11/05/2026
CPFL Energia renova concessões por mais 30 anos e reforça presença no setor elétrico da B3
A CPFL Energia, listada na bolsa de valores brasileira sob o código CPFL Energia (BOV:CPFE3), informou na noite de sexta-feira (08/05) que concluiu a assinatura dos Termos Aditivos dos Contratos de Concessão de Distribuição de Energia Elétrica de suas controladas CPFL Piratininga, CPFL Paulista e CPFL RGE. A medida garante a prorrogação das concessões por mais 30 anos, fortalecendo a estratégia de longo prazo da companhia no setor elétrico brasileiro.
Segundo a empresa, os novos contratos passam a produzir efeitos imediatos em suas cláusulas contratuais. As renovações entram oficialmente em vigor a partir de 23 de outubro de 2028 para a CPFL Piratininga, 6 de novembro de 2027 para a CPFL RGE e 20 de novembro de 2027 para a CPFL Paulista, conforme despachos do Ministério de Minas e Energia. O movimento é visto pelo mercado como um fator positivo para a previsibilidade operacional, estabilidade regulatória e manutenção da geração de caixa da companhia.
As três concessionárias da CPFL Energia possuem presença estratégica no segmento de distribuição elétrica brasileiro. Juntas, atendem aproximadamente 10,3 milhões de consumidores em 642 municípios distribuídos entre os estados de São Paulo e Rio Grande do Sul. A área total de concessão cobre cerca de 280,3 mil quilômetros quadrados e alcança uma população estimada em 21,8 milhões de habitantes...
Fonte: Advfn
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Migrações para o mercado livre de energia caem 36,5% no 1º trimestre
O número de consumidores que migraram para o mercado livre de energia somou 4.827 unidades no primeiro trimestre de 2026, segundo dados divulgados nesta semana pela CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica).
O volume representa uma queda de 36,5% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram registradas 7.603 migrações, indicando uma desaceleração após o forte ciclo de expansão observado em 2024 e 2025.
No mercado livre, os consumidores podem escolher o fornecedor de energia, negociar preços, prazos e condições contratuais, o que amplia a competitividade e abre espaço para redução de custos operacionais.
Em nota, a CCEE avaliou que o mercado passa por um movimento natural de acomodação após a abertura total do segmento de alta tensão.
“Após a rápida expansão das migrações ao mercado livre em 2024 e 2025, os dois primeiros anos da abertura do segmento para toda a alta tensão, o ritmo de crescimento passa por um período de acomodação. O volume de novos entrantes segue em patamares elevados na comparação com a média observada até 2023, mas em uma cadência mais equilibrada”, destacou a Câmara...
Fonte: Canal Solar
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https://canalsolar.com.br/migracoes-mercado-livre-caem-primeiro-tri/
Equatorial Energia renova concessões até 2060 e reforça posição no setor elétrico da B3
A Equatorial Energia (BOV:EQTL3) anunciou a assinatura de aditivos que prorrogam os contratos de concessão de distribuição de energia elétrica de duas de suas principais controladas: a Equatorial Pará Distribuidora de Energia e a Equatorial Maranhão Distribuidora de Energia. Com a renovação, os contratos passam a valer até 28 de julho de 2058, no Pará, e 11 de agosto de 2060, no Maranhão.
A informação foi divulgada pela companhia na sexta-feira (08/05), após o fechamento do mercado, e reforça a estratégia da Equatorial Energia de ampliar previsibilidade operacional e segurança regulatória em um momento em que investidores acompanham de perto empresas do setor elétrico da bolsa de valores brasileira. O movimento também fortalece a tese de longo prazo da EQTL3, especialmente diante da relevância das concessões renovadas para geração de caixa, expansão da base de ativos e distribuição de dividendos futuros.
A Equatorial Maranhão atende cerca de 7 milhões de habitantes distribuídos nos 217 municípios do estado e possui uma Base de Ativos Regulatória líquida de aproximadamente R$ 7,4 bilhões. Já a Equatorial Pará atende 8,7 milhões de pessoas em 144 municípios e possui uma Base de Ativos líquida estimada em R$ 8,5 bilhões, considerando a última revisão tarifária...
