geração e 13,5 GW em novas unidades de consumo.
O resultado combina projetos de oferta e demanda e marca a primeira etapa de implementação da PNAST após a mudança do marco regulatório de acesso à transmissão...

Fonte: Cenário Energia

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https://cenarioenergia.com.br/2026/09/21/ons-viabiliza-307-gw-de-acesso-a-rede-basica-sob-nova-politica-de-transmissao/

AXIA conclui primeira etapa de modernização na Subestação Tucuruí com aporte de R$ 3,5 milhões

A infraestrutura de transmissão associada ao escoamento de energia da Usina Hidrelétrica de Tucuruí, no Pará, passou por um importante avanço técnico com a conclusão da primeira das onze etapas previstas no seu plano de atualização tecnológica. A AXIA Energia investiu R$ 3,5 milhões na modernização do sistema de proteção, controle e supervisão da Linha de Transmissão vinculada às Unidades Geradoras 7 e 8 da Subestação Tucuruí. A entrega coroa o início de um cronograma robusto que prevê investimentos globais da ordem de R$ 615 milhões para a revitalização completa de ativos da usina.
A nova arquitetura tecnológica foi projetada para otimizar o monitoramento em tempo real de ativos críticos e conferir maior agilidade aos mecanismos automáticos de isolamento de falhas elétricas, assegurando maior confiabilidade e resiliência operacional no envio da energia gerada para o Sistema Interligado Nacional (SIN).
Preparação para fases futuras e engenharia avançada
O planejamento estratégico da intervenção exigiu a mobilização integrada de equipes técnicas especializadas. O gerente executivo de Proteção, Automação e Telecom da AXIA Energia na região Norte, Jorge Pelaes Dantas, aponta que o escopo inicial estabelece a base técnica para a execução das etapas subsequentes do projeto de revitalização: “A modernização contempla os sistemas de proteção, controle e supervisão da usina e da subestação. Além disso, implantamos novos reguladores, sistemas auxiliares e ferramentas de engenharia.”...

Fonte: Cenário Energia

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https://cenarioenergia.com.br/2026/09/18/axia-conclui-etapa-modernizacao-subestacao-tucurui/

18/09/2026

O boom do mercado livre de energia no Brasil e a busca por contratos verdes

Abertura chegará aos consumidores industriais e comerciais de baixa tensão em novembro de 2027 e aos demais, inclusive residenciais, em novembro de 2028
PPAs permitem negociar o fornecimento de energia no longo prazo e podem ampliar a previsibilidade de custos para as empresas
Nos Estados Unidos, o setor de Tecnologia da Informação respondeu por 82% do volume corporativo de PPAs assinados em 2025
O mercado livre de energia elétrica vive um momento de expansão no Brasil e se prepara para uma nova etapa de abertura. Decreto publicado em agosto regulamenta a entrada dos consumidores de baixa tensão: a partir de 25 de novembro de 2027, os consumidores industriais e comerciais desse grupo poderão escolher o fornecedor de energia. Em 25 de novembro de 2028, a possibilidade será contínua a todos, incluindo os principais.
Diferentemente do mercado cativo, modelo tradicional em que o consumidor compra energia da distribuidora local, o Ambiente de Contratação Livre (ACL) permite escolher o fornecedor e negociar condições como preço, prazo contratual e fonte de energia.
No final de 2025, o mercado livre reuniu aproximadamente 85 mil participantes e respondeu por cerca de 43% de toda a eletricidade consumida no País, segundo dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Com a abertura aos consumidores de baixa tensão, o universo potencial do ACL deverá aumentar significativamente nos próximos anos...

Fonte: Blu Estudio.estadao

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https://bluestudio.estadao.com.br/agencia-de-comunicacao/engrenagens-do-crescimento/o-boom-do-mercado-livre-de-energia-no-brasil-e-a-busca-por-contratos-verdes/

Por que a energia brasileira atraiu a corrida bilionária dos data centers

Cada pergunta feita a uma ferramenta de inteligência artificial aciona máquinas que funcionam sem parar, em prédios que podem estar a milhares de quilômetros de quem digitou, localizados em data centers. O modelo de instalação existe há décadas, mas sofre com uma mudança de escala que agora mira o Brasil como próximo grande destino para o mercado.
Nesta terça-feira, 15, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter (Redata), que cria incentivos fiscais para a implantação, modernização e ampliação de centros de processamento de dados no Brasil. A nova legislação concede benefícios sobre a aquisição de equipamentos de tecnologia da informação destinados a esses empreendimentos e estabelece contrapartidas relacionadas a pesquisa, desenvolvimento, eficiência hídrica e uso de energia renovável ou de baixa emissão.
O governo federal afirma que a medida busca estimular investimentos, desenvolver cadeias tecnológicas e “garantir soberania digital” em áreas como computação em nuvem e inteligência artificial. A estimativa de renúncia fiscal é de R$ 5,2 bilhões em 2026 e R$ 1 bilhão nos dois anos seguintes. Em contrapartida aos incentivos, as empresas beneficiadas terão de investir 2% do valor dos produtos adquiridos em projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação e disponibilizar ao mercado nacional ao menos 10% da capacidade de processamento, armazenagem e tratamento de dados...

Fonte: Correio do Povo

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https://www.correiodopovo.com.br/jornal-com-tecnologia/por-que-a-energia-brasileira-atraiu-a-corrida-bilionaria-dos-data-centers-1.1748521

Brava Energia (BRAV3) encerra venda de 11 concessões no Rio Grande do Norte após prazo contratual expirar

A Brava Energia (BRAV3) informou na quinta-feira (17) o encerramento da transação para venda de onze concessões de óleo e gás onshore localizadas na Bacia Potiguar, no Rio Grande do Norte, ao consórcio formado por Azevedo e Travassos Petróleo e Petro-Victory Energy.
Segundo a companhia, a operação foi encerrada porque o Longstop Date previsto em contrato foi atingido sem que determinadas condições precedentes para o fechamento tivessem sido cumpridas pelo consórcio comprador. Com isso, a Brava exerceu o direito de encerrar a transação conforme previsto no Purchase and Sale Agreement (SPA).
A empresa destacou que o encerramento da operação não altera seu planejamento estratégico de curto e médio prazo, incluindo os planos operacionais e de alocação de capital.
O anúncio dá fim a um processo que vinha sendo acompanhado pelo mercado desde fevereiro, quando a companhia havia comunicado a negociação da venda dos ativos no Rio Grande do Norte.
Conforme anunciado à época, o valor total da transação era de US$ 15 milhões, sendo US$ 600 mil desembolsados na assinatura do contrato, US$ 2,9 milhões a serem pagos no fechamento da transação e US$ 8 milhões a serem pagos em duas parcelas 12 e 24 meses após o fechamento da transação...

Fonte: Money Times

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https://www.moneytimes.com.br/brava-energia-brav3-encerra-venda-de-11-concessoes-no-rio-grande-do-norte-apos-prazo-contratual-expirar-lmrs/

Justiça suspende cláusula contratual da Âmbar e troca de cabos no Amazonas

A Justiça Federal determinou a suspensão dos efeitos de uma cláusula do contrato de concessão da Âmbar Energia no Amazonas que restringia a aplicação de penalidades regulatórias relacionadas aos indicadores de continuidade e qualidade do serviço. A decisão também interrompe a substituição de ramais, fios e cabos por condutores de alumínio realizada pela concessionária em sua área de concessão.
A liminar foi concedida em ação popular apresentada pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM) e determina ainda que a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) realize fiscalização sobre a prestação do serviço e apure eventuais responsabilidades da concessionária. O descumprimento das determinações está sujeito a multa diária de R$ 1 milhão.
Substituição de cabos entra no centro da disputa
A decisão judicial ocorre em meio a questionamentos sobre a substituição de cabos de cobre por condutores de alumínio na rede de distribuição do Amazonas. A medida havia sido alvo de uma recomendação do Ministério Público do Amazonas (MPAM), que pediu a suspensão temporária do programa para avaliação da adequação técnica dos materiais às condições climáticas da região e verificação do cumprimento das normas aplicáveis...

Fonte: Cenário Energia

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https://cenarioenergia.com.br/2026/09/18/justica-suspende-clausula-contratual-da-ambar-e-troca-de-cabos-no-amazonas/

EDP inicia obras para ampliar em 17% capacidade da rede elétrica de Cruzeiro

A EDP iniciou as obras de modernização da subestação que atende Cruzeiro, no Vale do Paraíba, em São Paulo. Com investimento de R$ 4,5 milhões, a intervenção elevará em 17% a capacidade energética disponível no município e está prevista para entrar em operação em dezembro de 2026.
O principal equipamento da obra será um novo transformador de 20 MVA, que substituirá a unidade atualmente instalada, de 12 MVA. A expansão aumenta a capacidade da infraestrutura de distribuição para atender a demanda de consumidores residenciais, comerciais e industriais.
Novo transformador amplia capacidade da subestação
A substituição do transformador é o principal eixo da intervenção. A ampliação permitirá à EDP elevar a disponibilidade de energia na região e preparar a infraestrutura para a evolução da demanda elétrica de Cruzeiro.
O investimento também faz parte do planejamento da distribuidora para a área de concessão paulista, que reúne 28 municípios. A EDP informa que mantém 86 subestações no estado e atende mais de 2 milhões de clientes...

