30/05/2022

Aneel abre consulta pública para avaliar edital de leilão de energia

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) está com uma consulta pública aberta até o dia 27 de junho para subsidiar a aprovação do edital e de anexos dos Leilões de Energia Nova A-5 e A-6, de 2022. Os certames estão previstos para 16 de setembro. Por meio dos leilões, deve ser contratada energia elétrica a partir de novos empreendimentos de geração de diversas fontes. São elas: hídrica, eólica, solar fotovoltaica e térmica.

O Leilão de Energia Nova A-5 será objeto de CCEAR (Contrato de Comercialização de Energia Elétrica no Ambiente Regulado) nas modalidades: quantidade, com prazo de suprimento de 20 anos, para empreendimento hidrelétrico (CGH, PCH, UHE até 50 MW); quantidade, com prazo de suprimento de 15 anos, para empreendimento eólico e solar fotovoltaico; e disponibilidade, com prazo de suprimento de 20 anos, para empreendimentos termelétricos à biomassa, a resíduos sólidos urbanos, a carvão mineral nacional e a biogás....

Fonte: Poder 360

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https://www.poder360.com.br/energia/aneel-abre-consulta-publica-para-avaliar-edital-de-leilao-de-energia/

Folder sobre o Leilão de Transmissão 01/2022 é publicado pela ANEEL

A Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL publicou nesta segunda-feira (30/5) o folder digital com informações detalhadas sobre o Leilão de Transmissão nº 1/2022, que será realizado pela Agência em 30 de junho na sede da B3 em São Paulo. Confira a publicação neste link, produzida em três idiomas – português, inglês e espanhol.

O certame oferecerá 13 lotes para a construção e a manutenção de 5.425 quilômetros de linhas de transmissão e de 6.180 megavolt-ampéres (MVA) em capacidade de transformação de subestações. A expectativa de investimento é de R$ 15,3 bilhões. São previstos 31.697 empregos diretos durante o período de construção das instalações.

Os empreendimentos, com prazo de conclusão de 42 a 60 meses, contemplarão os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe...

Fonte: Aneel

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https://www.gov.br/aneel/pt-br/assuntos/noticias/2022/folder-sobre-o-leilao-de-transmissao-01-2022-e-publicado-pela-aneel

O fornecimento de energia fotovoltaica e eólica produzida nas regiões Norte e Nordeste para o restante do país é o objetivo de um conjunto de projetos que prevê a construção de 13.730 km de linhas de transmissão que permitirão, até 2032, a contratação e o escoamento de uma oferta de geração adicional de 32 GW. Os estudos estão sendo feitos pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) para o Ministério de Minas e Energia (MME), com investimentos estimados em cerca de R$ 50 bilhões.

Embora as novas linhas de transmissão tenham como foco as energias fotovoltaica e eólica, também permitirão o escoamento das outras fontes da matriz energética. Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), a fonte vem avançando fortemente nos últimos anos, sendo o Estado de Minas Gerais o maior produtor, com 1.730 MW...

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=346664&sid=105

Grandes geradoras decidem trocar água por vento, sol e gás

As grandes geradoras de energia diversificam e aceleram os investimentos nas fontes de energia renovável diante do custo operacional e do impacto ambiental das grandes hidrelétricas e dos riscos hídricos do Brasil. Se antes toda a aposta era em água, agora é mais vento, sol e até biomassa. A carteira de aportes previstos atinge os bilhões de reais e acena com uma mudança na matriz energética. Algumas preveem até mais do que o planejado pelos órgãos governamentais.

A estratégia da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) para energias renováveis é aumentar em 1,5 gigawatt sua capacidade instalada - podendo chegar a 5 gigawatts até 2032. A EDP anunciou investimento de R$ 10 bilhões no Brasil, dos quais R$ 3 bilhões apenas em geração solar para passar dos 50 megawatts, de 2020, para 1 gigawatt, em 2025…

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=346663&sid=105

A indústria eólica brasileira deve obter neste ano o maior e melhor resultado desde que começou a gerar energia elétrica com a força dos ventos, em 2005. A Associação Brasileira de Energia Eólica e Novas Tecnologias (Abeeólica) informa que a capacidade adicional fornecida até dezembro vai se aproximar de 5,5 GW, superando o recorde histórico de 2021, quando foram adicionados 3,8 GW. Com isso, a capacidade instalada do setor eólico (onshore) deve encerrar em dezembro com 27,14 GW, potência acima dos 21,56 GW observados ao final do ano passado.