Fonte: Advfn
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Energisa renova concessões e projeta aporte recorde de R$ 18 bilhões em quatro estados
O Grupo Energisa consolidou, nesta sexta-feira (8), um marco decisivo para sua estratégia de longo prazo no mercado brasileiro de distribuição. Em cerimônia com o Ministério de Minas e Energia (MME), a holding assinou a renovação antecipada, por mais 30 anos, das concessões operadas em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba e Sergipe. O novo ciclo regulatório é acompanhado pelo anúncio de um plano de investimentos de R$ 18 bilhões para o quinquênio 2026-2030, atendendo a uma base de 5,7 milhões de clientes.
A assinatura dos aditivos contratuais encerra um período de incerteza regulatória e estabelece metas mais rigorosas de desempenho. Em média, os aportes previstos para os quatro estados apresentam um crescimento de 32% em relação ao ciclo anterior, com destaque para a Paraíba (+41%) e Mato Grosso (+38%).
Segurança Jurídica e Amadurecimento Regulatório
A antecipação dos contratos é vista pela companhia como um mecanismo fundamental para a previsibilidade do setor e a manutenção da qualidade do serviço em um cenário de transição energética...
Fonte: Cenário Energia
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EDP renova concessão em São Paulo por 30 anos e projeta R$ 5 bilhões em investimentos
A EDP, grupo luso-brasileiro com atuação integrada no setor elétrico, selou nesta sexta-feira (8) a renovação do seu contrato de concessão de distribuição de energia em São Paulo até 2058. A assinatura, realizada em cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília, oficializa a extensão por mais 30 anos da operação da companhia em 28 municípios paulistas, abrangendo regiões estratégicas como o Alto Tietê, Vale do Paraíba e Litoral Norte.
O novo contrato segue as diretrizes estabelecidas pelo Ministério de Minas e Energia (MME) e pela Aneel, que condicionam a renovação a critérios mais rigorosos de qualidade e continuidade. Ao antecipar o processo em dois anos, a EDP assegura estabilidade regulatória para um plano de expansão robusto: a empresa anunciou investimentos de R$ 5 bilhões entre 2025 e 2030, um incremento de 30% em relação ao ciclo anterior.
Compromisso com a resiliência e digitalização
A área de concessão da EDP São Paulo atende 2,2 milhões de unidades consumidoras. O novo aporte financeiro prioriza a modernização da infraestrutura energética para enfrentar os desafios de um cenário de eventos climáticos extremos. O plano inclui a automação extensiva do sistema e o reforço da robustez das redes para mitigar interrupções e acelerar o reestabelecimento do fornecimento...
Fonte: Cenário Energia
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Investimento em medidores inteligentes pode chegar a R$ 35 bilhões no Brasil, diz Envol
O Brasil precisará instalar entre 60 milhões e 70 milhões de medidores inteligentes nos próximos dez anos para viabilizar a digitalização da rede elétrica e a abertura do mercado livre de energia aos consumidores de baixa tensão, movimentando algo em torno de até R$ 35 bilhões em investimentos.
Para o CEO da Envol Energy Consulting, Alexandre Viana, o avanço desses equipamentos no Brasil exigirá a criação de políticas públicas de incentivo à fabricação nacional dos aparelhos.
Ele também lembra que os medidores inteligentes registram o consumo e a geração de energia em intervalos horários, permitindo medir com precisão quanto cada consumidor utiliza ou injeta na rede elétrica. Desta forma, Viana vê que os equipamentos terão papel central na transição energética, ao permitir uma valoração mais precisa da energia ao longo do dia e evitar distorções na forma como o consumo e a remuneração da eletricidade são realizados.
“Não se trata apenas de uma evolução tecnológica, mas de um elemento estruturante para a modernização do setor elétrico. Deveríamos discutir uma política industrial para o medidor eletrônico ou, ao menos, reduzir a dependência da importação desses equipamentos”, afirma...
Fonte: Megawhat.uol
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08/05/2026
Governo renova concessões de distribuição de energia em 13 estados; Enel fica de fora
O Ministério de Minas e Energia (MME) assina, nesta sexta-feira (8), a renovação antecipada dos contratos de concessão de 14 distribuidoras de energia elétrica. Duas delas já haviam firmado acordos semelhantes no ano passado.
A cerimônia de assinatura dos contratos, prevista para esta tarde, deve contar com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Segundo estimativas do ministério, os novos contratos devem viabilizar cerca de R$ 130 bilhões em investimentos até 2030, voltados à modernização e à expansão da rede elétrica.
Os recursos devem alcançar 13 estados e beneficiar aproximadamente 41,8 milhões de residências.