Fonte: Cenário Energia

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https://cenarioenergia.com.br/2026/09/17/edp-inicia-obras-para-ampliar-em-17-capacidade-da-rede-eletrica-de-cruzeiro/

Debate avalia efeitos da Reforma Tributária no setor energia

Executivos e especialistas do setor elétrico se reuniram, nesta terça-feira (15), na sede do IBEF-Rio, no Rio de Janeiro, para discutir os principais impactos da Reforma Tributária sobre o mercado de energia. O evento "Impactos da Reforma Tributária no Setor Elétrico" reuniu representantes de empresas dos segmentos de geração, transmissão e distribuição para analisar os desafios decorrentes da implementação da CBS e do IBS e seus reflexos sobre contratos, investimentos e planejamento empresarial.
O primeiro painel foi mediado por Ricardo Pontes Vivacqua, sócio da Vivacqua Advogados, e contou com a participação de Bernardo Valois, da Eneva; Bruno Curi, da AXIA Energia; e Bruno Fonti, da Petrobras. Ao longo do debate, foram abordados os efeitos da nova sistemática tributária sobre as empresas do setor e a necessidade de antecipação das análises jurídicas, tributárias e financeiras diante do período de transição.
A programação contou ainda com Claudine Anchite, da Evoltz; Arnaldo Bittencourt, da Verene; Frederico Videira, da Light; e Bernardo Almeida, da Energisa, além da participação dos moderadores Caio Cavalcante e Mauro Jacob. Entre os temas discutidos estiveram os impactos da Reforma Tributária sobre a transmissão de energia, a preservação do equilíbrio econômico-financeiro dos contratos de concessão e as providências que poderão ser adotadas pelas empresas diante das alterações na tributação do setor...

Fonte: OGlobo.com

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https://oglobo.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/09/16/debate-avalia-efeitos-da-reforma-tributaria-no-setor-energia-1.ghtml

16/09/2026

Incentivos fiscais para datacenters são sancionados com foco em IA e energia limpa

Os incentivos fiscais para datacenters foram instituídos no Brasil com a sanção da Lei 15.504. Publicada no Diário Oficial da União em 16 de setembro, a norma cria o Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter, o Redata, com o objetivo de estimular a instalação de centros de processamento de dados e ampliar os investimentos em inteligência artificial, computação em nuvem e outras tecnologias digitais.
O programa prevê a suspensão de tributos na compra de equipamentos e componentes utilizados por empresas habilitadas. A medida alcança operações realizadas no mercado interno e no exterior, desde que os produtos sejam destinados à instalação ou à operação dos datacenters enquadrados nas regras do regime.
Como funciona o Redata
A adesão ao Redata dependerá de autorização do Ministério da Fazenda. As empresas beneficiadas poderão obter a suspensão do Imposto de Importação, do PIS e da Cofins, do PIS e da Cofins incidentes na importação e do Imposto sobre Produtos Industrializados, o IPI.
O benefício poderá ser aplicado por até cinco anos na aquisição de componentes eletrônicos e de outros produtos ligados às tecnologias da informação e comunicação. Depois do cumprimento dos compromissos previstos na legislação e da entrega final dos produtos, a suspensão poderá ser convertida em isenção definitiva...

Fonte: Informe Manaus

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https://informemanaus.com.br/incentivos-fiscais-datacenters-redata-ia-energia-limpa/09/

M&A no setor elétrico movimenta mais de R$ 20 bilhões no primeiro semestre de 2026

O mercado de fusões e aquisições (M&A) no setor elétrico brasileiro movimentou mais de R$ 20 bilhões no primeiro semestre de 2026, mesmo com a redução no número de operações. De acordo com levantamento da KPMG, foram formalizadas 46 transações entre janeiro e junho, queda de 30,3% em relação às 66 registradas no mesmo período de 2025.
O volume financeiro também recuou na comparação anual, de R$ 26 bilhões para mais de R$ 20 bilhões. A redução, contudo, veio acompanhada de uma mudança no perfil dos negócios, com maior participação de ativos de transmissão e de empresas de tecnologia voltadas ao setor energético.
Transmissão ganha espaço nas estratégias de investimento
A transmissão foi um dos segmentos que mais avançaram no período. O número de operações envolvendo linhas de transmissão dobrou em relação ao primeiro semestre de 2025, em um movimento associado à busca por ativos vinculados à segurança e à expansão da infraestrutura elétrica...

Fonte: Cenário Energia

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Mercado livre de energia: abrir o mercado da baixa tensão é apenas o começo

Para a maioria das pequenas empresas brasileiras, energia sempre foi uma conta a pagar, não uma compra a fazer. Isso começa a mudar a partir de 2027. Com a abertura do mercado livre para consumidores de baixa tensão, cerca de 4 milhões de unidades consumidoras industriais e comerciais passam a fazer parte de um universo em que escolher o fornecedor será possível.
A mudança não é trivial. Uma pesquisa da McKinsey com 570 representantes da indústria e do comércio revela um público ainda pouco familiarizado com o mercado livre, com necessidades distintas e interessado em mais do que economia na conta. Entender esse novo consumidor — e encontrar uma forma eficiente e, sobretudo, rentável de atendê-lo — será parte central da próxima etapa de desenvolvimento do mercado.
O primeiro desafio é explicar o mercado
Apenas 5% a 10% dos entrevistados dizem entender bem o mercado livre e considerar uma migração. A familiaridade aumenta entre as empresas com contas de energia mais altas, mas continua longe de ser disseminada. Entre aquelas com contas superiores a R$ 10 mil mensais, 35% ainda afirmam não conhecer o novo modelo...

Fonte: Brazil Journal

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https://braziljournal.com/on-business/mercado-livre-de-energia-abrir-o-mercado-da-baixa-tensao-e-apenas-o-comeco/

ANEEL propõe nova classificação para operação de usinas no sistema elétrico

A diretoria da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) deverá examinar nesta terça-feira (15) em circuito deliberativo, a abertura de uma consulta pública destinada a revisar os Procedimentos de Rede que estabelecem como as usinas conectadas ao sistema elétrico são classificadas e operadas.
O processo tem como relator o diretor Gentil Nogueira e resulta de uma construção conjunta entre a agência e o ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), incorporando também contribuições recebidas na Consulta Externa nº 018/2025.
A proposta procura dar maior clareza aos critérios utilizados para definir o papel de cada empreendimento na operação do SIN (Sistema Interligado Nacional), ao mesmo tempo em que redistribui e explicita responsabilidades entre geradores, distribuidoras e ONS.
A revisão foi estruturada em duas etapas e envolve mudanças em submódulos dos Procedimentos de Rede relacionados a conceitos, classificação, requisitos de integração e atribuições dos agentes.
Um dos objetivos centrais é simplificar as modalidades existentes e atualizar seus conceitos, reduzindo ambiguidades na definição do grau de participação das usinas na operação do sistema.
A proposta também pretende compatibilizar os critérios com o funcionamento do SIN e evitar situações em que responsabilidades ou exigências regulatórias fiquem pouco delimitadas...

Fonte: Canal Solar

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https://canalsolar.com.br/aneel-propoe-nova-classificacao-operacao-usinas/

Copel investe R$ 3 bilhões em geração, transmissão e distribuição no Paraná

A Copel executa em 2026 um programa de investimentos de R$ 3 bilhões em geração, transmissão e distribuição de energia no Paraná. Os recursos estão direcionados à expansão da infraestrutura elétrica, à modernização de ativos e ao aumento da confiabilidade do sistema em todas as regiões do Estado. Do montante previsto para este ano, R$ 1,94 bilhão será aplicado na distribuição, enquanto R$ 971,6 milhões serão destinados aos negócios de geração e transmissão.
O presidente da Copel, Daniel Slaviero, afirma que o programa foi estruturado para ampliar a capacidade do sistema e acompanhar a evolução da demanda estadual: “Estamos executando um programa de investimentos que fortalece a infraestrutura elétrica paranaense e prepara a Copel para os desafios das próximas décadas. São obras estruturantes que ampliam a capacidade do sistema, aumentam a confiabilidade do fornecimento e criam as condições necessárias para sustentar o desenvolvimento do Paraná.”
Geração combina expansão e modernização
A Copel prevê R$ 441,5 milhões em investimentos na área de geração em 2026, com projetos voltados à expansão da capacidade instalada e à modernização de usinas hidrelétricas. Entre as obras estão as ampliações das usinas Governador Bento Munhoz da Rocha Netto (Foz do Areia) e Governador Ney Braga (Segredo), vinculadas ao Leilão de Reserva de Capacidade (LRCP). Para 2026, estão previstos R$ 190 milhões em Foz do Areia e R$ 541 milhões em Segredo...

