29/06/2026
Energisa identifica 2 mil irregularidades de furto de energia elétrica
A Energisa Sergipe identificou, até o mês de junho deste ano, aproximadamente 2 mil irregularidades de furto de energia elétrica. O furto de energia, popularmente conhecido como “gato”, é crime previsto no Código Penal e traz prejuízos diretos à população, como sobrecarga da rede elétrica, risco de acidentes graves e impacto na qualidade do fornecimento.
Somente este ano, foram recuperados 5,05 GWh de energia, o que seria suficiente para abastecer o município de Maruim por quatro meses. O coordenador de equipes de campo, Francis Guimarães, destaca que, além das inspeções diárias, a Energisa tem investido em tecnologias para identificar essas irregularidades com mais precisão.
“O combate ao furto de energia elétrica tem avançado com o uso de tecnologias. A Energisa investe em inteligência de dados e equipamentos modernos que permitem monitorar o consumo em tempo real e detectar desvios com maior precisão. Entre as ferramentas utilizadas estão sistemas que analisam padrões de consumo e sinalizam possíveis irregularidades de forma automatizada”, explica...
Fonte: Faxaju
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https://www.faxaju.com.br/energisa-identifica-2-mil-irregularidades-de-furto-de-energia-eletrica/
Aneel define nova estrutura para secretaria responsável por leilões de energia
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), por meio de uma portaria do diretor-geral, estabeleceu a nova estrutura organizacional e o funcionamento da Secretaria de Leilões (SEL), órgão vital para a expansão do sistema elétrico brasileiro. A decisão, motivada pela necessidade de modernizar a gestão de certames, oficializa a distribuição de sete cargos e funções comissionadas, que variam entre os níveis FCE 1.05 e FCE 1.16. O ato administrativo foi publicado nesta segunda-feira (22 de junho) no Diário Oficial da União (DOU), por meio da Portaria nº 7.106/2026.
A resolução detalha como a unidade deve planejar, operacionalizar e gerir os processos de licitação de empreendimentos de energia no país. A secretaria passa a ser dividida em três eixos principais: a Coordenação de Leilões de Geração e Armazenamento (COLGE), a Coordenação de Leilões de Transmissão e Distribuição (COLTD) e o Núcleo de Suporte à Gestão (NSG). O objetivo central é garantir maior eficiência na elaboração de editais e contratos, além de assegurar o cumprimento de cronogramas estratégicos para o setor...
Fonte: O Tempo
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Brasil x Japão: por que o sistema elétrico japonês é um dos mais curiosos do mundo?
Enquanto Brasil e Japão se enfrentam nesta segunda-feira (29) pelos 16 avos de final da Copa do Mundo, uma curiosidade pouco conhecida fora do setor elétrico chama atenção: o país asiático opera um dos sistemas elétricos mais peculiares do planeta.
Diferentemente da maioria dos países, que utilizam uma única frequência elétrica em todo o território nacional, o Japão mantém dois padrões distintos de operação. A região leste do país funciona a 50 Hz, enquanto a oeste opera a 60 Hz, exigindo a utilização de estações conversoras para permitir a troca de energia entre as duas regiões.
A divisão remonta ao final do século XIX, quando empresas japonesas importaram equipamentos elétricos de fornecedores diferentes. Enquanto Tóquio adotou equipamentos alemães de 50 Hz, Osaka optou por máquinas norte-americanas de 60 Hz. Mais de um século depois, essa decisão histórica continua influenciando a operação do sistema elétrico japonês.
Renováveis ganham espaço, mas térmicas ainda lideram
Apesar dos avanços da transição energética, o Japão ainda depende fortemente de usinas termelétricas para garantir a segurança do abastecimento. Segundo dados oficiais do ano fiscal de 2024, as fontes renováveis responderam por cerca de 23% da geração elétrica do país, enquanto as usinas térmicas mantiveram participação de aproximadamente 67,5% na matriz elétrica japonesa...
Fonte: Canal Solar
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Cemig investe R$ 51 milhões em subestação para eliminar restrições de rede no Campo das Vertentes
A consolidação da infraestrutura elétrica como vetor de expansão econômica ganhou um novo marco na região do Campo das Vertentes, em Minas Gerais. A Cemig e o Governo do Estado realizaram uma visita técnica à recém-implantada subestação São Tiago. O empreendimento demandou um aporte de aproximadamente R$ 51 milhões, configurando uma intervenção estratégica para readequar o perfil de atendimento de uma região caracterizada pela forte expansão da demanda agroindustrial.
A instalação cumpre a função de descentralizar o atendimento local, beneficiando diretamente cerca de 50 mil clientes distribuídos entre os municípios de São Tiago, São João del Rei, Ritápolis e Conceição da Barra de Minas. O ativo eleva a flexibilidade operativa da rede e amplia as margens de potência instalada, mitigando os riscos de interrupções e oscilações no suprimento de energia em cenários de pico de carga.
Descentralização operativa e incremento de potência firme
Com uma potência nominal instalada de 15 MVA, a estrutura representa a primeira unidade de transformação de alta para média tensão construída no município de São Tiago. Sob a perspectiva de engenharia de sistemas de potência, o projeto corrige uma vulnerabilidade histórica da configuração de rede local: anteriormente, o abastecimento da cidade dependia de forma exclusiva da Subestação São João Del-Rei 2...
Fonte: Cenário Energia
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IA pode acelerar negócios da WEG com demanda de energia e transmissão; entenda
Um relatório do JPMorgan divulgado nesta sexta-feira (26) reforça a ideia de que a corrida da Inteligência Artificial (IA) está exigindo uma transformação profunda na forma como a energia elétrica é transportada e distribuída no mundo. Com computadores que consomem uma quantidade massiva de eletricidade, há uma oportunidade de gerar novos vetores de crescimento para os fabricantes de equipamentos elétricos pesados.
Segundo os analistas do JPMorgan, as conversas entre investidores focados na WEG (WEGE3) têm se concentrado justamente em como modernizar as redes de energia para que elas deem conta de toda essa carga.
A WEG possui exposição direta a essa tendência por meio de seu segmento de Energia GTD (Geração, Transmissão e Distribuição), divisão responsável por fabricar desde geradores até grandes transformadores. Somente essa área responde por cerca de 38% da receita da companhia no primeiro trimestre de 2026.
Atualmente, a empresa é negociada a um múltiplo de 20,6 vezes o EV/EBITDA (Valor da Empresa sobre Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) estimado para 2026, patamar ligeiramente acima da média de 18,4 vezes de seus concorrentes mundiais...
Fonte: Infomoney
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Bandeira tarifária em julho permanece amarela
A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) informa que a bandeira tarifária para o mês de julho de 2026 permanecerá amarela. Com isso, a conta de luz dos consumidores de energia elétrica continua tendo acréscimo de R$ 1,885 a cada 100 kWh.
A manutenção da bandeira amarela, ativa desde o mês de abril, reflete condições menos favoráveis de geração no País, típicas do período seco, quando há redução nos níveis dos reservatórios das hidrelétricas e necessidade de acionamento de usinas termelétricas, que possuem custo mais elevado.
O sistema de bandeiras tarifárias permite ao consumidor acompanhar, em tempo real, as condições de geração e seus impactos nos custos da energia elétrica. A medida reforça a transparência tarifária e incentiva o uso consciente da energia.
Diante desse cenário, a Agência reforça a importância da adoção de hábitos eficientes de consumo para evitar desperdícios e contribuir para a economia doméstica e a sustentabilidade do setor elétrico.
Fonte: Gov.br
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26/06/2026
AXIA Energia investe R$ 78MM na digitalização de subestações
A AXIA Energia está investindo R$ 78 milhões no projeto EletroBIM, iniciativa de digitalização de subestações que já modelou 51 ativos com tecnologias BIM, GeoBIM e Digital Twin, abrangendo cerca de 5,7 milhões de metros quadrados. Até 2029, a companhia pretende expandir a plataforma para 269 subestações, com meta de alcançar 80 empreendimentos integrados ao novo fluxo digital ainda em 2026.
A adoção dos modelos digitais pode gerar economia entre R$ 200 mil e R$ 1 milhão por empreendimento, reduzindo a necessidade de visitas a campo em subestações em operação. A iniciativa também já contribuiu para uma redução de 25% nas inspeções técnicas em áreas energizadas, aumentando a segurança das equipes.
Segundo a empresa, o EletroBIM garante 100% de aderência aos cronogramas e proporciona ganhos de 30% a 50% no tempo de desenvolvimento de projetos executivos. A compatibilização antecipada em ambiente BIM permite identificar interferências, questões de acessibilidade e montagem ainda na fase de projeto, reduzindo retrabalhos.
Em abril de 2026, a AXIA Energia recebeu o Prêmio Inovainfra 2026, da revista O Empreiteiro, na categoria Energia, em reconhecimento aos resultados alcançados pelo projeto...
Fonte: Brasil Energia
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https://brasilenergia.com.br/energia/axia-energia-investe-r-78mm-na-digitalizacao-de-subestacoes
IA transforma dados em decisões e fortalece a operação do setor elétrico, destaca vice-presidente de tecnologia do Grupo Energisa no Energy Summit
A inteligência artificial deixou de ser uma promessa para se tornar uma ferramenta estratégica na operação do setor elétrico. Foi essa a principal mensagem levada por Gustavo Valfre, vice-presidente de Tecnologia do Grupo Energisa, durante o painel "IA Aplicada à Energia: Eficiência, Previsão e Decisão em Escala", realizado na terça-feira (23), no Energy Summit, no Rio de Janeiro.
Ao lado de representantes da Deloitte, NTT Data e Axia Energia, Valfre apresentou como o Grupo vem utilizando inteligência artificial, analytics avançado e plataformas digitais para tornar a operação mais eficiente, ampliar a capacidade de antecipação de eventos e oferecer uma experiência cada vez melhor aos clientes.
Segundo ele, o diferencial competitivo do setor não está apenas na adoção de novas tecnologias, mas na capacidade de transformar dados em decisões que gerem resultados concretos.
IA aplicada da operação ao atendimento
Durante o debate, o vice-presidente destacou que a estratégia do Grupo Energisa está baseada em resolver problemas reais do negócio, utilizando inteligência artificial para apoiar decisões e aumentar a eficiência operacional...
Fonte: Energisa
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Novo mapa da transmissão do MME aponta onde o setor elétrico vai investir bilhões até 2032
O MME (Ministério de Minas e Energia) publicou a 5ª Emissão do POTEE 2025 (Plano de Outorgas de Transmissão de Energia Elétrica), documento que consolida as necessidades de ampliações, reforços e desativações da Rede Básica e demais instalações do SIN (Sistema Interligado Nacional).
A atualização foi aprovada por meio da Portaria SNTEP/MME nº 3.146 e serve como referência para o planejamento e a expansão da infraestrutura de transmissão no Brasil.
Elaborado a partir dos estudos técnicos desenvolvidos pelo próprio MME e pela EPE (Empresa de Pesquisa Energética), ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) e ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), o documento estabelece as necessidades de investimentos no curto e médio prazo e orienta futuras autorizações e processos licitatórios do segmento.
Na prática, o POTEE funciona como uma espécie de “bússola” para o setor de transmissão, ao indicar oficialmente as obras necessárias, seus prazos de implantação e as datas estimadas para entrada em operação comercial. Essas informações também servirão de referência para as futuras autorizações emitidas pela ANEEL...
Fonte: Canal Solar
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Marcos Alexandre de Campos assume a EDP Espírito Santo com meta de investir R$ 5 bilhões
A EDP anunciou a troca de comando de sua operação de distribuição de energia no Espírito Santo. O engenheiro eletricista Marcos Alexandre de Campos assume o cargo de diretor-geral no estado capixaba, trazendo na bagagem uma trajetória de quase quatro décadas dentro do grupo e o desafio de liderar a execução de um robusto plano de expansão. O planejamento estratégico desenhado pela companhia prevê aportes da ordem de R$ 5 bilhões na concessão até 2030.
O executivo chega ao mercado capixaba após uma passagem recente pela liderança da EDP São Paulo, onde atuou entre fevereiro de 2024 e abril de 2026. Em solo paulista, Campos esteve à frente da distribuidora que atende 28 municípios, sendo o responsável direto pela governança, planejamento e gestão de áreas críticas, como Operação, Manutenção, Projetos, Construção de Redes e Relacionamento com Clientes e Comunidades.
Foco em transição energética e resiliência climática
Com formação em engenharia elétrica e MBAs em Gestão Empresarial e Executivo Internacional, o novo diretor-geral possui 38 anos de atuação no Grupo EDP, com experiências acumuladas tanto no mercado brasileiro quanto em Portugal. A movimentação reforça a aposta da companhia em quadros técnicos de alta liderança para enfrentar o atual cenário de transformação do setor elétrico...
