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29/05/2024

Plano de recuperação da Light deve ser aprovado em votação nesta quarta

Cercado de expectativas, o plano de recuperação judicial da Light irá a votação nesta quarta-feira, 29, em Assembleia Geral de Credores, e deve receber aprovação, a despeito de alguns desafios jurídicos ainda em andamento, em especial junto ao detentores de títulos emitidos no exterior (bondholders), apurou o Broadcast.
A companhia fechou acordos com representantes dos três grupos de credores – bancos, debenturistas e bondholders –, o que, na visão de executivos da companhia, deve garantir ampla aprovação do plano, com expectativa de alcançar 100% dos presentes. No entanto, os acordos junto a debenturistas e bondholders foram fechados junto a um grupo de representantes de titulares ou gestores de fundos detentores desses títulos, gerando dúvidas, portanto, sobre a real adesão à proposta por quem não esteve na mesa de negociações.
A assembleia de credores, inicialmente marcada para 25 de abril, foi suspensa justamente a pedido dos credores, para dar mais tempo para avaliação do plano, que fora arquivado em nova versão três dias antes, ajustando os termos às condições acordadas com bancos e debenturistas. No último dia 09, a empresa conseguiu a aprovação de um acordo preliminar também com bondholders, representantes de 41,13% desses títulos, nos mesmos termos comerciais já alinhados com outros credores, mas com itens voltados aos títulos estrangeiros, como taxas de conversão do câmbio, foro e outros aspectos jurídicos…

Fonte: Abinee – O Estado de SP

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=361397&sid=105

Brasil precisa de R$ 249 bilhões anuais para infraestrutura sustentar a transição energética, aponta BNDES

Apesar de ter recursos naturais abundantes para a transição energética, o Brasil precisa preencher uma lacuna anual de R$ 249 bilhões em investimentos em infraestrutura para aproveitar melhor o seu potencial. É o que mostra levantamento feito pelo BNDES com exclusividade para O GLOBO, com base em dados da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib). Por ano, seria necessário que as iniciativas pública e privada investissem R$ 462 bilhões nas áreas de transporte, eletricidade, telecomunicações e saneamento. Contudo, em 2023, o montante investido foi de R$ 213 bilhões, 46% do ideal.
— Nossa visão é de que nenhuma economia do mundo tem as vantagens que o Brasil tem. Estamos em uma posição geopolítica privilegiada, na qual dialogamos com o Sul Global e potências como Estados Unidos e países da Europa. Temos um sistema elétrico integrado e 88% renovável. Mais de 90% da frota de veículos leves rodam com biocombustíveis. Porém, entramos nesse cenário de transição energética com um gap (lacuna) grande em infraestrutura — diz a diretora de Infraestrutura, Transição Energética e Mudança Climática do BNDES, Luciana Costa...

Fonte: Abinee – O Globo

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=361400&sid=105

Dia Mundial da Energia: energias renováveis contribuem para o futuro do mundo

O Dia Mundial da Energia, celabrado hoje (29), traz várias reflexões sobre o tema. Instituída em 1981 pela ONU (Organização das Nações Unidas), a data adquire nova roupagem com a urgência trazida pelas mudanças climáticas e pela ascensão de tecnologias com a função de reduzir o uso de combustíveis fósseis, diminuição de gases do efeito estufa e a urgente busca pela transição energética.
Um grande aliado e, uma grande aposta dos governos para alcançar a transição energética, é o uso de energias renováveis, como solar, eólica e hidrelétrica, dentre outras. 
Com estas fontes em uso, é fundamental que se debruce sobre a busca por tecnologias que possibilitem que cada vez mais as energias renováveis se tornem dominantes na matriz energética dos países em detrimento de energias fósseis, como gás natural, carvão mineral e petróleo.
O Brasil é o país que possui a matriz energética mais limpa do mundo, baseado na energia hídrica (54,22%), o país é fonte de muito sol (6,88%) e com bastante vento (15,12%). De acordo com o site da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), a matriz energética tem 84,53% de fontes renováveis e 15,47% de não renováveis...

Fonte: Canal Solar

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https://canalsolar.com.br/dia-mundial-da-energia-renovaveis-futuro-mundo/

EDP realiza ações de combate à pobreza energética 

A EDP está desenvolvendo um conjunto de ações que tem como objetivo combater os efeitos da pobreza energética nas comunidades vulneráveis localizadas nas áreas de concessão das distribuidoras em São Paulo e no Espírito Santo. A iniciativa, segundo a companhia, é voltada ao fortalecimento da cidadania, à educação socioambiental e ao acesso democrático a esse bem de consumo essencial. A pobreza energética refere-se à ausência de acesso a esse serviço, por pessoas, grupos ou quando os indivíduos enfrentam dificuldades de ordem física, tecnológica e econômica no acesso à energia.
Entre os exemplos de ações desenvolvidas na área de concessão estão a primeira micro usina solar social da EDP em Ferraz de Vasconcelos (SP). A energia produzida na usina é injetada na rede de distribuição de energia da EDP e resulta em redução na conta de luz das 200 famílias da Favela dos Sonhos. A usina permite a geração de créditos que equivalem a um desconto médio mensal de R$ 35 para cada família. Esse desconto é acumulativo e pode se tornar ainda maior somado a outros benefícios, como a Tarifa Social...

