18/05/2026
NextEra compra Dominion em acordo de US$ 67 bi e cria gigante de energia nos EUA
A NextEra Energy anunciou nesta segunda-feira, 18, um acordo para comprar a Dominion Energy em uma transação integralmente em ações avaliada em cerca de US$ 67 bilhões, criando a maior empresa de serviços públicos de energia elétrica regulada do mundo em valor de mercado. O negócio combina duas das maiores empresas de utilidade pública dos Estados Unidos em meio ao forte aumento da demanda por eletricidade impulsionado pela expansão de data centers e da inteligência artificial (IA).
Pelos termos do acordo, acionistas da Dominion receberão 0,8138 ação da NextEra para cada papel detido.
Após a conclusão da operação, os acionistas da NextEra terão cerca de 74,5% da companhia combinada, enquanto os da Dominion ficarão com 25,5%…
A transação ainda prevê um pagamento extraordinário de US$ 360 milhões aos acionistas da Dominion no fechamento do negócio.
As empresas afirmaram que a companhia resultante atenderá aproximadamente 10 milhões de clientes na Flórida, Virgínia, Carolina do Norte e Carolina do Sul, com mais de 80% das operações concentradas em negócios regulados. O grupo combinado terá capacidade de geração de 110 gigawatts (GW), incluindo ativos de energia renovável, gás natural e nuclear...
Fonte: Uol
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AXIA Energia planeja aporte de R$ 1,97 bilhão em transmissão até 2030
A malha de transmissão de alta tensão em Minas Gerais passará por uma expressiva reconfiguração estrutural voltada à confiabilidade operativa e à segurança de suprimento. A AXIA Energia consolidou um plano plurianual de investimentos que prevê o aporte de R$ 1,979 bilhão em obras de reforços, melhorias e ampliações de grande porte em suas subestações e linhas conectadas até 2030.
O cronograma regulatório, devidamente chancelado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), engloba ativos em fase de execução física e intervenções programadas para os próximos ciclos tarifários. O direcionamento estratégico do Capex visa mitigar restrições de escoamento no subsistema Sudeste/Centro-Oeste e robustecer a estabilidade eletromecânica do Sistema Interligado Nacional (SIN) diante do avanço da penetração de fontes renováveis intermitentes.
Expansão de ativos e os reflexos na Receita Anual Permitida (RAP)
Do montante global planejado para o estado, as obras de expansão concentram aportes que se traduzem em receita incremental imediata para o portfólio da transmissora. A companhia destina R$ 542,27 milhões à subestação Nova Ponte 3 para a implantação de sistemas de compensação síncrona. O empreendimento, cujas obras civis e eletromecânicas já estão em andamento, adicionará uma Receita Anual Permitida (RAP) de R$ 43,64 milhões ao grupo...
Fonte: Cenário Energia
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Explosão da IA pressiona redes elétricas e pode elevar demanda energética de data centers em até 137% até 2030
O avanço acelerado da inteligência artificial começou a produzir efeitos concretos sobre o setor elétrico global. Um estudo divulgado pela Allianz Research, braço de análise macroeconômica da Allianz Trade, projeta que a demanda de energia dos data centers poderá crescer entre 58% e 137% nas principais regiões do mundo até 2030, impulsionada pela expansão da IA generativa e dos sistemas autônomos conhecidos como IA agêntica.
A nova corrida tecnológica vem alterando a dinâmica de consumo elétrico em escala global e já pressiona tarifas, infraestrutura de transmissão e planejamento energético, especialmente nos Estados Unidos, onde o crescimento da carga dos data centers começa a gerar impactos diretos para consumidores residenciais.
O relatório “Thinking fast, building slow: The energy cost of the US AI boom” aponta que a expansão da inteligência artificial está exigindo investimentos em infraestrutura energética comparáveis, em escala anual, aos aportes realizados pela indústria global de petróleo e gás...
Fonte: Cenário Energia
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Resiliência no Grid: Cemig investe R$ 243 milhões e atinge 90% dos municípios com dupla alimentação
A resiliência das redes de distribuição diante de eventos climáticos extremos tornou-se um dos temas mais críticos na agenda das utilities brasileiras. Em resposta a esse desafio, a Cemig (CMIG4) consolidou a implantação do sistema de dupla alimentação em 700 municípios de sua área de concessão. A iniciativa, que abrange cerca de 90% das cidades atendidas pela companhia em Minas Gerais, receberá R$ 243 milhões em investimentos consolidados no período entre 2023 e o final deste ano.
O aporte viabilizou a construção de 442 quilômetros de novas redes no sistema de distribuição do estado nos últimos três anos. A engenharia do projeto interliga as redes a dois circuitos independentes, permitindo o redirecionamento imediato do fluxo de energia em cenários de contingência ou intervenções programadas para manutenção. Na prática, a redundância física dos alimentadores mitiga o risco de interrupções prolongadas, reduzindo os indicadores de duração (DEC) e frequência (FEC) de desligamentos para milhões de consumidores mineiros.
Mitigação de riscos climáticos e robustez da infraestrutura
A estratégia de dupla alimentação vem se consolidando como um padrão técnico indispensável para as distribuidoras brasileiras. O avanço responde diretamente à maior severidade e frequência de tempestades, vendavais e quedas de árvores que desafiam o ativo de rede aérea tradicional, além de fazer frente ao crescimento contínuo da curva de carga no estado...
Fonte: Cenário Energia
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Fiesp vai à Justiça para frear leilão federal de R$ 515,7 bi
A Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) entrou com uma ação civil pública na Justiça de São Paulo na 6ª feira (15.mai.2026) para suspender a assinatura dos contratos do LRCap (Leilão de Reserva de Capacidade) marcada para 21 e 22 de maio. O certame foi realizado pelo governo federal em 18 de março. Eis a íntegra do pedido de cautelar (PDF – 951 kB). O argumento da Fiesp para barrar as assinaturas é que há suspeitas de irregularidade na modelagem do leilão, tendo em vista que os preços-teto da energia contratada chegaram a dobrar a 72 horas da realização do certame, aumentando o custo a ser pago pelos consumidores. As empresas vencedoras terão uma receita estimada em R$ 515,7 bilhões nos próximos 15 anos pela disponibilidade, mas o custo total repassado aos consumidores pode ultrapassar R$ 800 bilhões quando as usinas forem acionadas de forma efetiva.
As térmicas a gás e carvão existentes foram as maiores beneficiadas por esses reajustes no preço-teto, com um aumento de 100% no valor que pode ser cobrado pela energia. As novas foram reajustadas em 81%. Térmicas a óleo e a biodiesel tiveram um aumento de 74% e 77%, respectivamente...
Fonte: Poder 360
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Furtos de energia no Brasil causam um prejuízo bilionário
As ligações clandestinas desviaram energia elétrica no Brasil causam prejuízo bilionário. Além de interrupções no fornecimento, o furto a também pesa no preço da conta de luz do brasileiro.
É nesse emaranhado de fios que uma das maiores riquezas produzidas pelo país é furtada. Os prejuízos causados pelos gatos de energia elétrica chegam a patamares inimagináveis.
De acordo com a Associação das Distribuidoras de Energia, só em 2024 foram desviados mais de 22,5 bilhões de kWh no país. Quase o dobro de toda a produção de Belo Monte, a segunda maior usina hidrelétrica do Brasil.
Energia suficiente para abastecer toda a Região Sudeste por um mês. Quando a gente olha para os estados, o Amazonas bate recorde no ranking de energia furtada.
No total consolidado por estados, o Amapá fica em segundo lugar, com R$ 22 de perdas. Depois vêm Rio de Janeiro, Pará, Rondônia e Pernambuco.
O furto de energia não traz problemas apenas para as distribuidoras, mas principalmente para os consumidores. As ligações clandestinas sobrecarregam o sistema, provocam incêndios e quedas de fornecimento nos períodos de maior consumo.
