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12/06/2026

EDP liga seu primeiro sistema de baterias (BESS) na América do Sul e mira o mercado brasileiro

O armazenamento de energia por baterias em escala de utilidade pública (utility-scale) começa a consolidar a pegada operacional dos grandes geradores na América do Sul. A EDP anunciou o início da operação comercial do Punta de Talca BESS, no Chile, marcando a estreia da companhia em sistemas de armazenamento em baterias (Battery Energy Storage System) na região. Integrado ao parque eólico homônimo, o empreendimento recebeu investimentos de aproximadamente US$ 44 milhões e faz parte da estratégia global do grupo para prover flexibilidade aos sistemas elétricos saturados por fontes intermitentes.
Instalado no município de Ovalle, na região de Coquimbo, o complexo possui capacidade instalada de 240 MWh e injeção média estimada em 60 GWh por ano. A energia armazenada é capaz de suprir o consumo equivalente de 30 mil residências chilenas, maximizando o aproveitamento do recurso renovável local.
Blindagem contra o curtailment e ganho de potência firme
O ativo foi conectado diretamente ao Parque Eólico Punta de Talca, parque de 83 MW que está em operação comercial desde 2024. A hibridização do parque via baterias resolve um dos problemas mais agudos do mercado elétrico chileno na atualidade: o curtailment, jargão setorial que define o corte ou descarte compulsório da geração renovável devido a restrições de escoamento nas linhas de transmissão ou falta de carga nos horários de pico solar e eólico...

Fonte: Cenário Energia

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https://cenarioenergia.com.br/2026/06/12/edp-liga-seu-primeiro-sistema-de-baterias-bess-na-america-do-sul-e-mira-o-mercado-brasileiro/

Cemig reestrutura diretoria executiva com foco em perfis técnicos e de carreira

A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) oficializou uma ampla reestruturação em seu alto escalão de liderança. Em fato relevante publicado em conformidade com a Resolução CVM nº 44/2021, a estatal mineira informou que o seu Conselho de Administração chancelou a nomeação de novos vice-presidentes para três das principais frentes operacionais e financeiras da empresa: Finanças e Relações com Investidores, Geração e Transmissão, e Distribuição.
A movimentação reconfigura o desenho da diretoria executiva liderada pelo presidente Alexandre Ramos Peixoto, trazendo nomes de perfil técnico, longa trajetória no setor elétrico e forte histórico dentro da própria companhia.
O retorno ao comando financeiro
Para liderar a Vice-Presidência de Finanças e de Relações com Investidores, a Cemig reportou o retorno de Leonardo George Magalhães. O executivo, graduado em Ciências Contábeis com especializações internacionais em gestão e estratégia, já havia ocupado a mesma cadeira entre 2020 e 2024.
Antes de reassumir o cargo atual, Magalhães esteve na presidência da Forluz (fundo de pensão dos empregados da Cemig) no biênio 2024-2026. Com mais de duas décadas de atuação na área de finanças corporativas e participação em conselhos de administração, o diretor assume a missão de coordenar a disciplina de capital da companhia em um período de robustos investimentos em modernização de ativos...

Fonte: Cenário Energia

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Trafigura recebe licença para vender energia no Brasil

A trading de commodities Trafigura recebeu ​licença da Agência Nacional ​de Energia Elétrica (Aneel) para comercializar energia elétrica no Brasil, mercado no qual já ​atua na ⁠Europa ​e nos Estados Unidos.
A ⁠empresa disse ter escolhido ​o Brasil para ingressar no negócio de energia elétrica da ‌América Latina pelo tamanho ‌do ​seu mercado, o sexto maior do mundo e pelas suas ‌características estruturais e regulatórias, com grande rede de empresas estabelecidas.
"O Brasil é a porta de entrada natural para a Trafigura no mercado de comercialização de energia na América Latina", disse ‌Marc Erb, chefe de Trading de Energia e Gás no Brasil da ​companhia. 
A empresa atuará na compra e venda ‌de energia para geradores e outras comercializadoras, operações estruturadas e de ‌longo prazo (PPAs).
Além disso, a ‌companhia poderá avaliar a alocação de capital ⁠em ativos relacionados à energia, disse a Trafigura em comunicado à imprensa.
A área de comercialização de energia da ​Trafigura no ​Brasil ficará baseada no Rio de Janeiro, onde a empresa montou uma equipe predominantemente composta por profissionais locais…

Fonte: Uol

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https://economia.uol.com.br/noticias/reuters/2026/06/12/trafigura-recebe-licenca-para-vender-energia-no-brasil.htm

Ameaça digital no SIN: Sistemas legados acendem alerta do TCU no setor elétrico 

A digitalização acelerada da infraestrutura energética do país trouxe eficiência operacional, mas também expandiu a superfície de contato para ameaças digitais complexas. O setor elétrico brasileiro vive um momento de alerta máximo no campo da cibersegurança, consolidando-se como um dos alvos preferenciais de redes criminosas na América Latina. Dados consolidados pela Energy Future revelam que, somente no primeiro semestre de 2025, foram registradas mais de 535 mil tentativas de ataques cibernéticos contra empresas do segmento no país. O volume de ocorrências joga luz sobre a urgência de investimentos em resiliência cibernética para proteger ativos que sustentam o funcionamento da economia e a segurança nacional.
A sofisticação das investidas acompanha uma tendência global de proliferação de malwares e, principalmente, de campanhas agressivas de ransomware, sequestro de dados por meio de criptografia com pedido de resgate. No ambiente técnico do Sistema Interligado Nacional (SIN), o risco transcende o travamento de sistemas corporativos de TI (Tecnologia da Informação); a principal preocupação dos engenheiros e reguladores reside na integridade dos sistemas de TA (Tecnologia Automação), que controlam o despacho de usinas, a operação de subestações e o fluxo de linhas de transmissão em tempo real...