Esses resultados acompanham o boom da indústria eólica global, que em 2021 teve seu segundo melhor ano, com quase 94 GW de capacidade adicionada, ficando atrás apenas dos 95,3 GW em 2020, quando havia mostrado uma potência adicionada 50% superior à de 2019. Nessa transição e avanço das energias renováveis, que têm ajudado o mundo a evitar mais de 1,2 bilhão de toneladas de dióxido de carbono (CO2) por ano, o Brasil já é o 7º no ranking mundial de capacidade instalada em energia eólica. Dez anos atrás, o país era o 15º…

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=346660&sid=105

Hidrogênio verde promete revolução na energia e atrai investimentos para o Brasil. Entenda a tecnologia

Uma revolução verde está cada vez mais próxima de várias cadeias produtivas, atraindo muitos investimentos com a promessa de acelerar a transição energética global. No centro dessa movimentação está o hidrogênio renovável, a nomenclatura atualizada do que é mais conhecido como hidrogênio verde. Visto como um dos elementos decisivos para os planos de descarbonização em escala global da geração de energia, ele também pode ajudar o Brasil a cumprir a meta de se tornar neutro na emissão de carbono até 2050.

Isso porque o país reúne vantagens comparativas para o desenvolvimento dessa que se tornou a principal aposta do momento no setor de energia. A crise energética da Europa provocada pela guerra na Ucrânia acelerou ainda mais o desenvolvimento da tecnologia, que já era estimulado pelas metas de redução de emissões de carbono para combater as mudanças climáticas...

Fonte: O Globo

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https://oglobo.globo.com/um-so-planeta/noticia/2022/05/hidrogenio-aposta-para-limpeza-da-matriz-energetica-no-mundo-tem-condicoes-favoraveis-no-brasil.ghtml

A Agência Nacional de Energia Elétrica anunciou nesta sexta-feira, 27 de maio, a manutenção da bandeira verde no mês de junho. A decisão vale para pequenos consumidores do Sistema Interligado Nacional que são atendidos em baixa tensão, e não terão custo extra na conta de energia no mês que vem.

A Aneel mantém, por enquanto, os valores atuais das bandeiras tarifarias, mas pode pautar a qualquer momento a atualização dos adicionais das faixas amarela e vermelha patamar 1 e 2. A correção proposta em consulta pública já encerrada previa aumento de aumento de quase 57% na bandeira tarifária amarela, que pode passar de R$1,87 a cada 100 kWh consumidos para R$ 2,93, e para a vermelha patamar 1, que sairia de R$ 3,97 para R$ 6,23. Para a bandeira vermelha patamar 2, havia previsão de redução de 1,69%, com o adicional tarifário passando de R$9,49 para R$ 9,33 a cada 100 kWh. O processo foi retirado da pauta da reunião da última terça-feira, 24, e não vai entrar na reunião da próxima semana.

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53213358/aneel-mantem-bandeira-verde-em-junho

Adelat chega ao mercado para promover integração energética

Nesta sexta-feira, 27 de maio, foi lançada a Associação dos Distribuidores de Energia Elétrica da América Latina (Adelat). A entidade nasce com o objetivo de promover a integração e cooperação entre mais de 15 empresas presentes no Brasil, Peru, Chile, Colômbia e Argentina para potencializar o papel estratégico das redes de distribuição na transição energética.

Atualmente, os membros da Associação são: Enel Peru, Enel Colômbia, Hidrandina, ElectroDunas, Enel Chile, Chilquinta, EDP (distribuidoras Espírito Santo e São Paulo), Cosern, Enel Brasil (Enel distribuição Goiás, Enel distribuição Ceará, Enel distribuição Rio de Janeiro, Enel distribuição São Paulo), Light e Adeera.

A entidade busca ser referência na atividade de distribuição de energia elétrica com o objetivo de promover novas tecnologias e melhores práticas de gestão e sustentabilidade no marco da transição energética na América Latina. De acordo com o Presidente da Adelat, Ramón Castañeda, o propósito é bastante claro. “Queremos liderar o processo da transição energética”, disse...

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53213309/adelat-chega-ao-mercado-para-promover-integracao-energetica

O leilão de energia nova A-4 de 2022 terminou com pouco mais de uma hora de duração. Foram negociados 237,5 MW médios, confirmando a expectativa de baixa demanda. Foram 29 projetos com menos de 1 GW de nova capacidade viabilizada e 190 MW em potência injetada no certame ao preço médio de R$ 258,16/MWh deságio global de 9,36%.