Só no ano passado, os gatos causaram 620 mil apagões em todo o país, prejudicando pelo menos 2,1 milhões residências e pontos comerciais em todo país...
Fonte: G1.Globo
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15/05/2026
CPFL Energia consolida lucro de R$ 1,9 bilhão no 1T26 e oficializa renovação de concessões
A CPFL Energia (CPFE3) apresentou, nesta quinta-feira (14), um desempenho financeiro robusto no primeiro trimestre de 2026, reafirmando sua resiliência operacional em um período de transição para o setor de distribuição. O grupo reportou um lucro líquido de R$ 1,9 bilhão, o que representa um crescimento de 18,2% em relação ao mesmo intervalo do ano anterior. O resultado foi impulsionado, em grande parte, pela melhora no resultado financeiro líquido e pelo crescimento de 6,4% na receita operacional líquida, que atingiu R$ 11,3 bilhões.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) consolidado da companhia manteve-se estável, somando R$ 3,9 bilhões, uma leve variação positiva de 0,2% na comparação anual. O desempenho operacional ocorre em paralelo a um movimento histórico para o grupo: a conclusão do processo de renovação das concessões das distribuidoras CPFL Paulista, CPFL Piratininga e RGE, ocorrida em 8 de maio de 2026.
Migração para o ACL e queda no mercado faturado
Um dos indicadores mais acompanhados pelo mercado, o volume de energia faturada para consumidores cativos, registrou uma queda de 7,8% no trimestre. Esse movimento reflete não apenas variações de carga, mas a aceleração da migração de consumidores para o Ambiente de Contratação Livre (ACL), desafio que a CPFL tem endereçado com investimentos em digitalização e na preparação da rede para a abertura de mercado...
Fonte: Cenário Energia
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Cade, TCU e Ministério Público cercam leilão de energia do governo
O LRCap (Leilão de Reserva de Capacidade), realizado em 18 março de 2026, tornou-se alvo de uma ofensiva coordenada no Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), no TCU (Tribunal de Contas da União) e no MPF (Ministério Público Federal). Está em jogo a contratação de 19 GW (gigawatts) de potência, volume que supera a capacidade de Itaipu. Porém, esse volume é contestado por supostos prejuízos bilionários aos consumidores e falhas técnicas no processo de escolha das fontes de energia.
INQUÉRITOS E IRREGULARIDADES De acordo com informações publicadas pelo jornal O Globo, o Cade abriu um inquérito administrativo para apurar as alegações do deputado Danilo Forte (PP) sobre o resultado da disputa. O congressista aponta “inconsistências técnicas e graves indícios de prejuízos à sociedade” no relatório elaborado pela Comissão de Minas e Energia da Câmara. O Ministério Público Federal pediu à Justiça a suspensão imediata dos atos de homologação e assinatura dos contratos, por alegar irregularidades no processo.
CUSTO BILIONÁRIO E PREÇO-TETO A disputa envolve valores altos. De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, as empresas vencedoras terão uma receita estimada em R$ 515 bilhões nos próximos 15 anos pela disponibilidade, mas o custo total repassado aos consumidores pode ultrapassar R$ 800 bilhões quando as usinas forem acionadas de forma efetiva...
Fonte: Poder 360
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Enel afirma que processo da Aneel é “inválido e improcedente”
A Enel apresentou uma carta de defesa e protocolou um parecer técnico à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) no processo contra a distribuidora de energia. A empresa afirma que o processo é “inválido e improcedente” e destaca que os episódios analisados aconteceram durante eventos climáticos extremos.
A defesa, apresentada nesta quarta-feira (13), cita ainda um relatório técnico do Tribunal de Contas da União segundo o qual não teriam sido caracterizados descumprimentos dos indicadores DEC (Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora) e FEC (Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora).
Além disso, a Enel afirma que os episódios analisados ocorreram durante eventos climáticos extremos. Segundo a empresa, dois deles foram apontados pela própria Aneel entre os dez maiores eventos climáticos extremos do Brasil até 2024, enquanto o evento de dezembro de 2025 teria sido ainda mais severo.
A distribuidora também sustenta que recebe tratamento diferente do aplicado a outras concessionárias. A empresa afirma ainda estar submetida a metas específicas de TMAE (indicador regulado pela Aneel que calcula, em minutos, o tempo médio para restabelecimento da energia) além de critérios relacionados a interrupções superiores a 24 horas e à recomposição do serviço após eventos climáticos severos em processo tendente à caducidade...
Fonte: CNN Brasil
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Segurança energética supera economia e impulsiona mercado de sistemas solares híbridos no Brasil
O mercado brasileiro de energia solar fotovoltaica atravessa uma mudança estrutural em sua proposta de valor. Se o setor consolidou-se sob a premissa da redução de custos e do retorno sobre o investimento (payback), o novo vetor de crescimento agora é a resiliência. Dados recentes indicam que a autonomia frente às instabilidades da rede elétrica tornou-se o principal driver para a adoção de sistemas híbridos, aqueles que integram a geração solar ao armazenamento em baterias.
Uma sondagem setorial realizada pela Helte, distribuidora focada no mercado B2B, quantifica essa transição: 66% dos consumidores que optam pela tecnologia híbrida têm como motivação primordial a função de backup. O interesse pela economia direta através do autoconsumo, que antes ditava o ritmo das vendas, aparece como prioridade para apenas 18% dos entrevistados.
Mudança de paradigma e o “seguro residencial” do século 21
A transformação reflete um cenário de maior vulnerabilidade climática e uma dependência crescente da eletrificação no cotidiano. O avanço da tecnologia de armazenamento deixa de ser visto como um item de luxo meramente estético para assumir o papel de infraestrutura crítica...
Fonte: Cenário Energia
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Mercado Livre de energia avança 3,1% no 1º trimestre e sustenta expansão da carga no país
O Ambiente de Contratação Livre (ACL) consolidou um crescimento de 3,1% na demanda por eletricidade durante o primeiro trimestre de 2026, alcançando uma carga média de 30.570 megawatts. Os dados, extraídos do monitoramento em tempo real da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), revelam uma dicotomia no Sistema Interligado Nacional (SIN): enquanto o mercado livre expande sua representatividade, o consumo total do país, somando os mercados livre e regulado, registrou retração de 1,2% no comparativo anual, totalizando 73.669 MW médios.
A dinâmica é explicada por dois vetores principais: a entrada de 4.864 novas unidades consumidoras no ACL apenas nos três primeiros meses do ano e o desempenho positivo de 9 dos 15 ramos da economia monitorados pela Câmara. Este movimento de abertura, impulsionado pela alta tensão, prepara o terreno para a expectativa de abertura total do mercado prevista para 2028.
Desempenho Setorial e Resiliência Industrial
O avanço do mercado livre foi capitaneado pelo setor de Serviços, que registrou uma alta expressiva de 12% no consumo, seguido de perto pelos segmentos de Saneamento (11,3%) e Extração de Minerais Metálicos (10,9%)...
Fonte: Cenário Energia
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Cemig reduz indicadores de interrupção mesmo sob estresse climático extremo em Minas Gerais
O sistema elétrico mineiro enfrentou, no último período chuvoso, um dos seus maiores testes de estresse das últimas décadas. Dados consolidados pela Cemig revelam que, apesar da severidade dos eventos climáticos, exemplificados por volumes históricos de precipitação na Zona da Mata, os indicadores de qualidade do fornecimento apresentaram melhora em relação ao ciclo anterior. O avanço reflete a estratégia de automação e o robusto plano de investimentos em infraestrutura de rede da concessionária.
A resiliência da rede foi desafiada por um salto estatístico significativo: o estado registrou mais de 2,47 milhões de descargas atmosféricas no período 2025/2026, contra 1,58 milhão no ciclo passado. Mesmo com esse cenário adverso, os indicadores de continuidade superaram o desempenho anterior. O DEC (Duração Equivalente de Interrupção por Consumidor) percebido caiu de 10,65 para 9,04 horas, enquanto o FEC (Frequência Equivalente de Interrupção por Consumidor) reduziu de 4,85 para 4,33 interrupções.