Fonte: Cenário Energia

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https://cenarioenergia.com.br/2026/06/11/ameaca-digital-no-sin-sistemas-legados-acendem-alerta-do-tcu-no-setor-eletrico/

ISA Energia antecipa projeto Piraquê em 16 meses e garante 100% de RAP de R$ 343 milhões

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) emitiu o Termo de Liberação Definitivo (TLD) para o Bloco 3 do projeto Piraquê, controlado pela ISA ENERGIA BRASIL S.A. A concessão do documento oficializa a entrada em operação comercial do último trecho remanescente do empreendimento. Com o aval do órgão regulador, a transmissora consolida a entrega do ativo com uma antecipação de 16 meses frente ao cronograma limite estipulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).
O projeto Piraquê foi arrematado originalmente como o Lote 3 do Leilão de Transmissão 01/2022. Trata-se de um dos maiores empreendimentos greenfield (projetos construídos do zero) em execução no segmento de transmissão do país. A infraestrutura totaliza aproximadamente 1.000 quilômetros de extensão distribuídos pelos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, operando majoritariamente em alta tensão com sete linhas de 500 kV e uma linha de 345 kV.
A etapa finalizada no Espírito Santo engloba a construção de duas linhas de transmissão e as obras de ampliação das subestações conectadas. Do ponto de vista da estabilidade do Sistema Interligado Nacional (SIN), o ativo desempenha um papel estratégico de relevância sistêmica, atuando diretamente no alívio de gargalos de rede em momentos de elevado intercâmbio energético entre as regiões Nordeste e Sudeste...

Fonte: Cenário Energia

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https://cenarioenergia.com.br/2026/06/11/isa-energia-antecipa-projeto-piraque-em-16-meses-e-garante-100-de-rap-de-r-343-milhoes/

Tecnologia auxilia no combate ao furto de energia em Mato Grosso

A análise de dados em tempo real passou a ser uma das principais aliadas no combate ao furto de energia em Mato Grosso. Para tornar esse trabalho mais eficiente, a Energisa implantou o Centro de Operações de Perdas, uma estrutura que reúne especialistas responsáveis por monitorar informações da rede elétrica e identificar possíveis irregularidades.
Instalado em um ambiente equipado com painéis digitais e indicadores atualizados constantemente, o centro acompanha dados de diferentes pontos da rede em busca de alterações que possam indicar falhas técnicas ou fraudes relacionadas ao consumo de energia.
O trabalho envolve o cruzamento de históricos de consumo, alertas operacionais, informações coletadas em campo e denúncias anônimas. Quando um comportamento considerado atípico é identificado, o caso passa por uma análise técnica antes de ser encaminhado para inspeção presencial.
“O Centro de Operações de Perdas faz parte do processo de modernização porque utiliza tecnologia e análise de dados para tornar o combate às perdas de energia mais eficiente”, explica a supervisora Letícia Romanini Santos...

Fonte: Fenati.org

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https://fenati.org.br/tecnologia-combate-furto-de-energia-mato-grosso/

Apesar de decisão da Justiça, Aneel homologa megaleilão de energia

A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu confirmar ontem, por unanimidade, o resultado integral do megaleilão de energia realizado pelo governo em março – e que entrou na mira tanto da Justiça Federal quanto do Tribunal de Contas da União (TCU).
Na segunda-feira, o juiz Luis Praxedes Vieira da Silva, da 1.ª Vara Federal do Ceará, concedeu liminar suspendendo a homologação do certame até que a Justiça Federal do Distrito Federal análise um outro processo sobre o mesmo tema. A ação foi movida pela Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec).
A área jurídica da Aneel entendeu, porém, que o Judiciário já havia decidido sobre a questão ao negar um pedido anterior para suspender o leilão, em julgamento ocorrido em maio. Assim, a interpretação jurídica do órgão foi de que a determinação já teria sido cumprida.
A formalização dos contratos ocorre em meio a controvérsias sobre o tema no Poder Judiciário, no Ministério Público e no TCU. Além disso, como o Estadão mostrou, o leilão abriu uma disputa bilionária entre gigantes do setor elétrico, virou uma nova frente de pressão contra o governo Lula em ano eleitoral e ainda pode ter um impacto de R$ 500 bilhões a R$ 800 bilhões na conta de luz dos consumidores de todo o País em 15 anos...

Fonte: Abinee - O Estado de SP

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https://www.clipping.abinee.org.br/apesar-de-decisao-da-justica-aneel-homologa-megaleilao-de-energia/

10/06/2026

Centro usa tecnologia para identificar furtos de energia em Mato Grosso

Em uma sala com painéis digitais e indicadores em tempo real, especialistas monitoram dados de diferentes pontos da rede elétrica de Mato Grosso em busca de variações que possam indicar problemas técnicos ou algo mais grave: o furto de energia. É nesse ambiente que funciona o novo Centro de Operações de Perdas da Energisa, criado para tornar o combate às fraudes mais ágil e eficiente por meio de tecnologia e análise de dados.
A equipe cruza históricos de consumo, alertas operacionais, informações de campo e denúncias anônimas para identificar padrões suspeitos. Quando um comportamento atípico é detectado, o caso passa por avaliação técnica antes de ser encaminhado para inspeção presencial.
“O Centro de Operações de Perdas faz parte do processo de modernização porque utiliza tecnologia e análise de dados para tornar o combate às perdas de energia mais eficiente”, explica a supervisora Letícia Romanini Santos.
Entre as irregularidades mais comuns estão ligações clandestinas, adulteração de medidores e intervenções no sistema de medição. Além de crime previsto no Código Penal, essas práticas representam riscos graves, como choques elétricos, incêndios e sobrecarga na rede. A pena pode chegar a cinco anos de prisão...

