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Clipping 

18/09/2026

Resumo das principais notícias do setor elétrico

O boom do mercado livre de energia no Brasil e a busca por contratos verdes

Abertura chegará aos consumidores industriais e comerciais de baixa tensão em novembro de 2027 e aos demais, inclusive residenciais, em novembro de 2028
PPAs permitem negociar o fornecimento de energia no longo prazo e podem ampliar a previsibilidade de custos para as empresas
Nos Estados Unidos, o setor de Tecnologia da Informação respondeu por 82% do volume corporativo de PPAs assinados em 2025
O mercado livre de energia elétrica vive um momento de expansão no Brasil e se prepara para uma nova etapa de abertura. Decreto publicado em agosto regulamenta a entrada dos consumidores de baixa tensão: a partir de 25 de novembro de 2027, os consumidores industriais e comerciais desse grupo poderão escolher o fornecedor de energia. Em 25 de novembro de 2028, a possibilidade será contínua a todos, incluindo os principais.
Diferentemente do mercado cativo, modelo tradicional em que o consumidor compra energia da distribuidora local, o Ambiente de Contratação Livre (ACL) permite escolher o fornecedor e negociar condições como preço, prazo contratual e fonte de energia.
No final de 2025, o mercado livre reuniu aproximadamente 85 mil participantes e respondeu por cerca de 43% de toda a eletricidade consumida no País, segundo dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Com a abertura aos consumidores de baixa tensão, o universo potencial do ACL deverá aumentar significativamente nos próximos anos...

Fonte: Blu Estudio.estadao

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https://bluestudio.estadao.com.br/agencia-de-comunicacao/engrenagens-do-crescimento/o-boom-do-mercado-livre-de-energia-no-brasil-e-a-busca-por-contratos-verdes/

Por que a energia brasileira atraiu a corrida bilionária dos data centers

Cada pergunta feita a uma ferramenta de inteligência artificial aciona máquinas que funcionam sem parar, em prédios que podem estar a milhares de quilômetros de quem digitou, localizados em data centers. O modelo de instalação existe há décadas, mas sofre com uma mudança de escala que agora mira o Brasil como próximo grande destino para o mercado.
Nesta terça-feira, 15, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter (Redata), que cria incentivos fiscais para a implantação, modernização e ampliação de centros de processamento de dados no Brasil. A nova legislação concede benefícios sobre a aquisição de equipamentos de tecnologia da informação destinados a esses empreendimentos e estabelece contrapartidas relacionadas a pesquisa, desenvolvimento, eficiência hídrica e uso de energia renovável ou de baixa emissão.
O governo federal afirma que a medida busca estimular investimentos, desenvolver cadeias tecnológicas e “garantir soberania digital” em áreas como computação em nuvem e inteligência artificial. A estimativa de renúncia fiscal é de R$ 5,2 bilhões em 2026 e R$ 1 bilhão nos dois anos seguintes. Em contrapartida aos incentivos, as empresas beneficiadas terão de investir 2% do valor dos produtos adquiridos em projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação e disponibilizar ao mercado nacional ao menos 10% da capacidade de processamento, armazenagem e tratamento de dados...

Fonte: Correio do Povo

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https://www.correiodopovo.com.br/jornal-com-tecnologia/por-que-a-energia-brasileira-atraiu-a-corrida-bilionaria-dos-data-centers-1.1748521

Brava Energia (BRAV3) encerra venda de 11 concessões no Rio Grande do Norte após prazo contratual expirar

A Brava Energia (BRAV3) informou na quinta-feira (17) o encerramento da transação para venda de onze concessões de óleo e gás onshore localizadas na Bacia Potiguar, no Rio Grande do Norte, ao consórcio formado por Azevedo e Travassos Petróleo e Petro-Victory Energy.
Segundo a companhia, a operação foi encerrada porque o Longstop Date previsto em contrato foi atingido sem que determinadas condições precedentes para o fechamento tivessem sido cumpridas pelo consórcio comprador. Com isso, a Brava exerceu o direito de encerrar a transação conforme previsto no Purchase and Sale Agreement (SPA).
A empresa destacou que o encerramento da operação não altera seu planejamento estratégico de curto e médio prazo, incluindo os planos operacionais e de alocação de capital.
O anúncio dá fim a um processo que vinha sendo acompanhado pelo mercado desde fevereiro, quando a companhia havia comunicado a negociação da venda dos ativos no Rio Grande do Norte.
Conforme anunciado à época, o valor total da transação era de US$ 15 milhões, sendo US$ 600 mil desembolsados na assinatura do contrato, US$ 2,9 milhões a serem pagos no fechamento da transação e US$ 8 milhões a serem pagos em duas parcelas 12 e 24 meses após o fechamento da transação...

