05/08/2026
Light identifica mais de 6 mil ‘gatos’ de energia em julho no RJ
A Light identificou 6.271 irregularidades no consumo de energia elétrica durante o mês de julho em ações de fiscalização realizadas na capital e na Baixada Fluminense. As operações, realizadas com apoio da Polícia Civil e do Programa Estadual de Integração na Segurança (Proeis), terminaram em oito prisões em flagrante, 26 pessoas conduzidas para prestar esclarecimentos e 31 registros de ocorrência.
As equipes encontraram fraudes tanto em residências quanto em estabelecimentos comerciais, como restaurantes, padarias e outros empreendimentos. Entre as irregularidades identificadas estavam ligações clandestinas, conhecidas como “gatos”, e adulterações em sistemas de medição de energia.
As fiscalizações foram realizadas em diversos pontos da área de concessão da Light, com destaque para os bairros de Engenho da Rainha, Vigário Geral, Copacabana, Recreio dos Bandeirantes, Santa Cruz e Campo Grande, na capital, além dos municípios de Duque de Caxias e São João de Meriti, na Baixada Fluminense...
Fonte: Agenda do Poder
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https://agendadopoder.com.br/light-identifica-mais-de-6-mil-gatos-de-energia-em-julho-no-rj/
Taesa antecipa obras de transmissão e atinge R$ 273 milhões em RAP no Sul e Norte
A Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A. (Taesa) anunciou a obtenção de novos Termos de Liberação emitidos pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), garantindo o avanço operacional de duas concessionárias estratégicas de seu portfólio. As energizações nas transmissoras Ananaí e Tangará destravam o recebimento de R$ 141,9 milhões adicionais em Receita Anual Permitida (RAP) para o ciclo 2026-2027, elevando o faturamento operacional consolidado dos dois ativos para R$ 273,2 milhões com efeitos retroativos a 27 de julho de 2026.
Os novos trechos operacionais reforçam a capacidade de execução da companhia ao entrarem em operação comercial com ampla antecipação em relação aos cronogramas regulatórios estipulados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A entrega antecipada otimiza a rentabilidade das concessões arrematadas no Leilão de Transmissão nº 02/2022 e injeta flexibilidade operacional em pontos críticos do Sistema Interligado Nacional (SIN).
Ananaí reforça intercâmbio regional e atinge 97% da receita operacional
Na concessão Ananaí Transmissora de Energia Elétrica S.A., 100% controlada pela Taesa, o ONS liberou a operação comercial dos circuitos 1 e 2 da Linha de Transmissão 500 kV Ponta Grossa / Assis. O trecho adiciona aproximadamente R$ 123,6 milhões (ciclo 2026-2027, acrescido de PIS/Cofins) à receita do projeto. Somado aos R$ 45,1 milhões de RAP já habilitados em liberações parciais ocorridas em maio, a concessionária atinge R$ 168,7 milhões em faturamento anualizado, o que representa 97,3% da RAP total do empreendimento (R$ 173,3 milhões)...
Fonte: Cenário Energial
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Brasil lidera mercado de data centers, mas pressão no sistema elétrico ameaça expansão
O Brasil concentra cerca de 49% da capacidade instalada de data centers da América Latina e desponta como principal mercado da região para sustentar o crescimento da inteligência artificial (IA). No entanto, a expansão do segmento dependerá menos da demanda e cada vez mais da capacidade do setor elétrico de fornecer energia firme, ampliar a transmissão e superar gargalos regulatórios e de financiamento, segundo relatório da Moody’s Ratings.
De acordo com a agência de classificação de risco, o Brasil lidera a capacidade instalada de data centers na América Latina, à frente de México (27%) e Chile (9%). A América Latina possui cerca de 2.340 MW de capacidade instalada, com crescimento anual estimado entre 15% e 20%, impulsionado pela demanda de hyperscalers e pela migração corporativa para a computação em nuvem.
Com a alta anual e a tendência de crescimento, o relatório alerta que os novos campi de IA exigem cargas elétricas equivalentes às de grandes consumidores industriais, aumentando a pressão sobre sistemas de transmissão que não foram projetados para atender concentrações elevadas de demanda.
Apesar da abundância de fontes renováveis, especialmente hidrelétrica, eólica e solar no Brasil e no Chile, a região enfrenta limitações relacionadas às filas de conexão, à capacidade de transmissão, ao corte de geração em áreas com elevada geração renovável e aos longos processos de licenciamento para novos empreendimentos...
Fonte: Megawhat.uol
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Armazenamento de energia avança no Brasil: o que muda com as novas regras da Aneel
A expansão das fontes renováveis, especialmente solar e eólica, tem transformado significativamente a matriz elétrica brasileira nos últimos anos. No entanto, esse avanço também trouxe um novo desafio: como garantir o fornecimento de energia quando o sol não está brilhando ou o vento perde a intensidade?