Fonte: G1.Globo

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https://g1.globo.com/mt/mato-grosso/especial-publicitario/energisa-mt/noticia/2026/06/09/centro-usa-tecnologia-para-identificar-furtos-de-energia-em-mato-grosso.ghtml

ONS anuncia uso do código aberto na computação do setor elétrico

Uma das transformações mais significativas em curso no setor elétrico brasileiro não envolve novas linhas de transmissão, usinas ou fontes de geração. Ela acontece dentro dos sistemas computacionais que ajudam a decidir diariamente como a energia será produzida, distribuída e consumida no país. Em um movimento que aproxima o setor elétrico da lógica que impulsionou projetos como Linux, Python e outras plataformas colaborativas de alcance global, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) decidiu apostar no desenvolvimento de ferramentas próprias com código aberto, permitindo que universidades, centros de pesquisa, empresas e especialistas acompanhem, analisem e contribuam diretamente para a evolução dos modelos utilizados na operação do Sistema Interligado Nacional (SIN).
“O Operador segue em sua trilha de inovação contínua. Ao propor ao mercado uma nova configuração de atuação, com ferramentas com códigos abertos, vamos conseguir aproximar o desenvolvimento de soluções à realidade da operação. Com ganhos de qualidade, consistência e aderência da metodologia ao funcionamento do SIN”, resume o diretor-geral do ONS, Marcio Rea, sobre a proposta para o Sistema Interligado Nacional...

Fonte: Capital Digital

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https://capitaldigital.com.br/ons-anuncia-uso-do-codigo-aberto-na-computacao-do-setor-eletrico/

ISA ENERGIA BRASIL investe R$ 90 mi em tecnologia inédita para destravar rede elétrica em SP

A ISA ENERGIA BRASIL inaugurou oficialmente, nesta terça-feira (9), o primeiro projeto do Sistema Interligado Nacional (SIN) a utilizar a tecnologia FACTS (Flexible Alternating Current Transmission Systems) do tipo SSSC (Static Synchronous Series Compensator). Instalado na Subestação Ribeirão Preto (SP) e energizado de forma pioneira em dezembro de 2025, o sistema introduz um novo patamar de eletrônica de potência na rede básica de alta tensão, permitindo o controle dinâmico de fluxo e aumentando a flexibilidade operativa sem a necessidade de construção imediata de novos circuitos físicos.
A aplicação de dispositivos FACTS surge como uma resposta altamente eficiente para o atual momento de transição energética e crescimento acelerado da carga. Ao otimizar a capacidade térmica das linhas de transmissão já existentes, a tecnologia reduz de forma expressiva o time-to-market de expansão da rede, eliminando longos processos de licenciamento ambiental e desapropriação de terras.
Navegação inteligente de fluxo em circuitos de 138 kV
A tecnologia atua diretamente nos módulos de conexão de três linhas de transmissão estratégicas de 138 kV: os circuitos 1 e 2 que ligam Ribeirão Preto a Porto Ferreira, e a interligação Ribeirão Preto – São Simão. O dispositivo injeta uma tensão síncrona em série com a linha, alterando artificialmente sua impedância equivalente e forçando a redistribuição ativa da energia...

Fonte: Cenário Energia

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https://cenarioenergia.com.br/2026/06/09/isa-energia-brasil-investe-r-90-mi-em-tecnologia-inedita-para-destravar-rede-eletrica-em-sp/

AXIA Energia inicia obras de R$ 2,6 bilhões para expandir malha de transmissão no Nordeste

A AXIA Energia iniciou a execução física de um dos mais robustos pacotes de expansão de infraestrutura de rede do país. Focada no escoamento do potencial elétrico da região Nordeste, a companhia deu a largada em um conjunto de obras estruturantes que aportará R$ 2,6 bilhões apenas neste ano. Os investimentos serão direcionados para a construção de 1.100 quilômetros de linhas de transmissão e seccionamentos de linha, mitigando gargalos históricos de conexão e reforçando a segurança do Sistema Interligado Nacional (SIN).
O avanço físico desses ativos ocorre em um momento estratégico de consolidação da matriz limpa brasileira. Com o crescimento acelerado dos complexos eólicos e solares centralizados na região, a ampliação da capacidade de transformação e transporte da rede básica tornou-se pré-requisito mandatório para evitar restrições operacionais (curtailments) e assegurar a estabilidade do suprimento.
Projeto Nova Era Integração e o escoamento de energia renovável
A engenharia de expansão da transmissora está centralizada no projeto Nova Era Integração, cujo escopo geográfico e técnico foi desenhado de forma transversal para abranger os principais subsistemas de geração do Nordeste. Além de linhas de alta tensão, o empreendimento contempla o desenvolvimento de subestações inéditas e seccionamentos estratégicos que otimizam a flexibilidade operativa do grid...

Fonte: Cenário Energia

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https://cenarioenergia.com.br/2026/06/09/axia-energia-inicia-obras-de-r-26-bilhoes-para-expandir-malha-de-transmissao-no-nordeste/

Neoenergia Coelba projeta aporte recorde de R$ 25 bilhões na Bahia até 2030

A Neoenergia Coelba anunciou um robusto plano estratégico de investimentos direcionado ao estado da Bahia para o período de 2026 a 2030. Com um orçamento global de R$ 25 bilhões para os próximos cinco anos, a concessionária focará seus esforços na expansão, modernização e no reforço estrutural de suas redes de alta, média e baixa tensão. O principal vetor geográfico desse aporte será o Extremo Oeste baiano, polo agrícola consolidado como a maior região de irrigação por pivô central do Brasil, que passará por uma profunda reestruturação para suportar o avanço da demanda eletroenergética.
O plano plurianual de investimentos na infraestrutura de distribuição baiana corresponde à metade do orçamento de R$ 50 bilhões que a Neoenergia destinará ao segmento de distribuição em todo o território nacional no mesmo quinquênio. A estratégia visa blindar os indicadores de continuidade do fornecimento e elevar a confiabilidade para os mais de 17 milhões de clientes do grupo no país, consolidando a posição da holding que liderou os investimentos privados em infraestrutura no Brasil nos últimos quatro anos, conforme dados da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib)...