De acordo com dados do leilão realizado pela CCEE o investimento previsto no certame é de R$ 7 bilhões. O montante de energia negociado ficou em 37,6 milhões de MWh e o valor dos contratos de R$ 9,7 bilhões.

Foram 189,75 MW em potência viabilizada de PCHs e CGHs em 18 empreendimentos e 84,1 MW médios ao preço médio de R$ 281,65 por MWh, desconto de 10,5% ante o preço inicial de R$ 315/MWh.

As fontes eólica e solar que concorreram no mesmo produto viabilizaram nove projetos somando 349,15 MW. Foram 4 projetos eólicos, dois na Paraíba e dois na Bahia. O restante foi solar, todos em Pernambuco. O deságio desse produto foi o maior com 20,5%, quando comparado ao preço inicial de R$ 225/MWh. No produto biomassa que teve um desconto de R$ 0,07 no preço inicial de R$ 315/MWh com duas usinas e potência de 409 MW…

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53213317/leilao-a-4-termina-com-2375-mw-medios-contratados

Celesc Geração, EDP Renováveis e Suzano se destacam em leilão A-4

O leilão A-4, realizado nesta sexta-feira, 27 de maio, viabilizou 29 empreendimentos, totalizando quase 950 MW de capacidade instalada. Os investimentos totais chegaram a R$ 7 bilhões. Celesc Geração, EDP Renováveis e Suzano foram algumas das geradoras que se destacaram no certame.

A maioria dos empreendimentos hídricos fica localizada na região sul do Brasil. Das 14 PCHs viabilizadas, seis ficam no Paraná, três no Rio Grande do Sul e duas em Santa Catarina. Este último estado também também vai ter duas das quatro CGHs que saíram no leilão. PCHs e CGHs totalizaram 190 MW de capacidade e viabilizarão R$1 bilhão em investimentos. Dentre os empreendedores de fonte hídrica, estão a Celesc Geração, com a CGH Maruim (SC – 1 MW), com investimentos de R$ 7 milhões. Coprel, com a PCH Santo Antonio do Jacuí (RS – 4,6 MW) e investimentos de R$ 42,6 milhões e a Ceriluz, com a PCH Linha Onze Oeste (RS -15 MW) foram outros que vencedores do certame...

Fonte: Canal Energia

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Duas grandes tendências que vão ajudar a moldar a economia do futuro e correm em paralelo são a inovação tecnológica e a transição para uma economia de baixo carbono. Os dois mundos se encontram quando se trata da demanda por energia. Se, por um lado, novas tecnologias requerem um uso maior de energia elétrica, por outro, inovações melhoram a eficiência e ajudam a reduzir o consumo. No passado, o uso de energia era voltado principalmente para atividades mecânicas e aquecimento. Agora, com o uso cada vez maior da economia digital e dos equipamentos elétricos e eletrônicos, tem aumentado o consumo da energia elétrica.

Um exemplo vem do setor de telecomunicações: a implantação do 5G vai demandar mais eletricidade devido ao alto tráfego de dados e à multiplicação de centrais de processamento e estações rádio-base (antenas). Segundo a Huawei, centros de dados foram responsáveis por 1% do consumo global em 2019, percentual que poderia chegar a 20% em 2025. Alguns datacenters, por exemplo, consomem mais do que pequenas cidades…

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=346609&sid=105

DISTRIBUTECH 2022 highlights: Resilience and industry innovation

After a two-year break, DISTRIBUTECH International 2022 returned with a bang to the Kay Bailey Hutchison Convention Center in Dallas, featuring networking and education opportunities for stakeholders within the energy sector.

‘Resilience’ was the theme for this year’s iteration of the annual DISTRIBUTECH conference, which saw energy experts and stakeholders networking to solve various challenges within the industry.

The opening day started with a pre-conference kick off with utility university classes, which were 4- or 8-hour courses designed for deep education about the electricity industry.

A keynote address also included talks from both the 14th Secretary of Energy, Rick Perry and the current Secretary of Energy, Jennifer Granholm.

After that, the expo hall opened, featuring 12 educational tracks focused on Asset Management, DERMS, Energy Storage, Resiliency Planning and Prep, Smart Cites, Distribution Automation, EVs and more...

Fonte: Smart Energy

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https://www.smart-energy.com/event-news/distributech-2022-highlights-resilience-and-industry-innovation/