Fonte: Cenário Energia

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Enel Rio investe R$ 2,68 bilhões e descentraliza operação para enfrentar eventos climáticos

A Enel Distribuição Rio direcionou R$ 2,68 bilhões para modernização da rede elétrica entre 2025 e o primeiro semestre de 2026 e ampliou a estrutura operacional para enfrentar eventos climáticos extremos previstos para o próximo verão. O plano inclui expansão das equipes próprias, descentralização das bases de atendimento, triplicação da frota e automação de circuitos em sua área de concessão, que reúne 66 municípios fluminenses.
Do total, R$ 1,8 bilhão foi investido em 2025 e outros R$ 880 milhões foram aplicados nos primeiros seis meses de 2026, alta de 34% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Operação ganha bases regionais
A Enel conclui em 2026 um programa iniciado em 2024 para ampliar o quadro próprio de profissionais de campo. Com a expansão, a distribuidora passa a contar com mais de 2 mil trabalhadores diretamente dedicados às operações.
A estrutura logística também será ampliada com 19 novas bases operacionais até o fim do ano. Dezesseis unidades estão em estágio avançado de construção, enquanto outras três passam por revitalização e ampliação em Cabo Frio, Resende e Petrópolis...

Fonte: Cenário Energia

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14/09/2026

Fiação subterrânea deixa energia mais resistente a chuvas, mas custo dificulta expansão no Ceará

A substituição das fiações elétricas aéreas por subterrâneas é uma medida importante para aumentar a resiliência do sistema elétrico, sobretudo diante da crise climática. Apesar de avanços nesse sentido no Ceará, as trocas não devem ocorrer em todo o Estado.
O principal empecilho para enterrar a fiação em todos os municípios é o custo do serviço, que pode superar em até 10 vezes a rede aérea equivalente, segundo a Enel Distribuição Ceará.
“Na nossa visão, o enterramento integral da rede de todo o estado não se apresenta atualmente como uma alternativa técnica nem economicamente viável. Qualquer custo de investimentos deve ser alinhado com as iniciativas governamentais, a fim de evitar que haja impacto tarifário”, afirmou a empresa.
As intervenções dependem, portanto, do equacionamento de gastos por meio de programas governamentais. Isso para que os investimentos não levem a aumento na conta de luz, já que os aportes realizados pelas distribuidoras compõem a base de remuneração e são incorporados gradualmente às tarifas... 

Fonte: Diário do Nordeste

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https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/opiniao/colunistas/mariana-lemos/fiacao-subterranea-deixa-energia-mais-resistente-a-chuvas-mas-custo-dificulta-expansao-no-ceara-1.3790648

Após substituição de material, furto de cabos de energia recua em Niterói

Niterói registrou queda de 10,7% no furto de cabos de energia da Enel no primeiro semestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2025. De janeiro a junho, foram roubados cerca de 500 metros de fios da rede elétrica no município, contra 560 metros nos seis primeiros meses do ano passado. Segundo a concessionária, a redução está relacionada, entre outras medidas, à substituição de cabos de cobre por materiais de menor valor comercial e com qualidade semelhante.
Apesar da redução em Niterói, o furto de componentes da rede elétrica continua sendo um problema para a concessionária em sua área de atuação. Nos 66 municípios atendidos pela Enel Rio, foram furtados quatro quilômetros de cabos em vias públicas no primeiro semestre deste ano. No mesmo período de 2025, haviam sido registrados seis quilômetros — uma redução de pouco mais de 33%.
Campos dos Goytacazes, Niterói, Teresópolis, Rio das Ostras, Itaperuna, Petrópolis, Iguaba Grande e Maricá aparecem entre os municípios com maior número de ocorrências na área de concessão. Ao todo, cerca de 300 clientes da Enel foram impactados pelo furto de cabos entre janeiro e junho deste ano...

Fonte: O Globo

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https://oglobo.globo.com/rio/bairros/niteroi/noticia/2026/09/14/apos-substituicao-de-material-furto-de-cabos-de-energia-recua-em-niteroi.ghtml

Mercado livre avança, mas R$ 200 bilhões seguem sem resposta

O Decreto nº 13.097, assinado em 12 de agosto, regulamentou uma mudança necessária: consumidores industriais e comerciais de baixa tensão poderão escolher seu fornecedor de energia a partir de 25 de novembro de 2027; os demais, inclusive residenciais, em 25 de novembro de 2028.
A abertura amplia a concorrência e a liberdade de escolha. Para gerar confiança, precisa começar com números que possam ser conferidos. O ministro Alexandre Silveira, titular do MME (Ministério de Minas e Energia), estimou que a migração poderá reduzir de 20% a 22% a parcela da conta correspondente à compra de energia.
A distinção é essencial: não se trata do mesmo desconto sobre a fatura total. Ainda assim, uma estimativa pública dessa importância precisa vir acompanhada das premissas, dos dados e da memória de cálculo.
A economia efetiva varia conforme o perfil de consumo, a área tarifária, os tributos e o risco contratado. Se a compra de energia representar um terço da conta, uma redução de 20% nesse componente equivale a cerca de 6,7% na fatura. O restante reúne redes, encargos e tributos...

Fonte: Canal Solar

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https://canalsolar.com.br/mercado-livre-bilhoes-sem-resposta/

Fusões e aquisições no setor de energia caem 30% no primeiro semestre de 2026 no Brasil

O mercado brasileiro de fusões e aquisições (M&A) no setor de energia perdeu força no primeiro semestre de 2026, segundo o site Guia do Investidor. Segundo levantamento do setor, foram registradas 46 transações no período, uma queda de 30,3% em relação às 66 operações do mesmo intervalo de 2025, o que representa uma redução de 20 negócios em um ano.
O valor movimentado também recuou, ainda que em ritmo menor: a queda foi de 21% na comparação anual, o que indica que, apesar de menos negócios fechados, parte das operações concluídas manteve porte relevante.
Analistas do setor atribuem a desaceleração à postura mais cautelosa dos investidores diante do custo de capital ainda elevado, que leva compradores a avaliar com mais rigor o preço dos ativos, o retorno esperado e a capacidade de geração de caixa antes de fechar negócios. O efeito é considerado especialmente sensível no segmento de energia, que exige altos investimentos em geração, transmissão, distribuição, infraestrutura e fontes renováveis — áreas em que a taxa de juros pesa tanto no financiamento das operações quanto no valuation dos ativos...

Fonte: Data Center Dynamics

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https://www.datacenterdynamics.com/br/not%C3%ADcias/fus%C3%B5es-e-aquisi%C3%A7%C3%B5es-no-setor-de-energia-caem-30-no-primeiro-semestre-de-2026-no-brasil/

Capital estrangeiro concentra 60% do valor das operações de M&A em energia no Brasil

O capital estrangeiro concentrou 60% do valor divulgado das aquisições de controle no setor de energia no Brasil nos últimos três anos, embora tenha representado 30,7% do número de transações. O levantamento da Acorn Advisory, baseado em dados da TTR Data entre julho de 2023 e junho de 2026, identificou 189 operações de M&A no período.
A diferença entre participação em volume e valor revela uma concentração dos investidores internacionais em ativos de maior porte. O ticket médio das operações com compradores estrangeiros foi de R$ 1,2 bilhão, contra pouco mais de R$ 200 milhões nas transações domésticas.
Para Gabriel Silva, sócio da Acorn Advisory, o perfil dos investidores varia conforme o porte dos ativos: “O investidor estrangeiro se concentra principalmente nos ativos de maior porte, enquanto os consolidadores locais continuam muito ativos no mid-market.”
Capital internacional ganha espaço
As 189 aquisições de controle representam uma média superior a cinco negócios por mês, mesmo diante de um ambiente de custo de capital elevado e da proximidade do calendário eleitoral...

Fonte: Cenário Energia

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https://cenarioenergia.com.br/2026/09/14/capital-estrangeiro-concentra-60-do-valor-das-operacoes-de-ma-em-energia-no-brasil/

Cemig troca comando e elege Marco Aurélio Vasconcelos para presidência

A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) definiu a nova composição de sua alta administração. O Conselho de Administração elegeu Marco Aurélio Martins da Costa Vasconcelos para a presidência da companhia e Alexandre Ramos Peixoto para comandar o Conselho de Administração.
A mudança reorganiza o comando da elétrica mineira em um momento de desafios relacionados à regulação, expansão dos negócios e gestão de ativos. Os dois executivos têm trajetórias ligadas à administração pública e ao setor de infraestrutura e energia.
Marco Aurélio Vasconcelos assume presidência
Advogado formado pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), Marco Aurélio Vasconcelos possui especializações em Direito de Empresa e Gestão Empresarial. Sua carreira reúne experiências nos setores de saneamento, mineração e indústria, além de funções na administração pública de Minas Gerais...

Fonte: Cenário Energia

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https://cenarioenergia.com.br/2026/09/14/cemig-troca-comando-e-elege-marco-aurelio-vasconcelos-para-presidencia/

Setor elétrico brasileiro requer R$670bi até 2040 – quais são as demandas e desafios?