A medida, no entanto, não contempla a Enel, apurou o g1. A concessionária enfrenta um processo na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) que pode resultar na recomendação de caducidade da concessão em São Paulo, diante das sucessivas reclamações sobre a prestação de serviços, especialmente durante eventos climáticos extremos, desde 2023...
Fonte: G1. Globo
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Neoenergia (NEOE3) vai investir R$50 bilhões em distribuição
A Neoenergia (NEOE3), braço do grupo espanhol Iberdrola no Brasil, vai investir R$ 50 bilhões em suas cinco distribuidoras de energia até 2030 e olhará oportunidades de crescimento no negócio, visto como crucial para o processo de transição energética, disse o CEO, Eduardo Capelastegui.
O anúncio do plano bilionário de investimentos, que eleva os aportes em mais de 80% em relação ao programa plurianual anterior, ocorre junto da assinatura da renovação das concessões de três distribuidoras da Neoenergia por mais 30 anos, em cerimônia do governo federal programada para a tarde desta sexta-feira em Brasília.
A celebração dos aditivos contratuais com a União era o que faltava para dar previsibilidade à empresa e assegurar o compromisso de novos investimentos bilionários no Brasil, destacou Capelastegui.
“Isso nos permite anunciar o que será um volume de investimento recorde para a distribuição de energia, de R$50 bilhões em cinco anos, um incremento de 82% ante o que foi investido nos cinco anos anteriores”, disse...
Fonte: Money Times
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Brasil lidera ranking global de investimentos chineses e amplia protagonismo em energia, mineração e tecnologia
O Brasil voltou a ocupar a primeira posição entre os principais destinos globais de investimentos chineses em 2025, consolidando-se como peça estratégica na expansão internacional do capital da China. Segundo dados divulgados pelo Conselho Empresarial Brasil-China, o país atraiu 10,9% de todos os investimentos chineses realizados no mundo ao longo do ano.
Ao todo, os aportes chineses no Brasil somaram US$ 6,1 bilhões, crescimento de 45% em comparação com 2024. O desempenho colocou o país à frente dos Estados Unidos e da Guiana, que apareceram na sequência do ranking global.
O avanço reflete uma estratégia cada vez mais diversificada das empresas chinesas na maior economia da América Latina, com forte presença em setores considerados prioritários para a nova economia global, como energia limpa, mineração, mobilidade elétrica e tecnologia.
Entre os fatores que aumentam a atratividade brasileira estão o vasto mercado consumidor, a disponibilidade de recursos naturais, a matriz energética relativamente limpa e o potencial de crescimento industrial. Analistas do CEBC destacam ainda que poucos países reúnem simultaneamente essas características em escala comparável...
Fonte: Brasil in Foco
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Celesc acelera modernização do Meio Oeste catarinense com R$ 200 milhões em investimentos na rede elétrica
A Celesc intensificou o ciclo de modernização da infraestrutura elétrica no Meio Oeste catarinense, consolidando a região como um dos principais focos de investimento da companhia em Santa Catarina. Desde 2023, já foram destinados mais de R$ 143,6 milhões para obras de manutenção, expansão e reforço da rede elétrica, em uma estratégia voltada ao aumento da capacidade do sistema e à sustentação do crescimento econômico regional.
A previsão da companhia é de que os aportes alcancem aproximadamente R$ 200 milhões até o encerramento de 2026, configurando um dos maiores volumes de investimento já realizados no subsistema regional.
O avanço da infraestrutura elétrica ocorre em paralelo à expansão da atividade agroindustrial e ao aumento da demanda energética no interior catarinense, especialmente em segmentos que dependem de fornecimento robusto e redes trifásicas para suportar processos automatizados e ampliação da capacidade produtiva.
Expansão da rede elétrica impulsiona competitividade regional
Os investimentos executados pela Celesc fazem parte de uma estratégia integrada entre a companhia e o Governo de Santa Catarina para transformar a infraestrutura energética em vetor de desenvolvimento econômico regional...
Fonte: Cenário Energia
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Cemig acelera investimentos em Minas Gerais, amplia rede elétrica e reforça expansão em distribuição
A Cemig iniciou 2026 ampliando de forma acelerada os investimentos em infraestrutura energética em Minas Gerais. A companhia destinou cerca de R$ 1,5 bilhão ao estado no primeiro trimestre, avanço de 22,2% em relação ao mesmo período de 2025, consolidando o maior ciclo de investimentos da história da empresa.