Resiliência operacional diante de chuvas históricas
O caso de Juiz de Fora tornou-se o benchmark de resiliência para a companhia neste ano. Em fevereiro de 2026, a cidade registrou o maior volume de chuva desde o início da série histórica em 1961, com 750 milímetros. O impacto, que provocou graves danos à infraestrutura urbana, não se traduziu em blecautes prolongados. A Cemig reportou que as ocorrências pontuais foram sanadas em até 24 horas, sem o registro de grandes blocos de carga desatendidos por longos períodos...
Fonte: Cenário Energia
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13/05/2026
É oficial, governo fará visitas domiciliares para trocar os medidores de energia elétrica
As visitas domiciliares para a troca dos medidores de energia fazem parte da estratégia nacional de modernização da rede elétrica. O plano oficial prevê que as concessionárias atualizem os equipamentos de baixa tensão em todo o Brasil até o ano de 2035.
Como funcionam as visitas domiciliares para a troca?
As visitas domiciliares não são executadas diretamente por servidores públicos federais, mas sim por técnicos capacitados das distribuidoras de energia locais. Essas empresas possuem a concessão para operar em cada estado e são as responsáveis por gerir o cronograma de substituição dos aparelhos antigos.
O processo deve seguir as diretrizes da Portaria Normativa nº 126/2026, que estabelece metas de 2% ao ano para cada concessionária. O morador precisa exigir a identificação funcional do profissional, garantindo que a troca ocorra dentro dos protocolos de segurança estabelecidos pela Aneel...
Fonte: Em Foco
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MPF pede suspensão imediata do maior leilão de energia da história do Brasil; associação diz que preço da energia deve subir
O Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça Federal a suspensão imediata dos atos de homologação e assinatura de contratos dos Leilões de Reserva de Capacidade de 2026 (LRCAPs 2026), alegando irregularidades no processo conduzido pelo governo federal.
A ação do MPF se soma a questionamentos apresentados por associações do setor, como a Abraenergias e o Sindienergia-RN, que apontam supostas falhas concorrenciais e impactos tarifários elevados nos LRCAPs 2026.
A Abraenergias afirma que a manutenção dos leilões pode gerar “prejuízo bilionário, estimado em R$ 500 bilhões”, com impacto direto nas tarifas de energia e na economia nacional.
A ação foi apresentada nesta semana e mira diretamente o certame organizado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) e pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Segundo o MPF, o modelo adotado para os leilões pode gerar impactos bilionários aos consumidores de energia elétrica, além de favorecer termelétricas movidas a combustíveis fósseis sem justificativa técnica suficiente.
O órgão também questiona a falta de transparência e possíveis falhas nos estudos que embasaram a realização do certame...
Fonte: G1.Globo
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M&A: Cade aprova sem restrições a venda da Roraima Energia para a Âmbar
Decisão consolida a expansão do Grupo J&F no setor elétrico da Região Norte; negócio inclui a transferência do controle da distribuidora e de quatro usinas termelétricas em Boa Vista.
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) deu o aval definitivo para a aquisição da Roraima Energia pela Âmbar Energia, braço do Grupo J&F. A decisão, publicada sem restrições, autoriza a transferência do controle acionário da distribuidora, que pertencia à Oliveira Energia, e marca a consolidação da estratégia de crescimento da gigante de energia nos sistemas isolados e em áreas de fronteira do Sistema Interligado Nacional (SIN).
A operação é abrangente e não se limita apenas ao segmento de distribuição. O contrato engloba a aquisição total de quatro ativos de geração térmica estratégica localizados em Boa Vista: as usinas termelétricas (UTEs) Distrito, Floresta, Monte Cristo Sucuba e Monte Cristo. Essas plantas desempenham papel crucial na segurança energética do estado de Roraima, que historicamente enfrenta desafios de suprimento e estabilidade operativa.
Análise de concorrência e sinergias
Em sua avaliação técnica sobre a concentração de mercado, o órgão antitruste sinalizou que a transição de ativos entre os grupos não impõe riscos ao livre mercado. Conforme destaca o parecer emitido pela superintendência do Cade, a operação “não possui o condão de acarretar prejuízos ao ambiente concorrencial”...
Fonte: Cenário Energia
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ANEEL homologa resultado de quatro lotes e quatro sublotes do Leilão de Transmissão 1/2026
Em Circuito Deliberativo Público Ordinário, nesta terça-feira (12/5), foi homologado e adjudicado pela diretoria colegiada da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) o resultado do Leilão de Transmissão 1/2026, referente aos lotes 1, 2, 4 e 5 e sublotes 3A, 3B, 3C, 3D, com expansão da capacidade em 2.150 MVA.
Destinado a contratar concessões do serviço público de transmissão de energia elétrica, o certame foi realizado em 27 de março de 2026, na sede da B3, em São Paulo.
Com quatro lotes e quatro sublotes, os investimentos, estimados em R$ 3,3 bilhões, serão aplicados, de forma individualizada para cada lote, na construção, operação e manutenção de 798 quilômetros (km) em linhas de transmissão que passarão a integrar a Rede Básica do Sistema Interligado Nacional (SIN). Os valores de Receita Anual Permitida (RAP) propostos pelos vencedores foram 50,69% menores que o teto estabelecido pela ANEEL. Os empreendimentos estão localizados em 11 estados brasileiros: Bahia, Ceará, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Sergipe, Santa Catarina, São Paulo.
As assinaturas dos contratos estão previstas para serem realizadas nos dias 3 e 26 de junho, sendo na primeira data para o lote 1 e a segunda para os lotes 2, 3, 4 e 5.
Fonte: Gov.br
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Com concessão renovada, Light prevê investir R$ 10 bilhões no Rio em cinco anos
A concessão da Light foi renovada pelo Ministério de Minas e Energia (MME) na sexta-feira (dia 8) por mais 30 anos, após recomendação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A decisão foi feita após o governo constatar que a empresa cumpriu os principais critérios exigidos pelo Decreto nº 12.068/2024, que define as regras para a prorrogação dos contratos de distribuição de energia no País, incluindo continuidade do serviço, sustentabilidade econômico-financeira e qualidade operacional.
Nos próximos cinco anos, a Light vai investir cerca de R$ 10 bilhões, uma média de R$ 2 bilhões por ano, nos 31 municípios de sua área de concessão. O valor é mais que o dobro do realizado nos últimos anos. A concessionária atende 4,3 milhões de unidades consumidoras em 31 municípios do Estado do Rio, ou cerca de 12 milhões de pessoas.
“O plano de investimentos reafirma nosso compromisso com a modernização da rede elétrica e a melhoria contínua da qualidade do serviço para os cidadãos cariocas e fluminenses. Isso só foi possível devido à redução drástica de endividamento promovida pela negociação junto aos credores, além de avanços robustos nos indicadores operacionais. A gestão pautada no caixa, saneamento da operação e busca de um contrato que observe condições importantes na área de concessão foi vital para alcançar este marco”, explica Alexandre Nogueira, CEO da Light...
Fonte: Abinee - O Estado de SP.org
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Light prevê aporte bilionário e volta ao mercado de crédito no 2º semestre
Com sua concessão renovada por mais 30 anos, no fim da semana passada, a distribuidora de energia Light prevê um aporte de até R$ 3,7 bilhões no capital da empresa no prazo de 90 dias e a saída do processo de recuperação judicial ao longo do segundo semestre.
Depois disso, a perspectiva é voltar ao mercado para operações de crédito ainda em 2026, inclusive com a possibilidade de emissão de debêntures, disse o CEO da companhia, Alexandre Nogueira, em entrevista à CNN.
O pedido de recuperação judicial da Light completa três anos nesta terça-feira (12) e ganha uma porta de saída justamente com a prorrogação do contrato no Rio de Janeiro, onde ela atende 31 municípios e mais de quatro milhões de unidades consumidoras.