Fonte: Cenário Energia

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Sem gestão inteligente, degradação do BESS pode esticar payback de projetos, alerta Cepel

O avanço do armazenamento de energia por baterias no Brasil abre uma nova fronteira para a modernização do setor elétrico, mas também impõe desafios relacionados à eficiência operacional, à sustentabilidade e à gestão do ciclo de vida desses ativos. À medida que o mercado se prepara para uma expansão significativa dos sistemas Battery Energy Storage System (BESS), especialistas defendem que a adoção de estratégias inteligentes de operação será determinante para garantir a viabilidade econômica dos projetos e minimizar seus impactos ambientais.
A preocupação ganha relevância diante das perspectivas de crescimento do segmento. Estudo da Associação Brasileira de Soluções de Armazenamento de Energia (ABSAE) estima que o mercado poderá movimentar até R$ 77 bilhões e alcançar 72 GWh de capacidade instalada até 2034, impulsionado pelo aumento da inserção de fontes renováveis e pela expectativa de realização de leilões específicos para essa tecnologia.
Nesse cenário, pesquisadores do Centro de Pesquisa em Energia Elétrica (Cepel) chamam atenção para um aspecto que tende a ganhar protagonismo nos próximos anos: a degradação prematura das baterias. Além de elevar os custos operacionais, o desgaste acelerado reduz a vida útil dos equipamentos e amplia a geração de resíduos de descarte complexo, com reflexos diretos sobre a cadeia ambiental...

Fonte: Cenário Energia

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https://cenarioenergia.com.br/2026/06/09/cepel-gestao-inteligente-bess-armazenamento-energia-ems/

Data centers demandam ‘uma França’ de energia

O consumo global de eletricidade por data centers foi estimado em 448 terawatt-hora (TWh) em 2025, equivalente ao consumo de toda a França, segundo relatório divulgado pelas Nações Unidas (ONU). Se fosse um país, a infraestrutura que sustenta a inteligência artificial (IA), a nuvem e outras tecnologias digitais seria o 11.º maior consumidor de energia elétrica do mundo.
A demanda de processamento da IA representou cerca de 20% do uso total de eletricidade dos data centers em 2025, com projeção de chegar a 40% até 2030. “O risco não é de o mundo subitamente ficar sem água ou energia por causa da IA”, explica Miriam Aczel, pesquisadora do Instituto da Universidade das Nações Unidas para Água, Meio Ambiente e Saúde e autora principal do relatório. “Os impactos são sentidos em locais específicos, que frequentemente não usufruem de seus benefícios econômicos.”
Segundo o relatório, as emissões ligadas ao uso de eletricidade dos data centers somaram 189 milhões de toneladas de CO em 2025 – o que exigiria 3,2 bilhões de mudas de árvores em dez anos para serem compensadas. A pegada de carbono varia conforme a matriz elétrica: em países mais dependentes de carvão e outros fósseis, como Indonésia, Índia e Hong Kong, a intensidade de carbono é maior.
E há outros custos ambientais, como a extração de minerais críticos para chips, captação de água para resfriamento, ocupação de terras e aumento do lixo eletrônico.

Fonte: Abinee - O Estado de SP

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08/06/2026

ONS aciona plano emergencial para reduzir excesso de energia e evitar instabilidade

O Operador Nacional do Sistema Elétrico acionou, pela primeira vez, neste domingo (7), o plano emergencial para reduzir a geração de energia e evitar que o excesso de oferta provoque instabilidades no sistema elétrico nacional.
A medida foi comunicada aos agentes do Sistema Interligado Nacional (SIN) no sábado (6), determinando a redução da geração em grandes usinas, como as hidrelétricas, em até 1.000 megawatts (MW) no total. Paralelamente, o ONS solicitou às distribuidoras de energia que reduzissem a geração de usinas conectadas às redes de distribuição em suas áreas de atuação.
A operação faz parte do Plano Emergencial de Gestão de Excedentes de Energia na Rede de Distribuição, aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em novembro de 2025.
O plano foi criado para evitar instabilidades em períodos de baixa demanda energética, como feriados prolongados e fins de semana, quando há deslocamento de parte da população dos grandes centros urbanos para cidades menores ou regiões litorâneas.
A medida também serve para evitar impactos gerados pela produção excessiva de energia solar em telhados de residência que, somado a dias de baixo consumo energético como em fins de semana, pode gerar panes ao desequilibrar a rede pelo excesso de oferta energética em relação à demanda...

Fonte: Infomoney

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Justiça do Ceará suspende homologação de megaleilão de energia

A Justiça Federal do Ceará suspendeu liminarmente a homologação do megaleilão de energia de reserva de capacidade de 2026. A manifestação cita risco de impacto tarifário e efeitos financeiros irreversíveis.
O que aconteceu
Justiça Federal do Ceará suspende homologação dos resultados do leilão de reserva de capacidade de 2026. Com a decisão, fica suspensa temporariamente a assinatura. Realizado em março, o megaleilão contratou de R$ 515 bilhões em reserva de energia térmica e hidráulica para abastecer o sistema elétrico do país em momentos de falta de energia.
Decisão liminar foi proferida pelo juiz federal Luis Praxedes Vieira da Silva, da 1ª Vara Federal do Ceará. Processo atende à ação movida pela Fiec (Federação das Indústrias do Estado do Ceará) e o SindiEnergia (Sindicato das Indústrias de Energia e de Serviços do Setor Elétrico do Estado do Ceará). As entidades questionam a legalidade e a modelagem do certame…
Potencial inflacionário também motivou o pedido de suspensão do certame. De acordo com o veredito, o leilão tem potencial de elevar em até 20% o valor das contas de energia elétrica das indústrias. Para os consumidores, a alta estimada é de, aproximadamente, 10%. As projeções consideram os custos bilionários gerados pela contratação de usinas termelétricas (especialmente a gás e carvão) nos leilões…

Fonte: Uol

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https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2026/06/08/justica-ce---leilao-de-energia.ghtm

Distribuidora de energia não pode ser responsabilizada por interrupções, diz presidente do TRF1