O movimento ocorre em meio à crescente pressão por modernização das redes elétricas, expansão da capacidade do sistema e aumento da resiliência operacional diante da elevação da demanda energética e da intensificação dos eventos climáticos extremos.
Até o fim do ano, a companhia projeta investimentos totais de R$ 6,73 bilhões em Minas Gerais, com foco prioritário em distribuição, reforços estruturais e ampliação da confiabilidade do fornecimento para mais de 9,5 milhões de clientes.
Distribuição concentra maior volume de investimentos
A área de distribuição absorveu R$ 1,28 bilhão dos aportes realizados no trimestre, reafirmando o segmento como principal prioridade estratégica da companhia. Entre os principais projetos executados no período estão a entrega de seis novas subestações e a modernização de outra instalação já existente. As intervenções adicionaram 107,5 MVA à capacidade de transformação do sistema elétrico, ampliando a robustez da rede e criando condições para o crescimento da carga em diversas regiões do estado...
Fonte: Cenário Energia
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Renovação das distribuidoras: MME prevê R$ 130 bi em aportes sob novas regras do Decreto 12.068
O processo de renovação das concessões de distribuição de energia elétrica entrou em uma nova fase no Brasil, com potencial para movimentar R$ 130 bilhões em investimentos na infraestrutura do setor até 2030. A estimativa do Ministério de Minas e Energia (MME) considera o conjunto de 16 distribuidoras que aderem ao novo ciclo contratual, incluindo as concessionárias de Pernambuco e Espírito Santo, cujas renovações foram concluídas em 2025.
A reformulação dos contratos marca uma inflexão regulatória relevante para o segmento de distribuição, combinando ampliação de investimentos, metas mais rígidas de qualidade e mecanismos de fiscalização mais severos diante do avanço dos eventos climáticos extremos e do aumento da pressão sobre a confiabilidade do fornecimento.
O novo modelo está ancorado no Decreto 12.068/2024, considerado pelo governo um dos principais instrumentos para modernizar a infraestrutura elétrica e elevar a resiliência operacional das distribuidoras nos próximos 30 anos.
Expansão da rede e novas subestações concentram aportes
O volume bilionário previsto pelo MME será direcionado prioritariamente para expansão e modernização das redes de distribuição, construção de subestações e reforço da capacidade de atendimento diante do crescimento da demanda elétrica...
Fonte: Cenário Energia
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Abertura do mercado e modernização da rede exigem aporte de até R$ 35 bilhões em medição inteligente
A transição para um setor elétrico digital e centrado no consumidor no Brasil enfrenta um gargalo físico e financeiro: a infraestrutura de medição. Com o cronograma de abertura do mercado livre para a baixa tensão avançando, impulsionado pela Lei 15.269/2025, a substituição do parque de medidores analógicos por equipamentos inteligentes tornou-se uma corrida contra o tempo. Estimativas da Envol Energy Consulting indicam que o país precisará instalar entre 60 e 70 milhões de medidores inteligentes em um horizonte de 8 a 10 anos.
O desafio financeiro é proporcional à escala. Considerando o custo atual dos equipamentos entre R$ 400 e R$ 500, o investimento apenas na aquisição dos aparelhos pode variar entre R$ 25 bilhões e R$ 35 bilhões. Esse montante não inclui custos de instalação, integração de sistemas e infraestrutura de comunicação (AMI), o que deve elevar significativamente o Capex das distribuidoras.
O papel estruturante na valoração da energia
Para além da simples leitura remota, o medidor inteligente é o hardware que viabiliza a resposta da demanda e a tarifação horária, elementos essenciais para um sistema que caminha para a descentralização...
Fonte: Cenário Energia
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Axia Energia (AXIA3) reverte prejuízo e tem lucro de R$ 2,6 bilhões, com salto na geração
A Axia Energia (AXIA3), antiga Eletrobras, encerrou o primeiro trimestre de 2026 com lucro líquido de R$ 2,6 bilhões, revertendo o prejuízo de R$ 354 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em um resultado puxado pela melhora da geração, menores gastos com compra de energia e redução de provisões.
Em bases ajustadas — desconsiderando efeitos extraordinários — o lucro líquido somou R$ 3,7 bilhões, ante prejuízo ajustado de R$ 80 milhões um ano antes.
A receita operacional líquida cresceu 22,1% na comparação anual, para R$ 12,7 bilhões. O avanço veio principalmente do segmento de geração de energia, cuja receita subiu 35,3%, para R$ 9,4 bilhões.