O plano da RJ já tinha como premissa um aumento de capital -- entre R$ 1,2 bilhão e R$ 1,5 bilhão -- por parte de seus acionistas de referência, incluindo o empresário Ronaldo César Coelho e Carlos Alberto Sucupira, e a conversão de R$ 2,2 bilhões de dívida da empresa em equity (participação acionária) no prazo de três meses após a renovação contratual.
"Esses serão os dois últimos atos do processo. Uma vez finalizados, pedimos para o juiz a retirada da RJ. Nossa expectativa, portanto, é sair no segundo semestre", afirmou Nogueira...
Fonte: CNN Brasil
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CPQD e Lactec firmam parceria estratégica para criar plataforma convergente em redes Smart Grid
Em um movimento estratégico para a soberania tecnológica do setor elétrico brasileiro, o CPQD e o Lactec formalizaram, nesta terça-feira (12), uma cooperação técnica sem precedentes. A parceria une as expertises das duas instituições em seus respectivos Centros de Competência Embrapii: o CPQD focado em Open RAN e o Lactec em Smart Grid e Eletromobilidade.
O primeiro fruto desta união é o projeto SGHaul, uma plataforma convergente que integra as tecnologias 5G Open RAN e o padrão IEEE 802.15.4. O objetivo é solucionar um dos maiores desafios das concessionárias de energia: a robustez do backhaul em redes inteligentes, garantindo uma comunicação fluida e segura entre a última milha e os centros de controle.
Inteligência na “Última Milha” e recuperação de falhas
A plataforma SGHaul foca na gestão avançada de medidores inteligentes e sensores de rede. Ao integrar o padrão IEEE 802.15.4, base para arquiteturas em malha como o Wi-SUN, ao ecossistema 5G, o sistema permite que a rede de distribuição ganhe capacidades de autorrecuperação (self-healing) superiores às soluções atuais...
Fonte: Cenário Energia
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Após críticas, diretor do ONS diz que leilão de reserva é 'indispensável'
Em meio a uma onda de críticas e questionamentos por parte de parlamentares e agentes do setor elétrico sobre o Leilão de Reserva de Capacidade na Forma de Potência (LRCAP) realizado em março, o diretor-geral do Operador Nacional do Setor Elétrico (ONS), Márcio Rea, veio a público defender o certame, que contratou 18,97 GW, a maioria proveniente de termelétricas a gás natural. Para ele, o certame foi uma "medida estruturante e indispensável para a preservação da segurança energética".
A defesa de Rea ocorre após um relatório da Comissão de Minas e Energia da Câmara, assinado pelo deputado Danilo Forte (PP-CE), pedir a suspensão do leilão pelo Tribunal de Contas da União (TCU) por supostas irregularidades na sua condução.
Entre elas, estaria o aumento dos preços-teto do certame pelo Ministério de Minas e Energia, em fevereiro, após a reação negativa de geradores e investidores.
Rea disse à EXAME, por escrito, que o leilão "representou uma medida estruturante e indispensável para a preservação da segurança energética e da confiabilidade operativa do Sistema Interligado Nacional (SIN), diante do crescimento da demanda e das projeções de atendimento de potência para os próximos anos".
O diretor-geral do ONS afirma que o leilão amplia a capacidade do sistema para atender os períodos de maior consumo de energia elétrica no Brasil "com previsibilidade e segurança, especialmente em cenários de elevada carga e condições hidrológicas adversas"...
Fonte: Exame
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https://exame.com/brasil/apos-criticas-diretor-da-ons-diz-que-leilao-de-reserva-e-indispensavel/
Linha de transmissão entra em operação no Rio de Janeiro e reforça segurança do sistema elétrico
A linha de transmissão Terminal Rio – Lagos (circuitos 1 e 2) em 500 quilovolts (kV), com 227 quilômetros (km) de extensão, localizada no estado do Rio de Janeiro entrou em operação comercial na última semana (6/5). O empreendimento viabiliza o escoamento da geração das usinas termelétricas Marlim Azul (565 megawatts - MW) e GNA II (1.673 megawatts - MW), reforçando o suprimento de energia à região Sudeste do país.
A nova infraestrutura reduz riscos de sobrecarga e aumenta a confiabilidade e a segurança energética do Sistema Interligado Nacional (SIN) ao realocar os fluxos de energia provenientes da UHE Belo Monte por meio do bipolo de corrente contínua e dos grandes empreendimentos de geração termelétrica da região anteriormente concentrados nas redes de 345 kV de menor capacidade.
Fonte: Gov.br
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11/05/2026
CPFL Energia renova concessões por mais 30 anos e reforça presença no setor elétrico da B3
A CPFL Energia, listada na bolsa de valores brasileira sob o código CPFL Energia (BOV:CPFE3), informou na noite de sexta-feira (08/05) que concluiu a assinatura dos Termos Aditivos dos Contratos de Concessão de Distribuição de Energia Elétrica de suas controladas CPFL Piratininga, CPFL Paulista e CPFL RGE. A medida garante a prorrogação das concessões por mais 30 anos, fortalecendo a estratégia de longo prazo da companhia no setor elétrico brasileiro.
Segundo a empresa, os novos contratos passam a produzir efeitos imediatos em suas cláusulas contratuais. As renovações entram oficialmente em vigor a partir de 23 de outubro de 2028 para a CPFL Piratininga, 6 de novembro de 2027 para a CPFL RGE e 20 de novembro de 2027 para a CPFL Paulista, conforme despachos do Ministério de Minas e Energia. O movimento é visto pelo mercado como um fator positivo para a previsibilidade operacional, estabilidade regulatória e manutenção da geração de caixa da companhia.
As três concessionárias da CPFL Energia possuem presença estratégica no segmento de distribuição elétrica brasileiro. Juntas, atendem aproximadamente 10,3 milhões de consumidores em 642 municípios distribuídos entre os estados de São Paulo e Rio Grande do Sul. A área total de concessão cobre cerca de 280,3 mil quilômetros quadrados e alcança uma população estimada em 21,8 milhões de habitantes...
Fonte: Advfn
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Migrações para o mercado livre de energia caem 36,5% no 1º trimestre
O número de consumidores que migraram para o mercado livre de energia somou 4.827 unidades no primeiro trimestre de 2026, segundo dados divulgados nesta semana pela CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica).
O volume representa uma queda de 36,5% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram registradas 7.603 migrações, indicando uma desaceleração após o forte ciclo de expansão observado em 2024 e 2025.
No mercado livre, os consumidores podem escolher o fornecedor de energia, negociar preços, prazos e condições contratuais, o que amplia a competitividade e abre espaço para redução de custos operacionais.
Em nota, a CCEE avaliou que o mercado passa por um movimento natural de acomodação após a abertura total do segmento de alta tensão.
“Após a rápida expansão das migrações ao mercado livre em 2024 e 2025, os dois primeiros anos da abertura do segmento para toda a alta tensão, o ritmo de crescimento passa por um período de acomodação. O volume de novos entrantes segue em patamares elevados na comparação com a média observada até 2023, mas em uma cadência mais equilibrada”, destacou a Câmara...
Fonte: Canal Solar
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https://canalsolar.com.br/migracoes-mercado-livre-caem-primeiro-tri/
Equatorial Energia renova concessões até 2060 e reforça posição no setor elétrico da B3
A Equatorial Energia (BOV:EQTL3) anunciou a assinatura de aditivos que prorrogam os contratos de concessão de distribuição de energia elétrica de duas de suas principais controladas: a Equatorial Pará Distribuidora de Energia e a Equatorial Maranhão Distribuidora de Energia. Com a renovação, os contratos passam a valer até 28 de julho de 2058, no Pará, e 11 de agosto de 2060, no Maranhão.