Parte da resposta está no armazenamento de energia, uma tecnologia que permite armazenar a eletricidade gerada em períodos de alta produção e disponibilizá-la conforme a demanda do sistema. Agora, essa solução ganhou impulso com a publicação da Resolução Normativa nº 1.161 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
A normativa estabelece regras específicas para a autorização e operação dos Sistemas de Armazenamento de Energia (SAE), o que, na prática, representa um passo significativo para consolidar um mercado que deve ganhar relevância nos próximos anos, acompanhando a evolução da matriz elétrica brasileira.
Por que o armazenamento se tornou tão importante?
Durante décadas, o sistema elétrico brasileiro foi estruturado principalmente em torno das hidrelétricas com reservatórios, capazes de armazenar energia na forma de água e ajustar a geração conforme a demanda. Com a expansão das fontes intermitentes (solar e eólica), cresce a necessidade de tecnologias capazes de oferecer flexibilidade ao sistema...
Fonte: Além da Energia.engie
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https://www.alemdaenergia.engie.com.br/armazenamento-de-energia-avanca-no-brasil/
CPFL investe R$ 1,1 bi em medidores inteligentes e eleva meta para 2,7 milhões até 2030
A CPFL Energia encerrou o primeiro ano de execução do seu programa de medição inteligente atingindo a marca de 400 mil medidores eletrônicos com telemedição instalados em sua área de concessão. Em resposta ao ritmo de implantação do projeto, a holding revisou para cima suas projeções operacionais: o plano plurianual agora prevê a substituição de 2,7 milhões de equipamentos até 2030, um incremento de 68% sobre a meta original divulgada ao mercado.
A iniciativa mobiliza um investimento consolidado de R$ 1,1 bilhão e abrange as distribuidoras CPFL Paulista, CPFL Piratininga e CPFL Santa Cruz. O foco do aporte concentra-se na automação da infraestrutura de distribuição, na mitigação de perdas não técnicas e na transição para redes elétricas inteligentes (smart grids), capazes de operar com leitura bidirecional e processamento de dados em tempo real.
Ganho de eficiência de rede e autonomia no consumo
A substituição da medição eletromecânica tradicional por infraestrutura de medição avançada (AMI) permite a leitura remota centralizada, a identificação instantânea de interrupções no fornecimento (outage management) e o religamento automatizado. A tecnologia também confere aos consumidores do mercado regulado maior previsibilidade e acompanhamento do perfil de carga, requisito central para a adoção de tarifas dinâmicas e integração de recursos energéticos distribuídos...
Fonte: Cenário Energia
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ANEEL rejeita perícia da Enel SP e acelera processo de caducidade da concessão
A Superintendência de Fiscalização Técnica dos Serviços de Energia Elétrica (SFT) da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) recomendou o indeferimento do pedido de produção de prova pericial formulado pela Enel Distribuição São Paulo. A concessionária buscava a contratação de uma perícia multidisciplinar conjunta para reavaliar os indicadores de qualidade e a capacidade de resposta da rede em eventos climáticos extremos no âmbito do processo administrativo que analisa a caducidade do Contrato de Concessão nº 162/2008.
As diretrizes da área técnica constam no Memorando nº 416/2026-SFT/ANEEL, assinado pelo superintendente Giácomo Francisco Bassi Almeida e submetido à relatora do processo, a diretora Agnes Maria de Aragão da Costa. A fiscalização concluiu que a instrução processual reúne acervo probatório e documental suficiente, tornando a realização de uma nova perícia impertinente, além de sem previsão no rito sancionador regido pela Resolução Normativa nº 846/2019.
Prerrogativa estatal e limite do rito administrativo
Ao rebater a solicitação da distribuidora, a fiscalização ressaltou que as competências de regulação e fiscalização do setor elétrico são atribuições legais da agência e de suas conveniadas estaduais, respaldadas pelas Leis nº 9.427/1996 e nº 10.871/2004. As conclusões dos laudos regulatórios gozam de presunção de legitimidade e veracidade, que não foram afastadas pelas justificativas apresentadas pela concessionária...
Fonte: Cenário Energia
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03/08/2026
Ynova e Matrix anunciam parceria para expandir atuação em GD e no mercado livre
A Ynova e a Matrix anunciaram nesta segunda-feira, 3 de agosto, uma parceria estratégica para expandir suas atuações no mercado brasileiro de energia, ampliando o acesso a soluções de geração distribuída (GD) e mercado livre por meio de uma plataforma digital integrada.
A Ynova é um marketplace de energia especializado em conectar consumidores e fornecedores por meio de tecnologia. A empresa oferece serviços de migração para o mercado livre e contratação de energia para consumidores de alta tensão, além de conectar clientes de baixa tensão a usinas solares por meio de um sistema inteligente de matchmaking.
“O objetivo da parceria é ampliar exponencialmente o acesso à energia renovável para consumidores de baixa tensão em todo o Brasil”, afirma Guilherme Moya, cofundador e Co-CEO, da Ynova.