Fonte: Cenário Energia
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Elea e AXIA Energia fecham parceria para erguer primeiro data center focado em IA na Região Amazônica
A Elea Data Centers e a AXIA Energia anunciaram a assinatura de um acordo estratégico para a construção e operação do primeiro data center de alta densidade voltado para Inteligência Artificial (IA) na Região Amazônica. Localizado em Belém (PA), o empreendimento, batizado de BEL1, marca o início de uma nova fronteira para a infraestrutura digital e para o mercado livre de energia no Norte do país. A previsão é que a unidade entre em operação comercial no segundo trimestre de 2027, impulsionada pelo fornecimento de energia 100% renovável estruturado pela comercializadora da AXIA.
O projeto inicia sua trajetória com uma capacidade instalada de 7,5 MW, montante que já conta com o lastro de contratos firmados com clientes âncora de grande porte do segmento corporativo e de tecnologia. O planejamento de longo prazo prevê um desenho modular com potencial de expansão escalonável para atingir até 100 MW de potência nas próximas fases regulatórias e operacionais, acompanhando o avanço das cargas de trabalho de processamento de dados na região...
Fonte: Cenário Energia
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BESS pode atrair R$ 57 bilhões em investimentos no Brasil até 2035
O mercado brasileiro de armazenamento de energia por baterias (BESS, na sigla em inglês) tem potencial para movimentar cerca de R$ 57 bilhões em investimentos até 2035. A projeção consta no relatório “Sistemas de Armazenamento: desafios, oportunidades e perspectivas para o Setor Elétrico Brasileiro”, elaborado pela consultoria Deloitte.
Segundo o estudo, a estimativa foi construída com base em dados do PDE (Plano Decenal de Expansão de Energia 2035), elaborado pela Empresa de Pesquisa Energética. A análise considera a evolução da capacidade instalada de sistemas de armazenamento e a demanda futura por contratação desses recursos no SIN (Sistema Interligado Nacional.
O cálculo parte da necessidade estimada de aproximadamente 1,7 GW para o primeiro leilão de capacidade voltado a sistemas de armazenamento, previsto para dezembro deste ano, e considera a realização de certames anuais até 2035.
O avanço da tecnologia tem sido expressivo em nível global. De acordo com a Deloitte, a capacidade instalada de armazenamento por baterias passou de cerca de 1 GW em 2013 para mais de 85 GW em 2023. Somente no último ano do período analisado, foram adicionados aproximadamente 40 GW, volume superior ao dobro do registrado em 2022, conforme dados da Agência Internacional de Energia...
Fonte: Canal Solar
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Abradee reage a mudanças no PL dos Postes e diz que conta de luz pode subir R$ 2 bilhões por ano
A Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) intensificou a defesa da aprovação, sem alterações, do texto do Projeto de Lei nº 3.220/2019, que estabelece novas regras para o compartilhamento de postes entre distribuidoras de energia e empresas de telecomunicações. A entidade afirma que mudanças em discussão na Câmara dos Deputados podem elevar as tarifas de energia em até R$ 2 bilhões por ano ao criar uma nova estrutura para administrar os postes.
O projeto foi aprovado pelo Senado em abril e tramita em regime de urgência na Câmara dos Deputados. Há anos os setores elétrico e de telecomunicações debatem o assunto, sem convergência em torno de uma solução para estabelecer regras de uso compartilhado da infraestrutura aérea.
Segundo a Abradee, a principal preocupação é a possibilidade de alterações no texto aprovado pelos senadores para tornar obrigatória a atuação de um gestor específico da infraestrutura de postes, figura que ficou conhecida durante as discussões como “posteiro”...
Fonte: Telesíntese
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24/06/2026
Ceará pode receber R$ 5,68 bi para energia e data centers
O Ceará está no centro de um novo estudo da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) que propõe ampliar a capacidade de transmissão de energia para atender grandes projetos industriais a partir de 2032. A iniciativa mira especialmente empreendimentos eletrointensivos, como data centers e plantas de hidrogênio verde, considerados estratégicos para o crescimento econômico do estado.
O estudo recomenda obras que ampliem a infraestrutura elétrica entre Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte. A proposta busca garantir energia para novos investimentos e eliminar gargalos de transmissão que limitam a expansão de grandes consumidores.
Capacidade energética
O Estudo Prospectivo para Inserção de Cargas Eletrointensivas na Região Nordeste prevê um aumento de 4 GW na capacidade do sistema de transmissão nas regiões de Parnaíba, no Piauí, e do Pecém, no Ceará.
Para viabilizar esse crescimento, a EPE recomenda a construção da Subestação Pecém IV em 500 kV. Além disso, o plano inclui a implantação de 1.848 quilômetros de linhas de transmissão em alta tensão conectando os três estados nordestinos.
Segundo a estatal, a solução também elimina restrições existentes entre Ceará e Piauí, permitindo a entrada simultânea de novas cargas e o aproveitamento da geração renovável disponível na região...
Fonte: Trendsce
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https://www.trendsce.com.br/2026/06/24/ceara-pode-receber-r-568-bi-para-energia-e-data-centers/
Aneel: receitas com instalações de transmissão de energia totalizam R$ 54,95 bi para 2026/2027
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta quarta-feira, 24, que o cálculo das receitas referentes às instalações de transmissão de energia, em operação comercial, totalizam R$ 54,95 bilhões para o ciclo 2026/2027. Esse patamar representa crescimento de 9,41% em relação ao ciclo anterior. O efeito médio estimado para os consumidores finais é de 1,1%.
O montante abarca 356 contratos de concessão de 258 empresas transmissoras de energia elétrica. A reguladora informou a conclusão do processo de cálculo das Receitas Anuais Permitidas (RAP) das transmissoras e das Tarifas de Uso do Sistema de Transmissão (TUST), com vigência de 1º de julho de 2026 a 30 de junho de 2027.
A receita total no processo passou de R$ 51,6 bilhões para R$ 56,5 bilhões, elevação de 9,3%. A cifra considera componentes financeiros, orçamento do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e obras previstas para entrar em operação comercial ao longo do ano. O aumento é explicado pela atualização contratual das receitas, pela expansão da rede de transmissão e por componentes financeiros regulatórios...
Fonte: Uol
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Armazenamento de energia impulsiona adoção de “peak shaving” e “load shifting” em empresas de todo Brasil
O avanço do mercado de armazenamento de energia no Brasil tem impulsionado a adoção de sistemas de baterias em diversos segmentos da economia, como comércio, indústria, hotelaria e agronegócio.
Cada vez mais, projetos desenvolvidos com sistemas BESS (Battery Energy Storage System) vêm sendo utilizados para reduzir custos com energia, aumentar a autonomia energética e diminuir a dependência de geradores a diesel, especialmente em regiões remotas.
Entre os exemplos estão empreendimentos que utilizam estratégias conhecidas como “peak shaving”, que reduz os picos de cargas requeridas pela rede e “load shifting”, nas quais a energia é armazenada em horários de menor tarifa e utilizada nos períodos de ponta.
Segundo informações divulgados pela Huawei Digital Power, projetos implementados com o sistema LUNA2000 da fabricante têm demonstrado viabilidade econômica ao otimizar o consumo elétrico e reduzir o uso de geradores a diesel, registrando economias de até 20% nos custos com energia elétrica...
Fonte: Canal Solar
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ONS e CCEE reestruturam Comitê PMO/PLD para calibrar preços e modelos
O setor elétrico brasileiro avança em uma nova etapa de aperfeiçoamento da governança associada ao planejamento da operação e à formação de preços de curto prazo. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) anunciaram a ampliação da estrutura do Comitê Técnico do PMO/PLD, iniciativa que ganha relevância em um momento de crescente complexidade operacional do Sistema Interligado Nacional (SIN), marcado pela expansão das fontes renováveis variáveis e pela necessidade de sinais econômicos mais aderentes à realidade do sistema.
A reformulação do colegiado contempla a criação de dois novos grupos de trabalho, o lançamento de uma plataforma digital dedicada ao compartilhamento de informações técnicas e o fortalecimento das atribuições do fórum, que passaram a ter respaldo regulatório mais amplo após a entrada em vigor da Resolução Normativa ANEEL nº 1.144/2025.
O movimento ocorre em alinhamento às diretrizes do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) e busca aumentar a consistência entre os modelos computacionais utilizados no planejamento energético e aqueles responsáveis pela formação do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD), principal referência econômica do mercado de curto prazo...
Fonte: Cenário Energia
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TCP Partners Firma Parceria com a Espanhola AtZ para Alavancar Operações de M&A em Infraestrutura e Energia
O mercado de fusões e aquisições (M&A) e a captação de recursos para projetos de infraestrutura de grande porte na América Latina ganharam um novo canal de liquidez internacional. A TCP Partners, companhia brasileira de investimentos e gestão corporativa, oficializou um acordo de parceria estratégica com a AtZ Investment Partners, butique de serviços de investment banking sediada em Madri, na Espanha.
A aliança foi desenhada para conectar fluxos de capital entre os mercados europeu e latino-americano, estabelecendo uma plataforma conjunta de assessoria financeira especializada em transações de M&A, estruturação de dívidas, captação de recursos (funding) e reestruturações corporativas complexas. O movimento ocorre em um cenário no qual fundos estrangeiros e operadores europeus buscam ampliar a exposição em ativos estruturais da região, com destaque para os segmentos de energia e logística.
Plataforma Transfronteiriça e Foco Setorial em Infraestrutura
Com a consolidação do acordo operacional, as duas instituições passam a atuar de forma coordenada por meio de estruturas físicas e presença local nos centros financeiros de São Paulo e Madri. A capilaridade da parceria é reforçada por uma rede de escritórios e colaboradores associados distribuídos por economias estratégicas das Américas, englobando Colômbia, Chile, Equador, Argentina, México e Estados Unidos...
Fonte: Cenário Energia
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Energisa adota IA conversacional da Blip e atinge 93,8% de assertividade em chamados de falta de energia
A digitalização do atendimento em distribuidoras de energia elétrica ganhou um novo patamar de eficiência operacional com os resultados recentes da Energisa. A companhia estruturou uma jornada automatizada baseada em Inteligência Artificial (IA) conversacional para gerenciar ocorrências críticas de interrupção no fornecimento. Utilizando a plataforma Studio, desenvolvida pela Blip, a concessionária processou mais de 136 mil requisições entre novembro de 2025 e janeiro de 2026, alcançando um índice de assertividade de 93,8% na classificação dos chamados e uma taxa média de confiança de 96%.
A aplicação da tecnologia foca em um dos maiores gargalos operacionais e de relacionamento das distribuidoras de utilities: a triagem rápida de reclamações de falta de energia durante contingências climáticas ou picos de demanda. A IA conversacional foi integrada para decodificar e processar com exatidão relatos de consumidores que variam desde avisos curtos até descrições altamente complexas e com forte teor emocional, envolvendo a presença de eletrodependentes (usuários de equipamentos médicos vitais) ou idosos na residência, cenários em que o erro de priorização pode gerar severas sanções regulatórias...
Fonte: Cenário Energia
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Light Capta R$ 1,24 Bilhão em Primeira Etapa de Aumento de Capital
A Light S.A. deu um passo decisivo para consolidar o reequilíbrio de sua estrutura de capital e pavimentar a saída de seu processo de recuperação judicial. Em comunicado oficial direcionado ao mercado financeiro na noite desta segunda-feira (22), a concessionária de distribuição de energia do Rio de Janeiro informou ter captado R$ 1,24 bilhão na primeira rodada de seu aumento de capital social.
A operação financeira integra o núcleo de compromissos vinculantes homologados junto aos credores, visando recompor a liquidez da companhia e assegurar a sustentabilidade das operações de rede na região metropolitana fluminense.
Detalhes Operacionais e Alocação de Sobras na B3
Durante o período de subscrição prioritária, os investidores converteram direitos e adquiriram um total de 197,2 milhões de novas ações ordinárias, precificadas ao valor fixo de R$ 6,29 por papel. Como o planejamento estratégico e o desenho regulatório do aumento de capital preveem um teto de emissão de até 238,4 milhões de ações, a rodada inicial resultou em uma sobra residual de 41,2 milhões de papéis não subscritos...
Fonte: Cenário Energia
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22/06/2026
Metade de Florianópolis já conta com medidores inteligentes da Celesc
Florianópolis alcançou a marca de 50% das unidades consumidoras atendidas pelos medidores inteligentes. A nova tecnologia está substituindo as medições manuais, coletando informações sobre consumo em tempo real e dando mais agilidade para o religamento da energia. O investimento total deve superar os R$116 milhões.
Esse é um passo importante para a modernização do sistema elétrico e faz parte de uma série de investimentos da companhia em conjunto com o Governo de Santa Catarina no período entre 2023 e 2026. Ao todo, os aportes devem superar os R$5 bilhões até o fim do ano.