O setor elétrico brasileiro precisará de mais de R$670 bilhões (US$131bi) em investimentos até 2040, sendo R$553 bilhões em geração e R$117 bilhões em transmissão, segundo estimativa da consultoria Aurora Energy Research divulgada nesta semana.
O montante será necessário para adicionar cerca de 120 GW de nova capacidade ao sistema, mas a expansão da geração terá de ser acompanhada por investimentos em transmissão, armazenamento e outras formas de flexibilidade para garantir a segurança do suprimento.
Em entrevista exclusiva à BNamericas, Rodrigo Borges, diretor executivo da Aurora no Brasil, afirmou que o país deverá entrar, a partir de 2030, em um novo ciclo de investimentos em geração renovável, impulsionado por um crescimento da demanda considerado resiliente pela consultoria.
“Nesse contexto, a energia eólica, que ficou relativamente estável nos últimos anos, tende a voltar a assumir um papel de protagonismo,” ressaltou.
Ele ponderou que a expansão das renováveis exigirá uma expansão relevante do armazenamento de energia, especialmente por baterias, além de outras fontes de flexibilidade, como a geração térmica...

Fonte: BN Americas

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https://www.bnamericas.com/pt/analise/setor-eletrico-brasileiro-requer-r670bi-ate-2040--quais-sao-as-demandas-e-desafios

Ministério Público recomenda que Âmbar Energia suspenda substituição da fiação elétrica em Manaus

O Ministério Público do Amazonas (MPAM) recomendou, nesta sexta-feira (11), que a concessionária Âmbar Energia suspenda por 30 dias a substituição da fiação da rede elétrica em Manaus. A medida foi tomada após o órgão receber reclamações e registros de ocorrências como curtos-circuitos, oscilações de tensão e interrupções de energia após a troca dos cabos.
O objetivo é avaliar se os fios de alumínio utilizados são adequados às condições climáticas da região e se atendem às normas de segurança.
A recomendação foi expedida pelas 51ª e 81ª Promotorias de Justiça Especializadas na Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Prodecon), dois dias após a abertura de um inquérito civil para investigar a substituição dos cabos.
“A manutenção ininterrupta de substituições de fiação, sem a devida comprovação pericial prévia quanto à segurança e adequação dos materiais, expõe a população a riscos iminentes de incêndios elétricos e danos patrimoniais acumulados”, afirmou a promotora Sheyla Andrade dos Santos...

Fonte: G1.Globo

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https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2026/09/11/ministerio-publico-recomenda-que-ambar-energia-suspenda-substituicao-da-fiacao-eletrica-em-manaus.ghtml

11/09/2026

Desfio brasileiro não é produzir energia, mas ter eficiência na distribuição

O setor elétrico brasileiro vive um paradoxo difícil de ignorar. Em determinados horários, o país produz energia renovável em abundância e ainda assim precisa reduzir a geração porque o sistema não consegue absorver toda a eletricidade disponível. Horas depois, quando a demanda cresce, voltamos a acionar fontes mais caras para manter o equilíbrio. Esse fenômeno, conhecido como curtailment, revela mais do que um ajuste operacional e expõe os limites de um modelo energético centralizado diante de transformações tecnológicas aceleradas.
Curtailment é a redução programada da produção quando há excesso momentâneo de energia ou restrições na rede. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) coordena esses ajustes para preservar a estabilidade, evitando sobrecargas e oscilações que poderiam comprometer o abastecimento.
O Brasil continua sendo um sistema predominantemente hidrelétrico. Mais da metade da eletricidade vem das usinas hidráulicas, que funcionam como uma espécie de bateria natural do sistema ao compensar variações da solar e da eólica. Nas horas centrais do dia, quando a geração solar se intensifica, as hidrelétricas reduzem produção; no início da noite, ampliam gradualmente a geração para acompanhar o aumento do consumo. A energia eólica complementa esse arranjo, muitas vezes com produção noturna, mas a expansão acelerada da solar criou um ritmo que a infraestrutura não acompanhou na mesma velocidade...

Fonte: Gazeta do Povo

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https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/energia-em-abundancia-e-eficiencia-em-falta/

AXIA Energia assina contratos de novos projetos de geração e transmissão

Empreendimentos somam cerca de R$ 668 milhões em investimentos previstos na transmissão e aproximadamente R$ 1 bilhão na ampliação da UHE Luiz Gonzaga.
AXIA Energia assinou no dia 10 de setembro (quinta-feira), na sede da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em Brasília, contratos de quatro projetos conquistados pela companhia em leilões realizados neste ano. São três novos empreendimentos de transmissão, em Mato Grosso do Sul, São Paulo e Mato Grosso, além da ampliação da UHE Luiz Gonzaga, em Pernambuco, contratada no Leilão de Reserva de Capacidade.
Na transmissão, os três projetos somam cerca de R$ 668 milhões em investimentos previstos e poderão acrescentar R$ 50,8 milhões à Receita Anual Permitida (RAP) da companhia quando entrarem em operação comercial. Os empreendimentos integram a agenda de expansão da AXIA, que opera em 74 mil quilômetros de linhas de transmissão no país.
—Os projetos têm características e desafios distintos. A partir daqui o foco é desenvolvê-los com segurança, eficiência e disciplina para colocá-los em operação dentro dos compromissos assumidos —afirma Fernando Cardozo, diretor de Novos Negócios de Transmissão da AXIA Energia...

Fonte: Revista Fator Brasil

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https://www.revistafatorbrasil.com.br/2026/09/11/axia-energia-assina-contratos-de-novos-projetos-de-geracao-e-transmissao/

ANEEL aprova transferência de controle indireto de 26 concessionárias de transmissão

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) anuiu nesta sexta-feira (11/9) a transferência de Controle Societário Indireto das concessionárias de serviço público de transmissão de energia elétrica Barreiras Transmissora de Energia S.A., Buritirama Transmissora de Energia S.A., Vale do Sertão Transmissora de Energia S.A., Jaíba Transmissora de Energia S.A., Alto Sertão Transmissora de Energia S.A., Presidente Juscelino Transmissora de Energia S.A., Belém Transmissora de Energia S.A., Tapajós Transmissora de Energia S.A., SPE Santa Maria Transmissora de Energia S.A., SPE Santa Lucia Transmissora de Energia S.A., SPE Transmissora de Energia Linha Verde I S.A., SPE Transmissora de Energia Linha Verde II S.A., Integração Transmissora de Energia S.A., Argo Transmissão de Energia S.A., ARGO II Transmissão de Energia S.A., Argo III Transmissão de Energia S.A., Argo IV Transmissão de Energia S.A., Argo V Transmissão de Energia S.A., Argo VI Transmissão de Energia S.A., Transmissora José Maria de Macedo de Eletricidade S.A., Giovanni Sanguinetti Transmissora de Energia S.A., Argo IX Transmissão de Energia S.A., MGE Transmissão S.A., Goiás Transmissão S.A., Transenergia Renovável S.A. e Transenergia São Paulo S.A..
O controle indireto das concessionárias passará a ser detido de forma conjunta por Caisse De Dépot Et Placement Du Québec e por Grupo Energía Bogotá S.A. E.S.P.
O prazo para implementação da operação é de até 120 dias desde a aprovação e as concessionárias deverão enviar à Agência os documentos comprobatórios da formalização da operação no prazo de até 30 dias de sua implementação.

Fonte: Gov.br

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https://www.gov.br/aneel/pt-br/assuntos/noticias/2026-defeso-eleitoral/aneel-aprova-transferencia-de-controle-indireto-de-26-concessionarias-de-transmissao

ANEEL assina contratos que adicionam 2,5 GW de potência e R$ 1,75 bi em transmissão

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) assinou nesta quinta-feira (10/9) os contratos resultantes de dois leilões realizados em 2026, envolvendo a contratação de 2,5 GW de disponibilidade de potência e R$ 1,75 bilhão em investimentos em transmissão de energia elétrica. Os acordos foram formalizados em cerimônia na sede da agência, em Brasília.
Os contratos são decorrentes do Leilão de Reserva de Capacidade na forma de Potência (LRCAP 2/2026) e da segunda etapa do Leilão de Transmissão 1/2026. A assinatura dá início à fase de execução das obrigações assumidas pelas empresas vencedoras.
LRCAP contrata 2,5 GW de potência
O LRCAP 2/2026 contratou a ampliação de cinco usinas hidrelétricas, que acrescentarão, em conjunto, 2,5 GW de disponibilidade de potência ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Nesse modelo, os contratos asseguram a disponibilização da potência contratada ao sistema, reforçando a capacidade de atendimento à demanda elétrica nos períodos em que a operação exigir maior disponibilidade de potência.
A formalização dos instrumentos pela ANEEL e pelas empresas vencedoras consolida as obrigações estabelecidas no certame para a ampliação dos empreendimentos...

