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31/01/2024

Light tem novo Diretor Financeiro e de Relações com Investidores

A Light, que está em processo de Recuperação Judicial, informou que em reunião do Conselho de Administração realizada na última terça-feira, 30 de janeiro, Rodrigo Tostes Solon de Pontes foi eleito como Diretor Financeiro e de Relações com Investidores, com efeitos a partir de 05 de fevereiro de 2024 e cumprirá o restante do mandato, até 31 de agosto de 2024.
Também durante a reunião do Conselho, Renata Yamada foi eleita para o cargo de Diretora sem designação específica e já tomou posse, assumindo suas funções na última terça-feira, para cumprimento do restante do mandato, até 31 de agosto de 2024. De acordo com a Light, nessa mesma data, a companhia recebeu a carta de renúncia de Valdir Gomes Barbosa Sobrinho ao cargo de Diretor, com efeitos imediatos.

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53269772/light-tem-novo-diretor-financeiro-e-de-relacoes-com-investidores

PL no Congresso prevê abertura do mercado para cliente residencial

Ao mesmo tempo em que trabalham para capturar o maior número de clientes possíveis com a atual flexibilização do mercado livre de energia, as comercializadoras (que fazem a intermediação entre o consumidor e o gerador) aguardam por um segundo movimento de liberalização do setor elétrico, com a abertura total do mercado livre. Isso englobaria aproximadamente 90 milhões de unidades consumidoras, entre comércios e residências.
A expectativa geral do mercado é que o movimento aconteça até 2030. Mas sua concretização depende de decisões políticas como a aprovação do Projeto de Lei 414/2018, que trata da modernização do setor elétrico e define as principais regras para a abertura total do mercado. Hoje a proposta aguarda a criação de uma comissão especial pela mesa diretora da Câmara dos Deputados, para seguir a tramitação...

Fonte: Abinee - O Estado de SP

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=358380&sid=105

Empresas se inspiram em modelo internacional para ampliar mercado

A ampliação do mercado livre de energia tem levado as comercializadoras brasileiras a buscar em outros países exemplos de negócios e produtos que podem ser replicados aqui. Para isso, uma comitiva de empresários e consultores brasileiros têm viajado todos os anos para mercados onde a modalidade está mais desenvolvida. Hoje, pelo menos 35 países têm mercado de energia com alto grau de liberalização.
No fim de 2023, o destino da comitiva foi o Estado americano do Texas, onde a comercialização de energia é liberalizada há mais de 20 anos, e tem 85% do consumo de energia no mercado livre. Nesse período, de acordo com uma análise da consultoria Thymos, foi possível desenvolver um ambiente competitivo, com efeitos nos preços ao consumidor final e incentivos ao crescimento das fontes renováveis...

Fonte: Abinee - O Estado de SP

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=358378&sid=105

Entrada de pequenas e médias empresas deve dobrar mercado

O mercado livre de energia, aquele que permite ao consumidor escolher quem vai produzir sua eletricidade, vive um momento de ebulição, com investimentos vultosos, abertura de empresas e uma corrida por novos clientes. De um lado estão empresas, sejam elas geradoras ou comercializadoras, em busca de usuários para vender a energia. Do outro, estão consumidores que até então eram excluídos desse ambiente competitivo, mas que agora poderão usufruir dos benefícios do mercado.
O movimento foi impulsionado por uma mudança na legislação, que tem potencial de dobrar o mercado até o próximo ano (em termos de consumidores). Em setembro de 2022, o Ministério de Minas e Energia publicou uma portaria (50/2022) que elimina os limites mínimos para que consumidores de alta tensão, com conta acima de R$ 10 mil mensais, entrem para o mercado livre a partir de janeiro de 2024. Até então somente poderiam participar desse mercado consumidores com demanda superior a 500 quilowatts (kW)...