A desembargadora e presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), Maria do Carmo Cardoso, afirmou nesta segunda-feira, 8, que as distribuidoras de energia elétrica não podem ser responsabilizadas financeiramente pelas interrupções de geração no sistema por causa de excesso de eletricidade no Sistema Interligado Nacional (SIN) e menor demanda de consumo.
Segundo a desembargadora, o TRF1 já decidiu neste sentido em análise de processos sobre o assunto e manterá sua posição à respeito da questão sempre que necessário.
"As distribuidoras não podem ser responsabilizadas por interrupções atribuídas aos sistemas de transmissão em situação na qual a interrupção decorreu de falha técnica, afastando sanções e impostos", disse ela, durante evento em Brasília.
A magistrada ressaltou que, nos casos analisados pelo tribunal, ficou evidenciado que as interrupções não decorreram de conduta direta das distribuidoras, mas de limitações operacionais do sistema de transmissão e de decisões relacionadas ao despacho de energia no âmbito do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Para ela, imputar penalidades às distribuidoras nessas circunstâncias representaria "distorção regulatória" e insegurança jurídica para o setor… 

Fonte: Uol

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New G3 certification: Multi-utility metering over a single communication network

Utilities worldwide are expanding smart grid infrastructures beyond electricity metering. Gas meters, water meters, customer interface units, sensors and other connected devices are increasingly becoming part of the same ecosystem.
A big challenge is how to manage millions of devices with a battery lifetime of 10–20 years, without increasing operational complexity, operational costs and vendor lock-in.
The launch of the new G3 certification release on 1st June 2026 marks a major milestone for the G3-Alliance. Following the publication of the updated 2025 G3 specification on 1 June 2025, the certification programme now includes certification of battery-powered RF devices that can be seamlessly integrated in G3-Hybrid networks.
The new ‘RF-BAT’ certification profile extends the robust and successful G3 certification programme by including dedicated conformance, interoperability and performance test cases for battery-powered devices.
This evolution was developed specifically to enable integrated multi-utility metering using a single communication infrastructure. Connectivity to battery-powered devices, also seen as leaf nodes (no routing), is ensured using an RF-only link via any capable G3-Hybrid device (i.e. embedding leaf node parenting capabilities) present in the network...

Fonte: Enlit

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https://www.enlit.world/library/new-g3-certification-multi-utility-metering-over-a-single-communication-network

AXIA Energia direciona R$ 1,17 bilhão para modernizar subestações e robustecer o SIN em São Paulo

A modernização da infraestrutura de transmissão de energia elétrica na região Sudeste ganhou um novo e robusto cronograma de aportes. A AXIA Energia está executando um plano de investimentos de grande porte que totaliza R$ 1,172 bilhão direcionado ao reforço, ampliação e atualização tecnológica de suas subestações instaladas no estado de São Paulo. O planejamento estratégico estende-se até 2030 e compreende um cronograma integrado entre obras já concluídas, intervenções em fase de execução física e melhorias projetadas para os próximos anos.
O projeto, chancelado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), adiciona R$ 163 milhões à Receita Anual Permitida (RAP) da transmissora. Do ponto de vista sistêmico, o aporte foca na elevação dos índices de confiabilidade e segurança operacional do Sistema Interligado Nacional (SIN), mitigando gargalos de rede e preparando o principal centro de carga do país para o escoamento de energia da região Sudeste e do SIN, além de ampliar o fornecimento para o parque industrial paulista...

Fonte: Cenário Energia

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https://cenarioenergia.com.br/2026/06/05/axia-energia-direciona-r-117-bilhao-para-modernizar-subestacoes-e-robustecer-o-sin-em-sao-paulo/

03/06/2026

Brasil é potência em maturidade digital no setor de energia, diz Siemens

Mesmo em um setor de natureza conservadora, empresas de energia brasileiras estão em uma posição de destaque de maturidade digital. É a avaliação feita pelo head global para indústrias de Energia, Química e Infraestrutura da Siemens Digital Industries, Thiago Ribeiro: “O Brasil não deve nada a ninguém. Nós temos grandes escolas de engenharia, temos grandes empresas, com grandes líderes e grandes visões”.
Brasileiro com carreira nos setores de Óleo e Gás, Ribeiro ocupa desde 2025 a posição de liderança global na Siemens. Em entrevista exclusiva ao InfoMoney, o executivo disse que é uma questão de tempo até que grandes empresas brasileiras em setores como energia e mineração se tornem grandes potências e referências em exploração de recursos naturais com tecnologia.
“Essas indústrias [energia, química e infraestrutura], tradicionalmente, movimentam muito dinheiro, mas também trabalham com ativos que estão envelhecendo. Muitas delas trabalham com ativos que têm até 50 anos”, afirma Ribeiro...

Fonte: Infomoney

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https://www.infomoney.com.br/business/brasil-e-potencia-em-maturidade-digital-no-setor-de-energia-diz-siemens/

Axia Energia assume controle integral da hidrelétrica Três Irmãos

A Axia Energia – antiga Eletrobras – concluiu a aquisição da participação que ainda não detinha na hidrelétrica Três Irmãos, a maior usina de todo o Rio Tietê, conforme comunicado ao mercado divulgado nesta terça-feira (2).
A operação envolveu a compra das ações pertencentes à Triunfo Participações e Investimentos e à Mercúrio Participações e Investimentos na Juno Participações e Investimentos, controladora da Tijoá Energia, totalizando R$ 256 milhões após atualizações e ajustes contratuais.
Com o fechamento da transação, a Axia passa a consolidar 100% da usina, ao mesmo tempo em que informa ter simplificado a estrutura societária anteriormente existente em torno do empreendimento.
Antes da operação, a estrutura de controle da usina envolvia uma participação direta da Axia na Tijoá Energia e uma segunda participação indireta por meio da Juno Participações e Investimentos...