Já a área de transmissão teve uma leve queda de receita, pressionada por ajustes contábeis regulatórios ligados ao setor elétrico.
Segundo a companhia, no documento publicado na noite desta quarta-feira (6), o trimestre foi marcado por “efeitos positivos com a venda de energia, menores gastos com compra de energia, redução das despesas operacionais e menor volume de provisões”...
Fonte: Money Times
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06/05/2026
Copel registra lucro recorrente de R$ 639 milhões no 1T26 e amplia Ebitda em 16,7%
A Companhia Paranaense de Energia (Copel) reportou, nesta terça-feira (05/05/2026), um lucro líquido recorrente de R$ 639 milhões no primeiro trimestre de 2026. O resultado representa um avanço de 10,7% em comparação ao mesmo intervalo do ano anterior, refletindo a sólida execução da estratégia de otimização de portfólio e gestão financeira.
O desempenho operacional, medido pelo Ebitda recorrente (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização), atingiu a marca de R$ 1,75 bilhão. Este montante indica uma expansão de 16,7% sobre o primeiro trimestre de 2025, sinalizando uma melhora nas margens operacionais da companhia em seus principais segmentos de atuação.
Alavancagem financeira e estrutura de capital
No encerramento de março de 2026, a Copel apresentou um índice de alavancagem de 2,8 vezes na relação dívida líquida sobre Ebitda. O indicador superou as 2,3 vezes registradas no 1T25, movimento que se justifica, em parte, pelo ciclo de investimentos e captações estratégicas realizadas para sustentar o crescimento orgânico e a manutenção de ativos...
Fonte: Cenário Energia
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Cemig eleva aporte em manutenção preventiva para R$ 438 milhões e mira resiliência climática em MG
A Cemig oficializou um robusto plano de investimento para a sustentabilidade operacional de sua rede em 2026. A concessionária mineira irá destinar R$ 438 milhões exclusivamente para ações de manutenção preventiva em 774 municípios de sua área de concessão. O montante representa um incremento de 15,2% em relação aos R$ 380 milhões aportados no ciclo anterior, sinalizando uma estratégia de longo prazo voltada à mitigação de falhas e à proteção da receita.
Este aporte em manutenção integra um pacote de investimentos ainda mais amplo: a companhia projeta injetar R$ 4,9 bilhões em obras de melhoria e expansão do sistema elétrico mineiro até o final deste ano. O foco está na modernização de ativos e no reforço da confiabilidade para uma base que supera os 9,5 milhões de consumidores.
Manutenção preditiva e tecnologia de campo
O plano de ação para 2026 combina intervenções físicas tradicionais com o uso intensivo de tecnologias de monitoramento. A Cemig planeja a execução de mais de 900 mil podas de árvores e a limpeza de faixa em 50 mil quilômetros de linhas, atacando uma das principais causas externas de interrupções: o contato da vegetação com a rede...
Fonte: Cenário Energia
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Light identifica 3,7 mil irregularidades em abril e recupera 4,1 GWh
A Light registrou um avanço significativo em sua estratégia de combate às perdas não técnicas no mês de abril. Através de um cronograma intensivo de fiscalizações em sua área de concessão, a companhia identificou 3.744 irregularidades, abrangendo desde ligações clandestinas (os populares “gatos”) até a manipulação de sistemas de medição em unidades consumidoras de grande porte.
As operações resultaram na recuperação de 4,171 GWh de energia em apenas um mês, volume equivalente ao consumo mensal de quase 21 mil residências. Além do impacto financeiro e operacional, as ações contaram com forte apoio do poder público, resultando em 20 registros de ocorrência policial e 13 prisões em flagrante.
Foco em comércios e residências de alto consumo
O balanço das inspeções de abril revela que a prática do furto de energia não está restrita a áreas vulneráveis. As equipes técnicas da distribuidora identificaram desvios em estabelecimentos comerciais de alta carga, como restaurantes e mercados, além de residências em bairros como Barra da Tijuca, Recreio e Bangu, bem como no município de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense...
Fonte: Cenário Energia
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ISA Energia Brasil consolida estratégia de crescimento com alta de 10,6% no EBITDA do 1T26
A ISA Energia Brasil (B3: ISAE4; ISAE3) iniciou o ano de 2026 com indicadores operacionais e financeiros robustos, colhendo os frutos de uma execução acelerada em seu portfólio de Greenfield. No primeiro trimestre do ano, a companhia registrou uma receita líquida regulatória de R$ 1,22 bilhão, alta de 8,3% em relação ao mesmo período de 2025. O destaque financeiro, contudo, recai sobre a receita ex-RBSE, que saltou 23,7%, totalizando R$ 762 milhões.