Fonte: Abinee - O Estado de SP

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=358377&sid=105

Mudança tem de ser feita por meio de comercializadora

O presidente do conselho de administração da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), Alexandre Ramos, diz que a instituição tem adotado uma série de simplificações nos processos para facilitar a adesão dos novos consumidores. Segundo ele, no caso de consumo abaixo de 500 kW, o cliente precisa ser representados junto à entidade – responsável pelo registro e contabilização dos contratos no mercado livre – por um comercializador varejista. Hoje, a CCEE tem 100 varejistas habilitadas, que podem ser consultadas no site da entidade.
“Perante a CCEE, toda a tratativa é com o varejista. Na migração, o consumidor vai ter um papel muito mais junto à distribuidora, claro, com o varejista o auxiliando”, explica a gerente executiva de cadastros e contratos da CCEE, Adriana Sambiase. “É como se fosse um corretor que faz a intermediação dessa relação. Ele faz todo o processo de forma mais simplificada.”...

Fonte: Abinee - O Estado de SP

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=358379&sid=105

Cerca de 25 mil consumidores devem estrear no mercado neste ano

O mercado livre de energia – ambiente que permite ao consumidor trocar a distribuidora local por qualquer fornecedor de sua preferência – pode receber até 25 mil novos clientes neste ano, segundo as estimativas da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Esse número vai se somar aos cerca de 38 mil consumidores que já participavam do Ambiente de Contratação Livre (ACL), como é formalmente chamado no setor.
A expectativa de crescimento é decorrente de uma portaria editada pelo Ministério de Minas e Energia em setembro de 2022, que autorizou todos os clientes atendidos em alta tensão a participar do mercado livre. Ou seja, agora consumidores que tenham um consumo menor também poderão participar desse mercado e negociar seus contratos com mais independência...

Fonte: Abinee - O Estado de SP

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=358375&sid=105

Engie facilita migração para todo tipo de empresa

O novo Mercado Livre de energia possibilita que as empresas selecionem fornecedores, condições comerciais, preços, volume e modalidades de pagamento, além de poder optar por um tipo de energia renovável, promovendo uma gestão mais flexível e sustentável.
“Entre os principais benefícios de participar desse mercado, estão: redução de custos, proteção contra oscilações de preço da energia, gestão eficiente da demanda e liberdade para escolher o fornecedor”, informa Maury Garrett, gerente de Comercialização de Energia da ENGIE.
A ENGIE é pioneira nesse mercado no Brasil e oferece o produto E-conomiza para facilitar a migração, proporcionando suporte técnico e a possibilidade de compra de energia renovável de forma descomplicada. A ferramenta atende empresas de diferentes portes e segmentos, assegurando economia na conta de luz...

Fonte: Abinee - O Estado de SP

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=358374&sid=105

Enel oferece redução de custos de energia e contratos flexíveis para empresas

Ter a liberdade de escolher o fornecedor de energia, como já acontece em outros serviços, agora é uma realidade para pequenas e médias empresas no Brasil. São negócios com uma conta de luz de cerca de R$ 10 mil mensais, que poderão migrar para o mercado livre de energia e obter reduções significativas nas despesas com energia elétrica.
Esses consumidores ganham autonomia para escolher seu fornecedor, rompendo a dependência exclusiva da distribuidora regional. Em meio a este cenário dinâmico, a Enel oferece soluções que viabilizam contratos mais flexíveis e que atendam às necessidades dos clientes, desde volume contratado até as melhores condições de preço, período de fornecimento e tipo de energia.
Dario Miceli, diretor de Comercialização e Trading da Enel, ressalta a importância dessa abertura do mercado, permitindo negociações diretas com os fornecedores de energia. “Essa prática não apenas propicia as melhores condições contratuais, mas também resulta em reduções significativas nos custos de energia dos consumidores...

Fonte: Abinee - O Estado de SP

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=358373&sid=105

CP discute alteração em Procedimentos de Rede e Regras de Comercialização

A Agência Nacional de Energia Elétrica vai abrir consulta pública na próxima quinta-feira, 1º de fevereiro, com as propostas de adequação dos Procedimentos de Rede e das Regras e Procedimentos de Comercialização às alterações regulatórias da Resolução Normativa 1062, de 2023. O regulamento mudou regras de prestação e remuneração de serviços ancilares por centrais geradoras do Sistema Interligado Nacional.
A resolução passou a permitir que o serviço ancilar de Suporte de Reativos seja ofertado por qualquer fonte de geração, e não apenas pelas hidrelétricas, desde que seja operacionalmente possível e atenda aos requisitos estabelecidos pelo Operador Nacional do Sistema. O serviço é remunerado por meio da aplicação da Tarifa de Serv
iços Ancilares (TSA), na condição de geração de potência ativa nula...