Fonte: Cenário Energia

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https://cenarioenergia.com.br/2026/09/11/aneel-assina-contratos-que-adicionam-25-gw-de-potencia-e-r-175-bi-em-transmissao/

Abertura do mercado de energia traz otimização, diz diretor da Thymos

A aguardada abertura do mercado livre de energia elétrica aos consumidores atendidos em baixa tensão, como pequenos comércios e residências, permitirá a otimização do setor elétrico brasileiro, na avaliação do diretor da Thymos Capital, André Millions Coutinho.
O processo, aguardado pelo setor há muitos anos, deve ser efetivado em duas etapas, até o fim de 2028, liberando todos os consumidores para escolher seu fornecedor de eletricidade, o que deve se refletir em redução de custos.
Embora a liberalização completa do mercado de energia se arraste há cerca de duas décadas, para Millions o movimento ocorre "no tempo correto". "Agora acontece em maturidade diferente de tempos anteriores", afirma, em entrevista ao Capital Insights, programa produzido pela parceria entre a Broadcast e o CNN Money, que vai ao ar hoje, às 19 horas.
Ele considera que o cronograma estabelecido pelo governo para a abertura, de novembro de 2027 para consumidores industriais e comerciais e de novembro de 2028 para residenciais, é factível de ocorrer, mas salienta a necessidade de regulamentação complementar, adaptações por parte das empresas envolvidas, bem como maior divulgação de informações, de maneira clara e simplificada, para a população.
"Empresas desse segmento, comercializadoras e a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica têm de tornar esse assunto mais simples para o consumidor final. Não pode ter dúvida quando tiver a opção de migrar", diz...

Fonte: CNN Brasil

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https://www.cnnbrasil.com.br/economia/money/macroeconomia/abertura-do-mercado-de-energia-traz-otimizacao-diz-diretor-da-thymos/

BESS ganha papel estratégico na indústria e avança além do backup

Os sistemas de armazenamento de energia em baterias (BESS) começam a assumir uma função mais estratégica nas operações industriais e comerciais brasileiras. Além da arbitragem de preços no horário de ponta e do fornecimento emergencial, a tecnologia passa a ser utilizada para reduzir o impacto financeiro de interrupções, melhorar a confiabilidade elétrica e integrar geração renovável às cargas corporativas.
Projeções da Associação Brasileira de Soluções de Armazenamento de Energia (ABSAE) indicam que o segmento comercial e industrial poderá representar cerca de 45% da capacidade instalada de BESS no Brasil até 2034. O mercado total de armazenamento deve avançar de aproximadamente 19 GWh em 2032 para 32 GWh em 2034.
Custo da interrupção muda decisão de investimento
Para consumidores com processos produtivos sensíveis, a confiabilidade do fornecimento passou a ser uma variável econômica da operação. Interrupções de curta duração podem provocar paralisação de linhas, perdas de produção e impactos sobre cadeias logísticas, tornando o armazenamento uma alternativa para reduzir a exposição a esses eventos...

Fonte: Cenário Energia

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Justiça encerra recuperação judicial da Light após três anos de reestruturação

A Justiça do Rio de Janeiro decretou o encerramento da recuperação judicial da Light, iniciada em maio de 2023. A decisão, assinada pelo juiz Leonardo de Castro Gomes, da 3ª Vara Empresarial da Comarca da Capital, reconheceu o cumprimento das obrigações estruturantes previstas no plano de reestruturação da concessionária de distribuição e de sua holding.
Com a saída do regime judicial, a Light passa a operar novamente sob gestão ordinária, enquanto a conclusão do processo financeiro abre espaço para a retomada do acesso ao mercado de capitais. A decisão ocorre em um momento relevante para a companhia, diante da perspectiva de um novo ciclo para a concessão de distribuição no Rio de Janeiro.
Credores e aporte de R$ 300 milhões
Entre os elementos considerados pela Justiça estão a liquidação e transferência dos valores destinados a credores com saldos de até R$ 30 mil, o lançamento de novos instrumentos de dívida e a entrega das debêntures repactuadas. O processo também registrou um aporte direto de R$ 300 milhões no caixa operacional da distribuidora.
A sentença considerou que a existência de obrigações de longo prazo ainda vincendas não impede o encerramento da recuperação judicial. Para o magistrado, a manutenção prolongada do processo poderia elevar os custos de acompanhamento e dificultar a recuperação da capacidade de crédito da companhia no mercado financeiro...

Fonte: Cenário Energia

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https://cenarioenergia.com.br/2026/09/10/justica-encerra-recuperacao-judicial-da-light-apos-tres-anos-de-reestruturacao/

Nova economia digital vai demandar setor elétrico mais robusto

A expansão da inteligência artificial tem provocado debates sobre produtividade, inovação e novos modelos de negócio pelos impactos que tendem a provocar em diferentes segmentos da sociedade. O setor elétrico brasileiro, inevitavelmente, entra nessa engrenagem sob a ótica de que a infraestrutura deve estar conectada ao movimento digital. Nenhum algoritmo, data center ou aplicação opera sem disponibilidade de energia em escala, com qualidade, segurança e previsibilidade.
A Agência Internacional de Energia projeta que o consumo global de eletricidade dos data centers deve mais que dobrar até 2030 e chegar a cerca de 945 terawatts-hora. No Brasil, os pedidos de conexão desses empreendimentos à rede elétrica cresceram 330% em um ano, passando de 12 para 52 projetos entre maio de 2024 e o mesmo período de 2025, segundo o Ministério de Minas e Energia (MME).
Os números mostram que a agenda de IA vai muito além da tecnologia. Para avançarmos de forma holística, o processo deve vir amparado por uma base de infraestrutura robusta, bem planejada e com diretrizes regulatórias claras e assertivas, em que o setor elétrico é a chave central deste “mundo moderno”. Estamos falando de um reposicionamento do setor, em que a energia passa a ser gerida de maneira mais inteligente, personalizada e eficiente...

Fonte: It Forum

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https://itforum.com.br/artigos/setor-eletrico-mais-robusto/

09/09/2026

Saiba como vai funcionar o mercado livre para baixa tensão

O decreto 13.097, publicado em agosto de 2026, regulamenta o Ambiente de Contratação Livre (ACL) para os consumidores de baixa tensão (inferior a 2,3 kV). Até então, o mercado livre de energia, no qual o cliente pode escolher de quem comprar sua eletricidade, era um benefício restrito a grandes consumidores industriais e comerciais de média e alta tensão.
Conforme estimativas do Ministério de Minas e Energia (MME), divulgadas pelo site G1, pequenos estabelecimentos comerciais e de serviços, um dos focos dessa regulamentação, poderão obter uma redução de até 20% em suas contas de luz ao migrarem para o mercado livre.
Abaixo, detalhamos o funcionamento dessa nova regulamentação em dez tópicos, com base no decreto citado acima, para orientar pequenos empresários, produtores rurais, administradores de instituições e cidadãos comuns sobre seus direitos, prazos e responsabilidades.
O que é a baixa tensão
A regulamentação define baixa tensão como o atendimento elétrico realizado em níveis de tensão inferiores a 2,3 kV. Na prática, a imensa maioria dos consumidores brasileiros está nessa categoria. Isso inclui os consumidores residenciais, propriedades rurais, indústrias de menor porte, hospitais, escolas e pequenos estabelecimentos comerciais — como padarias, salões de beleza, escritórios e lojas de rua...

Fonte: Além da Energia.engie

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https://www.alemdaenergia.engie.com.br/saiba-como-vai-funcionar-o-mercado-livre-para-baixa-tensao/

Energisa lança chamada de inovação para otimizar TOTEX e modernizar planejamento elétrico de suas distribuidoras

Com o objetivo de aprimorar a alocação de capital e elevar a eficiência operacional na rede que atende a mais de 9 milhões de clientes em 11 estados, o Grupo Energisa abriu edital de inovação voltado à modernização do planejamento de suas concessionárias de distribuição. O programa, batizado de GRIDVortex Challenge, busca captar soluções baseadas em análise de dados, inteligência artificial e otimização do dispêndio total (TOTEX — combinação de CAPEX e OPEX). As inscrições ficam abertas até o dia 2 de outubro.
A iniciativa, com duração de quatro meses, pretende responder aos desafios trazidos pela descentralização do sistema elétrico. O avanço da geração distribuída (GD), o armazenamento em baterias (BESS) e a eletromobilidade alteraram a dinâmica de carga tradicional, exigindo decisões de investimento mais adaptáveis diante de variações locacionais e de eventos climáticos extremos.
Quatro eixos estratégicos para gerenciar a incerteza operativa
A chamada pública está dividida em quatro frentes de desenvolvimento tecnológico aplicadas à infraestrutura elétrica:

  • Forecast e Projeção de Demanda: Modelagem para antecipar o crescimento e a dispersão territorial do consumo de energia.

  • Diagnóstico Integrado e Análise de Alternativas: Identificação preditiva de gargalos e comparação de soluções técnicas na rede.

  • Otimização de TOTEX: Modelos matemáticos para priorização de aportes sob restrição orçamentária, equilibrando investimentos em expansão e custos de manutenção.

  • Execução e Aprendizado: Acompanhamento do ciclo de vida dos projetos para retroalimentação de novos ciclos regulatórios e operacionais...