O desempenho reflete o cronograma agressivo de energizações, com destaque para a entrega do Bloco 2 de Piraquê (MG/ES) com 17 meses de antecedência. Além da entrada em operação de ativos como Água Vermelha (SP) e Riacho Grande (SP), o resultado foi impulsionado pelo reajuste inflacionário da Receita Anual Permitida (RAP) para o ciclo 2025/2026.
Eficiência Operacional e Gestão de Custos
A disciplina financeira foi um pilar central no balanço do trimestre. As despesas operacionais (PMSO) cresceram apenas 0,7%, ficando significativamente abaixo do IPCA acumulado no período (4,1%). Esse controle rigoroso permitiu que o EBITDA alcançasse R$ 1 bilhão, uma evolução de 10,6% no comparativo anual...
Fonte: Cenário Energia
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Gargalo na transmissão trava novos projetos de energia
O rápido avanço da geração de energia no Brasil, impulsionado sobretudo por subsídios a fontes renováveis, começa a expor um novo ponto crítico no setor elétrico: a transmissão. Em entrevista ao programa Alta Voltagem, da CNN, o presidente da Hitachi Energy para a América Latina Sul, Glauco Freitas, afirmou que o país saiu de uma escassez de oferta para um cenário em que o principal gargalo está na capacidade de escoar essa energia.
Segundo o executivo, o Brasil ampliou de forma significativa sua capacidade de geração nos últimos anos, o que reposicionou o país no cenário internacional. Entretanto, a expansão da transmissão não acompanhou esse ritmo.
“Desde a pandemia, crescemos em 30% nossa capacidade de geração. Isso é fantástico e tornou o Brasil referência mundial. O gargalo virou a transmissão de energia, que também é uma referência internacional, pois interliga todos os estados da federação, mas precisamos de uma rede mais robusta, inteligente, interconectada e resiliente”, afirmou...
Fonte: CNN Brasil
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https://www.cnnbrasil.com.br/infra/gargalo-na-transmissao-trava-novos-projetos-de-energia/
Consumo de energia recua em março, mas mercado livre de energia avança
O consumo nacional de energia elétrica somou 48.886 GWh em março de 2026, registrando retração de 2,3% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Trata-se da segunda queda consecutiva no indicador, sinalizando um arrefecimento recente da demanda no país, segundo a Resenha Mensal divulgada pela EPE (Empresa de Pesquisa Energética)
A redução disseminada entre os principais segmentos de consumo. O setor residencial apresentou queda de 2,6%, enquanto a indústria recuou 1,3%. No comércio, a retração foi mais moderada, de 0,4%. Já a categoria “outros”, influenciada principalmente pelo consumo rural, registrou a maior variação negativa, de 6,4%.
Apesar do desempenho mensal mais fraco, o consumo acumulado em 12 meses atingiu 566.242 GWh, mantendo-se praticamente estável na comparação com o período anterior.
Diferenças regionais
O comportamento da demanda variou entre as regiões do país. O Norte liderou o crescimento, com alta de 9,0%, seguido por Nordeste (+0,4%) e Centro-Oeste (+0,2%). Em sentido oposto, o Sudeste apresentou a maior queda, de 5,5%, enquanto o Sul recuou 1,7%.
Esse contraste regional indica que, mesmo com retração no agregado nacional, há áreas com expansão consistente do consumo, refletindo dinâmicas econômicas e climáticas distintas...
Fonte: Canal Solar
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https://canalsolar.com.br/consumo-energia-recua-mercado-livre-avanca/
04/05/2026
Brasil registra 2ª queda seguida no consumo de energia; setor rural desaba 6,4%
O mercado de energia elétrica brasileiro encerrou o mês de março com sinais de desaceleração. De acordo com os dados da mais recente Resenha Mensal, o consumo nacional somou 48.886 GWh, o que representa uma queda de 2,3% na comparação com março de 2025. Este resultado marca o segundo recuo mensal consecutivo, acendendo um alerta sobre o ritmo de demanda em setores-chave da economia.
