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01/06/2026

O mundo está ficando sem energia para a IA – e isso coloca o Brasil no mapa dos data centers

Elon Musk fala em lançar data centers na órbita terrestre. A China já opera um deles no mar, a 30 metros de profundidade. Heterodoxias desse tipo são formas de contornar um desequilíbrio: a demanda por poder computacional cresce mais rápido que a oferta.
E poder computacional significa energia para alimentar e refrigerar os chips. Quantidades colossais de eletricidade – Musk quer o espaço sideral porque lá tem energia solar 24 horas por dia; e a China testa os data centers submarinos por causa da refrigeração gratuita que o mar oferece.
Mas existem alternativas menos exóticas, mais baratas. Uma delas é instalar data centers em um país específico.
Um país que é o terceiro maior produtor global de energia renovável, atrás apenas da China e dos EUA. Um país que neste momento não sofre com falta de eletricidade mas com excesso: o Brasil.
Por essas razões e outras, o Brasil ganha cada vez mais espaço nessa área. O país já tem 206 data centers em operação, o maior número da América do Sul. Nos últimos dois anos, empresas do setor anunciaram mais de R$ 80 bilhões em novos projetos no país...

Fonte: Invest News

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https://investnews.com.br/negocios/mundo-sem-energia-brasil-data-centers/

Conta de luz muda em 2027 e brasileiros terão que contratar energia no Mercado Livre

A Lei 15.269, sancionada em 24 de novembro de 2025, está destinada a modernizar o setor elétrico no Brasil. Com impacto significativo no mercado de veículos elétricos, essa legislação transforma a comercialização e consumo de energia.
Ao abrir gradualmente o Mercado Livre de Energia, os consumidores residenciais em breve poderão escolher seus fornecedores, potencialmente reduzindo custos de recarga de carros elétricos.
Atualmente, consumidores enfrentam altas tarifas no mercado cativo, com encargos e tributos. Porém, a nova lei permite que consumidores de baixa tensão acessem o Mercado Livre de Energia até novembro de 2028. Entre 2027 e 2028, a lei beneficia pequenas empresas e amplia o leque de opções para proprietários de veículos elétricos e operadores de frotas.
Mudanças no modelo de consumo de energia
As tarifas de recarga de veículos elétricos no mercado cativo variam de R$ 0,70 a R$ 0,95 por kWh. No Mercado Livre, essas tarifas podem cair para R$ 0,25 a R$ 0,45 por kWh.
Essa diferença expressiva poderá beneficiar um público maior após a implementação completa da legislação...

Fonte: Diário do Comércio

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https://diariodocomercio.com.br/mix/conta-de-luz-muda-em-2027-e-brasileiros-terao-que-contratar-energia-no-mercado-livre/

Inteligência artificial fortalece tese de investimento no setor de geração de energia; entenda

A crescente demanda por eletricidade impulsionada pela expansão dos data centers e pelo avanço da inteligência artificial continua fortalecendo a tese de investimento no setor de geração de energia.
Nos Estados Unidos, empresas como NextEra e Constellation Energy avançam em projetos de reativação e expansão da capacidade nuclear, enquanto gigantes de tecnologia como Amazon, Meta, Microsoft e Google ampliam contratos de longo prazo para garantir o fornecimento de energia limpa necessário para sustentar o crescimento de suas operações.
Esse movimento reforça a percepção de que tanto a energia nuclear quanto as fontes renováveis deverão desempenhar papel central na próxima etapa de expansão da infraestrutura digital global, criando oportunidades relevantes para empresas posicionadas nesses segmentos e evidenciando como a inteligência artificial está se consolidando como um importante vetor estrutural de demanda por energia nas próximas décadas.
Nesse contexto, instrumentos como os ETFs Sprott Uranium Miners ETF (URNM) e Global X Uranium ETF (URA), já recomendados neste espaço, continuam sendo alternativas relevantes para investidores que desejam capturar essa tendência de longo prazo.
No mercado brasileiro, o BDR BURA39 desempenha função semelhante ao oferecer exposição ao tema por meio da B3...

Fonte: Money Times

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https://www.moneytimes.com.br/inteligencia-artificial-fortalece-tese-de-investimento-no-setor-de-geracao-de-energia-entenda/

MME marca leilões de energia existente para novembro

O Ministério de Minas e Energia (MME) definiu as diretrizes para a realização dos leilões de energia existente A-1, A-2 e A-3 de 2026, que serão realizados de forma sequencial em 13 de novembro deste ano. Os certames terão como objetivo contratar energia para atendimento ao mercado das distribuidoras nos anos de 2027, 2028 e 2029.
As regras foram publicadas nesta segunda-feira, 1 de junho, em portaria normativa no Diário Oficial da União (DOU).
Os leilões permitirão a comercialização de energia proveniente de qualquer fonte de geração e resultarão na celebração de Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado (CCEARs) na modalidade por quantidade. Nesse modelo, os riscos hidrológicos serão integralmente assumidos pelos vendedores.
O cronograma definido pelo MME prevê contratos de dois anos para cada produto. No leilão A-1, o suprimento terá início em janeiro de 2027 e seguirá até dezembro de 2028. No A-2, o fornecimento ocorrerá entre janeiro de 2028 e dezembro de 2029. Já no A-3, os contratos terão vigência de janeiro de 2029 até dezembro de 2030...