A parceria consolida uma relação que já existe há dois anos. Nesse período, a Matrix tornou-se uma das principais fornecedoras de soluções de energia dentro do marketplace da Ynova, contribuindo para o crescimento da plataforma e da oferta de energia em diversas regiões do país...
Fonte: Megawhat.uol
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Crescimento do agronegócio no Brasil supera infraestrutura disponível
O agronegócio brasileiro tem apresentado um crescimento acelerado, superando a capacidade da infraestrutura disponível, o que gera desafios significativos para os produtores rurais. A falta de energia, conectividade e transporte adequado são alguns dos principais obstáculos enfrentados pelo setor.
Desafios enfrentados pelo agronegócio
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Falta de energia elétrica adequada, com custos elevados para instalação.
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Deficiência na conectividade, dificultando o acesso à internet.
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Infraestrutura rodoviária e ferroviária insuficiente, especialmente em épocas de chuva.
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Carência de silos para armazenamento e irrigação adequada.
A importância da ação governamental
Especialistas destacam a necessidade de um projeto governamental que atenda às demandas do agronegócio, considerando sua relevância para a economia brasileira. A privatização e a terceirização dos serviços de energia e infraestrutura devem ser acompanhadas de regulamentações que garantam o atendimento adequado aos produtores...
Fonte: Canal Rural
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Mercado livre de energia entra em nova fase e empresas ampliam critérios para migração
A migração para o mercado livre de energia deixou de ser pautada exclusivamente pela redução da conta de luz. Em um cenário marcado pela alta do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD), menor liquidez, encerramento das operações de algumas comercializadoras e aumento das exigências regulatórias, consumidores passaram a incorporar critérios relacionados à gestão de riscos, governança corporativa e capacidade financeira na escolha de seus fornecedores de energia.
A mudança reflete o amadurecimento do Ambiente de Contratação Livre (ACL), onde a previsibilidade contratual e a segurança das operações ganham importância em um contexto de maior volatilidade dos preços e de maior complexidade na gestão dos contratos de energia.
Governança passa a pesar na decisão dos consumidores
Nos primeiros anos da abertura do mercado livre, o principal fator para a migração era o potencial de economia na fatura de energia. Embora a redução de custos continue sendo um dos principais atrativos, empresas passaram a avaliar também a capacidade das comercializadoras de administrar riscos e honrar compromissos ao longo de contratos de longo prazo...
Fonte: Cenário Energia
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AXIA Energia conclui energização de três subestações no Norte com investimento de R$ 114,2 milhões
A AXIA Energia concluiu a energização de três empreendimentos de transmissão localizados nos estados do Maranhão, Rondônia e Pará, após investimentos de R$ 114,2 milhões voltados à modernização da infraestrutura elétrica da região Norte. Os projetos, autorizados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), ampliam a capacidade operativa das instalações, fortalecem a integração ao Sistema Interligado Nacional (SIN) e devem acrescentar R$ 10,65 milhões em Receita Anual Permitida (RAP) à companhia nos próximos anos.
As intervenções foram realizadas nas subestações Presidente Dutra (MA), Pimenta Bueno (RO) e Marabá (PA), consideradas estratégicas para o escoamento e a segurança do suprimento de energia em importantes corredores de transmissão do país. Durante a execução das obras, foram gerados 406 postos de trabalho nas regiões atendidas.
Além do reforço à confiabilidade do sistema elétrico, os investimentos acompanham o aumento da demanda energética associado ao crescimento industrial e econômico observado nos estados da região Norte...
Fonte: Cenário Energia
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https://cenarioenergia.com.br/2026/07/31/axia-energia-energizacao-subestacoes-norte-rap-aneel/
Mais de 40% das indústrias migraram para o mercado livre nos últimos dois anos, aponta CNI
Uma pesquisa realizada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) mostrou que 41% das indústrias brasileiras migraram para o Mercado Livre de Energia desde janeiro de 2024, quando entrou em vigor a norma do MME (Ministério de Minas e Energia) que ampliou o acesso dos consumidores ao ambiente livre de contratação.
De acordo com o estudo, cerca de 73% dos empresários que deixaram o mercado cativo perceberam redução nos custos com energia elétrica. Além disso, 30% das empresas apontam a migração como a principal estratégia para reduzir a conta de luz.
Os dados do estudo apontam ainda que, em meio a um cenário de oscilações no setor elétrico impulsionado pela alta demanda global e por conflitos geopolíticos, o interesse das empresas pelo mercado livre de energia aumentou.
Apesar desse avanço, ainda há grande potencial para expansão desse mercado. Entre as empresas atendidas em baixa tensão que permanecem no mercado cativo, 37% demonstram interesse em migrar para o mercado livre.
Entre as empresas atendidas em alta tensão, 63% já compram energia nesse ambiente. Nas pequenas indústrias, 22% já migraram para o mercado livre, enquanto 45% seguem no mercado cativo...
Fonte: Canal Solar
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https://canalsolar.com.br/40-industrias-migraram-mercado-livre-cni/