Fonte: Cenário Energia

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https://cenarioenergia.com.br/2026/09/09/energisa-gridvortex-challenge-inovacao-planejamento-rede-eletrica-totex/

Âmbar anuncia R$ 5,5 bilhões para modernizar rede elétrica do Amazonas

A Âmbar Energia anunciou um plano de R$ 5,5 bilhões em investimentos no sistema de distribuição de energia do Amazonas até 2031.
O plano prevê expansão e modernização da rede, substituição de cabos, revitalização e construção de subestações e adoção de novas tecnologias de monitoramento.
A companhia assumiu a distribuição de energia no Amazonas em abril e apresentou o programa durante audiência pública na Assembleia Legislativa do estado.
Do total, R$ 3,9 bilhões serão de capital próprio, enquanto o restante virá de repasses federais ligados ao programa Luz para Todos e à interligação de municípios ao sistema elétrico.
Novas subestações e expansão da rede
Até 2028, estão previstas 12 novas subestações. O número pode chegar a 15 ao longo dos próximos cinco anos.
Entre as obras prioritárias está a construção de uma nova rede para atender Iranduba e Manacapuru. A empresa também prevê a retomada do programa Luz para Todos no estado.
Outra frente será a substituição gradual de cabos antigos e expostos por cabos concêntricos revestidos, além da implantação de tecnologias voltadas ao monitoramento da rede e à identificação de falhas...

Fonte: Time Brasil

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https://timesbrasil.com.br/empresas-e-negocios/ambar-anuncia-r-55-bilhoes-para-modernizar-rede-eletrica-do-amazonas/

Conheça o Portal de Estudos Técnicos da ANEEL

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) apresenta o Portal de Estudos Técnicos Aprovados, plataforma digital que reúne estudos de inventário hidrelétrico e de viabilidade aprovados pela Agência.
Antes da implantação do portal, o acesso a esses documentos era realizado mediante solicitação à Biblioteca da ANEEL, responsável por localizar e encaminhar os estudos aos interessados. Com a plataforma, as consultas e o acesso aos documentos passaram a ser realizados diretamente pelos usuários no endereço estudos.aneel.gov.br.
O Portal de Estudos Técnicos Aprovados é destinado a pesquisadores, agentes do setor elétrico, empresas, consultorias, instituições de ensino, órgãos públicos e demais interessados.
A plataforma permite pesquisas por nome do rio, número de processo, ato de aprovação e outros critérios. Também é possível consultar informações dos empreendimentos e documentos técnicos associados aos estudos disponíveis.
Conheça o Portal de Estudos Técnicos Aprovados da ANEEL e explore o acervo.

Fonte: Gov.br

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https://www.gov.br/aneel/pt-br/assuntos/noticias/2026-defeso-eleitoral/conheca-o-portal-de-estudos-tecnicos-da-aneel

Cibersegurança entra na agenda estratégica do setor elétrico

A digitalização da infraestrutura elétrica está ampliando a exposição de geradoras, distribuidoras e demais agentes do setor a ataques cibernéticos e levando o tema para além dos departamentos de tecnologia. O aumento das conexões entre sistemas corporativos e ambientes operacionais, combinado à dependência de fornecedores e à necessidade de disponibilidade contínua dos serviços, transformou a segurança da informação em uma questão de continuidade operacional e governança corporativa.
Nesse cenário, ataques de ransomware e outras modalidades de intrusão passaram a representar não apenas risco de perda ou indisponibilidade de dados, mas também uma ameaça à operação de ativos críticos. A consequência é uma mudança na forma como o risco cibernético é tratado pelas empresas: investimentos em proteção, planos de resposta, seguros e avaliação de terceiros começam a ser considerados nas decisões estratégicas dos grupos do setor elétrico.
Integração entre TI e OT amplia superfície de ataque
Um dos principais pontos de atenção está na aproximação entre os ambientes de Tecnologia da Informação (TI) e Tecnologia Operacional (OT). Redes elétricas cada vez mais digitalizadas dependem de sensores, sistemas de telemetria, automação, plataformas em nuvem e ferramentas de análise para monitorar e operar ativos em tempo real...

Fonte: Cenário Energia

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https://cenarioenergia.com.br/2026/09/08/ciberseguranca-entra-na-agenda-estrategica-do-setor-eletrico/

Enel SP amplia operação para enfrentar eventos climáticos no verão 2026/2027

A Enel São Paulo reforçou a estrutura operacional e os recursos tecnológicos que serão utilizados para enfrentar tempestades e ventos fortes durante o Verão 2026/2027. O plano apresentado pela concessionária nesta terça-feira (8) prevê expansão das equipes de campo, aumento da capacidade de automação da rede, conectividade por satélite e ações preventivas de manejo da arborização.
A estratégia abrange a capital paulista e outros 23 municípios atendidos pela distribuidora e tem como principais objetivos reduzir o tempo médio de recomposição do fornecimento e acelerar a resposta a ocorrências provocadas por eventos climáticos severos.
O planejamento ocorre em meio à perspectiva de maior atenção aos efeitos meteorológicos associados ao El Niño na Região Metropolitana de São Paulo. Para a distribuidora, a preparação antecipada é necessária diante da possibilidade de danos simultâneos à infraestrutura, especialmente em redes de média e baixa tensão.
Estrutura de campo terá mais de 3 mil profissionais
A Enel ampliou de 17 para 23 o número de bases operacionais próprias e incorporou 1.600 profissionais técnicos à estrutura de atendimento. A frota também recebeu 318 novos veículos, incluindo caminhões equipados com cestos aéreos de maior capacidade...

Fonte: Cenário Energia

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https://cenarioenergia.com.br/2026/09/08/enel-sp-amplia-operacao-para-enfrentar-eventos-climaticos-no-verao-2026-2027/

AXIA, ISA Energia e demais transmissoras investirão mais de R$ 28 bilhões na rede elétrica

As principais empresas que atuam no segmento de transmissão de energia no Brasil somam mais de R$ 28 bilhões em carteiras de projetos e investimentos anunciados para expansão e modernização da rede elétrica. O levantamento foi realizado pelo Canal Solar com base nos dados mais recentes divulgados pelas companhias.
O montante considera projetos da AXIA Energia, ISA Energia Brasil, Taesa e Energisa, além de um empreendimento conquistado em leilão pelo consórcio formado pela Alupar e pela Infra 2 Investment.
Os valores possuem diferentes períodos de execução e abrangem desde reforços e melhorias em instalações existentes até projetos greenfield e construção de novas linhas. Por isso, o levantamento representa um retrato das carteiras e dos aportes anunciados pelas transmissoras, e não uma comparação direta entre os investimentos de cada companhia.
AXIA lidera levantamento com R$ 15,5 bilhões
A maior carteira identificada no levantamento é da AXIA Energia. Ao final do primeiro semestre de 2026, a companhia informou que possuía 288 empreendimentos de transmissão de grande porte em implementação, com CAPEX total estimado em R$ 15,5 bilhões...

Fonte: Canal Solar

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https://canalsolar.com.br/transmissoras-investimentos-rede-eletrica/

CCEE lança campanha nacional para apresentar mercado livre de energia

A CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) lançou, no último domingo (23), uma campanha nacional para apresentar o mercado livre de energia aos consumidores.
O mercado livre de energia, que permite ao consumidor escolher de quem comprar eletricidade, negociar preços e optar pela contratação de energia proveniente de fontes renováveis, é uma das principais transformações previstas para o setor elétrico nos próximos anos.
O objetivo da campanha é ampliar o conhecimento sobre os direitos e deveres dos consumidores, além das oportunidades e dos riscos relacionados ao novo mercado, buscando traduzir esse processo para uma linguagem simples e acessível.
“Estamos avançando rumo a uma nova relação dos consumidores com a energia elétrica, em que a palavra de ordem é a escolha. Para que possam tomar boas decisões, os consumidores precisam estar bem informados e é com esse objetivo que a CCEE investiu nesta campanha”, afirma Ricardo Simabuku, diretor-presidente interino da Câmara de Comercialização.
Para levar o tema a um público mais amplo, o projeto combina diferentes frentes de comunicação, incluindo televisão aberta, anúncios, veiculação em carros de aplicativo, produção de conteúdo, redes sociais, imprensa e relacionamento com veículos especializados.
A estratégia busca aproximar um assunto tradicionalmente técnico do cotidiano das pessoas e ajudar o consumidor a entender o que muda com a abertura do mercado.

Fonte: Canal Solar

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https://canalsolar.com.br/ccee-campanha-nacional-mercado-livre-energia/

Furto de energia passa a ter pena de até seis anos após mudança no Código Penal

O furto de energia elétrica passou a ter uma resposta penal mais rigorosa no Brasil. Em vigor desde maio, a Lei nº 15.397/2026 alterou o Código Penal e elevou de um para seis anos o limite máximo da pena para o furto simples, além de multa. Como a legislação processual estabelece que a autoridade policial só pode arbitrar fiança para crimes cuja pena máxima não ultrapasse quatro anos, casos enquadrados nessa modalidade deixaram de ter a fiança arbitrada diretamente na delegacia.
A mudança alcança também o setor elétrico porque o Código Penal equipara a energia elétrica, assim como outras formas de energia com valor econômico, a coisa móvel. Dessa forma, o desvio de energia por ligação clandestina ou diretamente da rede pode configurar furto. Já a adulteração do sistema de medição para reduzir artificialmente o consumo pode, conforme as circunstâncias do caso, caracterizar estelionato, conforme entendimento consolidado pelo Superior Tribunal de Justiça.
Perdas chegam a R$ 11,5 bilhões
O endurecimento da legislação ocorre em meio a um cenário de elevada incidência de perdas não técnicas na distribuição de energia. Dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) referentes a 2025 apontam 45 TWh de perdas não técnicas, equivalentes a 7,1% da energia injetada nas redes de distribuição. O custo das perdas não técnicas reais foi estimado em aproximadamente R$ 11,5 bilhões...