A informação foi divulgada pela companhia na sexta-feira (08/05), após o fechamento do mercado, e reforça a estratégia da Equatorial Energia de ampliar previsibilidade operacional e segurança regulatória em um momento em que investidores acompanham de perto empresas do setor elétrico da bolsa de valores brasileira. O movimento também fortalece a tese de longo prazo da EQTL3, especialmente diante da relevância das concessões renovadas para geração de caixa, expansão da base de ativos e distribuição de dividendos futuros.
A Equatorial Maranhão atende cerca de 7 milhões de habitantes distribuídos nos 217 municípios do estado e possui uma Base de Ativos Regulatória líquida de aproximadamente R$ 7,4 bilhões. Já a Equatorial Pará atende 8,7 milhões de pessoas em 144 municípios e possui uma Base de Ativos líquida estimada em R$ 8,5 bilhões, considerando a última revisão tarifária...
Fonte: Advfn
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Energisa renova concessões e projeta aporte recorde de R$ 18 bilhões em quatro estados
O Grupo Energisa consolidou, nesta sexta-feira (8), um marco decisivo para sua estratégia de longo prazo no mercado brasileiro de distribuição. Em cerimônia com o Ministério de Minas e Energia (MME), a holding assinou a renovação antecipada, por mais 30 anos, das concessões operadas em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba e Sergipe. O novo ciclo regulatório é acompanhado pelo anúncio de um plano de investimentos de R$ 18 bilhões para o quinquênio 2026-2030, atendendo a uma base de 5,7 milhões de clientes.
A assinatura dos aditivos contratuais encerra um período de incerteza regulatória e estabelece metas mais rigorosas de desempenho. Em média, os aportes previstos para os quatro estados apresentam um crescimento de 32% em relação ao ciclo anterior, com destaque para a Paraíba (+41%) e Mato Grosso (+38%).
Segurança Jurídica e Amadurecimento Regulatório
A antecipação dos contratos é vista pela companhia como um mecanismo fundamental para a previsibilidade do setor e a manutenção da qualidade do serviço em um cenário de transição energética...
Fonte: Cenário Energia
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EDP renova concessão em São Paulo por 30 anos e projeta R$ 5 bilhões em investimentos
A EDP, grupo luso-brasileiro com atuação integrada no setor elétrico, selou nesta sexta-feira (8) a renovação do seu contrato de concessão de distribuição de energia em São Paulo até 2058. A assinatura, realizada em cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília, oficializa a extensão por mais 30 anos da operação da companhia em 28 municípios paulistas, abrangendo regiões estratégicas como o Alto Tietê, Vale do Paraíba e Litoral Norte.
O novo contrato segue as diretrizes estabelecidas pelo Ministério de Minas e Energia (MME) e pela Aneel, que condicionam a renovação a critérios mais rigorosos de qualidade e continuidade. Ao antecipar o processo em dois anos, a EDP assegura estabilidade regulatória para um plano de expansão robusto: a empresa anunciou investimentos de R$ 5 bilhões entre 2025 e 2030, um incremento de 30% em relação ao ciclo anterior.
Compromisso com a resiliência e digitalização
A área de concessão da EDP São Paulo atende 2,2 milhões de unidades consumidoras. O novo aporte financeiro prioriza a modernização da infraestrutura energética para enfrentar os desafios de um cenário de eventos climáticos extremos. O plano inclui a automação extensiva do sistema e o reforço da robustez das redes para mitigar interrupções e acelerar o reestabelecimento do fornecimento...
Fonte: Cenário Energia
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Investimento em medidores inteligentes pode chegar a R$ 35 bilhões no Brasil, diz Envol
O Brasil precisará instalar entre 60 milhões e 70 milhões de medidores inteligentes nos próximos dez anos para viabilizar a digitalização da rede elétrica e a abertura do mercado livre de energia aos consumidores de baixa tensão, movimentando algo em torno de até R$ 35 bilhões em investimentos.
Para o CEO da Envol Energy Consulting, Alexandre Viana, o avanço desses equipamentos no Brasil exigirá a criação de políticas públicas de incentivo à fabricação nacional dos aparelhos.
Ele também lembra que os medidores inteligentes registram o consumo e a geração de energia em intervalos horários, permitindo medir com precisão quanto cada consumidor utiliza ou injeta na rede elétrica. Desta forma, Viana vê que os equipamentos terão papel central na transição energética, ao permitir uma valoração mais precisa da energia ao longo do dia e evitar distorções na forma como o consumo e a remuneração da eletricidade são realizados.
“Não se trata apenas de uma evolução tecnológica, mas de um elemento estruturante para a modernização do setor elétrico. Deveríamos discutir uma política industrial para o medidor eletrônico ou, ao menos, reduzir a dependência da importação desses equipamentos”, afirma...
Fonte: Megawhat.uol
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08/05/2026
Governo renova concessões de distribuição de energia em 13 estados; Enel fica de fora
O Ministério de Minas e Energia (MME) assina, nesta sexta-feira (8), a renovação antecipada dos contratos de concessão de 14 distribuidoras de energia elétrica. Duas delas já haviam firmado acordos semelhantes no ano passado.
A cerimônia de assinatura dos contratos, prevista para esta tarde, deve contar com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Segundo estimativas do ministério, os novos contratos devem viabilizar cerca de R$ 130 bilhões em investimentos até 2030, voltados à modernização e à expansão da rede elétrica.
Os recursos devem alcançar 13 estados e beneficiar aproximadamente 41,8 milhões de residências.
A medida, no entanto, não contempla a Enel, apurou o g1. A concessionária enfrenta um processo na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) que pode resultar na recomendação de caducidade da concessão em São Paulo, diante das sucessivas reclamações sobre a prestação de serviços, especialmente durante eventos climáticos extremos, desde 2023...
Fonte: G1. Globo
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Neoenergia (NEOE3) vai investir R$50 bilhões em distribuição
A Neoenergia (NEOE3), braço do grupo espanhol Iberdrola no Brasil, vai investir R$ 50 bilhões em suas cinco distribuidoras de energia até 2030 e olhará oportunidades de crescimento no negócio, visto como crucial para o processo de transição energética, disse o CEO, Eduardo Capelastegui.
O anúncio do plano bilionário de investimentos, que eleva os aportes em mais de 80% em relação ao programa plurianual anterior, ocorre junto da assinatura da renovação das concessões de três distribuidoras da Neoenergia por mais 30 anos, em cerimônia do governo federal programada para a tarde desta sexta-feira em Brasília.
A celebração dos aditivos contratuais com a União era o que faltava para dar previsibilidade à empresa e assegurar o compromisso de novos investimentos bilionários no Brasil, destacou Capelastegui.
“Isso nos permite anunciar o que será um volume de investimento recorde para a distribuição de energia, de R$50 bilhões em cinco anos, um incremento de 82% ante o que foi investido nos cinco anos anteriores”, disse...
Fonte: Money Times
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Brasil lidera ranking global de investimentos chineses e amplia protagonismo em energia, mineração e tecnologia
O Brasil voltou a ocupar a primeira posição entre os principais destinos globais de investimentos chineses em 2025, consolidando-se como peça estratégica na expansão internacional do capital da China. Segundo dados divulgados pelo Conselho Empresarial Brasil-China, o país atraiu 10,9% de todos os investimentos chineses realizados no mundo ao longo do ano.
Ao todo, os aportes chineses no Brasil somaram US$ 6,1 bilhões, crescimento de 45% em comparação com 2024. O desempenho colocou o país à frente dos Estados Unidos e da Guiana, que apareceram na sequência do ranking global.
O avanço reflete uma estratégia cada vez mais diversificada das empresas chinesas na maior economia da América Latina, com forte presença em setores considerados prioritários para a nova economia global, como energia limpa, mineração, mobilidade elétrica e tecnologia.
Entre os fatores que aumentam a atratividade brasileira estão o vasto mercado consumidor, a disponibilidade de recursos naturais, a matriz energética relativamente limpa e o potencial de crescimento industrial. Analistas do CEBC destacam ainda que poucos países reúnem simultaneamente essas características em escala comparável...