“Os investimentos na modernização da nossa prestação de serviço é uma forma de reforçar o compromisso da Celesc com cada família e cada cidadão catarinense. Acreditamos que um atendimento eficiente deve ser sempre moderno e facilitado, consumindo menos recursos naturais, com menos burocracia e muito mais veloz”, declarou o diretor do Departamento Comercial da Celesc é Wagner Felipe Vogel..
Fonte: Informe Floripa
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https://informefloripa.com/metade-de-florianopolis-ja-conta-com-medidores-inteligentes-da-celesc/
El Niño deve encarecer tarifa de energia em 2027
O El Niño deve gerar impactos significativos sobre o setor energético brasileiro, com potencial de encarecer as tarifas de energia elétrica em 2027.
A combinação entre a redução do regime de chuvas, que afeta os reservatórios das hidroelétricas, e o aumento do consumo de eletricidade provocado pelas temperaturas mais elevadas cria um cenário de pressão sobre o sistema elétrico nacional.
David Zylbersztajn, colunista do CNN Infra, explicou que o fenômeno traz desequilíbrios em diversas frentes. Além do setor elétrico, a produção agrícola também pode ser afetada, o que geraria reflexos sobre a oferta de biocombustíveis — componente relevante da matriz energética brasileira.
"Os biocombustíveis têm uma participação extremamente importante na nossa matriz energética e foram, inclusive, uma das âncoras que permitiu que o Brasil não tivesse tantos aumentos nos combustíveis como no resto do mundo", afirmou.
Reservatórios em nível adequado, mas sem folga
Em relação à eletricidade, Zylbersztajn destacou que as hidroelétricas funcionam como a principal "bateria" de energia do país, e que as bacias hidrográficas da região Centro-Oeste, responsáveis pelo maior volume de acumulação, podem ser bastante afetadas pelo El Niño...
Fonte: CNN Brasil
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https://www.cnnbrasil.com.br/infra/el-nino-deve-encarecer-tarifa-de-energia-em-2027/
Conta de luz muda em 2027 e brasileiros podem ter de entender um novo jeito de contratar energia
A conta de luz faz parte da rotina de praticamente todos os brasileiros, mas o modelo atual de cobrança e fornecimento de energia pode passar por mudanças importantes nos próximos anos. O sistema, que hoje funciona de forma mais centralizada, tende a ganhar novas opções para os consumidores.
Essa transformação não acontece de uma vez, mas já tem data para começar a impactar a vida de quem usa energia elétrica no dia a dia. Com isso, entender como esse novo formato vai funcionar pode se tornar essencial para evitar dúvidas e aproveitar possíveis vantagens.
Nova lei abre caminho para escolha de fornecedores de energia
Uma mudança importante no setor elétrico brasileiro foi definida com a criação da Lei 15.269, sancionada no fim de 2025. A proposta busca modernizar a forma como a energia é comprada e utilizada no país.
A principal novidade é a abertura gradual do chamado Mercado Livre de Energia para mais consumidores. Hoje, a maior parte das pessoas está no modelo tradicional, conhecido como mercado cativo, onde não há opção de escolha do fornecedor...
Fonte: O Povo
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Consumidores pagam R$ 7 bi por furtos e fraudes de energia
Dados da agência reguladora e das distribuidoras de energia, apresentados na Câmara dos Deputados na 4ª feira (17.jun.2026), mostram que os consumidores pagaram mais de R$ 7 bilhões por ano, em 2024 e 2025, pelas chamadas “perdas não técnicas” do setor elétrico. O valor é resultado dos custos com furtos de energia, incluindo ligação clandestina e desvio direto da rede, os famosos “gatos”, além de fraudes ligadas à adulteração de medidores.
A Abradee (Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica) registrou R$ 11,3 bilhões de prejuízos em 2025, dos quais R$ 7,8 bilhões foram repassados para as tarifas.
A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) informou que, em 2024, as perdas chegaram a 40 TWh (terawatts-hora), equivalentes a 6,6% de toda a energia injetada no país. O custo alcançou R$ 10,3 bilhões, rateados entre consumidores (R$ 7,1 bilhões), distribuidoras (R$ 3,3 bilhões) e poder público (R$ 1 bilhão, em relação a tributos não recolhidos).
RATEIO DE PREJUÍZOS Em audiência na Comissão Externa da Agenda “Brasil Legal”, a gerente de Regulação Econômica da Aneel, Flávia Pederneiras, explicou como é feito o rateio desses prejuízos....
Fonte: Poder 360
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Energia solar avança e transforma o setor elétrico no Brasil
O mundo vive um dilema. A sociedade depende cada vez mais de eletricidade para funcionar: ar-condicionado ligado por mais tempo, carros elétricos na garagem, casas automatizadas, eletrodomésticos inteligentes, piscinas aquecidas, escritórios em home office e uma rotina permanentemente conectada. Em contrapartida, a geração crescente desse recurso é um dos principais fatores responsáveis pelo aquecimento global.
Felizmente, o Brasil tem lições a dar à maioria das nações nesse quesito. Enquanto globalmente 60% da energia produzida vem de fontes fósseis (extraídas da natureza), como petróleo, carvão mineral e gás natural, a matriz brasileira é uma das mais limpas e renováveis do planeta, com 88% do total gerado por meio de usinas hidrelétricas, solares ou eólicas, entre outras alternativas.
Esse percentual tem crescido nos últimos anos, impulsionado pela expansão acelerada da geração e do consumo fotovoltaico. Os investimentos acumulados no setor já ultrapassam R$ 300 bilhões, considerando tanto grandes complexos quanto sistemas de geração distribuída, segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar).
A Cemig SIM, subsidiária da Cemig voltada para fontes renováveis, conduz um dos maiores planos de expansão em geração distribuída do país, no valor de R$ 3,8 bilhões, iniciado em 2024...
Fonte: Revista Encontro
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Potência limpa: o mapa da geração de energia no Brasil mudou
Quando VEJA nasceu, em 1968, segurança energética significava sobretudo ter petróleo. As grandes economias dependiam de combustíveis fósseis, e crises de abastecimento eram capazes de desorganizar países inteiros. Meio século depois, num mundo que busca conciliar crescimento e descarbonização, o Brasil ocupa uma posição rara: a de potência energética apoiada sobretudo em fontes renováveis. A inauguração de Itaipu, em 1984, marcou o ápice da aposta nacional nas hidrelétricas e firmou um modelo construído sobre abundância hídrica.
Enquanto boa parte do mundo industrializado permaneceu atada a carvão, petróleo e gás, o sistema brasileiro cresceu tendo a água como espinha dorsal — e foi essa escolha feita décadas atrás que hoje coloca o país em vantagem numa corrida que o restante do mundo tenta, a duras penas, começar a disputar. Nos últimos anos, porém, o mapa da geração mudou. As fontes renováveis já respondem por 88% da matriz elétrica brasileira — enquanto a média global é de 32%. O avanço da energia solar e eólica, sobretudo no Nordeste brasileiro, abriu uma nova fronteira econômica, apoiada em ventos constantes, alta incidência solar e notáveis ganhos tecnológicos...
Fonte: Veja
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Avanço da IA impulsiona corrida global por energia
Junto com o avanço da inteligência artificial, vem também uma nova corrida global por energia elétrica.
O aumento no uso de ferramentas de IA generativa, como assistentes virtuais e modelos de linguagem, elevou significativamente a demanda por data centers — estruturas responsáveis pelo processamento, armazenamento de dados e operação dessas tecnologias.
Para Thiago Godoy, apresentador da Resenha do Dinheiro, a expansão da computação baseada em IA pode provocar uma transformação energética comparável à revolução do petróleo.
Segundo a Agência Internacional de Energia (IEA), o consumo de eletricidade dos data centers e da IA pode mais que dobrar até 2030.
O assunto já mobiliza grandes empresas de tecnologia, que buscam alternativas para reduzir os custos energéticos e os desafios de refrigeração dos centros de dados.
Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb, uma das propostas mais ousadas vem sendo estudada por Elon Musk de levar data centers para o espaço...
Fonte: CNN Brasil
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19/06/2026
Fitch piora perspectiva de subsidiárias da Equatorial após compra da Copasa
A Fitch Ratings revisou de estável para negativa a perspectiva dos ratings de crédito de subsidiárias da Equatorial. A decisão foi motivada pela expectativa de aumento do endividamento do grupo após a aquisição de 30% do capital da Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais), operação avaliada em R$ 5,6 bilhões e anunciada pela companhia.
A agência de classificação afirmou os ratings nacionais de longo prazo “AA+(bra)” da Equatorial Goiás Distribuidora de Energia, Equatorial Pará Distribuidora de Energia, Ribeiro Gonçalves Energia Solar e Barreiras Holding, além do rating “AA(bra)” da Echoenergia Participações.
Também foram mantidos os ratings das respectivas emissões de debêntures. Apesar da manutenção das notas, a mudança da perspectiva sinaliza que a Fitch vê maior risco de deterioração dos indicadores financeiros nos próximos anos.
Segundo a agência, a aquisição da participação na Copasa deverá ser financiada majoritariamente por dívida, o que elevará a alavancagem líquida ajustada consolidada da Equatorial para cerca de 4,8 vezes o Ebitda em 2026 e 4,6 vezes em 2027. Os números ficam acima do limite de 4,5 vezes que a Fitch considera compatível com a atual classificação de risco. Em março deste ano, a alavancagem líquida ajustada já estava em 4,6 vezes...
Fonte: CNN Brasil
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MME amplia plano de transmissão para atender data centers e nova demanda industrial no Brasil
O avanço da digitalização da economia, a expansão de projetos de hidrogênio de baixa emissão de carbono e o crescimento de cargas industriais eletrointensivas estão redefinindo as prioridades do planejamento da transmissão de energia no Brasil. Em resposta a esse movimento, o Ministério de Minas e Energia (MME) publicou a quinta emissão do Plano de Outorgas de Transmissão de Energia Elétrica (POTEE) para o ciclo 2025, incorporando 31 novos empreendimentos destinados a ampliar a capacidade e a confiabilidade do Sistema Interligado Nacional (SIN).
O conjunto de obras reúne projetos que serão viabilizados por meio de futuros leilões de transmissão e intervenções autorizadas como reforços e melhorias em instalações existentes. O objetivo é preparar a rede de alta tensão para atender o crescimento acelerado de novos polos de consumo, com destaque para clusters de data centers, projetos industriais de grande porte e iniciativas voltadas à produção de hidrogênio de baixa emissão...
Fonte: Cenário Energia
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Furtos de energia custam R$ 11 bilhões e TCU alerta para ‘espiral da morte’ na distribuição
O crescimento dos furtos e das fraudes de energia elétrica voltou ao centro do debate regulatório brasileiro diante do impacto direto sobre as tarifas pagas pelos consumidores. Dados apresentados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e por representantes das distribuidoras durante audiência pública da Comissão Externa da Agenda “Brasil Legal”, na Câmara dos Deputados, mostram que as chamadas perdas não técnicas transferiram R$ 7,8 bilhões para as contas de luz no último ciclo.
O cenário evidencia um dos principais desafios econômicos enfrentados pelo segmento de distribuição de energia. Além de comprometer a sustentabilidade financeira das concessionárias, o aumento dos desvios de energia amplia os custos regulatórios e gera um efeito de redistribuição que penaliza consumidores adimplentes em todo o país.
Levantamento da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) aponta que os prejuízos decorrentes de ligações clandestinas e adulterações de medidores alcançaram R$ 11,3 bilhões em 2025. No ano anterior, o volume de energia desviada atingiu 40 TWh, equivalente a 6,6% de toda a energia injetada no Sistema Interligado Nacional (SIN), gerando severas perdas de arrecadação tributária para o poder público...
Fonte: Cenário Energia
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Smart Grid: Grupo Equatorial Lança Projeto Quantum com Aporte de R$ 170 Milhões no MA e PA
O Grupo Equatorial deu início a um plano estrutural para acelerar a digitalização de seus ativos de distribuição de energia elétrica nas regiões Norte e Nordeste do país. A companhia anunciou a primeira fase do projeto Quantum, focado na implementação de infraestrutura de redes inteligentes (smart grids). A validação em campo das novas tecnologias ocorrerá por meio de projetos-piloto nos municípios de Barreirinhas (MA) e Canaã dos Carajás (PA), demandando um investimento consolidado de mais de R$ 170 milhões nas duas localidades.
A estratégia visa implantar uma Infraestrutura de Medição Avançada (AMI, na sigla em inglês), amparada por sensores digitais e sistemas de comunicação bidirecional de dados. O arranjo permite ao Centro de Operações da distribuidora monitorar, gerenciar e otimizar o fluxo de eletricidade em tempo real, desde as subestações de alta tensão até as unidades consumidoras na baixa tensão, elevando os índices de qualidade do fornecimento (DEC e FEC) e refinando o balanço energético local para proteção de receita...