Fonte: Cenário Energia

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https://cenarioenergia.com.br/2026/09/04/furto-de-energia-passa-a-ter-pena-de-ate-seis-anos-apos-mudanca-no-codigo-penal/

04/09/2026

Em alegações finais, Enel SP cobra análise de efeitos da caducidade

A Enel enviou à Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) na noite de 5ª feira (3.set.2026) suas alegações finais no processo que pode terminar com a extinção antecipada do seu contrato de concessão em São Paulo. A reguladora já encerrou a fase de instrução processual e pode tomar a decisão final sobre a caducidade do vínculo nas próximas semanas.
No documento, a empresa voltou a pedir o arquivamento do caso e disse que a reguladora não considera as consequências de uma possível troca de distribuidora para os serviços prestados à população paulista. Segundo a Enel, a diretoria da agência ainda não analisou no processo como se dará a execução prática de uma eventual interrupção antecipada do contrato da empresa, que atende a cerca de 20 milhões de pessoas em 24 municípios do Estado. Eis a íntegra do texto (PDF – 2,6 MB).
A empresa alegou que a agência não realizou estudos técnicos sobre a viabilidade operacional de um novo agente assumir o serviço, sobre os impactos tarifários e sobre eventuais riscos sistêmicos para o setor de distribuição.  Para a Enel, a caducidade não resulta em melhoria imediata do serviço, além de exigir um processo de transição “altamente complexo”, incluindo licitação, estruturação de concessão e transferência de ativos, sistemas, contratos e funcionários...

Fonte: Poder 360

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https://www.poder360.com.br/poder-energia/em-alegacao-final-enel-sp-cobra-analise-de-efeitos-da-caducidade/

Energia furtada no RJ é capaz de abastecer casas do Espírito Santo por 1 ano, e Light diz que 70 km de cabos foram roubados em 7 meses

A energia furtada no estado do Rio de Janeiro em 2025 seria suficiente para abastecer o sistema residencial do estado do Espírito Santo inteiro durante o mesmo período, de acordo com um levantamento feito pela concessionária Light. Os dados foram apresentados em um evento da empresa com jornalistas nesta quinta-feira (3).
O superintendente de Serviços Comerciais da Light explicou ao g1 que esse sistema residencial é considerado uma “carga de baixa tensão”.
“Esse é um levantamento que fizemos com a estimativa de energia furtada em 2025 no Rio de Janeiro, que daria um total suficiente para alimentar a carga de baixa tensão residencial de todo o Espírito Santo, ou seja, todos os clientes regulares daquele estado seriam abastecidos de energia somente com as perdas da Light no RJ”, explicou Keison Thurler.
A distribuidora estima prejuízos de aproximadamente R$1,3 bilhão por ano em decorrência a essa prática criminosa.
O furto de energia, o famoso “gato de luz”, é um dos principais desafios da concessionária, junto com o furto de cabos...

Fonte: G1.Globo

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https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2026/09/04/energia-furtada-no-rj-light.ghtml

Assis (SP) recebe 1º cabo subterrâneo de 525 kV do Brasil

A subestação de Assis, no oeste do interior de São Paulo, passou a contar com o 1º cabo isolado subterrâneo de alta tensão de 525 kV do Brasil. A estrutura foi instalada pela Taesa (Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A.), empresa de transmissão de energia, como parte do reforço da subestação e entrou em operação em 27 de julho de 2026.
Normalmente, esses cabos são instalados de forma aérea, em estruturas com torres. Em Assis, a Taesa adotou a solução subterrânea porque havia restrição de espaço para novas conexões aéreas. A tecnologia otimiza a área da subestação e cria uma alternativa técnica para instalações do SIN (Sistema Interligado Nacional) com espaço limitado e maior complexidade.
A Taesa obteve a concessão em leilão da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), com prazo de operação previsto até 2052, para o projeto Ananaí, que inclui a linha de transmissão Ponta Grossa (PR)-Assis (SP), com cerca de 284 km de extensão. A linha não é inteiramente subterrânea. Os cabos instalados em Assis correspondem a trechos específicos dentro da subestação. “A subestação de Assis se tornou um hub de grande importância para fazer o escoamento da energia que vem também do Norte e Nordeste do Brasil, concentrando em São Paulo e escoando essa energia em direção ao Sul, até a região metropolitana de Curitiba”, disse Jell Lima de Andrade, na 5ª feira (3.set.2026), em evento a jornalistas na subestação de Assis (SP)...

Fonte: Poder 360

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https://www.poder360.com.br/poder-energia/assis-sp-recebe-1o-cabo-subterraneo-de-525-kv-do-brasil/

Câmara aprova PLP 74/2026 e destrava incentivos do Redata para data centers

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (3), o Projeto de Lei Complementar (PLP) 74/2026, texto que destrava a concessão de incentivos fiscais previstos no Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter (Redata). A matéria foi aprovada por 346 votos favoráveis, 46 contrários e três abstenções, seguindo agora para análise do Senado Federal.
A votação equaciona um gargalo orçamentário ao flexibilizar exigências da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). A medida garante a segurança jurídica necessária para a aplicação das isenções tributárias sem descumprir as metas fiscais vigentes, permitindo a implementação prática do pacote de estímulos aprovado pelo Congresso.
Com a conclusão da votação na Câmara, o texto depende apenas da chancela do Senado para entrar em vigor. A expectativa de agentes dos setores de tecnologia e infraestrutura é de que a apreciação ocorra em ritmo célere para conferir previsibilidade aos planos de investimento previstos para o país.

Fonte: Cenário Energia

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Âmbar Energia prevê R$ 5,5 bilhões para modernizar distribuição de energia no Amazonas até 2031

A Âmbar Energia prevê investir R$ 5,5 bilhões na distribuição de energia elétrica do Amazonas até 2031. Do total, R$ 3,9 bilhões serão aportados com recursos próprios, enquanto o R$ 1,6 bilhão restantes virão de repasses federais destinados ao programa Luz para Todos e às obras de interligação de sistemas isolados ao Sistema Interligado Nacional (SIN).
O plano foi apresentado nesta quinta-feira (3), em sessão na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), e consolida as prioridades da concessionária, que assumiu a prestação do serviço público de distribuição no estado em abril.
Novas subestações e reforço da rede
Entre as principais obras estão a substituição gradual da fiação por cabos concêntricos revestidos, a expansão de circuitos de média e baixa tensão e intervenções emergenciais em pontos críticos, com troca de equipamentos e reforços estruturais.
A companhia prevê construir 12 novas subestações até 2028, com possibilidade de chegar a 15 unidades nos cinco anos seguintes. O programa também inclui uma linha dedicada para reforçar o suprimento de energia nos municípios de Iranduba e Manacapuru...

Fonte: Cenário Energia

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Data centers colocam 26,2 GW em pedidos de conexão e testam capacidade da rede elétrica brasileira

O avanço dos data centers no Brasil começa a impor um novo desafio ao planejamento do setor elétrico. Projetos em processo de conexão à rede básica somavam 26,2 GW ao fim de 2025, de acordo com dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). O volume não representa potência contratada nem garante que todos os empreendimentos serão construídos, mas sinaliza a dimensão da nova demanda associada à expansão da computação em nuvem, da inteligência artificial e do processamento de dados.
A questão central para o sistema elétrico não está apenas na existência de geração suficiente para atender esse crescimento. Data centers operam continuamente e exigem elevada disponibilidade de energia, tornando a capacidade de transmissão, transformação, conexão e estabilidade da rede tão relevantes quanto a oferta de eletricidade.
Márcio Pinheiro, empresário com mais de duas décadas de atuação nos setores de energia e infraestrutura, avalia que a expansão desses consumidores precisa ser analisada sob uma perspectiva sistêmica. “O Brasil possui grande potencial de geração, especialmente por fontes renováveis, mas isso não significa que toda essa energia esteja disponível no local e no momento em que um data center precisa. A conexão depende da capacidade das linhas, das subestações e da estabilidade do sistema.”...