Fonte: Money Times

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https://www.moneytimes.com.br/brava-energia-brav3-encerra-venda-de-11-concessoes-no-rio-grande-do-norte-apos-prazo-contratual-expirar-lmrs/

Justiça suspende cláusula contratual da Âmbar e troca de cabos no Amazonas

A Justiça Federal determinou a suspensão dos efeitos de uma cláusula do contrato de concessão da Âmbar Energia no Amazonas que restringia a aplicação de penalidades regulatórias relacionadas aos indicadores de continuidade e qualidade do serviço. A decisão também interrompe a substituição de ramais, fios e cabos por condutores de alumínio realizada pela concessionária em sua área de concessão.
A liminar foi concedida em ação popular apresentada pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM) e determina ainda que a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) realize fiscalização sobre a prestação do serviço e apure eventuais responsabilidades da concessionária. O descumprimento das determinações está sujeito a multa diária de R$ 1 milhão.
Substituição de cabos entra no centro da disputa
A decisão judicial ocorre em meio a questionamentos sobre a substituição de cabos de cobre por condutores de alumínio na rede de distribuição do Amazonas. A medida havia sido alvo de uma recomendação do Ministério Público do Amazonas (MPAM), que pediu a suspensão temporária do programa para avaliação da adequação técnica dos materiais às condições climáticas da região e verificação do cumprimento das normas aplicáveis...

Fonte: Cenário Energia

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https://cenarioenergia.com.br/2026/09/18/justica-suspende-clausula-contratual-da-ambar-e-troca-de-cabos-no-amazonas/

EDP inicia obras para ampliar em 17% capacidade da rede elétrica de Cruzeiro

A EDP iniciou as obras de modernização da subestação que atende Cruzeiro, no Vale do Paraíba, em São Paulo. Com investimento de R$ 4,5 milhões, a intervenção elevará em 17% a capacidade energética disponível no município e está prevista para entrar em operação em dezembro de 2026.
O principal equipamento da obra será um novo transformador de 20 MVA, que substituirá a unidade atualmente instalada, de 12 MVA. A expansão aumenta a capacidade da infraestrutura de distribuição para atender a demanda de consumidores residenciais, comerciais e industriais.
Novo transformador amplia capacidade da subestação
A substituição do transformador é o principal eixo da intervenção. A ampliação permitirá à EDP elevar a disponibilidade de energia na região e preparar a infraestrutura para a evolução da demanda elétrica de Cruzeiro.
O investimento também faz parte do planejamento da distribuidora para a área de concessão paulista, que reúne 28 municípios. A EDP informa que mantém 86 subestações no estado e atende mais de 2 milhões de clientes...

Fonte: Cenário Energia

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https://cenarioenergia.com.br/2026/09/17/edp-inicia-obras-para-ampliar-em-17-capacidade-da-rede-eletrica-de-cruzeiro/

Debate avalia efeitos da Reforma Tributária no setor energia

Executivos e especialistas do setor elétrico se reuniram, nesta terça-feira (15), na sede do IBEF-Rio, no Rio de Janeiro, para discutir os principais impactos da Reforma Tributária sobre o mercado de energia. O evento "Impactos da Reforma Tributária no Setor Elétrico" reuniu representantes de empresas dos segmentos de geração, transmissão e distribuição para analisar os desafios decorrentes da implementação da CBS e do IBS e seus reflexos sobre contratos, investimentos e planejamento empresarial.
O primeiro painel foi mediado por Ricardo Pontes Vivacqua, sócio da Vivacqua Advogados, e contou com a participação de Bernardo Valois, da Eneva; Bruno Curi, da AXIA Energia; e Bruno Fonti, da Petrobras. Ao longo do debate, foram abordados os efeitos da nova sistemática tributária sobre as empresas do setor e a necessidade de antecipação das análises jurídicas, tributárias e financeiras diante do período de transição.
A programação contou ainda com Claudine Anchite, da Evoltz; Arnaldo Bittencourt, da Verene; Frederico Videira, da Light; e Bernardo Almeida, da Energisa, além da participação dos moderadores Caio Cavalcante e Mauro Jacob. Entre os temas discutidos estiveram os impactos da Reforma Tributária sobre a transmissão de energia, a preservação do equilíbrio econômico-financeiro dos contratos de concessão e as providências que poderão ser adotadas pelas empresas diante das alterações na tributação do setor...

Fonte: OGlobo.com

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https://oglobo.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/09/16/debate-avalia-efeitos-da-reforma-tributaria-no-setor-energia-1.ghtml

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