Fonte: Cenário Energia
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NeoSolar lança mini BESS focado em backup para baixa tensão
A recorrência de eventos climáticos extremos e os gargalos estruturais na rede de distribuição urbana têm elevado a busca por soluções de resiliência e segurança energética no Brasil. Diante da necessidade de continuidade no suprimento para o segmento de baixa tensão, a NeoSolar incorporou ao seu portfólio de soluções o Mini BESS (Battery Energy Storage System). O equipamento foi projetado para atuar como uma central inteligente de armazenamento de energia residencial e comercial de rápida ativação.
A tecnologia chega ao mercado nacional no momento em que o conceito de Recursos Energéticos Distribuídos (REDs) ganha tração na governança do setor elétrico. Diferente dos grandes sistemas de armazenamento voltados para o ambiente de transmissão ou usinas centralizadas (Front-of-the-Meter), o Mini BESS opera na modalidade Behind-the-Meter (atrás do medidor). A proposta central da distribuidora é fornecer autonomia elétrica imediata para mitigar prejuízos operacionais causados por desligamentos intempestivos nas redes das concessionárias...
Fonte: Cenário Energia
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Consumidores pagam mais de R$ 7 bilhões por ano para cobrir furtos de energia
Dados apresentados pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) e por distribuidoras de energia na Câmara dos Deputados na noite desta quarta-feira (17) mostram que os consumidores brasileiros arcaram com mais de R$ 7 bilhões por ano, em 2024 e 2025, para cobrir os custos das chamadas perdas não técnicas do setor elétrico.
Nessa categoria estão incluídos os furtos de energia, conhecidos popularmente como “gatos”, além de ligações clandestinas, desvios diretos da rede e fraudes relacionadas à adulteração de medidores. Segundo a ANEEL, somente em 2024 as perdas não técnicas somaram cerca de 40 TWh, volume equivalente a 6,6% de toda a energia injetada no país.
O prejuízo total alcançou R$ 10,3 bilhões, dos quais R$ 7,1 bilhões foram repassados aos consumidores por meio das tarifas, enquanto R$ 3,3 bilhões foram absorvidos pelas distribuidoras e R$ 1 bilhão correspondeu a tributos que deixaram de ser arrecadados pelo poder público.
Durante audiência da Comissão Externa da Agenda “Brasil Legal”, a gerente de regulação econômica da ANEEL, Flávia Pederneiras, explicou como a Agência define a parcela desses custos que pode ser incorporada às tarifas de energia...
Fonte: Canal Solar
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MME decide reorganizar coleta de dados do setor elétrico
Agentes do setor elétrico vão passar a obedecer novas regras do MME (Ministério de Minas e Energia) quanto ao envio regular de informações de mercado e carga. A Pasta atualizou procedimentos dessa rotina, promovendo mudanças na governança dos dados utilizados pelo planejamento energético nacional.
A medida formaliza a criação da COPAM (Comissão Permanente de Análise e Acompanhamento do Mercado de Energia Elétrica) e redefine responsabilidades relacionadas à coleta, ao processamento e ao acompanhamento dessas informações.
Entre as principais alterações está o fortalecimento do papel da EPE (Empresa de Pesquisa Energética), que passa a coordenar a coleta, o armazenamento e o processamento dos dados do setor, além de assumir a função de Secretaria-Executiva da nova comissão permanente.
A estatal ficará responsável por apoiar tecnicamente os trabalhos da COPAM e pela consolidação das informações que subsidiam estudos, projeções e análises sobre a evolução do mercado elétrico brasileiro.
A mudança é uma atualização da Portaria MME nº 331, de 2005, norma que há mais de duas décadas estabelece as diretrizes para o envio de informações de mercado e carga pelos agentes do setor elétrico...
Fonte: Canal Solar
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Celesc Avança com Smart Grid e Atinge 50% de Medidores Inteligentes em Florianópolis
A modernização das redes de distribuição de energia elétrica em Santa Catarina registrou um avanço estrutural significativo. A Celesc anunciou que Florianópolis atingiu a marca de 50% de suas unidades consumidoras integradas ao sistema de medição inteligente. Até o momento, mais de 130 mil dispositivos com a nova tecnologia foram instalados na capital catarinense, substituindo os antigos relógios de leitura manual por uma infraestrutura de medição avançada (AMI, na sigla em inglês) capaz de coletar e transmitir dados de consumo em tempo real.
O projeto na capital demanda um investimento estimado em R$ 116 milhões. A iniciativa está inserida em um plano plurianual de aportes estruturados pela concessionária em parceria com o Governo do Estado de Santa Catarina. Entre 2023 e 2026, o montante global direcionado à expansão, automação e robustez do sistema elétrico estadual deve superar a cifra de R$ 5 bilhões até o encerramento deste ano.
Ao analisar o impacto desse plano plurianual de aportes sobre a qualidade do fornecimento, o diretor do Departamento Comercial da Celesc, Wagner Felipe Vogel, ressaltou a diretriz institucionalizada pela concessionária: “Os investimentos na modernização da nossa prestação de serviço são uma forma de reforçar o compromisso da Celesc com cada família e cada cidadão catarinense. Acreditamos que um atendimento eficiente deve ser sempre moderno e facilitado, consumindo menos recursos naturais, com menos burocracia e muito mais veloz...”
Fonte: Cenário Energia
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17/06/2026
Senado aprova proteção orçamentária para agências reguladoras
O Senado Federal aprovou nesta semana o PLP (Projeto de Lei Complementar) 73/2025, que busca impedir o contingenciamento de recursos destinados às agências reguladoras federais. A proposta recebeu 54 votos favoráveis e 17 contrários no plenário e segue agora para análise da Câmara dos Deputados.
O projeto, de autoria do senador Laércio Oliveira (PP-SE), ganhou força após sucessivos alertas sobre os impactos das restrições orçamentárias nas atividades de fiscalização, regulação e supervisão exercidas por órgãos como ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) e ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).
Na prática, o texto altera a Lei de Responsabilidade Fiscal para impedir que recursos das agências reguladoras sejam bloqueados com o objetivo de cumprir metas fiscais da União, garantindo maior previsibilidade para o funcionamento dessas instituições.
O texto foi relatado pelo senador Marcos Rogério (PL-RO), que defendeu a necessidade de assegurar autonomia financeira compatível com a independência técnica atribuída a essas instituições. A votação ocorreu poucas horas depois de a proposta ter sido aprovada pela Comissão de Infraestrutura do Senado...
Fonte: Canal Solar
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Brasil ganha tecnologia inédita aplicada à transmissão de energia no Brasil
O primeiro projeto do Sistema Interligado Nacional (SIN) a utilizar a tecnologia de Sistemas Flexíveis de Transmissão em Corrente Alternada (FACTS, na sigla em inglês), do tipo Compensador Série Síncrono Estático (SSSC, na sigla em inglês), foi inaugurado, neste mês, na Subestação Ribeirão Preto (SP), marcando a modernização da rede de transmissão de energia elétrica no Brasil.
A tecnologia FACTS é utilizada no setor elétrico para aprimorar o controle e o desempenho das redes de transmissão de energia. Por meio de equipamentos eletrônicos, ela permite o gerenciamento dinâmico da tensão e dos fluxos de potência nas linhas de transmissão, aumentando a flexibilidade operativa, a eficiência e a confiabilidade do sistema.
Com a implementação dessa tecnologia, o sistema elétrico brasileiro passa a dispor de maior flexibilidade operacional, possibilitando o gerenciamento dinâmico dos fluxos de energia e a otimização do uso da infraestrutura de transmissão existente. Dessa forma, amplia-se a capacidade de aproveitamento da rede já instalada, mitigando riscos de sobrecarga, aumentando a confiabilidade do fornecimento de energia e promovendo maior eficiência na operação do SIN...
Fonte: Gov.br
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Comissão da Câmara aprova projeto que prioriza data centers à rede de transmissão
A Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que cria a Política Nacional de Data Centers e prevê prioridade de acesso à rede de transmissão para empreendimentos instalados em regiões com excedente de geração de energia. A proposta também estabelece regras para a instalação, operação e segurança dessas estruturas no Brasil.
O texto apresentado durante a Comissão de Energia nesta segunda-feira (15) ainda autoriza que os próprios empreendimentos financiem obras de infraestrutura elétrica necessárias para sua conexão ao sistema, incluindo linhas de transmissão, torres e cabos de energia, em projetos de uso exclusivo ou compartilhado.
Segundo a proposta, esses investimentos não poderão ser repassados às tarifas pagas pelos consumidores. O parecer aprovado foi apresentado pelo deputado David Soares (Pode-SP) ao Projeto de Lei 1.680/2025, de autoria do deputado Pedro Lucas Fernandes (União-MA).
O relator retirou do texto dispositivos relacionados à isenção tributária, argumentando que o tema já havia sido tratado pela Medida Provisória 1.318/2025, que criou o REDATA (Regime Especial de Tributação para Datacenters, mas perdeu a validade...
Fonte: Canal Solar
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Aneel Adia Regra para Autoprodutores após Impasse e Prorroga Socorro à Amazonas Energia
A pauta de julgamentos da diretoria colegiada da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta terça-feira (16/06) foi marcada por debates regulatórios de alto impacto para a comercialização e distribuição de energia. No principal destaque técnico, um impasse em torno das regras de transição para o regime de autoprodução de energia resultou no adiamento da decisão que definirá o enquadramento de centenas de usinas na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).
O processo busca regulamentar as restrições introduzidas pela Lei nº 15.269, publicada em 25 de novembro de 2025. Em paralelo, o colegiado da autarquia deliberou sobre a sustentabilidade financeira do mercado do Norte do país, concedendo uma extensão parcial de salvaguardas regulatórias para a Amazonas Energia, concessionária recém-assumida pelo grupo Âmbar Energia.
Impasse na Transição de Autoprodutores Trava Deliberação
O debate sobre a autoprodução de energia gira em torno do endurecimento dos critérios de elegibilidade para usinas de menor porte. A minuta de resolução atende aos novos parâmetros legais para impedir o enquadramento de empreendimentos sem outorga formal, aqueles que possuem apenas registro junto ao regulador por apresentarem potência instalada inferior a 5 MW...
Fonte: Cenário Energia
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Aneel propõe que CCEE aplique multas de até R$ 50 milhões no mercado livre
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) deu um passo relevante para fortalecer a governança e a supervisão do mercado livre de energia no Brasil. A diretoria da autarquia aprovou, nesta terça-feira (16/6), a abertura de uma consulta pública para regulamentar a instauração de processos administrativos sancionadores no âmbito da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), atribuindo à instituição competências ampliadas de monitoramento e aplicação de penalidades.
A proposta representa uma mudança estrutural no modelo de fiscalização do Ambiente de Contratação Livre (ACL) e do Mercado de Curto Prazo (MCP). Em resposta ao crescimento acelerado do número de agentes, a CCEE deixará de atuar exclusivamente nas atividades de contabilização e liquidação financeira para assumir um papel ativo na supervisão da integridade comercial do setor.
Novo modelo amplia instrumentos de fiscalização e punição
A minuta em consulta pública estabelece um rito específico para a apuração de infrações praticadas por agentes sob gestão da câmara. Pelo modelo proposto, a CCEE poderá instaurar processos administrativos, conduzir investigações e aplicar penalidades diretamente aos participantes que descumprirem as regras operacionais...
Fonte: Cenário Energia
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Neoenergia Coelba capta R$ 764 milhões com a JICA em operação ESG inédita
A modernização da infraestrutura de distribuição de energia na Bahia ganhou um novo impulso com a formalização de um financiamento de R$ 764 milhões entre a Neoenergia Coelba e a Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA). A operação, considerada inédita em escala global, inaugura uma nova etapa no financiamento sustentável do setor elétrico ao atrelar as condições do crédito ao cumprimento de metas socioambientais e de desempenho operacional.
O acordo representa o primeiro empréstimo da JICA estruturado no modelo de Empréstimo Vinculado à Sustentabilidade (Sustainability-Linked Loan – SLL) e marca a estreia do Framework de Financiamentos Sustentáveis da agência japonesa, desenvolvido em parceria com o MUFG Bank para apoiar projetos estratégicos de infraestrutura. Os recursos serão destinados à modernização da rede de distribuição da Neoenergia Coelba entre 2026 e 2027, preparando o sistema elétrico para o avanço das fontes renováveis e da expansão da geração distribuída (GD)...
Fonte: Cenário Energia
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Eletrisa cresce 44% e aposta em retrofit de usinas para expandir no país
A modernização do parque gerador brasileiro e a crescente demanda por soluções de eficiência energética estão abrindo espaço para empresas especializadas em operação, revitalização e gestão de ativos. Nesse cenário, a Eletrisa Energy Performance, braço de energia do Grupo Torresani, celebra duas décadas de atuação com uma estratégia de expansão nacional ancorada em crescimento acelerado, diversificação geográfica e fortalecimento de sua capacidade técnica.