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53269711/cp-discute-alteracao-em-procedimentos-de-rede-e-regras-de-comercializacao

Aneel confirma resultado do leilão de transmissão de dezembro

A diretoria da Aneel homologou o resultado do leilão de transmissão realizado em 15 de dezembro de 2023 para os todos os vencedores da disputa. O certame teve três lotes de empreendimentos ofertados em Goiás, Maranhão, Minas Gerais, São Paulo e Tocantins, com investimentos estimados em R$ 21,7 bilhões.
Os vencedores habilitados foram: State Grid Brazil Holding S. A., com o Lote 1; Consórcio Olympus XVI, com o Lote 2: e Celeo Redes S. A., com o Lote 3.
O deságio total em relação à receita teto somou R$ 1,57 bilhão/ano, e o desconto médio em relação aos preços iniciais ficou em 40,85%. Os lotes somam 4.471 km em linhas de transmissão e 9.840 MVA em capacidade transformação para subestações.

Fonte: Canal Energia

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Enel SP utiliza helicóptero para inspecionar rede elétrica

A Enel SP adotou na região metropolitana de São Paulo a inspeção aérea das redes elétricas com uso de um helicóptero. A iniciativa tem como objetivo agilizar a detecção de trechos para manutenção preventiva e corretiva, especialmente em áreas de difícil acesso por via terrestre e que ficam afastadas dos centros urbanos. Cerca de 2 mil quilômetros de redes serão inspecionados de forma aérea apenas este ano.
Para capturar imagens aéreas das redes de alta e média tensão, a aeronave utilizada conta com uma câmera de alta resolução, que filma todo o trajeto. Possui ainda um aparelho de tecnologia LIDAR (da sigla inglesa Light Detection And Ranging), que é capaz de produzir um modelo 3D da rede inspecionada. Além disso, um equipamento termográfico também foi instalado para verificar a temperatura de conexões e equipamentos. Em terra, uma equipe da Enel recebe todas as informações geradas pelo helicóptero e, dessa forma, consegue realizar os serviços na rede com precisão. Todas as imagens são analisadas para verificar anomalias e interferências nas redes para, então, auxiliar as equipes a traçar um plano de manutenção. O helicóptero opera em altitude segura, garantindo a confiabilidade das manobras...

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53269623/enel-sp-utiliza-helicoptero-para-inspecionar-rede-eletrica

Hidrelétricas reforçam atuação para recuperar espaço perdido no setor

O segmento de geração hídrica foi buscar um nome com experiência dentro e fora do setor elétrico para tentar ter mais participação nos debates setoriais. A ex-secretária-executiva do Ministério de Minas e Energia, Marisete Pereira, assume a presidência da Associação Brasileira das Empresas Geradoras de Energia Elétrica (Abrage) com esse objetivo. 
Com 18 anos de experiência no ministério e papel fundamental na privatização da Eletrobras, onde ocupa cadeira de conselheira, Pereira encontra um setor preocupado com questões como o desperdício de água nas usinas hidrelétricas, a sobreoferta de energia causada pela entrada de usinas eólicas e solares, o excesso de subsídios, a falta de reservatórios para armazenamento, restrição para exportação de energia excedente a países vizinhos e leilões de reserva de capacidade. 
No passado, a entidade era composta por empresas estatais; hoje, quase todas as associadas são empresas privadas com interesses distintos do que ocorria anteriormente. Ao Valor, Pereira diz que a reestruturação da entidade ocorre em momento em que se rediscute o papel das hidrelétricas no setor, a segurança do abastecimento e a transição energética...

Fonte: Abinee - O Estado de SP

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