27/10/2021

Europe replaces 50% of electricity meters with smart models

The study states that the penetration of smart electricity meters has passed the 50% mark owing to increased investments in grid modernisation and digitalisation by utilities in the region.

In 2020, approximately 150 million smart electricity meters were installed with the bloc recording a 49% penetration rate, according to the study.

However, the installed base is expected to increase by 7.2% per annum through 2026. Berg Insights forecasts the number of smart electricity meters in Europe to increase to 227 million units by 2026.

The majority of countries in Western and Northern Europe have either completed or are at an advanced stage in smart meter rollout. This means smart meters that will be installed in the region will be part of second-generation deployments, according to Berg Insight.

Levi Ostling, a senior analyst at Berg Insight, said: “In fact, replacements of first-generation smart metering equipment are expected to account for nearly a third of the cumulative device shipments until 2026.”...

Fonte: Smart Energy

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https://www.smart-energy.com/industry-sectors/smart-meters/europe-replaces-50-of-electricity-meters-with-smart-models/

Projeto de lei visa permitir que consumidores da rede elétrica possam escolher sua distribuidora

O deputado Edio Lopes (PL-RR) leu seu parecer sobre o texto do Projeto de Lei 1.917/15 no dia 28 de setembro. A votação está marcada para o mês de outubro.

O foco do projeto é que os consumidores de energia elétrica possam ter a permissão de optar pelo seu fornecedor. O prazo de transição será de 6 anos, iniciando com a promulgação da lei de portabilidade da conta de energia elétrica.

Atualmente, o mercado livre de energia é exclusivo para consumidores grandes, ou seja, que consomem acima de 500 kW, como shopping centers e indústrias.

O Projeto de Lei do Senado Federal 414/21 (PLS 232/16), que atualmente tramita na Comissão de Minas e Energia, possui regras semelhantes ao PL 1.917/15 e trata de assunto parecido. Dentre as diferenças, está que, no texto do Senado, a liberação completa ocorre em 42 meses após a lei (3,5 anos), antes do período indicado no texto que tramita na Câmara.

Fonte: Portal Solar

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https://www.portalsolar.com.br/blog-solar/uncategorized/projeto-de-lei-visa-permitir-que-consumidores-da-rede-eletrica-possam-escolher-sua-distribuidora.html

Copel e Renault lançam programa de compartilhamento de carros elétricos

A Copel lançou na última segunda-feira, 25 de outubro, o programa Carsharing Copel, de compartilhamento de carros elétricos e locação de curta duração, em parceria com a Renault do Brasil.

Para a Copel, o programa é mais um passo rumo à consolidação da mobilidade elétrica na empresa, iniciativa que começou em 2018 na implantação da eletrovia no país, com 12 postos de recarga ao longo de 730 quilômetros da rodovia BR-277, ligando o extremo leste ao extremo oeste do Estado. A Renault do Brasil já implantou o serviço de carsharing na Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP), para uso pessoal dos colaboradores do Lactec, um dos maiores centros de ciência e tecnologia do Brasil.

O presidente da Renault do Brasil, Ricardo Gondo, entregou para o presidente da Copel, Daniel Pimentel Slaviero, as chaves de dois veículos Zoe 100% elétricos que estão à disposição para uso pessoal, mediante pagamento de aluguel por hora ou diária, ou profissional da Copel no polo Km3 da Copel, no bairro Mossunguê, em Curitiba. O agendamento é realizado por meio do aplicativo Mobilize Share (ex-Renault Mobility), que adota a nova nomenclatura global da Mobilize, uma das quatro unidades de negócio do Renault Group, que tem como foco os clientes que desejam adotar formas de mobilidade mais sustentáveis e compartilhadas.

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53191661/copel-e-renault-lancam-programa-de-compartilhamento-de-carros-eletricos

Corrida pelo hidrogênio verde envolve US$ 300 bi

O domínio da tecnologia para produção de energia a partir do hidrogênio é uma busca científica que começou na década de 1970. “Esta é a terceira onda de investimentos na técnica e a mais promissora”, comenta o físico Ennio Peres da Silva, que coordena o Laboratório de Hidrogênio da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A primeira foi provocada pela crise do petróleo (1973). A questão do hidrogênio voltou à pauta, já com apelo ambiental, com a entrada em vigor do Protocolo de Kyoto [2005]. “O que vemos agora é uma combinação de fatores que podem, de fato, alavancar a fonte energética”, completa Silva.

Entre os elementos citados estão os investimentos em soluções para descarbonização, o avanço tecnológico e a entrada da China na produção em escala de células de combustível (uma espécie de pilha para armazenar e transportar o hidrogênio). O país asiático anunciou, recentemente, aportes de US$ 5 bilhões para estimular o mercado de veículos com células de combustível e desenvolver uma rede de abastecimento local. “Para emplacar, o hidrogênio tem de ser competitivo, o que vai exigir equilíbrio de preços e boa logística de distribuição”, diz Silva…

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=342697&sid=105

Salto tecnológico

A crise hídrica tem destacado a importância da tecnologia para aumenta a segurança no abastecimento de energia elétrica. Um exemplo está nas fontes renováveis, com destaque para os parques eólicos, um dos principais responsáveis por garantir a oferta de eletricidade nos últimos cinco meses.