A companhia encerrou 2025 com alta de 44% no faturamento, após registrar crescimento de 17% em 2024. O desempenho acompanha a ampliação de sua presença para seis estados brasileiros e a consolidação de uma carteira composta por 56 usinas hídricas, térmicas e solares. Com operações concentradas historicamente no Sul do país, a empresa avança agora sobre novos mercados e aposta no retrofit de usinas, no comissionamento de empreendimentos e na modernização de ativos como vetores para sustentar a meta de crescimento superior a 30% em 2026.
Expansão geográfica impulsiona novo ciclo de crescimento
Até 2023, a atuação da Eletrisa estava restrita a Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Em apenas dois anos, a companhia expandiu suas operações para Rondônia, Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais, estruturando seis bases técnicas e ampliando sua capacidade de atendimento em diferentes regiões do país...
Fonte: Cenário Energia
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15/06/2026
SLB lança marketplace digital para aplicações de IA no setor de energia
A SLB (Nova York: SLB) anunciou hoje o lançamento do SLB Digital Marketplace, uma plataforma que permite às empresas de energia acessar agentes de IA, modelos de domínio e aplicações digitais, de acordo com um comunicado à imprensa.
O marketplace conta com aproximadamente 200 produtos digitais, incluindo soluções da própria SLB e de mais de 30 parceiros. Entre os produtos disponíveis estão aplicações SaaS Delfi e Lumi, plug-ins, extensões de fluxo de trabalho, conectores de dados e habilidades, agentes e modelos de fundação da Tela AI.
As ações da SLB negociam próximas à máxima de 52 semanas de US$ 58,82, com um retorno acumulado no ano de 48%. A capitalização de mercado da empresa, de US$ 84 bilhões, reforça sua posição como um dos principais players no setor de tecnologia para energia.
A plataforma expande o assistente de IA agêntico Tela da SLB, permitindo que a empresa, parceiros, fornecedores independentes de software, desenvolvedores e clientes ofereçam capacidades digitais por meio de um único canal. Todas as ofertas do marketplace passam por certificação de segurança, interoperabilidade e compatibilidade antes de serem listadas...
Fonte: Investing
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Energia, dados e inteligência artificial remodelam setor elétrico e aceleram corrida por eficiência
O setor elétrico brasileiro vive uma transformação estrutural impulsionada pela convergência entre digitalização, abertura do mercado livre de energia, expansão da geração distribuída e avanço da inteligência artificial. Nesse novo cenário, a capacidade de gerar energia deixa de ser o principal diferencial competitivo, dando lugar à gestão inteligente de ativos, ao uso intensivo de dados e à integração de soluções energéticas.
A mudança ocorre em um momento de pressão crescente sobre os custos para consumidores e empresas. A expectativa de reajuste médio de 8,6% nas tarifas de energia elétrica em 2026, acima da inflação projetada para o período, reforça a busca por alternativas capazes de garantir previsibilidade orçamentária e maior competitividade.
Ao mesmo tempo, o crescimento acelerado dos data centers e das aplicações de inteligência artificial inaugura uma nova fronteira de demanda energética, exigindo investimentos robustos em geração, transmissão e armazenamento...
Fonte: Cenário Energia
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Amazonas Energia vê risco de “furo” de R$ 175 milhões e pede socorro à Aneel na CCC
A diretoria colegiada da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) pautou para a reunião deliberativa desta terça-feira, 16 de junho de 2026, o pedido de urgência da Amazonas Energia para estender, por mais 180 dias, as flexibilizações regulatórias associadas à Conta de Consumo de Combustíveis (CCC). O pleito expõe o sensível equilíbrio financeiro da concessionária durante a transição operacional de seus ativos, colocando sob análise as regras de repasse do subsídio setorial que sustenta a geração nos Sistemas Isolados da Região Norte.
O pano de fundo da discussão envolve as salvaguardas financeiras desenhadas para o processo de reestruturação da distribuidora. Com a conclusão da transferência de controle acionário para a Âmbar Energia, braço de energia do grupo J&F, encerra-se o regime excepcional que vigorava até então. Pelas regras padrão do regulador, o reembolso preliminar da CCC devido à concessionária passa a ser limitado a 75% da média apurada nos últimos três meses, suspendendo a flexibilização regulatória que permitia, em caráter extraordinário, o recebimento integral de 100% dos montantes pleiteados...
Fonte: Cenário Energia
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https://cenarioenergia.com.br/2026/06/15/amazonas-energia-aneel-flexibilizacao-ccc-reembolso-caixa/
Voltalia garante conexão de 322 MW à rede elétrica para atender data centers
A Voltalia, player internacional de energia renovável, anuncia a assinatura de um Contrato de Uso da Rede de Transmissão (CUST) com ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), garantindo 322 megawatts de capacidade de conexão à rede no Complexo Industrial e Portuário de Pecém, no Ceará.
A Voltalia está em negociações avançadas com diversos operadores de data centers. A empresa planeja desenvolver projetos dedicados de energia renovável, principalmente energia eólica, para atender à crescente demanda por eletricidade confiável e descarbonizada.
Localizado em um importante polo industrial e logístico, o complexo do Pecém oferece uma combinação única de terrenos disponíveis, infraestrutura robusta e acesso à rede elétrica, tornando-o um local estratégico para projetos digitais de grande escala.
Fonte: TI Inside
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Mitos e verdades sobre o Mercado Livre de Energia
Com a abertura gradual do setor elétrico brasileiro, o chamado Mercado Livre de Energia tem se consolidado como uma alternativa cada vez mais relevante para empresas que buscam reduzir custos e, principalmente, ganhar previsibilidade na gestão de um dos seus principais insumos.
Diferentemente do modelo tradicional, em que a energia é contratada de forma padronizada junto à distribuidora, o ambiente livre permite que o consumidor escolha seu fornecedor e negocie diretamente as condições de compra.
Na prática, isso significa mais autonomia para definir preços, prazos e volumes de contratação, adequando o consumo de energia às necessidades e ao planejamento financeiro do negócio. Ainda assim, algumas dúvidas sobre o funcionamento desse modelo e percepções equivocadas seguem sendo barreiras para muitas empresas.
Para Rodrigo Meurer, gerente de Produto da Matrix Energia, o Mercado Livre representa uma mudança estrutural na forma como a energia é tratada dentro das organizações. “É um modelo que permite planejamento, previsibilidade e inteligência na gestão energética, além da redução de custo, alinhando o consumo às estratégias do negócio”, explica...
Fonte: Canal Solar
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https://canalsolar.com.br/mitos-e-verdades-mercado-livre-de-energia/
Comissão debate práticas ilegais e furtos no setor de energia elétrica
A Comissão Externa da Câmara dos Deputados sobre Pirataria discute na próxima quarta-feira (17) práticas ilegais no setor de energia elétrica brasileiro.
O debate foi pedido pelo coordenador do colegiado, deputado Julio Lopes (PP-RJ), e está marcado para as 15 horas, no plenário 15.
Prejuízos
Segundo o parlamentar, furtos de energia, fraudes em sistemas de medição e outras irregularidades prejudicam distribuidoras de energia e consumidores.
Julio Lopes explica que, quando parte da energia deixa de ser cobrada em razão de práticas ilegais, os custos do sistema elétrico acabam sendo redistribuídos entre os consumidores que pagam regularmente suas contas.
O deputado destaca ainda que o aumento das tarifas decorrente dessas perdas pode elevar os custos de produção de diversos setores, reduzindo a competitividade das empresas e afetando a geração de emprego e renda.
“A realização da audiência pública permitirá reunir representantes qualificados para o debate e identificar caminhos para reduzir a ocorrência dessas práticas”, afirma Lopes...
Fonte: Camara.leg
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12/06/2026
EDP liga seu primeiro sistema de baterias (BESS) na América do Sul e mira o mercado brasileiro
O armazenamento de energia por baterias em escala de utilidade pública (utility-scale) começa a consolidar a pegada operacional dos grandes geradores na América do Sul. A EDP anunciou o início da operação comercial do Punta de Talca BESS, no Chile, marcando a estreia da companhia em sistemas de armazenamento em baterias (Battery Energy Storage System) na região. Integrado ao parque eólico homônimo, o empreendimento recebeu investimentos de aproximadamente US$ 44 milhões e faz parte da estratégia global do grupo para prover flexibilidade aos sistemas elétricos saturados por fontes intermitentes.
Instalado no município de Ovalle, na região de Coquimbo, o complexo possui capacidade instalada de 240 MWh e injeção média estimada em 60 GWh por ano. A energia armazenada é capaz de suprir o consumo equivalente de 30 mil residências chilenas, maximizando o aproveitamento do recurso renovável local.
Blindagem contra o curtailment e ganho de potência firme
O ativo foi conectado diretamente ao Parque Eólico Punta de Talca, parque de 83 MW que está em operação comercial desde 2024. A hibridização do parque via baterias resolve um dos problemas mais agudos do mercado elétrico chileno na atualidade: o curtailment, jargão setorial que define o corte ou descarte compulsório da geração renovável devido a restrições de escoamento nas linhas de transmissão ou falta de carga nos horários de pico solar e eólico...
Fonte: Cenário Energia
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Cemig reestrutura diretoria executiva com foco em perfis técnicos e de carreira
A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) oficializou uma ampla reestruturação em seu alto escalão de liderança. Em fato relevante publicado em conformidade com a Resolução CVM nº 44/2021, a estatal mineira informou que o seu Conselho de Administração chancelou a nomeação de novos vice-presidentes para três das principais frentes operacionais e financeiras da empresa: Finanças e Relações com Investidores, Geração e Transmissão, e Distribuição.
A movimentação reconfigura o desenho da diretoria executiva liderada pelo presidente Alexandre Ramos Peixoto, trazendo nomes de perfil técnico, longa trajetória no setor elétrico e forte histórico dentro da própria companhia.
O retorno ao comando financeiro
Para liderar a Vice-Presidência de Finanças e de Relações com Investidores, a Cemig reportou o retorno de Leonardo George Magalhães. O executivo, graduado em Ciências Contábeis com especializações internacionais em gestão e estratégia, já havia ocupado a mesma cadeira entre 2020 e 2024.
Antes de reassumir o cargo atual, Magalhães esteve na presidência da Forluz (fundo de pensão dos empregados da Cemig) no biênio 2024-2026. Com mais de duas décadas de atuação na área de finanças corporativas e participação em conselhos de administração, o diretor assume a missão de coordenar a disciplina de capital da companhia em um período de robustos investimentos em modernização de ativos...
Fonte: Cenário Energia
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Trafigura recebe licença para vender energia no Brasil
A trading de commodities Trafigura recebeu licença da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para comercializar energia elétrica no Brasil, mercado no qual já atua na Europa e nos Estados Unidos.
A empresa disse ter escolhido o Brasil para ingressar no negócio de energia elétrica da América Latina pelo tamanho do seu mercado, o sexto maior do mundo e pelas suas características estruturais e regulatórias, com grande rede de empresas estabelecidas.
"O Brasil é a porta de entrada natural para a Trafigura no mercado de comercialização de energia na América Latina", disse Marc Erb, chefe de Trading de Energia e Gás no Brasil da companhia.
A empresa atuará na compra e venda de energia para geradores e outras comercializadoras, operações estruturadas e de longo prazo (PPAs).
Além disso, a companhia poderá avaliar a alocação de capital em ativos relacionados à energia, disse a Trafigura em comunicado à imprensa.
A área de comercialização de energia da Trafigura no Brasil ficará baseada no Rio de Janeiro, onde a empresa montou uma equipe predominantemente composta por profissionais locais…
Fonte: Uol
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Ameaça digital no SIN: Sistemas legados acendem alerta do TCU no setor elétrico
A digitalização acelerada da infraestrutura energética do país trouxe eficiência operacional, mas também expandiu a superfície de contato para ameaças digitais complexas. O setor elétrico brasileiro vive um momento de alerta máximo no campo da cibersegurança, consolidando-se como um dos alvos preferenciais de redes criminosas na América Latina. Dados consolidados pela Energy Future revelam que, somente no primeiro semestre de 2025, foram registradas mais de 535 mil tentativas de ataques cibernéticos contra empresas do segmento no país. O volume de ocorrências joga luz sobre a urgência de investimentos em resiliência cibernética para proteger ativos que sustentam o funcionamento da economia e a segurança nacional.
A sofisticação das investidas acompanha uma tendência global de proliferação de malwares e, principalmente, de campanhas agressivas de ransomware, sequestro de dados por meio de criptografia com pedido de resgate. No ambiente técnico do Sistema Interligado Nacional (SIN), o risco transcende o travamento de sistemas corporativos de TI (Tecnologia da Informação); a principal preocupação dos engenheiros e reguladores reside na integridade dos sistemas de TA (Tecnologia Automação), que controlam o despacho de usinas, a operação de subestações e o fluxo de linhas de transmissão em tempo real...
