28/02/2020

Energia solar em Roraima tem alto potencial de crescimento

Assim como em todo o Brasil, o investimento em energia renovável tem crescido exponencialmente em Roraima. Segundo a Associação Brasileira dos Engenheiros Eletricistas em Roraima, hoje a geração do estado gira em torno de 300 megawatts, ou seja, tem muito espaço para crescer.

“Os pequenos geradores têm crescido exponencialmente. Apesar disso, o regime de energia gerada ainda está no percentual de 1% a 2% da matriz nacional”, explica a presidente da associação, Conceição Escobar.

Ela acrescenta que, se todas as empresas do ramo de energia renovável se unissem e pudessem, em conjunto, gerar mais de 300 megawatts, não haveria perda do excedente, mesmo considerando que Roraima é um sistema isolado.

“A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e as concessionárias distribuidoras do ramo fazem um controle disso. Os projetos dos produtores individuais precisam ser apresentados para empresa concessionária distribuidora. É complexo, mas alguém tem que controlar. A compra ou venda de energia só é realizada por meio de leilão, que é regulado pela Aneel”, explica a presidente...

Fonte: Portal Solar

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Chuvas recuperam hidrelétricas e conta de luz deve manter bandeira tarifária verde

Os reservatórios das hidrelétricas, principal fonte de geração de energia do Brasil, estão em franca recuperação e devem fechar abril com o maior volume armazenado para essa época em anos, o que representaria significativa reversão frente ao cenário visto no início do ano, quando as principais represas chegaram a operar no menor nível desde 2015.

A trajetória, que deve-se à intensificação das chuvas na região das usinas a partir do final de janeiro e a um consumo de eletricidade abaixo das expectativas iniciais, deve representar alívio no bolso dos brasileiros, ao manter as contas de luz sem cobranças adicionais geradas pelas chamadas bandeiras tarifárias, disseram especialistas à Reuters.

Se confirmadas as atuais projeções otimistas, os lagos das hidrelétricas do Sudeste poderiam alcançar o melhor nível desde 2016 ao fim do período tradicional de chuva na região das usinas, que vai de novembro a abril, enquanto no Nordeste os volumes ficariam próximos do registrado em 2012...

Fonte: Extra - Globo

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Usina solar flutuante é instalada em represa de São Paulo

A cidade de São Paulo recebeu sua primeira usina solar flutuante. Segundo a Secretaria estadual de Infraestrutura e Meio Ambiente (Sima), que implementou a unidade na represa Billings por meio da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (EMAE), em parceria com a empresa Sunlution Soluções em Energia Ltda, a nova UFV é um projeto piloto e deve iniciar sua operação nesta sexta-feira, 28 de fevereiro, funcionando em regime de testes por 90 dias.

O empreendimento possui 100 kilowatts e angariou um investimento de R$ 450 mil em equipamentos, ocupando uma área de mil metros quadrados do reservatório junto à usina elevatória de Pedreira. Num primeiro momento, a ideia é que a planta gere energia para alimentar um dos escritórios da EMAE.

Marcos Penido, secretário da Sima, frisou que a iniciativa deriva de um trabalho de atenção do órgão, que busca o desenvolvimento de políticas públicas e ações que contribuem para preservar o meio ambiente.  “É preciso buscar alternativas em parceria com a iniciativa privada e com a população a fim de mudarmos nossos hábitos e investirmos no desenvolvimento sustentável”, justificou...

Fonte: Canal Energia

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Solar e eólica lideram leilões no mundo, aponta Irena

As fontes solar fotovoltaica e eólica são as tecnologias mais amplamente leiloadas. Essa é uma das principais conclusões de um estudo lançado esta semana pela Agência Internacional de Energia Renovável (Irena, na sigla em inglês). A publicação indica que os preços globais da solar continuaram sua tendência de queda, embora a uma taxa mais lenta, enquanto a energia eólica onshore mostrou um preço médio global de leilão ligeiramente mais alto em 2018 em comparação com o ano anterior. Mas, que os leilões têm garantido a competitividade dessas modalidades de geração.

De acordo com a Irena, esses certames são cada vez mais utilizados para atingir objetivos além do preço, incluindo a conclusão oportuna do projeto, a integração solar e eólica e o apoio a uma transição energética justa e inclusiva.E ainda, que o design de leilões, em combinação com políticas financeiras, industriais, trabalhistas e educacionais, pode contribuir para o cumprimento de objetivos socioeconômicos mais amplos...

Fonte: Canal Energia

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