Fonte: Brasil in Foco
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Celesc acelera modernização do Meio Oeste catarinense com R$ 200 milhões em investimentos na rede elétrica
A Celesc intensificou o ciclo de modernização da infraestrutura elétrica no Meio Oeste catarinense, consolidando a região como um dos principais focos de investimento da companhia em Santa Catarina. Desde 2023, já foram destinados mais de R$ 143,6 milhões para obras de manutenção, expansão e reforço da rede elétrica, em uma estratégia voltada ao aumento da capacidade do sistema e à sustentação do crescimento econômico regional.
A previsão da companhia é de que os aportes alcancem aproximadamente R$ 200 milhões até o encerramento de 2026, configurando um dos maiores volumes de investimento já realizados no subsistema regional.
O avanço da infraestrutura elétrica ocorre em paralelo à expansão da atividade agroindustrial e ao aumento da demanda energética no interior catarinense, especialmente em segmentos que dependem de fornecimento robusto e redes trifásicas para suportar processos automatizados e ampliação da capacidade produtiva.
Expansão da rede elétrica impulsiona competitividade regional
Os investimentos executados pela Celesc fazem parte de uma estratégia integrada entre a companhia e o Governo de Santa Catarina para transformar a infraestrutura energética em vetor de desenvolvimento econômico regional...
Fonte: Cenário Energia
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Cemig acelera investimentos em Minas Gerais, amplia rede elétrica e reforça expansão em distribuição
A Cemig iniciou 2026 ampliando de forma acelerada os investimentos em infraestrutura energética em Minas Gerais. A companhia destinou cerca de R$ 1,5 bilhão ao estado no primeiro trimestre, avanço de 22,2% em relação ao mesmo período de 2025, consolidando o maior ciclo de investimentos da história da empresa.
O movimento ocorre em meio à crescente pressão por modernização das redes elétricas, expansão da capacidade do sistema e aumento da resiliência operacional diante da elevação da demanda energética e da intensificação dos eventos climáticos extremos.
Até o fim do ano, a companhia projeta investimentos totais de R$ 6,73 bilhões em Minas Gerais, com foco prioritário em distribuição, reforços estruturais e ampliação da confiabilidade do fornecimento para mais de 9,5 milhões de clientes.
Distribuição concentra maior volume de investimentos
A área de distribuição absorveu R$ 1,28 bilhão dos aportes realizados no trimestre, reafirmando o segmento como principal prioridade estratégica da companhia. Entre os principais projetos executados no período estão a entrega de seis novas subestações e a modernização de outra instalação já existente. As intervenções adicionaram 107,5 MVA à capacidade de transformação do sistema elétrico, ampliando a robustez da rede e criando condições para o crescimento da carga em diversas regiões do estado...
Fonte: Cenário Energia
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Renovação das distribuidoras: MME prevê R$ 130 bi em aportes sob novas regras do Decreto 12.068
O processo de renovação das concessões de distribuição de energia elétrica entrou em uma nova fase no Brasil, com potencial para movimentar R$ 130 bilhões em investimentos na infraestrutura do setor até 2030. A estimativa do Ministério de Minas e Energia (MME) considera o conjunto de 16 distribuidoras que aderem ao novo ciclo contratual, incluindo as concessionárias de Pernambuco e Espírito Santo, cujas renovações foram concluídas em 2025.
A reformulação dos contratos marca uma inflexão regulatória relevante para o segmento de distribuição, combinando ampliação de investimentos, metas mais rígidas de qualidade e mecanismos de fiscalização mais severos diante do avanço dos eventos climáticos extremos e do aumento da pressão sobre a confiabilidade do fornecimento.
O novo modelo está ancorado no Decreto 12.068/2024, considerado pelo governo um dos principais instrumentos para modernizar a infraestrutura elétrica e elevar a resiliência operacional das distribuidoras nos próximos 30 anos.
Expansão da rede e novas subestações concentram aportes
O volume bilionário previsto pelo MME será direcionado prioritariamente para expansão e modernização das redes de distribuição, construção de subestações e reforço da capacidade de atendimento diante do crescimento da demanda elétrica...
Fonte: Cenário Energia
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Abertura do mercado e modernização da rede exigem aporte de até R$ 35 bilhões em medição inteligente
A transição para um setor elétrico digital e centrado no consumidor no Brasil enfrenta um gargalo físico e financeiro: a infraestrutura de medição. Com o cronograma de abertura do mercado livre para a baixa tensão avançando, impulsionado pela Lei 15.269/2025, a substituição do parque de medidores analógicos por equipamentos inteligentes tornou-se uma corrida contra o tempo. Estimativas da Envol Energy Consulting indicam que o país precisará instalar entre 60 e 70 milhões de medidores inteligentes em um horizonte de 8 a 10 anos.
O desafio financeiro é proporcional à escala. Considerando o custo atual dos equipamentos entre R$ 400 e R$ 500, o investimento apenas na aquisição dos aparelhos pode variar entre R$ 25 bilhões e R$ 35 bilhões. Esse montante não inclui custos de instalação, integração de sistemas e infraestrutura de comunicação (AMI), o que deve elevar significativamente o Capex das distribuidoras.
O papel estruturante na valoração da energia
Para além da simples leitura remota, o medidor inteligente é o hardware que viabiliza a resposta da demanda e a tarifação horária, elementos essenciais para um sistema que caminha para a descentralização...
Fonte: Cenário Energia
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Axia Energia (AXIA3) reverte prejuízo e tem lucro de R$ 2,6 bilhões, com salto na geração
A Axia Energia (AXIA3), antiga Eletrobras, encerrou o primeiro trimestre de 2026 com lucro líquido de R$ 2,6 bilhões, revertendo o prejuízo de R$ 354 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em um resultado puxado pela melhora da geração, menores gastos com compra de energia e redução de provisões.
Em bases ajustadas — desconsiderando efeitos extraordinários — o lucro líquido somou R$ 3,7 bilhões, ante prejuízo ajustado de R$ 80 milhões um ano antes.
A receita operacional líquida cresceu 22,1% na comparação anual, para R$ 12,7 bilhões. O avanço veio principalmente do segmento de geração de energia, cuja receita subiu 35,3%, para R$ 9,4 bilhões.
Já a área de transmissão teve uma leve queda de receita, pressionada por ajustes contábeis regulatórios ligados ao setor elétrico.
Segundo a companhia, no documento publicado na noite desta quarta-feira (6), o trimestre foi marcado por “efeitos positivos com a venda de energia, menores gastos com compra de energia, redução das despesas operacionais e menor volume de provisões”...
Fonte: Money Times
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06/05/2026
Copel registra lucro recorrente de R$ 639 milhões no 1T26 e amplia Ebitda em 16,7%
A Companhia Paranaense de Energia (Copel) reportou, nesta terça-feira (05/05/2026), um lucro líquido recorrente de R$ 639 milhões no primeiro trimestre de 2026. O resultado representa um avanço de 10,7% em comparação ao mesmo intervalo do ano anterior, refletindo a sólida execução da estratégia de otimização de portfólio e gestão financeira.
O desempenho operacional, medido pelo Ebitda recorrente (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização), atingiu a marca de R$ 1,75 bilhão. Este montante indica uma expansão de 16,7% sobre o primeiro trimestre de 2025, sinalizando uma melhora nas margens operacionais da companhia em seus principais segmentos de atuação.
Alavancagem financeira e estrutura de capital
No encerramento de março de 2026, a Copel apresentou um índice de alavancagem de 2,8 vezes na relação dívida líquida sobre Ebitda. O indicador superou as 2,3 vezes registradas no 1T25, movimento que se justifica, em parte, pelo ciclo de investimentos e captações estratégicas realizadas para sustentar o crescimento orgânico e a manutenção de ativos...