Fonte: Cenário Energia
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ISA Energia antecipa projeto Piraquê em 16 meses e garante 100% de RAP de R$ 343 milhões
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) emitiu o Termo de Liberação Definitivo (TLD) para o Bloco 3 do projeto Piraquê, controlado pela ISA ENERGIA BRASIL S.A. A concessão do documento oficializa a entrada em operação comercial do último trecho remanescente do empreendimento. Com o aval do órgão regulador, a transmissora consolida a entrega do ativo com uma antecipação de 16 meses frente ao cronograma limite estipulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).
O projeto Piraquê foi arrematado originalmente como o Lote 3 do Leilão de Transmissão 01/2022. Trata-se de um dos maiores empreendimentos greenfield (projetos construídos do zero) em execução no segmento de transmissão do país. A infraestrutura totaliza aproximadamente 1.000 quilômetros de extensão distribuídos pelos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, operando majoritariamente em alta tensão com sete linhas de 500 kV e uma linha de 345 kV.
A etapa finalizada no Espírito Santo engloba a construção de duas linhas de transmissão e as obras de ampliação das subestações conectadas. Do ponto de vista da estabilidade do Sistema Interligado Nacional (SIN), o ativo desempenha um papel estratégico de relevância sistêmica, atuando diretamente no alívio de gargalos de rede em momentos de elevado intercâmbio energético entre as regiões Nordeste e Sudeste...
Fonte: Cenário Energia
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Tecnologia auxilia no combate ao furto de energia em Mato Grosso
A análise de dados em tempo real passou a ser uma das principais aliadas no combate ao furto de energia em Mato Grosso. Para tornar esse trabalho mais eficiente, a Energisa implantou o Centro de Operações de Perdas, uma estrutura que reúne especialistas responsáveis por monitorar informações da rede elétrica e identificar possíveis irregularidades.
Instalado em um ambiente equipado com painéis digitais e indicadores atualizados constantemente, o centro acompanha dados de diferentes pontos da rede em busca de alterações que possam indicar falhas técnicas ou fraudes relacionadas ao consumo de energia.
O trabalho envolve o cruzamento de históricos de consumo, alertas operacionais, informações coletadas em campo e denúncias anônimas. Quando um comportamento considerado atípico é identificado, o caso passa por uma análise técnica antes de ser encaminhado para inspeção presencial.
“O Centro de Operações de Perdas faz parte do processo de modernização porque utiliza tecnologia e análise de dados para tornar o combate às perdas de energia mais eficiente”, explica a supervisora Letícia Romanini Santos...
Fonte: Fenati.org
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https://fenati.org.br/tecnologia-combate-furto-de-energia-mato-grosso/
Apesar de decisão da Justiça, Aneel homologa megaleilão de energia
A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu confirmar ontem, por unanimidade, o resultado integral do megaleilão de energia realizado pelo governo em março – e que entrou na mira tanto da Justiça Federal quanto do Tribunal de Contas da União (TCU).
Na segunda-feira, o juiz Luis Praxedes Vieira da Silva, da 1.ª Vara Federal do Ceará, concedeu liminar suspendendo a homologação do certame até que a Justiça Federal do Distrito Federal análise um outro processo sobre o mesmo tema. A ação foi movida pela Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec).
A área jurídica da Aneel entendeu, porém, que o Judiciário já havia decidido sobre a questão ao negar um pedido anterior para suspender o leilão, em julgamento ocorrido em maio. Assim, a interpretação jurídica do órgão foi de que a determinação já teria sido cumprida.
A formalização dos contratos ocorre em meio a controvérsias sobre o tema no Poder Judiciário, no Ministério Público e no TCU. Além disso, como o Estadão mostrou, o leilão abriu uma disputa bilionária entre gigantes do setor elétrico, virou uma nova frente de pressão contra o governo Lula em ano eleitoral e ainda pode ter um impacto de R$ 500 bilhões a R$ 800 bilhões na conta de luz dos consumidores de todo o País em 15 anos...
Fonte: Abinee - O Estado de SP
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10/06/2026
Centro usa tecnologia para identificar furtos de energia em Mato Grosso
Em uma sala com painéis digitais e indicadores em tempo real, especialistas monitoram dados de diferentes pontos da rede elétrica de Mato Grosso em busca de variações que possam indicar problemas técnicos ou algo mais grave: o furto de energia. É nesse ambiente que funciona o novo Centro de Operações de Perdas da Energisa, criado para tornar o combate às fraudes mais ágil e eficiente por meio de tecnologia e análise de dados.
A equipe cruza históricos de consumo, alertas operacionais, informações de campo e denúncias anônimas para identificar padrões suspeitos. Quando um comportamento atípico é detectado, o caso passa por avaliação técnica antes de ser encaminhado para inspeção presencial.
“O Centro de Operações de Perdas faz parte do processo de modernização porque utiliza tecnologia e análise de dados para tornar o combate às perdas de energia mais eficiente”, explica a supervisora Letícia Romanini Santos.
Entre as irregularidades mais comuns estão ligações clandestinas, adulteração de medidores e intervenções no sistema de medição. Além de crime previsto no Código Penal, essas práticas representam riscos graves, como choques elétricos, incêndios e sobrecarga na rede. A pena pode chegar a cinco anos de prisão...
Fonte: G1.Globo
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ONS anuncia uso do código aberto na computação do setor elétrico
Uma das transformações mais significativas em curso no setor elétrico brasileiro não envolve novas linhas de transmissão, usinas ou fontes de geração. Ela acontece dentro dos sistemas computacionais que ajudam a decidir diariamente como a energia será produzida, distribuída e consumida no país. Em um movimento que aproxima o setor elétrico da lógica que impulsionou projetos como Linux, Python e outras plataformas colaborativas de alcance global, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) decidiu apostar no desenvolvimento de ferramentas próprias com código aberto, permitindo que universidades, centros de pesquisa, empresas e especialistas acompanhem, analisem e contribuam diretamente para a evolução dos modelos utilizados na operação do Sistema Interligado Nacional (SIN).
“O Operador segue em sua trilha de inovação contínua. Ao propor ao mercado uma nova configuração de atuação, com ferramentas com códigos abertos, vamos conseguir aproximar o desenvolvimento de soluções à realidade da operação. Com ganhos de qualidade, consistência e aderência da metodologia ao funcionamento do SIN”, resume o diretor-geral do ONS, Marcio Rea, sobre a proposta para o Sistema Interligado Nacional...
Fonte: Capital Digital
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https://capitaldigital.com.br/ons-anuncia-uso-do-codigo-aberto-na-computacao-do-setor-eletrico/
ISA ENERGIA BRASIL investe R$ 90 mi em tecnologia inédita para destravar rede elétrica em SP
A ISA ENERGIA BRASIL inaugurou oficialmente, nesta terça-feira (9), o primeiro projeto do Sistema Interligado Nacional (SIN) a utilizar a tecnologia FACTS (Flexible Alternating Current Transmission Systems) do tipo SSSC (Static Synchronous Series Compensator). Instalado na Subestação Ribeirão Preto (SP) e energizado de forma pioneira em dezembro de 2025, o sistema introduz um novo patamar de eletrônica de potência na rede básica de alta tensão, permitindo o controle dinâmico de fluxo e aumentando a flexibilidade operativa sem a necessidade de construção imediata de novos circuitos físicos.
A aplicação de dispositivos FACTS surge como uma resposta altamente eficiente para o atual momento de transição energética e crescimento acelerado da carga. Ao otimizar a capacidade térmica das linhas de transmissão já existentes, a tecnologia reduz de forma expressiva o time-to-market de expansão da rede, eliminando longos processos de licenciamento ambiental e desapropriação de terras.
Navegação inteligente de fluxo em circuitos de 138 kV
A tecnologia atua diretamente nos módulos de conexão de três linhas de transmissão estratégicas de 138 kV: os circuitos 1 e 2 que ligam Ribeirão Preto a Porto Ferreira, e a interligação Ribeirão Preto – São Simão. O dispositivo injeta uma tensão síncrona em série com a linha, alterando artificialmente sua impedância equivalente e forçando a redistribuição ativa da energia...
Fonte: Cenário Energia
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AXIA Energia inicia obras de R$ 2,6 bilhões para expandir malha de transmissão no Nordeste
A AXIA Energia iniciou a execução física de um dos mais robustos pacotes de expansão de infraestrutura de rede do país. Focada no escoamento do potencial elétrico da região Nordeste, a companhia deu a largada em um conjunto de obras estruturantes que aportará R$ 2,6 bilhões apenas neste ano. Os investimentos serão direcionados para a construção de 1.100 quilômetros de linhas de transmissão e seccionamentos de linha, mitigando gargalos históricos de conexão e reforçando a segurança do Sistema Interligado Nacional (SIN).
O avanço físico desses ativos ocorre em um momento estratégico de consolidação da matriz limpa brasileira. Com o crescimento acelerado dos complexos eólicos e solares centralizados na região, a ampliação da capacidade de transformação e transporte da rede básica tornou-se pré-requisito mandatório para evitar restrições operacionais (curtailments) e assegurar a estabilidade do suprimento.
Projeto Nova Era Integração e o escoamento de energia renovável
A engenharia de expansão da transmissora está centralizada no projeto Nova Era Integração, cujo escopo geográfico e técnico foi desenhado de forma transversal para abranger os principais subsistemas de geração do Nordeste. Além de linhas de alta tensão, o empreendimento contempla o desenvolvimento de subestações inéditas e seccionamentos estratégicos que otimizam a flexibilidade operativa do grid...
Fonte: Cenário Energia
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Neoenergia Coelba projeta aporte recorde de R$ 25 bilhões na Bahia até 2030
A Neoenergia Coelba anunciou um robusto plano estratégico de investimentos direcionado ao estado da Bahia para o período de 2026 a 2030. Com um orçamento global de R$ 25 bilhões para os próximos cinco anos, a concessionária focará seus esforços na expansão, modernização e no reforço estrutural de suas redes de alta, média e baixa tensão. O principal vetor geográfico desse aporte será o Extremo Oeste baiano, polo agrícola consolidado como a maior região de irrigação por pivô central do Brasil, que passará por uma profunda reestruturação para suportar o avanço da demanda eletroenergética.
O plano plurianual de investimentos na infraestrutura de distribuição baiana corresponde à metade do orçamento de R$ 50 bilhões que a Neoenergia destinará ao segmento de distribuição em todo o território nacional no mesmo quinquênio. A estratégia visa blindar os indicadores de continuidade do fornecimento e elevar a confiabilidade para os mais de 17 milhões de clientes do grupo no país, consolidando a posição da holding que liderou os investimentos privados em infraestrutura no Brasil nos últimos quatro anos, conforme dados da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib)...
Fonte: Cenário Energia
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Sem gestão inteligente, degradação do BESS pode esticar payback de projetos, alerta Cepel
O avanço do armazenamento de energia por baterias no Brasil abre uma nova fronteira para a modernização do setor elétrico, mas também impõe desafios relacionados à eficiência operacional, à sustentabilidade e à gestão do ciclo de vida desses ativos. À medida que o mercado se prepara para uma expansão significativa dos sistemas Battery Energy Storage System (BESS), especialistas defendem que a adoção de estratégias inteligentes de operação será determinante para garantir a viabilidade econômica dos projetos e minimizar seus impactos ambientais.
A preocupação ganha relevância diante das perspectivas de crescimento do segmento. Estudo da Associação Brasileira de Soluções de Armazenamento de Energia (ABSAE) estima que o mercado poderá movimentar até R$ 77 bilhões e alcançar 72 GWh de capacidade instalada até 2034, impulsionado pelo aumento da inserção de fontes renováveis e pela expectativa de realização de leilões específicos para essa tecnologia.
Nesse cenário, pesquisadores do Centro de Pesquisa em Energia Elétrica (Cepel) chamam atenção para um aspecto que tende a ganhar protagonismo nos próximos anos: a degradação prematura das baterias. Além de elevar os custos operacionais, o desgaste acelerado reduz a vida útil dos equipamentos e amplia a geração de resíduos de descarte complexo, com reflexos diretos sobre a cadeia ambiental...
Fonte: Cenário Energia
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https://cenarioenergia.com.br/2026/06/09/cepel-gestao-inteligente-bess-armazenamento-energia-ems/
Data centers demandam ‘uma França’ de energia
O consumo global de eletricidade por data centers foi estimado em 448 terawatt-hora (TWh) em 2025, equivalente ao consumo de toda a França, segundo relatório divulgado pelas Nações Unidas (ONU). Se fosse um país, a infraestrutura que sustenta a inteligência artificial (IA), a nuvem e outras tecnologias digitais seria o 11.º maior consumidor de energia elétrica do mundo.