Fonte: Canal Solar

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https://canalsolar.com.br/axia-energia-controle-hidreletrica-tres-irmaos/

MME Publica Portaria do Primeiro Leilão de Baterias do País com Divisão por Conteúdo Nacional e Bonificação Locacional

O Ministério de Minas e Energia (MME) publicou nesta quarta-feira (03/06) a Portaria Normativa que oficializa as diretrizes e a sistemática do Leilão de Reserva de Capacidade na forma de Potência voltado a novos sistemas de armazenamento de energia em baterias (LRCAP 2026 – Armazenamento). A medida é considerada um divisor de águas para a modernização da infraestrutura elétrica brasileira, introduzindo a contratação de tecnologia de armazenamento em larga escala para dar suporte operativo e resiliência ao Sistema Interligado Nacional (SIN).
O foco central da política pública é capturar a flexibilidade das baterias eletroquímicas para achatar a curva de carga nos horários de pico de consumo, gerenciar os excedentes das fontes solar e eólica e mitigar as restrições de transmissão. Ao chancelar o novo modelo de contratação de lastro, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, defendeu o alinhamento da agenda setorial com o desenvolvimento socioeconômico e tecnológico do país: “O Brasil dá mais um passo decisivo para modernizar o seu sistema elétrico. O leilão de baterias vai permitir armazenar energia e entregá-la nos momentos em que o sistema mais precisa, aumentando a estabilidade, aproveitando melhor as fontes renováveis e estimulando a produção nacional de equipamentos estratégicos para a transição energética...”

Fonte: Cenário Energia

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https://cenarioenergia.com.br/2026/06/03/mme-portaria-primeiro-leilao-baterias-armazenamento-lrcap-2026/

MME e EPE ampliam acesso aos dados do PDE 2035 e abrem bastidores do planejamento energético brasileiro

O Ministério de Minas e Energia (MME) e a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) deram mais um passo na ampliação da transparência do planejamento energético nacional. As instituições disponibilizaram nesta quarta-feira (03/6) um conjunto de estudos, bases de dados e documentos complementares associados ao Plano Decenal de Expansão de Energia 2035 (PDE 2035), permitindo ao mercado acessar informações que servem de base para as projeções de crescimento da oferta energética e da infraestrutura elétrica brasileira ao longo da próxima década.
A iniciativa amplia a capacidade de análise por parte de investidores, agentes do setor elétrico, consultorias, universidades e órgãos de governo, ao disponibilizar não apenas os resultados consolidados do plano, mas também parte das metodologias e ferramentas utilizadas na construção dos cenários de expansão.
O movimento ocorre em um momento de crescente complexidade para o planejamento energético, marcado pela expansão das fontes renováveis, pela necessidade de reforços na rede de transmissão, pelo avanço do armazenamento de energia e pelo crescimento de novas demandas associadas à eletrificação e à descarbonização da economia...

Fonte: Cenário Energia

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ISA Energia Brasil testa tecnologia inédita que reduz em até 87,5% o tempo de manutenção em linhas de transmissão

A busca por maior confiabilidade operacional e redução dos tempos de intervenção em ativos críticos da transmissão levou a ISA Energia Brasil a implementar uma tecnologia inédita na rede nacional. A companhia concluiu a aplicação piloto de emendas automáticas em uma linha de transmissão de 138 kV localizada entre os municípios de Euclides da Cunha Paulista e São João da Boa Vista, no interior de São Paulo, introduzindo uma solução que promete reduzir significativamente o tempo necessário para a conexão de condutores em atividades de manutenção.
O principal diferencial da tecnologia está na velocidade de execução. Um procedimento que tradicionalmente demandava cerca de 40 minutos para ser concluído pode agora ser realizado em aproximadamente cinco minutos, reduzindo em até 87,5% o tempo de intervenção em campo.
O avanço ocorre em um momento em que as transmissoras buscam elevar os níveis de disponibilidade dos ativos e aumentar a capacidade de resposta diante de eventos emergenciais, especialmente em um sistema elétrico cada vez mais complexo e dependente da confiabilidade da infraestrutura de transporte de energia...

Fonte: Cenário Energia

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Projeto Guanabara fortalece energia no Sudeste com nova conexão entre Rio e Espírito Santo

A infraestrutura elétrica brasileira deu mais um passo com a entrada em operação da Linha de Transmissão (LT) 500 kV Terminal Rio – Lagos, que conecta a região metropolitana do Rio de Janeiro ao Espírito Santo e amplia a capacidade do Sistema Interligado Nacional (SIN). A nova linha, em circuito duplo, acrescenta 454 km de extensão ao sistema elétrico e marca a conclusão das instalações referentes ao Lote 2 do Leilão de Transmissão nº 4/2018.
O empreendimento integra o Projeto Guanabara, conjunto de obras estruturantes voltado ao escoamento da energia gerada pelas usinas termelétricas das regiões de Macaé e Campos dos Goytacazes e conta com investimento avaliado em R$ 1,01 bilhão. O projeto fortalece a integração da rede de transmissão entre o Rio de Janeiro e o Espírito Santo, ampliando a confiabilidade do fornecimento de energia e a segurança operativa do SIN.
Além da Linha de Transmissão 500 kV Terminal Rio – Lagos, o Projeto Guanabara contempla a Linha de Transmissão 500 kV Lagos – Campos 2, que possui cerca de 202 km de extensão total e está em operação desde maio de 2025. O escopo inclui ainda a implantação da Subestação 500 kV Campos 2 e a ampliação da Subestação Lagos, com a construção de um novo pátio de 500 kV. Somadas, as instalações representam um acréscimo de 656 km de linhas de transmissão ao SIN...