Fonte: Cenário Energia
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Cemig eleva aporte em manutenção preventiva para R$ 438 milhões e mira resiliência climática em MG
A Cemig oficializou um robusto plano de investimento para a sustentabilidade operacional de sua rede em 2026. A concessionária mineira irá destinar R$ 438 milhões exclusivamente para ações de manutenção preventiva em 774 municípios de sua área de concessão. O montante representa um incremento de 15,2% em relação aos R$ 380 milhões aportados no ciclo anterior, sinalizando uma estratégia de longo prazo voltada à mitigação de falhas e à proteção da receita.
Este aporte em manutenção integra um pacote de investimentos ainda mais amplo: a companhia projeta injetar R$ 4,9 bilhões em obras de melhoria e expansão do sistema elétrico mineiro até o final deste ano. O foco está na modernização de ativos e no reforço da confiabilidade para uma base que supera os 9,5 milhões de consumidores.
Manutenção preditiva e tecnologia de campo
O plano de ação para 2026 combina intervenções físicas tradicionais com o uso intensivo de tecnologias de monitoramento. A Cemig planeja a execução de mais de 900 mil podas de árvores e a limpeza de faixa em 50 mil quilômetros de linhas, atacando uma das principais causas externas de interrupções: o contato da vegetação com a rede...
Fonte: Cenário Energia
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Light identifica 3,7 mil irregularidades em abril e recupera 4,1 GWh
A Light registrou um avanço significativo em sua estratégia de combate às perdas não técnicas no mês de abril. Através de um cronograma intensivo de fiscalizações em sua área de concessão, a companhia identificou 3.744 irregularidades, abrangendo desde ligações clandestinas (os populares “gatos”) até a manipulação de sistemas de medição em unidades consumidoras de grande porte.
As operações resultaram na recuperação de 4,171 GWh de energia em apenas um mês, volume equivalente ao consumo mensal de quase 21 mil residências. Além do impacto financeiro e operacional, as ações contaram com forte apoio do poder público, resultando em 20 registros de ocorrência policial e 13 prisões em flagrante.
Foco em comércios e residências de alto consumo
O balanço das inspeções de abril revela que a prática do furto de energia não está restrita a áreas vulneráveis. As equipes técnicas da distribuidora identificaram desvios em estabelecimentos comerciais de alta carga, como restaurantes e mercados, além de residências em bairros como Barra da Tijuca, Recreio e Bangu, bem como no município de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense...
Fonte: Cenário Energia
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ISA Energia Brasil consolida estratégia de crescimento com alta de 10,6% no EBITDA do 1T26
A ISA Energia Brasil (B3: ISAE4; ISAE3) iniciou o ano de 2026 com indicadores operacionais e financeiros robustos, colhendo os frutos de uma execução acelerada em seu portfólio de Greenfield. No primeiro trimestre do ano, a companhia registrou uma receita líquida regulatória de R$ 1,22 bilhão, alta de 8,3% em relação ao mesmo período de 2025. O destaque financeiro, contudo, recai sobre a receita ex-RBSE, que saltou 23,7%, totalizando R$ 762 milhões.
O desempenho reflete o cronograma agressivo de energizações, com destaque para a entrega do Bloco 2 de Piraquê (MG/ES) com 17 meses de antecedência. Além da entrada em operação de ativos como Água Vermelha (SP) e Riacho Grande (SP), o resultado foi impulsionado pelo reajuste inflacionário da Receita Anual Permitida (RAP) para o ciclo 2025/2026.
Eficiência Operacional e Gestão de Custos
A disciplina financeira foi um pilar central no balanço do trimestre. As despesas operacionais (PMSO) cresceram apenas 0,7%, ficando significativamente abaixo do IPCA acumulado no período (4,1%). Esse controle rigoroso permitiu que o EBITDA alcançasse R$ 1 bilhão, uma evolução de 10,6% no comparativo anual...
Fonte: Cenário Energia
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Gargalo na transmissão trava novos projetos de energia
O rápido avanço da geração de energia no Brasil, impulsionado sobretudo por subsídios a fontes renováveis, começa a expor um novo ponto crítico no setor elétrico: a transmissão. Em entrevista ao programa Alta Voltagem, da CNN, o presidente da Hitachi Energy para a América Latina Sul, Glauco Freitas, afirmou que o país saiu de uma escassez de oferta para um cenário em que o principal gargalo está na capacidade de escoar essa energia.
Segundo o executivo, o Brasil ampliou de forma significativa sua capacidade de geração nos últimos anos, o que reposicionou o país no cenário internacional. Entretanto, a expansão da transmissão não acompanhou esse ritmo.
“Desde a pandemia, crescemos em 30% nossa capacidade de geração. Isso é fantástico e tornou o Brasil referência mundial. O gargalo virou a transmissão de energia, que também é uma referência internacional, pois interliga todos os estados da federação, mas precisamos de uma rede mais robusta, inteligente, interconectada e resiliente”, afirmou...
Fonte: CNN Brasil
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https://www.cnnbrasil.com.br/infra/gargalo-na-transmissao-trava-novos-projetos-de-energia/
Consumo de energia recua em março, mas mercado livre de energia avança
O consumo nacional de energia elétrica somou 48.886 GWh em março de 2026, registrando retração de 2,3% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Trata-se da segunda queda consecutiva no indicador, sinalizando um arrefecimento recente da demanda no país, segundo a Resenha Mensal divulgada pela EPE (Empresa de Pesquisa Energética)
A redução disseminada entre os principais segmentos de consumo. O setor residencial apresentou queda de 2,6%, enquanto a indústria recuou 1,3%. No comércio, a retração foi mais moderada, de 0,4%. Já a categoria “outros”, influenciada principalmente pelo consumo rural, registrou a maior variação negativa, de 6,4%.
Apesar do desempenho mensal mais fraco, o consumo acumulado em 12 meses atingiu 566.242 GWh, mantendo-se praticamente estável na comparação com o período anterior.
Diferenças regionais
O comportamento da demanda variou entre as regiões do país. O Norte liderou o crescimento, com alta de 9,0%, seguido por Nordeste (+0,4%) e Centro-Oeste (+0,2%). Em sentido oposto, o Sudeste apresentou a maior queda, de 5,5%, enquanto o Sul recuou 1,7%.
Esse contraste regional indica que, mesmo com retração no agregado nacional, há áreas com expansão consistente do consumo, refletindo dinâmicas econômicas e climáticas distintas...
Fonte: Canal Solar
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https://canalsolar.com.br/consumo-energia-recua-mercado-livre-avanca/
04/05/2026
Brasil registra 2ª queda seguida no consumo de energia; setor rural desaba 6,4%
O mercado de energia elétrica brasileiro encerrou o mês de março com sinais de desaceleração. De acordo com os dados da mais recente Resenha Mensal, o consumo nacional somou 48.886 GWh, o que representa uma queda de 2,3% na comparação com março de 2025. Este resultado marca o segundo recuo mensal consecutivo, acendendo um alerta sobre o ritmo de demanda em setores-chave da economia.
A retração foi disseminada por todas as classes de consumo. O setor residencial, sensível a variações climáticas e tarifárias, registrou queda de 2,6%, enquanto o segmento industrial recuou 1,3%. O comércio apresentou uma estabilidade negativa com queda de 0,4%. No entanto, o impacto mais severo foi observado na categoria “outros consumos”, fortemente influenciada pelo desempenho do setor rural, que amargou uma redução de 6,4% no período.
Disparidades regionais marcam o desempenho do SIN
O comportamento do consumo no Sistema Interligado Nacional (SIN) não foi uniforme, evidenciando realidades econômicas distintas entre os subsistemas. O Norte manteve uma trajetória de forte expansão, com alta de 9,0%, impulsionado tanto pela base industrial quanto pela expansão da rede. O Nordeste (+0,4%) e o Centro-Oeste (+0,2%) apresentaram crescimentos marginais...