A demanda de processamento da IA representou cerca de 20% do uso total de eletricidade dos data centers em 2025, com projeção de chegar a 40% até 2030. “O risco não é de o mundo subitamente ficar sem água ou energia por causa da IA”, explica Miriam Aczel, pesquisadora do Instituto da Universidade das Nações Unidas para Água, Meio Ambiente e Saúde e autora principal do relatório. “Os impactos são sentidos em locais específicos, que frequentemente não usufruem de seus benefícios econômicos.”
Segundo o relatório, as emissões ligadas ao uso de eletricidade dos data centers somaram 189 milhões de toneladas de CO em 2025 – o que exigiria 3,2 bilhões de mudas de árvores em dez anos para serem compensadas. A pegada de carbono varia conforme a matriz elétrica: em países mais dependentes de carvão e outros fósseis, como Indonésia, Índia e Hong Kong, a intensidade de carbono é maior.
E há outros custos ambientais, como a extração de minerais críticos para chips, captação de água para resfriamento, ocupação de terras e aumento do lixo eletrônico.
Fonte: Abinee - O Estado de SP
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https://www.clipping.abinee.org.br/data-centers-demandam-uma-franca-de-energia/
08/06/2026
ONS aciona plano emergencial para reduzir excesso de energia e evitar instabilidade
O Operador Nacional do Sistema Elétrico acionou, pela primeira vez, neste domingo (7), o plano emergencial para reduzir a geração de energia e evitar que o excesso de oferta provoque instabilidades no sistema elétrico nacional.
A medida foi comunicada aos agentes do Sistema Interligado Nacional (SIN) no sábado (6), determinando a redução da geração em grandes usinas, como as hidrelétricas, em até 1.000 megawatts (MW) no total. Paralelamente, o ONS solicitou às distribuidoras de energia que reduzissem a geração de usinas conectadas às redes de distribuição em suas áreas de atuação.
A operação faz parte do Plano Emergencial de Gestão de Excedentes de Energia na Rede de Distribuição, aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em novembro de 2025.
O plano foi criado para evitar instabilidades em períodos de baixa demanda energética, como feriados prolongados e fins de semana, quando há deslocamento de parte da população dos grandes centros urbanos para cidades menores ou regiões litorâneas.
A medida também serve para evitar impactos gerados pela produção excessiva de energia solar em telhados de residência que, somado a dias de baixo consumo energético como em fins de semana, pode gerar panes ao desequilibrar a rede pelo excesso de oferta energética em relação à demanda...
Fonte: Infomoney
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Justiça do Ceará suspende homologação de megaleilão de energia
A Justiça Federal do Ceará suspendeu liminarmente a homologação do megaleilão de energia de reserva de capacidade de 2026. A manifestação cita risco de impacto tarifário e efeitos financeiros irreversíveis.
O que aconteceu
Justiça Federal do Ceará suspende homologação dos resultados do leilão de reserva de capacidade de 2026. Com a decisão, fica suspensa temporariamente a assinatura. Realizado em março, o megaleilão contratou de R$ 515 bilhões em reserva de energia térmica e hidráulica para abastecer o sistema elétrico do país em momentos de falta de energia.
Decisão liminar foi proferida pelo juiz federal Luis Praxedes Vieira da Silva, da 1ª Vara Federal do Ceará. Processo atende à ação movida pela Fiec (Federação das Indústrias do Estado do Ceará) e o SindiEnergia (Sindicato das Indústrias de Energia e de Serviços do Setor Elétrico do Estado do Ceará). As entidades questionam a legalidade e a modelagem do certame…
Potencial inflacionário também motivou o pedido de suspensão do certame. De acordo com o veredito, o leilão tem potencial de elevar em até 20% o valor das contas de energia elétrica das indústrias. Para os consumidores, a alta estimada é de, aproximadamente, 10%. As projeções consideram os custos bilionários gerados pela contratação de usinas termelétricas (especialmente a gás e carvão) nos leilões…
Fonte: Uol
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https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2026/06/08/justica-ce---leilao-de-energia.ghtm
Distribuidora de energia não pode ser responsabilizada por interrupções, diz presidente do TRF1
A desembargadora e presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), Maria do Carmo Cardoso, afirmou nesta segunda-feira, 8, que as distribuidoras de energia elétrica não podem ser responsabilizadas financeiramente pelas interrupções de geração no sistema por causa de excesso de eletricidade no Sistema Interligado Nacional (SIN) e menor demanda de consumo.
Segundo a desembargadora, o TRF1 já decidiu neste sentido em análise de processos sobre o assunto e manterá sua posição à respeito da questão sempre que necessário.
"As distribuidoras não podem ser responsabilizadas por interrupções atribuídas aos sistemas de transmissão em situação na qual a interrupção decorreu de falha técnica, afastando sanções e impostos", disse ela, durante evento em Brasília.
A magistrada ressaltou que, nos casos analisados pelo tribunal, ficou evidenciado que as interrupções não decorreram de conduta direta das distribuidoras, mas de limitações operacionais do sistema de transmissão e de decisões relacionadas ao despacho de energia no âmbito do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Para ela, imputar penalidades às distribuidoras nessas circunstâncias representaria "distorção regulatória" e insegurança jurídica para o setor…
Fonte: Uol
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New G3 certification: Multi-utility metering over a single communication network
Utilities worldwide are expanding smart grid infrastructures beyond electricity metering. Gas meters, water meters, customer interface units, sensors and other connected devices are increasingly becoming part of the same ecosystem.
A big challenge is how to manage millions of devices with a battery lifetime of 10–20 years, without increasing operational complexity, operational costs and vendor lock-in.
The launch of the new G3 certification release on 1st June 2026 marks a major milestone for the G3-Alliance. Following the publication of the updated 2025 G3 specification on 1 June 2025, the certification programme now includes certification of battery-powered RF devices that can be seamlessly integrated in G3-Hybrid networks.
The new ‘RF-BAT’ certification profile extends the robust and successful G3 certification programme by including dedicated conformance, interoperability and performance test cases for battery-powered devices.
This evolution was developed specifically to enable integrated multi-utility metering using a single communication infrastructure. Connectivity to battery-powered devices, also seen as leaf nodes (no routing), is ensured using an RF-only link via any capable G3-Hybrid device (i.e. embedding leaf node parenting capabilities) present in the network...
Fonte: Enlit
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AXIA Energia direciona R$ 1,17 bilhão para modernizar subestações e robustecer o SIN em São Paulo
A modernização da infraestrutura de transmissão de energia elétrica na região Sudeste ganhou um novo e robusto cronograma de aportes. A AXIA Energia está executando um plano de investimentos de grande porte que totaliza R$ 1,172 bilhão direcionado ao reforço, ampliação e atualização tecnológica de suas subestações instaladas no estado de São Paulo. O planejamento estratégico estende-se até 2030 e compreende um cronograma integrado entre obras já concluídas, intervenções em fase de execução física e melhorias projetadas para os próximos anos.
O projeto, chancelado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), adiciona R$ 163 milhões à Receita Anual Permitida (RAP) da transmissora. Do ponto de vista sistêmico, o aporte foca na elevação dos índices de confiabilidade e segurança operacional do Sistema Interligado Nacional (SIN), mitigando gargalos de rede e preparando o principal centro de carga do país para o escoamento de energia da região Sudeste e do SIN, além de ampliar o fornecimento para o parque industrial paulista...
Fonte: Cenário Energia
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03/06/2026
Brasil é potência em maturidade digital no setor de energia, diz Siemens
Mesmo em um setor de natureza conservadora, empresas de energia brasileiras estão em uma posição de destaque de maturidade digital. É a avaliação feita pelo head global para indústrias de Energia, Química e Infraestrutura da Siemens Digital Industries, Thiago Ribeiro: “O Brasil não deve nada a ninguém. Nós temos grandes escolas de engenharia, temos grandes empresas, com grandes líderes e grandes visões”.
Brasileiro com carreira nos setores de Óleo e Gás, Ribeiro ocupa desde 2025 a posição de liderança global na Siemens. Em entrevista exclusiva ao InfoMoney, o executivo disse que é uma questão de tempo até que grandes empresas brasileiras em setores como energia e mineração se tornem grandes potências e referências em exploração de recursos naturais com tecnologia.
“Essas indústrias [energia, química e infraestrutura], tradicionalmente, movimentam muito dinheiro, mas também trabalham com ativos que estão envelhecendo. Muitas delas trabalham com ativos que têm até 50 anos”, afirma Ribeiro...
Fonte: Infomoney
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Axia Energia assume controle integral da hidrelétrica Três Irmãos
A Axia Energia – antiga Eletrobras – concluiu a aquisição da participação que ainda não detinha na hidrelétrica Três Irmãos, a maior usina de todo o Rio Tietê, conforme comunicado ao mercado divulgado nesta terça-feira (2).
A operação envolveu a compra das ações pertencentes à Triunfo Participações e Investimentos e à Mercúrio Participações e Investimentos na Juno Participações e Investimentos, controladora da Tijoá Energia, totalizando R$ 256 milhões após atualizações e ajustes contratuais.
Com o fechamento da transação, a Axia passa a consolidar 100% da usina, ao mesmo tempo em que informa ter simplificado a estrutura societária anteriormente existente em torno do empreendimento.
Antes da operação, a estrutura de controle da usina envolvia uma participação direta da Axia na Tijoá Energia e uma segunda participação indireta por meio da Juno Participações e Investimentos...
Fonte: Canal Solar
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https://canalsolar.com.br/axia-energia-controle-hidreletrica-tres-irmaos/
MME Publica Portaria do Primeiro Leilão de Baterias do País com Divisão por Conteúdo Nacional e Bonificação Locacional
O Ministério de Minas e Energia (MME) publicou nesta quarta-feira (03/06) a Portaria Normativa que oficializa as diretrizes e a sistemática do Leilão de Reserva de Capacidade na forma de Potência voltado a novos sistemas de armazenamento de energia em baterias (LRCAP 2026 – Armazenamento). A medida é considerada um divisor de águas para a modernização da infraestrutura elétrica brasileira, introduzindo a contratação de tecnologia de armazenamento em larga escala para dar suporte operativo e resiliência ao Sistema Interligado Nacional (SIN).
O foco central da política pública é capturar a flexibilidade das baterias eletroquímicas para achatar a curva de carga nos horários de pico de consumo, gerenciar os excedentes das fontes solar e eólica e mitigar as restrições de transmissão. Ao chancelar o novo modelo de contratação de lastro, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, defendeu o alinhamento da agenda setorial com o desenvolvimento socioeconômico e tecnológico do país: “O Brasil dá mais um passo decisivo para modernizar o seu sistema elétrico. O leilão de baterias vai permitir armazenar energia e entregá-la nos momentos em que o sistema mais precisa, aumentando a estabilidade, aproveitando melhor as fontes renováveis e estimulando a produção nacional de equipamentos estratégicos para a transição energética...”
Fonte: Cenário Energia
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MME e EPE ampliam acesso aos dados do PDE 2035 e abrem bastidores do planejamento energético brasileiro
O Ministério de Minas e Energia (MME) e a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) deram mais um passo na ampliação da transparência do planejamento energético nacional. As instituições disponibilizaram nesta quarta-feira (03/6) um conjunto de estudos, bases de dados e documentos complementares associados ao Plano Decenal de Expansão de Energia 2035 (PDE 2035), permitindo ao mercado acessar informações que servem de base para as projeções de crescimento da oferta energética e da infraestrutura elétrica brasileira ao longo da próxima década.
A iniciativa amplia a capacidade de análise por parte de investidores, agentes do setor elétrico, consultorias, universidades e órgãos de governo, ao disponibilizar não apenas os resultados consolidados do plano, mas também parte das metodologias e ferramentas utilizadas na construção dos cenários de expansão.
O movimento ocorre em um momento de crescente complexidade para o planejamento energético, marcado pela expansão das fontes renováveis, pela necessidade de reforços na rede de transmissão, pelo avanço do armazenamento de energia e pelo crescimento de novas demandas associadas à eletrificação e à descarbonização da economia...
Fonte: Cenário Energia
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ISA Energia Brasil testa tecnologia inédita que reduz em até 87,5% o tempo de manutenção em linhas de transmissão
A busca por maior confiabilidade operacional e redução dos tempos de intervenção em ativos críticos da transmissão levou a ISA Energia Brasil a implementar uma tecnologia inédita na rede nacional. A companhia concluiu a aplicação piloto de emendas automáticas em uma linha de transmissão de 138 kV localizada entre os municípios de Euclides da Cunha Paulista e São João da Boa Vista, no interior de São Paulo, introduzindo uma solução que promete reduzir significativamente o tempo necessário para a conexão de condutores em atividades de manutenção.
O principal diferencial da tecnologia está na velocidade de execução. Um procedimento que tradicionalmente demandava cerca de 40 minutos para ser concluído pode agora ser realizado em aproximadamente cinco minutos, reduzindo em até 87,5% o tempo de intervenção em campo.