Fonte: Gov.br

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https://www.gov.br/mme/pt-br/assuntos/noticias/projeto-guanabara-fortalece-energia-no-sudeste-com-nova-conexao-entre-rio-e-espirito-santo

Light identifica 4.617 irregularidades em ações contra furto de energia

A Light identificou 4.617 irregularidades no consumo de energia elétrica em maio, durante ações de fiscalização contra ligações clandestinas e adulterações em medidores. As operações ocorreram em diferentes pontos da área de concessão da empresa e tiveram como alvo residências e estabelecimentos comerciais.
Ao todo, 47 pessoas foram conduzidas a delegacias para prestar depoimento. As ações terminaram com 37 prisões em flagrante e 47 registros de ocorrência policial.
As equipes encontraram irregularidades em imóveis residenciais e também em comércios, como restaurantes, mercados e outros pontos de alto consumo. Em muitos casos, havia ligações clandestinas ou sistemas de medição alterados para reduzir o registro da energia usada.
Operações passaram por Vargem Grande, Marechal Hermes e Coelho Neto
As fiscalizações foram feitas em toda a área atendida pela Light, com destaque para operações em regiões como Vargem Grande, Marechal Hermes e Coelho Neto.
Segundo a concessionária, o volume de energia recuperado em maio chegou a 6,718 GWh. A quantidade seria suficiente para abastecer cerca de 33,5 mil residências durante um mês...

Fonte: Diário do Rio

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https://diariodorio.com/light-identifica-4-617-irregularidades-em-acoes-contra-furto-de-energia/

01/06/2026

O mundo está ficando sem energia para a IA – e isso coloca o Brasil no mapa dos data centers

Elon Musk fala em lançar data centers na órbita terrestre. A China já opera um deles no mar, a 30 metros de profundidade. Heterodoxias desse tipo são formas de contornar um desequilíbrio: a demanda por poder computacional cresce mais rápido que a oferta.
E poder computacional significa energia para alimentar e refrigerar os chips. Quantidades colossais de eletricidade – Musk quer o espaço sideral porque lá tem energia solar 24 horas por dia; e a China testa os data centers submarinos por causa da refrigeração gratuita que o mar oferece.
Mas existem alternativas menos exóticas, mais baratas. Uma delas é instalar data centers em um país específico.
Um país que é o terceiro maior produtor global de energia renovável, atrás apenas da China e dos EUA. Um país que neste momento não sofre com falta de eletricidade mas com excesso: o Brasil.
Por essas razões e outras, o Brasil ganha cada vez mais espaço nessa área. O país já tem 206 data centers em operação, o maior número da América do Sul. Nos últimos dois anos, empresas do setor anunciaram mais de R$ 80 bilhões em novos projetos no país...

Fonte: Invest News

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https://investnews.com.br/negocios/mundo-sem-energia-brasil-data-centers/

Conta de luz muda em 2027 e brasileiros terão que contratar energia no Mercado Livre

A Lei 15.269, sancionada em 24 de novembro de 2025, está destinada a modernizar o setor elétrico no Brasil. Com impacto significativo no mercado de veículos elétricos, essa legislação transforma a comercialização e consumo de energia.
Ao abrir gradualmente o Mercado Livre de Energia, os consumidores residenciais em breve poderão escolher seus fornecedores, potencialmente reduzindo custos de recarga de carros elétricos.
Atualmente, consumidores enfrentam altas tarifas no mercado cativo, com encargos e tributos. Porém, a nova lei permite que consumidores de baixa tensão acessem o Mercado Livre de Energia até novembro de 2028. Entre 2027 e 2028, a lei beneficia pequenas empresas e amplia o leque de opções para proprietários de veículos elétricos e operadores de frotas.
Mudanças no modelo de consumo de energia
As tarifas de recarga de veículos elétricos no mercado cativo variam de R$ 0,70 a R$ 0,95 por kWh. No Mercado Livre, essas tarifas podem cair para R$ 0,25 a R$ 0,45 por kWh.
Essa diferença expressiva poderá beneficiar um público maior após a implementação completa da legislação...

Fonte: Diário do Comércio

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https://diariodocomercio.com.br/mix/conta-de-luz-muda-em-2027-e-brasileiros-terao-que-contratar-energia-no-mercado-livre/

Inteligência artificial fortalece tese de investimento no setor de geração de energia; entenda

A crescente demanda por eletricidade impulsionada pela expansão dos data centers e pelo avanço da inteligência artificial continua fortalecendo a tese de investimento no setor de geração de energia.
Nos Estados Unidos, empresas como NextEra e Constellation Energy avançam em projetos de reativação e expansão da capacidade nuclear, enquanto gigantes de tecnologia como Amazon, Meta, Microsoft e Google ampliam contratos de longo prazo para garantir o fornecimento de energia limpa necessário para sustentar o crescimento de suas operações.
Esse movimento reforça a percepção de que tanto a energia nuclear quanto as fontes renováveis deverão desempenhar papel central na próxima etapa de expansão da infraestrutura digital global, criando oportunidades relevantes para empresas posicionadas nesses segmentos e evidenciando como a inteligência artificial está se consolidando como um importante vetor estrutural de demanda por energia nas próximas décadas.
Nesse contexto, instrumentos como os ETFs Sprott Uranium Miners ETF (URNM) e Global X Uranium ETF (URA), já recomendados neste espaço, continuam sendo alternativas relevantes para investidores que desejam capturar essa tendência de longo prazo.
No mercado brasileiro, o BDR BURA39 desempenha função semelhante ao oferecer exposição ao tema por meio da B3...

Fonte: Money Times

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https://www.moneytimes.com.br/inteligencia-artificial-fortalece-tese-de-investimento-no-setor-de-geracao-de-energia-entenda/

MME marca leilões de energia existente para novembro

O Ministério de Minas e Energia (MME) definiu as diretrizes para a realização dos leilões de energia existente A-1, A-2 e A-3 de 2026, que serão realizados de forma sequencial em 13 de novembro deste ano. Os certames terão como objetivo contratar energia para atendimento ao mercado das distribuidoras nos anos de 2027, 2028 e 2029.
As regras foram publicadas nesta segunda-feira, 1 de junho, em portaria normativa no Diário Oficial da União (DOU).
Os leilões permitirão a comercialização de energia proveniente de qualquer fonte de geração e resultarão na celebração de Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado (CCEARs) na modalidade por quantidade. Nesse modelo, os riscos hidrológicos serão integralmente assumidos pelos vendedores.
O cronograma definido pelo MME prevê contratos de dois anos para cada produto. No leilão A-1, o suprimento terá início em janeiro de 2027 e seguirá até dezembro de 2028. No A-2, o fornecimento ocorrerá entre janeiro de 2028 e dezembro de 2029. Já no A-3, os contratos terão vigência de janeiro de 2029 até dezembro de 2030...