Fonte: Cenário Energia

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Eventos climáticos respondem por 43% dos desligamentos e aceleram adoção de IA e geotecnologia na transmissão

O avanço de eventos climáticos extremos sobre a infraestrutura de energia elétrica assumiu posição central na agenda de gestão de ativos e resiliência do Sistema Interligado Nacional (SIN). Dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) indicam que 43% dos desligamentos em linhas de transmissão registrados entre 2014 e 2023 tiveram como causa primária fatores atmosféricos e ambientais, como descargas elétricas, queimadas, vendavais e precipitações intensas.
A severidade dos impactos acumulados no histórico recente, a exemplo dos alagamentos no Rio Grande do Sul em 2024, que indisponibilizaram mais de dez subestações e cerca de 40 linhas, impõe uma revisão nas estratégias de manutenção e monitoramento das concessionárias. Diante de uma malha em operação com mais de 180 mil quilômetros de linhas e com aportes previstos de R$ 28,1 bilhões em expansão até 2030, conforme o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), transmissoras aceleram a integração de inteligência artificial, dados geoespaciais e sensoriamento remoto para mitigar falhas e proteger a continuidade do suprimento.
Manutenção preditiva e monitoramento territorial
A migração de um modelo focado em cronogramas fixos para uma operação orientada pelo nível de risco tem suporte na combinação de imagens de satélite, dados históricos e informações de uso do solo. O cruzamento dessas variáveis permite identificar alterações na cobertura vegetal, focos de incêndio e ocupações irregulares nas faixas de servidão antes que comprometam as estruturas...

Fonte: Cenário Energia

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AXIA Energia reduz em 94% tempo de manutenção em estais de torres de transmissão

A AXIA Energia desenvolveu e validou em campo uma nova tecnologia voltada à otimização da manutenção preventiva dos cabos de aço estruturais (estais) que garantem a sustentação mecânica de torres de transmissão de alta tensão. A solução, projetada dentro do programa Innovation Grid, reduz o tempo de verificação e regulagem de tensão das estruturas em até 94%, além de mitigar os riscos operacionais inerentes ao trabalho em altura e ao manuseio de cargas pesadas por equipes de campo.
A aplicação piloto do método foi conduzida entre março e agosto em Gravataí (RS). Com a validação da fase de testes, a companhia iniciou a escala do projeto para a sua malha de ativos, com a meta de capacitar os times técnicos e disponibilizar o novo conjunto de ferramentas em 100% de suas regionais de operação até dezembro de 2026, alcançando cerca de 22 mil torres no território nacional.
Ganhos de produtividade e ergonômicos na rotina operacional
O procedimento convencional de tensionamento de estais dependia do transporte e da montagem de um ferramental complexo e pesado, demandando a mobilização de múltiplos técnicos por estrutura. Com a nova metodologia, o ciclo individual de medição da carga de tensão em cada cabo caiu de 17 minutos para cerca de um minuto...

Fonte: Cenário Energia

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02/09/2026

Câmara acelera PLP que protege orçamento de agências reguladoras contra contingenciamento

O Projeto de Lei Complementar (PLP) 73/2025, que pretende retirar despesas das agências reguladoras federais da possibilidade de contingenciamento, avançou na Câmara dos Deputados e entrou na pauta de prioridades do plenário. A proposta altera a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para preservar recursos destinados às atividades-fim das autarquias, incluindo regulação e fiscalização de setores de infraestrutura.
O projeto, de autoria do senador Laércio Oliveira (PP-SE), foi aprovado pelo Senado em junho e encaminhado à Câmara para revisão. Na Casa, o deputado Átila Lira (PP-PI) foi designado relator em 28 de agosto. O requerimento de urgência apresentado pelos deputados Julio Lopes (PP-RJ) e Pedro Lucas Fernandes (União) busca levar a matéria diretamente ao plenário, reduzindo a dependência da tramitação pelas comissões.
A proposta ganhou relevância para o setor elétrico porque alcança a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), além da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e outras autarquias responsáveis pela fiscalização e regulação de serviços públicos e mercados regulados...

Fonte: Cenário Energia

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Senado aprova incentivo a data centers e cria reserva de mercado para energia renovável

O Senado aprovou nesta terça-feira (1º) o projeto de lei que cria incentivos fiscais para estimular a instalação de data centers no Brasil. Como contrapartida, os empreendimentos terão de atender toda a demanda contratada de energia elétrica com fontes renováveis ou de baixa emissão.
O PL 278/2026 foi aprovado sem mudanças de mérito e segue para sanção presidencial. O texto havia passado pela Câmara dos Deputados em fevereiro, em regime de urgência e sem análise das comissões.
A proposta cria o Redata (Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter), direcionado principalmente a projetos de computação em nuvem e inteligência artificial.
O regime prevê a suspensão do Imposto de Importação, PIS/Cofins, PIS/Cofins-Importação e IPI na compra de componentes eletrônicos e outros equipamentos de tecnologia da informação e comunicação. O benefício terá duração de cinco anos e valerá para produtos adquiridos no Brasil ou no exterior.
No caso do Imposto de Importação, a suspensão será restrita a equipamentos sem produção nacional equivalente. Já o benefício do IPI não alcançará produtos também fabricados na Zona Franca de Manaus e incluídos em uma lista do Poder Executivo...

Fonte: Canal Solar

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Os três riscos no mapa da Fitch para a energia elétrica no País

O setor de energia elétrica entra nos próximos meses com uma combinação de riscos no radar da Fitch Ratings. Enquanto o curtailment pressiona o cenário de crédito, os efeitos do El Niño adicionam incerteza, tanto pelos potenciais impactos sobre a infraestrutura quanto pela volatilidade dos preços de energia.
"O El Niño é o principal ponto a ser acompanhado no setor de energia e também nos demais setores da economia no Brasil", afirma Marta Veloso, managing director de Infraestrutura da Fitch Ratings, ao NeoFeed.
No segmento, o fenômeno pode ampliar a volatilidade dos preços de energia. A Fitch projeta que o preço de curto prazo no Brasil ficará, em média, próximo de R$ 300 por megawatt-hora (MWh) no segundo semestre de 2026, ante R$ 250/MWh no mesmo período do ano passado.
O El Niño tende a elevar o volume de chuvas no Sul e no Sudeste, regiões que concentram 65% da capacidade hidrelétrica brasileira. Por outro lado, pode agravar a seca no Norte, onde estão algumas das maiores hidrelétricas a fio d’água, segundo relatório divulgado pela agência de risco.
Temperaturas mais elevadas também podem aumentar a demanda por eletricidade. Para a Fitch, essa combinação amplia a incerteza sobre o volume de geração hidrelétrica e, consequentemente, sobre os preços no mercado de curto prazo...

Fonte: Neofeed

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https://neofeed.com.br/economia/os-tres-riscos-no-mapa-da-fitch-para-a-energia-eletrica-no-pais/

Raízen conclui venda de ativos na Argentina para o grupo Mercuria por US$ 1,42 bilhão

A Raízen S.A. (B3: RAIZ4) concluiu nesta terça-feira (1º) a alienação de 100% de suas operações e participações societárias na Argentina. O ativo, que engloba o braço de refino e distribuição de combustíveis no mercado argentino, foi transferido para a Latam Downstream Holdings Ltd. e a Silver Projects I S.A.U., companhias controladas pela trading global de commodities Mercuria Energy Group Ltd.
A operação encerra o ciclo iniciado em 4 de junho de 2026, quando o acordo definitivo entre as partes foi anunciado ao mercado. A transferência efetiva do controle ocorreu após a superação de todas as condições precedentes estipuladas no contrato, incluindo as avaliações do órgão de defesa da concorrência e das autoridades regulatórias do setor de energia na Argentina.
Valoração, ajuste de preço e transferência de passivos
O valor econômico global da transação foi fixado em US$ 1,42 bilhão (aproximadamente R$ 8 bilhões na cotação atual). A estrutura financeira envolve uma combinação entre o pagamento de parcela direta em caixa à Raízen e a assunção integral das dívidas financeiras da Raízen Argentina S.A.U. pelas compradoras...

Fonte: Cenário Energia

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Expansão da inteligência artificial acende alerta sobre alto consumo hídrico na matriz elétrica brasileira

O avanço da inteligência artificial (IA) e a consequente expansão da infraestrutura de data centers impõem desafios críticos à gestão ambiental e energética no Brasil. Relatório do Instituto de Água, Meio Ambiente e Saúde da Universidade das Nações Unidas (UNU-INWEH) revela que a matriz elétrica brasileira apresenta uma intensidade de uso de água 191% superior à média mundial.
O indicador ganha relevância diante da pegada hídrica e computacional do setor. Dados globais compilados no estudo mostram que os centros de processamento de dados consumiram aproximadamente 448 TWh de eletricidade em 2025, com projeções que apontam para 945 TWh até 2030. Paralelamente, a demanda anual de água associada ao processamento de dados e ao resfriamento de infraestruturas pode atingir 9,3 trilhões de litros globalmente.
Dependência hidrelétrica e pegada de água
Apesar do perfil de geração predominantemente renovável do país, a expressiva fatia da fonte hidrelétrica faz com que a pegada hídrica indireta do setor elétrico seja um fator sensível na atração de data centers. O documento da UNU-INWEH alerta que avaliar a sustentabilidade da IA estritamente sob a ótica das emissões de carbono mascara pressões significativas sobre os recursos hídricos locais e regionais...

Fonte: Cenário Energia

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https://cenarioenergia.com.br/2026/09/01/expansao-da-inteligencia-artificial-acende-alerta-sobre-alto-consumo-hidrico-na-matriz-eletrica-brasileira/

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