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53279926/edp-realiza-acoes-de-combate-a-pobreza-energetica

Demanda por eletricidade vai aumentar

A demanda global por eletricidade deve aumentar, de acordo com a Agência Internacional de Energia (AIE), a um ritmo mais rápido durante os próximos três anos, crescendo em média 3,4% anualmente até 2026. A AIE estima que o consumo total de eletricidade de centros de processamento de dados (CPD ou data centers), criptomoedas e inteligência artificial (IA) passe de 460 terawatts-hora (TWh) de eletricidade em todo o mundo em 2022 - quase 2% do total global - para mais de 1.000 TWh em 2026, o equivalente ao consumo de eletricidade do Japão. 
Para as empresas de data centers, buscar a máxima eficiência energética com o mínimo impacto ambiental tornou-se um mantra. “Quando se fala em data center verde, uma das grandes preocupações é a refrigeração. Esse é o primeiro problema. O segundo é otimizar o uso dos recursos e as empresas têm adotado a virtualização não somente de servidores, mas também de redes”, aponta Tereza Cristina Carvalho, coordenadora do Laboratório de Sustentabilidade e professora associada da Escola Politécnica da USP. 
Além de fontes renováveis de energia elétrica, técnicas como free cooling, que usa o ar externo para refrigeração, refrigeração líquida (liquid cooling), que leva o líquido de refrigeração até o servidor sem precisar refrigerar toda a sala, e circuito fechado de água têm sido adotadas no Brasil...

Fonte: Abinee – Valor Econômico

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=361346&sid=105

Transição energética oferece oportunidades para o Brasil impulsionar sua economia; saiba quais são

O Brasil está diante de uma oportunidade única. A necessidade de o mundo reduzir as emissões de carbono para segurar o aumento da temperatura global – que desencadeou uma transição das tecnologias energéticas baseadas em combustíveis fósseis para as renováveis – dá ao País a chance de criar 6,4 milhões de empregos (o equivalente a 14,6% das vagas com carteira assinada) e aumentar o PIB em US$ 100 bilhões, ou 4,7% do valor atual.
Privilegiado por ter fontes de energia renovável, como água, vento e incidência solar, o Brasil é um dos países que teriam menos dificuldades para zerar suas emissões líquidas de carbono até 2050 (conforme se comprometeu no Acordo de Paris). Para zerar as emissões, um país tem de remover da atmosfera o mesmo volume de gás carbono que emite. Isso pode ser feito plantando árvores e restaurando pastagens, que absorvem gases, ou adotando tecnologias que capturam os gases e os armazenam no subsolo, por exemplo.
O País pode vender crédito de carbono – uma ferramenta criada para compensar a emissão de gases poluentes, pela qual quem emite muito pode comprar créditos de quem preserva ou recupera florestas. Pode exportar hidrogênio verde, a grande aposta do mundo para substituir o petróleo. Produzido a partir da água, ele não gera gases e pode ser transformado em amônia (um gás incolor) para ser enviado a outros países em navios. Pode aproveitar a expertise adquirida com o etanol e explorar matérias-primas como macaúba e soja para vender biocombustíveis no mercado internacional...

Fonte: Abinee – O Estado de SP

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=361353&sid=105

Paraguai pode comercializar energia no ACL brasileiro

O governo do Paraguai já poderá ter uma comercializadora de energia no Brasil. Esse é um dos principais pontos do Acordo costurado entre os dois países no que se refere à renegociação da energia da UHE Itaipu, que completou 50 anos em 17 de maio. Inicialmente o país vizinho poderia vender energia de duas usinas já de imediato e depois a partir de 2027 o parcela que não consumirá de Itaipu, sem a obrigação do Brasil comprar essa parcela como ocorre atualmente.
Segundo do diretor geral brasileiro da Itaipu Binacional, Ênio Verri, essa primeira etapa é como se fosse um ensaio para o governo do país vizinho conhecer como funciona o mercado brasileiro. O Paraguai, segundo os termos acertados pelos dois países, já poderia colocar no mercado brasileiro energia elétrica produzida em Yacyretá, que é binacional com a Argentina e possui 3,2 GW e da UHE Acaraí de 200 MW, de acordo com a Portaria 596 de 2011 do MME.
“Essa abertura do mercado brasileiro seria uma espécie de treino para o Paraguai nos próximos anos uma vez que a partir de 2027 poderá comercializar sua energia de Itaipu no mercado livre nacional”, afirmou Verri. “Os termos acertados pelos dois países deverão ser assinados e apresentados ao poder Legislativo dos dois países até o dia 31 de dezembro deste ano e representa a tão propagada independência energética que os paraguaios desejavam, ao mesmo tempo o Brasil poderá ter energia a preço de mercado para abastecer indústria e comércio se quiserem vender no ACL”, disse o diretor...

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53279921/paraguai-pode-comercializar-energia-no-acl-brasileiro

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