A retração foi disseminada por todas as classes de consumo. O setor residencial, sensível a variações climáticas e tarifárias, registrou queda de 2,6%, enquanto o segmento industrial recuou 1,3%. O comércio apresentou uma estabilidade negativa com queda de 0,4%. No entanto, o impacto mais severo foi observado na categoria “outros consumos”, fortemente influenciada pelo desempenho do setor rural, que amargou uma redução de 6,4% no período.
Disparidades regionais marcam o desempenho do SIN
O comportamento do consumo no Sistema Interligado Nacional (SIN) não foi uniforme, evidenciando realidades econômicas distintas entre os subsistemas. O Norte manteve uma trajetória de forte expansão, com alta de 9,0%, impulsionado tanto pela base industrial quanto pela expansão da rede. O Nordeste (+0,4%) e o Centro-Oeste (+0,2%) apresentaram crescimentos marginais...
Fonte: Cenário Energia
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TAESA antecipa energização de subestação em Tangará e habilita mais de 50% da RAP do projeto
A Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A. (TAESA) deu mais um passo significativo na estratégia de antecipação de receitas e eficiência operacional. Em comunicado ao mercado, a companhia confirmou que o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) emitiu os Termos de Liberação para a energização da Subestação (SE) Açailândia, integrante da concessão Tangará Transmissora de Energia Elétrica S.A.
O marco é relevante para o fluxo de caixa da transmissora: com a entrada em operação deste ativo, o projeto Tangará adiciona aproximadamente R$ 23 milhões à sua Receita Anual Permitida (RAP) para o ciclo 2025-2026. Somado aos trechos que já estavam operacionais desde março, o empreendimento agora totaliza uma RAP habilitada de R$ 58,2 milhões, o que representa 53,8% da receita total prevista para o lote.
Antecipação regulatória e execução de projetos
Um dos pontos de maior destaque na entrega da SE Açailândia é o cronograma de execução. A TAESA conseguiu colocar os ativos em operação com uma antecipação de cerca de 23 meses em relação ao prazo regulatório estabelecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), originalmente previsto para março de 2028...
Fonte: Cenário Energia
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IA e operações autônomas aceleram transformação da indústria de energia global até 2030
A convergência entre inteligência artificial, automação industrial e transição energética está acelerando uma mudança estrutural no setor global de energia. Um novo estudo da Schneider Electric aponta que empresas dos segmentos de energia e químicos estão ampliando rapidamente os investimentos em operações autônomas, em um movimento que deve redefinir os modelos operacionais da indústria até o fim da década.
O levantamento, realizado com 400 executivos seniores em 12 países, revela que o setor se aproxima de um ponto de inflexão tecnológico: cerca de um terço das operações industriais já funciona de maneira totalmente autônoma, enquanto as empresas projetam atingir quase 50% de autonomia operacional até 2030.
A pesquisa mostra ainda que a pressão por produtividade, eficiência energética, segurança operacional e redução de custos está levando as companhias a acelerar investimentos em digitalização industrial, IA aplicada à energia, automação avançada e arquiteturas definidas por software...
Fonte: Cenário Energia
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O medidor inteligente de energia que deveria modernizar a conta de luz britânica virou motivo de rejeição doméstica, acumulou falhas em cerca de 3 milhões de aparelhos e mostrou como uma tecnologia pode fracassar antes de ganhar confiança
O medidor inteligente de energia que deveria modernizar a conta de luz britânica acabou virando motivo de rejeição dentro de muitas casas.
A ideia parecia simples. Os smart meters substituiriam medidores antigos, ajudariam a reduzir erros na cobrança e dariam ao consumidor uma visão mais clara do próprio consumo. Mas o programa britânico enfrentou atrasos, falhas técnicas e desconfiança pública.
As informações foram divulgadas por Parlamento do Reino Unido, órgão legislativo britânico. Em março de 2023, apenas 57% dos medidores de gás e eletricidade na Grã Bretanha eram inteligentes, enquanto cerca de 3 milhões de aparelhos não funcionavam corretamente.
O programa britânico de smart meters foi criado para modernizar a medição de energia. A promessa era deixar a cobrança mais precisa, reduzir leituras erradas e permitir que famílias acompanhassem melhor o consumo no dia a dia.
Na prática, a tecnologia entrou em um ambiente sensível. O medidor fica dentro da casa ou ligado diretamente à rotina doméstica. Por isso, qualquer dúvida sobre privacidade, cobrança ou funcionamento ganha peso muito maior.
A rejeição não surgiu apenas por medo. O avanço lento, as falhas reais e a dificuldade de convencer parte da população mostraram que tecnologia essencial precisa de confiança antes de escala...