Fonte: Megawhat.Uol

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https://megawhat.uol.com.br/destaques-do-diario/mme-marca-leiloes-de-energia-existente-para-novembro/

Huawei e HDT lançam BESS de 241 kWh no Brasil

A Huawei Digital Power anunciou o lançamento do novo LUNA2000-241-2S1, sistema de armazenamento de energia por baterias (BESS) de 241 kWh desenvolvido para aplicações comerciais e industriais.
O sistema é voltado para aplicações como redução de demanda, backup de energia, microrredes e operações isoladas da rede elétrica. O novo BESS foi desenvolvido para atender diferentes cenários de consumo em setores como agronegócio, hotelaria, varejo, indústrias e operações remotas.
O lançamento reforça a atuação da Huawei no mercado de armazenamento de energia , segmento em que a empresa já acumula mais de 40 GWh implantados globalmente no segmento comercial e industrial.
No Brasil, a Huawei conta com a parceria estratégica da HDT, empresa especializada em soluções de energia e infraestrutura tecnológica, que atua na expansão das soluções de Digital Power no país, apoiando projetos de armazenamento de energia, energia solar, datacenters e infraestrutura crítica para diferentes segmentos de mercado...

Fonte: Canal Solar

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https://canalsolar.com.br/huawei-hdt-bess-241-kwh-brasil/

CCEE Origem valida 34,9 milhões de RECs e consolida novo patamar de governança ambiental no SIN

O mercado brasileiro de atributos ambientais consolidou uma marca expressiva no primeiro quadrimestre, evidenciando o apetite das corporações por lastros confiáveis de descarbonização. Entre janeiro e abril, a plataforma CCEE Origem processou e atestou a conformidade de mais de 34,9 milhões de Certificados de Energia Renovável (RECs) no país. O volume transacionado reflete a busca corporativa por conformidade com as diretrizes globais de governança corporativa e sustentabilidade (ESG), permitindo a comprovação de que a eletricidade consumida provém de fontes de baixa emissão, como eólica, solar, biomassa e hidrelétrica.
O avanço desse ecossistema digital atua diretamente na eliminação de assimetrias de informação e confere maior liquidez aos ativos verdes. Lançada em 2024 pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, a solução tecnológica responde a uma demanda histórica de grandes consumidores comerciais e industriais por auditorias automatizadas e segurança jurídica na contratação de energia limpa...

Fonte: Cenário Energia

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https://cenarioenergia.com.br/2026/06/01/ccee-origem-valida-349-milhoes-de-recs-e-consolida-novo-patamar-de-governanca-ambiental-no-sin/

ANEEL mantém bandeira amarela para junho com avanço do período seco e acionamento térmico

A governança setorial e os custos operacionais do Sistema Interligado Nacional (SIN) continuam a refletir a transição para a sazonalidade climática de inverno. A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) confirmou que a bandeira tarifária para o mês de junho permanecerá no patamar amarelo. Com a manutenção da sinalização de risco, os consumidores atendidos pelas distribuidoras reguladas experimentarão a aplicação de um custo incremental de R$ 1,885 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) faturados.
O desdobramento energético decorre diretamente do avanço do período seco nas principais bacias hidrográficas do Brasil. Esse cenário climático restringe a capacidade de vazão e reduz de forma gradual o volume útil dos reservatórios das usinas hidrelétricas, principais vetores da matriz elétrica nacional. Para assegurar a confiabilidade do suprimento e preservar os níveis de segurança do sistema, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) eleva a necessidade de acionamento do parque gerador termelétrico, cujo custo marginal de operação é consideravelmente mais elevado.
A transição do perfil de geração no balanço energético
O comportamento das bandeiras tarifárias ao longo do ano expõe as oscilações na curva de afluências e no nível de armazenamento do SIN. Entre os meses de janeiro e abril, o monitoramento regulatório operou sob a vigência da bandeira verde, reflexo direto de condições hidrológicas favoráveis que dispensaram o uso massivo de energia térmica de base...

Fonte: Cenário Energia

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Furto de energia em 2026 poderia abastecer 65 mil casas por um ano em MS

Dados divulgados pela Energisa apontam que 2.977 irregularidades foram identificadas, em unidades consumidoras, de janeiro a abril de 2026, em Mato Grosso do Sul.
Desse número, 1.400 casos são relativos à “gatos de energia” (desvio de energia) e 1.577 são modificações irregulares em medidores (adulteração do consumo real).
As irregularidades desfeitas garantiram a recuperação de 5,4 gigawatt-hora (Gwh). Isto seria suficiente para abastecer cerca de 65 mil residências, em um ano, no Estado.
Campo Grande, Corumbá, Dourados, Ladário, Rio Brilhante, Aparecida do Taboado, Ponta Porã, Sidrolândia, Anastácio e Itaquiraí são os municípios com maior número de ocorrências no Estado.
Quem arca com o prejuízo financeiro do furto de energia é a empresa e os consumidores.  “Além do prejuízo direto a empresa, todos os consumidores da área de concessão da Energisa também arcam com uma parcela do custo desta energia furtada, pois este montante de energia furtada faz parte da composição do custo do kWh, ou seja, este custo é rateado entre os consumidores no pagamento de sua fatura de energia elétrica”, informou a concessionária por meio de nota enviada ao Correio do Estado...

Fonte: Correio do Estado

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https://correiodoestado.com.br/economia/furto-de-energia-em-2026-poderia-abastecer-65-mil-casas-por-um-ano-em/467216/

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