Fonte: Megawhat.Uol

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https://megawhat.uol.com.br/destaques-do-diario/mme-marca-leiloes-de-energia-existente-para-novembro/

Huawei e HDT lançam BESS de 241 kWh no Brasil

A Huawei Digital Power anunciou o lançamento do novo LUNA2000-241-2S1, sistema de armazenamento de energia por baterias (BESS) de 241 kWh desenvolvido para aplicações comerciais e industriais.
O sistema é voltado para aplicações como redução de demanda, backup de energia, microrredes e operações isoladas da rede elétrica. O novo BESS foi desenvolvido para atender diferentes cenários de consumo em setores como agronegócio, hotelaria, varejo, indústrias e operações remotas.
O lançamento reforça a atuação da Huawei no mercado de armazenamento de energia , segmento em que a empresa já acumula mais de 40 GWh implantados globalmente no segmento comercial e industrial.
No Brasil, a Huawei conta com a parceria estratégica da HDT, empresa especializada em soluções de energia e infraestrutura tecnológica, que atua na expansão das soluções de Digital Power no país, apoiando projetos de armazenamento de energia, energia solar, datacenters e infraestrutura crítica para diferentes segmentos de mercado...

Fonte: Canal Solar

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https://canalsolar.com.br/huawei-hdt-bess-241-kwh-brasil/

CCEE Origem valida 34,9 milhões de RECs e consolida novo patamar de governança ambiental no SIN

O mercado brasileiro de atributos ambientais consolidou uma marca expressiva no primeiro quadrimestre, evidenciando o apetite das corporações por lastros confiáveis de descarbonização. Entre janeiro e abril, a plataforma CCEE Origem processou e atestou a conformidade de mais de 34,9 milhões de Certificados de Energia Renovável (RECs) no país. O volume transacionado reflete a busca corporativa por conformidade com as diretrizes globais de governança corporativa e sustentabilidade (ESG), permitindo a comprovação de que a eletricidade consumida provém de fontes de baixa emissão, como eólica, solar, biomassa e hidrelétrica.
O avanço desse ecossistema digital atua diretamente na eliminação de assimetrias de informação e confere maior liquidez aos ativos verdes. Lançada em 2024 pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, a solução tecnológica responde a uma demanda histórica de grandes consumidores comerciais e industriais por auditorias automatizadas e segurança jurídica na contratação de energia limpa...

Fonte: Cenário Energia

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https://cenarioenergia.com.br/2026/06/01/ccee-origem-valida-349-milhoes-de-recs-e-consolida-novo-patamar-de-governanca-ambiental-no-sin/

ANEEL mantém bandeira amarela para junho com avanço do período seco e acionamento térmico

A governança setorial e os custos operacionais do Sistema Interligado Nacional (SIN) continuam a refletir a transição para a sazonalidade climática de inverno. A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) confirmou que a bandeira tarifária para o mês de junho permanecerá no patamar amarelo. Com a manutenção da sinalização de risco, os consumidores atendidos pelas distribuidoras reguladas experimentarão a aplicação de um custo incremental de R$ 1,885 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) faturados.
O desdobramento energético decorre diretamente do avanço do período seco nas principais bacias hidrográficas do Brasil. Esse cenário climático restringe a capacidade de vazão e reduz de forma gradual o volume útil dos reservatórios das usinas hidrelétricas, principais vetores da matriz elétrica nacional. Para assegurar a confiabilidade do suprimento e preservar os níveis de segurança do sistema, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) eleva a necessidade de acionamento do parque gerador termelétrico, cujo custo marginal de operação é consideravelmente mais elevado.
A transição do perfil de geração no balanço energético
O comportamento das bandeiras tarifárias ao longo do ano expõe as oscilações na curva de afluências e no nível de armazenamento do SIN. Entre os meses de janeiro e abril, o monitoramento regulatório operou sob a vigência da bandeira verde, reflexo direto de condições hidrológicas favoráveis que dispensaram o uso massivo de energia térmica de base...

Fonte: Cenário Energia

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https://cenarioenergia.com.br/2026/06/01/aneel-mantem-bandeira-amarela-para-junho-com-avanco-do-periodo-seco-e-acionamento-termico/

Furto de energia em 2026 poderia abastecer 65 mil casas por um ano em MS

Dados divulgados pela Energisa apontam que 2.977 irregularidades foram identificadas, em unidades consumidoras, de janeiro a abril de 2026, em Mato Grosso do Sul.
Desse número, 1.400 casos são relativos à “gatos de energia” (desvio de energia) e 1.577 são modificações irregulares em medidores (adulteração do consumo real).
As irregularidades desfeitas garantiram a recuperação de 5,4 gigawatt-hora (Gwh). Isto seria suficiente para abastecer cerca de 65 mil residências, em um ano, no Estado.
Campo Grande, Corumbá, Dourados, Ladário, Rio Brilhante, Aparecida do Taboado, Ponta Porã, Sidrolândia, Anastácio e Itaquiraí são os municípios com maior número de ocorrências no Estado.
Quem arca com o prejuízo financeiro do furto de energia é a empresa e os consumidores.  “Além do prejuízo direto a empresa, todos os consumidores da área de concessão da Energisa também arcam com uma parcela do custo desta energia furtada, pois este montante de energia furtada faz parte da composição do custo do kWh, ou seja, este custo é rateado entre os consumidores no pagamento de sua fatura de energia elétrica”, informou a concessionária por meio de nota enviada ao Correio do Estado...

Fonte: Correio do Estado

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https://correiodoestado.com.br/economia/furto-de-energia-em-2026-poderia-abastecer-65-mil-casas-por-um-ano-em/467216/

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