Fonte: Click Petróleo e Gás
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Operação Equi-Cobre: Equatorial mobiliza sete estados contra o furto de cabos e equipamentos
O Grupo Equatorial deflagrou, na manhã desta quarta-feira (22), a primeira edição de 2026 da Operação Equi-Cobre. A iniciativa, que possui caráter preventivo, educativo e de fiscalização, visa desarticular redes de furto e receptação de cabos de cobre e componentes da infraestrutura elétrica. A ofensiva foi realizada de forma simultânea nos sete estados onde a holding controla concessões de distribuição: Maranhão, Pará, Piauí, Alagoas, Goiás, Amapá e Rio Grande do Sul.
O balanço inicial da mobilização aponta para vistorias em 101 estabelecimentos distribuídos por 22 cidades. O esforço conjunto resultou na apreensão de 1.320,1 kg de materiais elétricos e na prisão de seis indivíduos envolvidos em atividades ilícitas.
Estratégia de segurança e continuidade do serviço
Mais do que a recuperação física dos ativos, a Operação Equi-Cobre foca no combate ao mercado ilegal que sustenta o comércio de materiais pertencentes às concessionárias. Para o setor elétrico, o furto de cabos é um desafio operacional crítico, pois impacta diretamente os indicadores de continuidade do fornecimento e coloca em risco a segurança de pedestres e técnicos da rede.
Para sustentar a integridade dos ativos, o Grupo Equatorial aposta no fortalecimento da parceria com as Secretarias de Segurança Pública, Polícias Civil e Militar, além das Guardas Civis Municipais...
Fonte: Cenário Energia
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Área técnica do TCU diz não haver impedimento para renovação da Enel RJ
A área técnica de energia do TCU (Tribunal de Contas da União) emitiu instrução nesta quarta-feira (29) em que concluiu que o processo de renovação da concessão da Enel Rio de Janeiro atendeu aos requisitos legais. A análise reforçou que houve “deficiência grave” da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) pela não conclusão de fiscalização sobre indicadores de continuidade fornecidos pela distribuidora e que são analisados no processo de prorrogação. Apesar disso, os técnicos do tribunal afirmaram não ver impedimento à assinatura do novo contrato.
“A inconformidade processual descrita não constitui óbice à renovação contratual, sobretudo diante da ausência de conclusão técnica inequívoca que a inviabilize e da inexistência de elementos suficientes que comprovem o descumprimento, pela Enel-RJ, dos requisitos relativos ao critério de eficiência da continuidade”, diz o parecer da AudElétrica (Unidade de Auditoria Especializada em Energia Elétrica e Nuclear).
A instrução analisou, além da concessão da Enel Rio, o processo envolvendo a renovação da Equatorial Pará, também concluindo que não há impedimento para a assinatura do contrato da concessionária.
Fonte: Agência Infra
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CPFL Lidera Ranking Aneel: Excelência em Qualidade no Fornecimento de Energia
A excelência operacional no setor de distribuição de energia elétrica brasileiro tem nome e sobrenome. Pelo quarto ano consecutivo, as distribuidoras da CPFL Energia — CPFL Piratininga, CPFL Santa Cruz e CPFL Paulista — ocupam o topo dos indicadores de qualidade da Aneel. O desempenho reafirma o compromisso das concessionárias com a continuidade do serviço, consolidando-as como referência nacional no fornecimento de energia para milhões de consumidores no estado de São Paulo.
Os dados, divulgados pelo órgão regulador, utilizam como métrica os índices DEC (Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora) e FEC (Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora). Em termos práticos, esses indicadores refletem quanto tempo, em média, cada cliente ficou sem luz e quantas vezes o fornecimento foi interrompido no período. Manter a liderança por quatro anos seguidos não é apenas um feito estatístico; é um atestado de resiliência e investimento contínuo.
O Segredo por Trás dos Números de Qualidade da CPFL Energia
Manter indicadores de qualidade da distribuição tão rigorosos exige uma combinação de tecnologia de ponta e gestão de ativos focada na antecipação de falhas. A companhia tem implementado, sistematicamente, planos de automação da rede e a utilização de ferramentas de diagnóstico preditivo. Em um cenário onde eventos climáticos extremos se tornam mais frequentes, a capacidade da empresa de monitorar e restabelecer o sistema rapidamente tem sido o diferencial competitivo que a separa das demais concessionárias do país...
Fonte: Energia Limpa.live
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