Fonte: Cenário Energia
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TAESA antecipa energização de subestação em Tangará e habilita mais de 50% da RAP do projeto
A Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A. (TAESA) deu mais um passo significativo na estratégia de antecipação de receitas e eficiência operacional. Em comunicado ao mercado, a companhia confirmou que o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) emitiu os Termos de Liberação para a energização da Subestação (SE) Açailândia, integrante da concessão Tangará Transmissora de Energia Elétrica S.A.
O marco é relevante para o fluxo de caixa da transmissora: com a entrada em operação deste ativo, o projeto Tangará adiciona aproximadamente R$ 23 milhões à sua Receita Anual Permitida (RAP) para o ciclo 2025-2026. Somado aos trechos que já estavam operacionais desde março, o empreendimento agora totaliza uma RAP habilitada de R$ 58,2 milhões, o que representa 53,8% da receita total prevista para o lote.
Antecipação regulatória e execução de projetos
Um dos pontos de maior destaque na entrega da SE Açailândia é o cronograma de execução. A TAESA conseguiu colocar os ativos em operação com uma antecipação de cerca de 23 meses em relação ao prazo regulatório estabelecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), originalmente previsto para março de 2028...
Fonte: Cenário Energia
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IA e operações autônomas aceleram transformação da indústria de energia global até 2030
A convergência entre inteligência artificial, automação industrial e transição energética está acelerando uma mudança estrutural no setor global de energia. Um novo estudo da Schneider Electric aponta que empresas dos segmentos de energia e químicos estão ampliando rapidamente os investimentos em operações autônomas, em um movimento que deve redefinir os modelos operacionais da indústria até o fim da década.
O levantamento, realizado com 400 executivos seniores em 12 países, revela que o setor se aproxima de um ponto de inflexão tecnológico: cerca de um terço das operações industriais já funciona de maneira totalmente autônoma, enquanto as empresas projetam atingir quase 50% de autonomia operacional até 2030.
A pesquisa mostra ainda que a pressão por produtividade, eficiência energética, segurança operacional e redução de custos está levando as companhias a acelerar investimentos em digitalização industrial, IA aplicada à energia, automação avançada e arquiteturas definidas por software...
Fonte: Cenário Energia
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O medidor inteligente de energia que deveria modernizar a conta de luz britânica virou motivo de rejeição doméstica, acumulou falhas em cerca de 3 milhões de aparelhos e mostrou como uma tecnologia pode fracassar antes de ganhar confiança
O medidor inteligente de energia que deveria modernizar a conta de luz britânica acabou virando motivo de rejeição dentro de muitas casas.
A ideia parecia simples. Os smart meters substituiriam medidores antigos, ajudariam a reduzir erros na cobrança e dariam ao consumidor uma visão mais clara do próprio consumo. Mas o programa britânico enfrentou atrasos, falhas técnicas e desconfiança pública.
As informações foram divulgadas por Parlamento do Reino Unido, órgão legislativo britânico. Em março de 2023, apenas 57% dos medidores de gás e eletricidade na Grã Bretanha eram inteligentes, enquanto cerca de 3 milhões de aparelhos não funcionavam corretamente.
O programa britânico de smart meters foi criado para modernizar a medição de energia. A promessa era deixar a cobrança mais precisa, reduzir leituras erradas e permitir que famílias acompanhassem melhor o consumo no dia a dia.
Na prática, a tecnologia entrou em um ambiente sensível. O medidor fica dentro da casa ou ligado diretamente à rotina doméstica. Por isso, qualquer dúvida sobre privacidade, cobrança ou funcionamento ganha peso muito maior.
A rejeição não surgiu apenas por medo. O avanço lento, as falhas reais e a dificuldade de convencer parte da população mostraram que tecnologia essencial precisa de confiança antes de escala...
Fonte: Click Petróleo e Gás
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Operação Equi-Cobre: Equatorial mobiliza sete estados contra o furto de cabos e equipamentos
O Grupo Equatorial deflagrou, na manhã desta quarta-feira (22), a primeira edição de 2026 da Operação Equi-Cobre. A iniciativa, que possui caráter preventivo, educativo e de fiscalização, visa desarticular redes de furto e receptação de cabos de cobre e componentes da infraestrutura elétrica. A ofensiva foi realizada de forma simultânea nos sete estados onde a holding controla concessões de distribuição: Maranhão, Pará, Piauí, Alagoas, Goiás, Amapá e Rio Grande do Sul.
O balanço inicial da mobilização aponta para vistorias em 101 estabelecimentos distribuídos por 22 cidades. O esforço conjunto resultou na apreensão de 1.320,1 kg de materiais elétricos e na prisão de seis indivíduos envolvidos em atividades ilícitas.
Estratégia de segurança e continuidade do serviço
Mais do que a recuperação física dos ativos, a Operação Equi-Cobre foca no combate ao mercado ilegal que sustenta o comércio de materiais pertencentes às concessionárias. Para o setor elétrico, o furto de cabos é um desafio operacional crítico, pois impacta diretamente os indicadores de continuidade do fornecimento e coloca em risco a segurança de pedestres e técnicos da rede.
Para sustentar a integridade dos ativos, o Grupo Equatorial aposta no fortalecimento da parceria com as Secretarias de Segurança Pública, Polícias Civil e Militar, além das Guardas Civis Municipais...
Fonte: Cenário Energia
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Área técnica do TCU diz não haver impedimento para renovação da Enel RJ
A área técnica de energia do TCU (Tribunal de Contas da União) emitiu instrução nesta quarta-feira (29) em que concluiu que o processo de renovação da concessão da Enel Rio de Janeiro atendeu aos requisitos legais. A análise reforçou que houve “deficiência grave” da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) pela não conclusão de fiscalização sobre indicadores de continuidade fornecidos pela distribuidora e que são analisados no processo de prorrogação. Apesar disso, os técnicos do tribunal afirmaram não ver impedimento à assinatura do novo contrato.
“A inconformidade processual descrita não constitui óbice à renovação contratual, sobretudo diante da ausência de conclusão técnica inequívoca que a inviabilize e da inexistência de elementos suficientes que comprovem o descumprimento, pela Enel-RJ, dos requisitos relativos ao critério de eficiência da continuidade”, diz o parecer da AudElétrica (Unidade de Auditoria Especializada em Energia Elétrica e Nuclear).
A instrução analisou, além da concessão da Enel Rio, o processo envolvendo a renovação da Equatorial Pará, também concluindo que não há impedimento para a assinatura do contrato da concessionária.
Fonte: Agência Infra
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CPFL Lidera Ranking Aneel: Excelência em Qualidade no Fornecimento de Energia
A excelência operacional no setor de distribuição de energia elétrica brasileiro tem nome e sobrenome. Pelo quarto ano consecutivo, as distribuidoras da CPFL Energia — CPFL Piratininga, CPFL Santa Cruz e CPFL Paulista — ocupam o topo dos indicadores de qualidade da Aneel. O desempenho reafirma o compromisso das concessionárias com a continuidade do serviço, consolidando-as como referência nacional no fornecimento de energia para milhões de consumidores no estado de São Paulo.
Os dados, divulgados pelo órgão regulador, utilizam como métrica os índices DEC (Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora) e FEC (Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora). Em termos práticos, esses indicadores refletem quanto tempo, em média, cada cliente ficou sem luz e quantas vezes o fornecimento foi interrompido no período. Manter a liderança por quatro anos seguidos não é apenas um feito estatístico; é um atestado de resiliência e investimento contínuo.
O Segredo por Trás dos Números de Qualidade da CPFL Energia
Manter indicadores de qualidade da distribuição tão rigorosos exige uma combinação de tecnologia de ponta e gestão de ativos focada na antecipação de falhas. A companhia tem implementado, sistematicamente, planos de automação da rede e a utilização de ferramentas de diagnóstico preditivo. Em um cenário onde eventos climáticos extremos se tornam mais frequentes, a capacidade da empresa de monitorar e restabelecer o sistema rapidamente tem sido o diferencial competitivo que a separa das demais concessionárias do país...
Fonte: Energia Limpa.live
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