28/10/2020

Privatização da Eletrobras trará mudanças, diz executivo da Siemens

A privatização da Eletrobras, que ainda depende de aval do Congresso Nacional para ser iniciada, representará uma mudança no setor, assim como as que estão sendo deflagradas com a modernização do setor. De acordo com o General Manager na Siemens Energy, André Clark, a operação de capitalização vai levar ao fortalecimento financeiro de um player que já é um dos maiores do mundo em geração renovável. “Isso muda o jogo significativamente, uma empresa super bem capitalizada voltando a investir”, observa Clark, que que participou de painel virtual sobre Transformação Energética no Brazil Windpower nesta terça-feira, 27 de outubro.

Ainda de acordo com Clark, o hidrogênio verde, colocado como nova fronteira energética, pode ter um futuro diferenciado e mais exitoso ainda no Brasil. Enquanto no exterior o insumo é usado como storage de larga capacidade, no Brasil, o hidrogênio é apenas uma dessas alternativas de uso. “O Brasil tem aplicações para hidrogênio excepcionais na indústria de muita competitividade e que as deixam verdes. As aplicações são distintas do ponto de vista estratégico”, afirma. Para ele, o hidrogênio é complementar ao biogás, podendo enriquecer e estabilizar o seu poder calorífico...

Fonte: Canal Energia

Leia mais em:

https://www.canalenergia.com.br/noticias/53152336/privatizacao-da-eletrobras-trara-mudancas-diz-ceo-da-siemens

Energia solar é investimento ainda vital para indústrias em tempos de pandemia”, diz CNI

Os efeitos da pandemia e a discussão sobre o impacto da política ambiental do governo Bolsonaro deixaram lições para a indústria ao longo deste ano, segundo a avaliação da área técnica da Confederação Nacional da Indústria (CNI). O principal recado é que investir em energias renováveis, como a solar, tornou-se um imperativo para as companhias que exportam sua produção.

A análise feita pela entidade ao Portal Solar aponta que a energia solar já é uma importante indústria no setor elétrico brasileiro e sua participação singular tem permitido a consolidação de novas possibilidades para a modernização do setor.

Esse estudo ressalta que as empresas pequenas, médias ou de grande porte – e de qualquer setor – podem ter a sobrevivência de seus produtos no mercado internacional condicionada, em um futuro muito próximo, ao desempenho de seus indicadores de impacto ambiental e social.

De acordo com a entidade, um exemplo da importância do segmento para a indústria foi a recente manifestação dos investidores estrangeiros à Câmara dos Deputados, no meio do ano, quando ameaçaram indicar a retirada recursos do Brasil caso o país não enfrente e reduza o desmatamento ilegal na Amazônia...

Fonte: Portal Solar

Leia mais em:

https://www.portalsolar.com.br/blog-solar/energia-renovavel/energia-solar-e-investimento-ainda-vital-para-industrias-em-tempos-de-pandemia-diz-cni.html

Canadian lança série de painéis 640-665 W com eficiência de até 21,4%

A Canadian Solar, fabricante de módulos fotovoltaicos, lançou nesta terça-feira (27) sua nova série de sete módulos, incluindo duas monofaciais CS7L-MS e CS7N-MS e duas bifaciais CS7L-MB-AG e CS7N-MB-AG.

A série está disponível em seis classes de potência, variando de 640-665 W e eficiência de 20,6 a 21,4%. Os equipamentos estarão disponíveis a partir de abril de 2021, começando com ofertas na região da Austrália, China, Japão e América Latina.

Os painéis serão produzidos principalmente na China e é esperado que a produção aumente durante o primeiro e segundo trimestre do ano que vem, atingindo a capacidade total de aproximadamente 10 GW até o fim de 2021.

Especificações da nova série

A Canadian realizará, na próxima quinta-feira (29), um webinário para dar mais detalhes sobre a nova linha. Porém, a fabricante informou que a série HiKu7 CS7N-MS é mais potente que a empresa trouxe ao mercado até hoje e é considerada uma solução ideal para projetos fotovoltaicos comerciais e industriais.

Todos os painéis da série têm dimensões de 2.384 × 1.303 × 35 mm, um peso de 35,7 kg e apresentam 132 meias células monocristalinas...

Fonte: Canal Solar

Leia mais em:

https://canalsolar.com.br/noticias/item/1139-canadian-lanca-serie-de-paineis-640-665-w-com-eficiencia-de-ate-21-4

A ABSOLAR (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica) e a C40 Cities Finance Facility (CFF) assinaram um Memorando de Entendimento para trabalharem em conjunto em projetos da fonte solar fotovoltaica em municípios brasileiros.

A CFF - parceria conjunta liderada pela C40 Cities e pela Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit GmbH (GIZ) - apoia cidades selecionadas por meio de suporte técnico e financeiro para promover ações significativas, mensuráveis ​​e sustentáveis ​​sobre as mudanças climáticas.

Segundo a ABSOLAR, esta parceria vai permitir que experiências e capacidades sejam compartilhadas, visando dar mais apoio às cidades brasileiras, não apenas na preparação de projetos solares fotovoltaicos, mas também na formulação de política públicas que facilitem o uso da energia solar no território brasileiro.

Entre as ações programadas estão a realização de eventos e workshops sobre o tema, com a meta de impulsionar ainda mais a revolução solar em todo o Brasil…

Fonte: Canal Solar

Leia mais em:

https://canalsolar.com.br/noticias/item/1134-parceria-internacional-firmada-pela-absolar-ampliara-projetos-fotovoltaicos-no-brasil

Comercializadora é aprovada para importar e exportar energia

O Ministério de Minas e Energia autorizou a comercializadora Trinity a importar e exportar energia da Argentina e do Uruguai, com destinação ao Mercado de Curto Prazo brasileiro e validade até 31 de dezembro de 2022. Segundo a Portaria nº 384, publicada nessa segunda-feira, 26 de outubro, no Diário Oficial da União, a operação da Argentina deverá vir das estações conversoras de Frequência de Garabi I e II, até 2.200 MW, além da conversora de Uruguaiana, até 50 MW de potência e respectiva energia.

Já a energia vinda do Uruguai deverá preceder das conversoras de Rivera, até 70 MW de potência e da Estação de Melo, até 500 MW. A portaria ainda afirma que a importação do Uruguai deverá ser precedida de autorização ou contato para o uso das respectivas instalações de transmissão. O processo não afetará a segurança do Sistema Interligado Nacional, estando em sintonia com o Operador Nacional do Sistema Elétrico.

Fonte: Canal Energia

Leia mais em:

https://www.canalenergia.com.br/noticias/53152103/comercializadora-e-aprovada-para-importar-e-exportar-energia