O avanço ocorre em um momento em que as transmissoras buscam elevar os níveis de disponibilidade dos ativos e aumentar a capacidade de resposta diante de eventos emergenciais, especialmente em um sistema elétrico cada vez mais complexo e dependente da confiabilidade da infraestrutura de transporte de energia...
Fonte: Cenário Energia
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Projeto Guanabara fortalece energia no Sudeste com nova conexão entre Rio e Espírito Santo
A infraestrutura elétrica brasileira deu mais um passo com a entrada em operação da Linha de Transmissão (LT) 500 kV Terminal Rio – Lagos, que conecta a região metropolitana do Rio de Janeiro ao Espírito Santo e amplia a capacidade do Sistema Interligado Nacional (SIN). A nova linha, em circuito duplo, acrescenta 454 km de extensão ao sistema elétrico e marca a conclusão das instalações referentes ao Lote 2 do Leilão de Transmissão nº 4/2018.
O empreendimento integra o Projeto Guanabara, conjunto de obras estruturantes voltado ao escoamento da energia gerada pelas usinas termelétricas das regiões de Macaé e Campos dos Goytacazes e conta com investimento avaliado em R$ 1,01 bilhão. O projeto fortalece a integração da rede de transmissão entre o Rio de Janeiro e o Espírito Santo, ampliando a confiabilidade do fornecimento de energia e a segurança operativa do SIN.
Além da Linha de Transmissão 500 kV Terminal Rio – Lagos, o Projeto Guanabara contempla a Linha de Transmissão 500 kV Lagos – Campos 2, que possui cerca de 202 km de extensão total e está em operação desde maio de 2025. O escopo inclui ainda a implantação da Subestação 500 kV Campos 2 e a ampliação da Subestação Lagos, com a construção de um novo pátio de 500 kV. Somadas, as instalações representam um acréscimo de 656 km de linhas de transmissão ao SIN...
Fonte: Gov.br
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Light identifica 4.617 irregularidades em ações contra furto de energia
A Light identificou 4.617 irregularidades no consumo de energia elétrica em maio, durante ações de fiscalização contra ligações clandestinas e adulterações em medidores. As operações ocorreram em diferentes pontos da área de concessão da empresa e tiveram como alvo residências e estabelecimentos comerciais.
Ao todo, 47 pessoas foram conduzidas a delegacias para prestar depoimento. As ações terminaram com 37 prisões em flagrante e 47 registros de ocorrência policial.
As equipes encontraram irregularidades em imóveis residenciais e também em comércios, como restaurantes, mercados e outros pontos de alto consumo. Em muitos casos, havia ligações clandestinas ou sistemas de medição alterados para reduzir o registro da energia usada.
Operações passaram por Vargem Grande, Marechal Hermes e Coelho Neto
As fiscalizações foram feitas em toda a área atendida pela Light, com destaque para operações em regiões como Vargem Grande, Marechal Hermes e Coelho Neto.
Segundo a concessionária, o volume de energia recuperado em maio chegou a 6,718 GWh. A quantidade seria suficiente para abastecer cerca de 33,5 mil residências durante um mês...
Fonte: Diário do Rio
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https://diariodorio.com/light-identifica-4-617-irregularidades-em-acoes-contra-furto-de-energia/
01/06/2026
O mundo está ficando sem energia para a IA – e isso coloca o Brasil no mapa dos data centers
Elon Musk fala em lançar data centers na órbita terrestre. A China já opera um deles no mar, a 30 metros de profundidade. Heterodoxias desse tipo são formas de contornar um desequilíbrio: a demanda por poder computacional cresce mais rápido que a oferta.
E poder computacional significa energia para alimentar e refrigerar os chips. Quantidades colossais de eletricidade – Musk quer o espaço sideral porque lá tem energia solar 24 horas por dia; e a China testa os data centers submarinos por causa da refrigeração gratuita que o mar oferece.
Mas existem alternativas menos exóticas, mais baratas. Uma delas é instalar data centers em um país específico.
Um país que é o terceiro maior produtor global de energia renovável, atrás apenas da China e dos EUA. Um país que neste momento não sofre com falta de eletricidade mas com excesso: o Brasil.
Por essas razões e outras, o Brasil ganha cada vez mais espaço nessa área. O país já tem 206 data centers em operação, o maior número da América do Sul. Nos últimos dois anos, empresas do setor anunciaram mais de R$ 80 bilhões em novos projetos no país...
Fonte: Invest News
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https://investnews.com.br/negocios/mundo-sem-energia-brasil-data-centers/
Conta de luz muda em 2027 e brasileiros terão que contratar energia no Mercado Livre
A Lei 15.269, sancionada em 24 de novembro de 2025, está destinada a modernizar o setor elétrico no Brasil. Com impacto significativo no mercado de veículos elétricos, essa legislação transforma a comercialização e consumo de energia.
Ao abrir gradualmente o Mercado Livre de Energia, os consumidores residenciais em breve poderão escolher seus fornecedores, potencialmente reduzindo custos de recarga de carros elétricos.
Atualmente, consumidores enfrentam altas tarifas no mercado cativo, com encargos e tributos. Porém, a nova lei permite que consumidores de baixa tensão acessem o Mercado Livre de Energia até novembro de 2028. Entre 2027 e 2028, a lei beneficia pequenas empresas e amplia o leque de opções para proprietários de veículos elétricos e operadores de frotas.
Mudanças no modelo de consumo de energia
As tarifas de recarga de veículos elétricos no mercado cativo variam de R$ 0,70 a R$ 0,95 por kWh. No Mercado Livre, essas tarifas podem cair para R$ 0,25 a R$ 0,45 por kWh.
Essa diferença expressiva poderá beneficiar um público maior após a implementação completa da legislação...
Fonte: Diário do Comércio
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Inteligência artificial fortalece tese de investimento no setor de geração de energia; entenda
A crescente demanda por eletricidade impulsionada pela expansão dos data centers e pelo avanço da inteligência artificial continua fortalecendo a tese de investimento no setor de geração de energia.
Nos Estados Unidos, empresas como NextEra e Constellation Energy avançam em projetos de reativação e expansão da capacidade nuclear, enquanto gigantes de tecnologia como Amazon, Meta, Microsoft e Google ampliam contratos de longo prazo para garantir o fornecimento de energia limpa necessário para sustentar o crescimento de suas operações.
Esse movimento reforça a percepção de que tanto a energia nuclear quanto as fontes renováveis deverão desempenhar papel central na próxima etapa de expansão da infraestrutura digital global, criando oportunidades relevantes para empresas posicionadas nesses segmentos e evidenciando como a inteligência artificial está se consolidando como um importante vetor estrutural de demanda por energia nas próximas décadas.
Nesse contexto, instrumentos como os ETFs Sprott Uranium Miners ETF (URNM) e Global X Uranium ETF (URA), já recomendados neste espaço, continuam sendo alternativas relevantes para investidores que desejam capturar essa tendência de longo prazo.
No mercado brasileiro, o BDR BURA39 desempenha função semelhante ao oferecer exposição ao tema por meio da B3...
Fonte: Money Times
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MME marca leilões de energia existente para novembro
O Ministério de Minas e Energia (MME) definiu as diretrizes para a realização dos leilões de energia existente A-1, A-2 e A-3 de 2026, que serão realizados de forma sequencial em 13 de novembro deste ano. Os certames terão como objetivo contratar energia para atendimento ao mercado das distribuidoras nos anos de 2027, 2028 e 2029.
As regras foram publicadas nesta segunda-feira, 1 de junho, em portaria normativa no Diário Oficial da União (DOU).
Os leilões permitirão a comercialização de energia proveniente de qualquer fonte de geração e resultarão na celebração de Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado (CCEARs) na modalidade por quantidade. Nesse modelo, os riscos hidrológicos serão integralmente assumidos pelos vendedores.
O cronograma definido pelo MME prevê contratos de dois anos para cada produto. No leilão A-1, o suprimento terá início em janeiro de 2027 e seguirá até dezembro de 2028. No A-2, o fornecimento ocorrerá entre janeiro de 2028 e dezembro de 2029. Já no A-3, os contratos terão vigência de janeiro de 2029 até dezembro de 2030...
Fonte: Megawhat.Uol
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Huawei e HDT lançam BESS de 241 kWh no Brasil
A Huawei Digital Power anunciou o lançamento do novo LUNA2000-241-2S1, sistema de armazenamento de energia por baterias (BESS) de 241 kWh desenvolvido para aplicações comerciais e industriais.
O sistema é voltado para aplicações como redução de demanda, backup de energia, microrredes e operações isoladas da rede elétrica. O novo BESS foi desenvolvido para atender diferentes cenários de consumo em setores como agronegócio, hotelaria, varejo, indústrias e operações remotas.
O lançamento reforça a atuação da Huawei no mercado de armazenamento de energia , segmento em que a empresa já acumula mais de 40 GWh implantados globalmente no segmento comercial e industrial.
No Brasil, a Huawei conta com a parceria estratégica da HDT, empresa especializada em soluções de energia e infraestrutura tecnológica, que atua na expansão das soluções de Digital Power no país, apoiando projetos de armazenamento de energia, energia solar, datacenters e infraestrutura crítica para diferentes segmentos de mercado...
Fonte: Canal Solar
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CCEE Origem valida 34,9 milhões de RECs e consolida novo patamar de governança ambiental no SIN
O mercado brasileiro de atributos ambientais consolidou uma marca expressiva no primeiro quadrimestre, evidenciando o apetite das corporações por lastros confiáveis de descarbonização. Entre janeiro e abril, a plataforma CCEE Origem processou e atestou a conformidade de mais de 34,9 milhões de Certificados de Energia Renovável (RECs) no país. O volume transacionado reflete a busca corporativa por conformidade com as diretrizes globais de governança corporativa e sustentabilidade (ESG), permitindo a comprovação de que a eletricidade consumida provém de fontes de baixa emissão, como eólica, solar, biomassa e hidrelétrica.
O avanço desse ecossistema digital atua diretamente na eliminação de assimetrias de informação e confere maior liquidez aos ativos verdes. Lançada em 2024 pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, a solução tecnológica responde a uma demanda histórica de grandes consumidores comerciais e industriais por auditorias automatizadas e segurança jurídica na contratação de energia limpa...
Fonte: Cenário Energia
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ANEEL mantém bandeira amarela para junho com avanço do período seco e acionamento térmico
A governança setorial e os custos operacionais do Sistema Interligado Nacional (SIN) continuam a refletir a transição para a sazonalidade climática de inverno. A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) confirmou que a bandeira tarifária para o mês de junho permanecerá no patamar amarelo. Com a manutenção da sinalização de risco, os consumidores atendidos pelas distribuidoras reguladas experimentarão a aplicação de um custo incremental de R$ 1,885 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) faturados.
O desdobramento energético decorre diretamente do avanço do período seco nas principais bacias hidrográficas do Brasil. Esse cenário climático restringe a capacidade de vazão e reduz de forma gradual o volume útil dos reservatórios das usinas hidrelétricas, principais vetores da matriz elétrica nacional. Para assegurar a confiabilidade do suprimento e preservar os níveis de segurança do sistema, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) eleva a necessidade de acionamento do parque gerador termelétrico, cujo custo marginal de operação é consideravelmente mais elevado.
A transição do perfil de geração no balanço energético
O comportamento das bandeiras tarifárias ao longo do ano expõe as oscilações na curva de afluências e no nível de armazenamento do SIN. Entre os meses de janeiro e abril, o monitoramento regulatório operou sob a vigência da bandeira verde, reflexo direto de condições hidrológicas favoráveis que dispensaram o uso massivo de energia térmica de base...
Fonte: Cenário Energia
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Furto de energia em 2026 poderia abastecer 65 mil casas por um ano em MS
Dados divulgados pela Energisa apontam que 2.977 irregularidades foram identificadas, em unidades consumidoras, de janeiro a abril de 2026, em Mato Grosso do Sul.
Desse número, 1.400 casos são relativos à “gatos de energia” (desvio de energia) e 1.577 são modificações irregulares em medidores (adulteração do consumo real).
As irregularidades desfeitas garantiram a recuperação de 5,4 gigawatt-hora (Gwh). Isto seria suficiente para abastecer cerca de 65 mil residências, em um ano, no Estado.
Campo Grande, Corumbá, Dourados, Ladário, Rio Brilhante, Aparecida do Taboado, Ponta Porã, Sidrolândia, Anastácio e Itaquiraí são os municípios com maior número de ocorrências no Estado.
Quem arca com o prejuízo financeiro do furto de energia é a empresa e os consumidores. “Além do prejuízo direto a empresa, todos os consumidores da área de concessão da Energisa também arcam com uma parcela do custo desta energia furtada, pois este montante de energia furtada faz parte da composição do custo do kWh, ou seja, este custo é rateado entre os consumidores no pagamento de sua fatura de energia elétrica”, informou a concessionária por meio de nota enviada ao Correio do Estado...
Fonte: Correio do Estado
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