Se, no fim da década de 2000, as usinas eólicas eram formadas por torres inferiores a 70 metros de altura e aerogeradores com menos de 800 kW de potência, boa parte deles importada, a instalação desses novos empreendimentos é feita hoje com a maioria das peças produzidas no Brasil, máquinas de 3 MW, torres de até 125 metros e diâmetro dos rotores de 122 metros, o que rende muito mais energia. Em junho, cerca de 16% da energia consumida no país veio da força dos ventos. “O futuro da energia é livre e renovável”, diz Elbia Gannoum, presidente da associação que representa o setor, a Abeeólica. O setor elétrico deve receber mais de R$ 100 bilhões em investimentos em geração e transmissão nos próximos cinco anos...

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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Governo prepara socorro de até R$ 15 bi para distribuidoras. Consumidor pagará a conta a longo prazo

O governo prepara um socorro de até R$ 15 bilhões para aliviar o caixa das distribuidoras de energia elétrica e evitar um “tarifaço” nas contas de luz em 2022 — ano de eleições presidenciais — causado pela alta dos combustíveis como o gás natural e o diesel. Embora a conta não chegue para o consumidor no próximo ano, o movimento articulado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) vai representar um aumento na fatura nos anos seguintes.

A pedido do governo, o BNDES começou a sondar bancos para montar um novo empréstimo para distribuidoras de energia arcarem com os custos mais altos da geração de eletricidade. Esse custo foi causado pela crise hídrica, que fez o governo acionar o máximo possível de usinas termelétricas, situação que deve se repetir no próximo ano, mesmo com o início das chuvas. Além de mais poluentes, as usinas termelétricas têm custos mais altos...

Fonte: Abinee - O Globo

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Lucro da Neoenergia sobe 57% no 3º trimestre, para R$ 1,3 bilhão

A Neoenergia teve um lucro de R$ 1,3 bilhão no terceiro trimestre de 2021, aumento de 57% em relação aos resultados em igual período no ano passado. A receita da companhia entre julho e setembro foi de R$ 12,249 bilhões, 53,5% de crescimento, em base anual. A receita operacional líquida somou R$ 11,6 bilhões, um aumento de 49% na comparação anual.

Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) no período foi de R$ 2,9 bilhões, crescimento de 62%.

A energia injetada pela empresa no terceiro trimestre do ano somou 18.893 gigawatts-hora (GWh), alta de 3,6% em relação aos mesmos meses em 2020.

Nos comentários que acompanham os demonstrativos financeiros, o presidente da Neoenergia, Mario Ruiz-Tagle, atribuiu os resultados à disciplina de custos do grupo. “Os resultados reforçam o caminho que planejamos para 2021, com foco em performance e eficiência, qualidade do serviço e a realização de investimentos rentáveis. O avanço da vacinação está permitindo a retomada aos nossos escritórios, voltando às atividades presenciais de forma gradual”, destacou o executivo.

Durante o trimestre, a Neoenergia iniciou as operações de 53 usinas do parque eólico Chafariz (PB), com 184 megawatts (MW) de capacidade. Quando finalizado, o complexo terá capacidade de 471,2 MW.

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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INEL cria secretaria de P&D para fomentar setor de energia renovável

O INEL (Instituto Nacional de Energia Limpa) oficializou, nesta terça-feira (26), a criação da Secretaria de Pesquisa e Desenvolvimento que será comandada pelo ex-professor de Engenharia Elétrica da UNIFEI (Universidade Federal de Itajubá), José Wanderley Marangon Lima.

O objetivo da companhia é coordenar atividades para contribuir na pesquisa e na inovação de energias renováveis no setor elétrico e de transportes.

De acordo com o instituto, o trabalho terá como foco as tecnologias de GD (geração distribuída), de armazenamento, de VEs (veículos elétricos) e suas interações com a rede elétrica nos aspectos técnicos e econômicos.

“Umas das metas é traçar as diretrizes para um sistema energético mais eficiente, sustentável e resiliente às mudanças climáticas”, explicou Marangon.

“O INEL está na vanguarda com a iniciativa de trazer contribuições técnicas e de inovação para contribuir efetivamente para o desenvolvimento do país, nesse caso, com o incremento do uso de energias limpas no sistema energético, a descarbonização e a democratização do setor”, analisou...

Fonte: Canal Solar

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Dow e Casa dos Ventos fecham contrato para aquisição de energia eólica

A Dow, indústria química, firmou um contrato para a aquisição de energia renovável com a Casa dos Ventos. O acordo tem duração de 15 anos e garante o volume de 60 MWm contínuos para a unidade da Dow, viabilizando que a sua produção fique mais sustentável. Além da compra de energia, a Dow terá a opção de fazer um investimento nos parques eólicos, possibilitando, no futuro, o regime de autoprodução de energia.

De acordo com a empresa, a assinatura torna a Dow uma das parceiras da Casa dos Ventos para viabilizar o Complexo Eólico Rio do Vento, que terá 1038 MW de capacidade após a conclusão de sua segunda fase. A solução escolhida, um contrato de longo prazo com opção de investimento na sociedade de propósito específico (SPE), viabiliza a construção de um novo projeto eólico e contribui para o alinhamento da companhia aos princípios ESG. Além disso, proporciona estabilidade no fornecimento, aumento de competitividade para a empresa, além da previsão de geração de 1.100 empregos diretos e 2.200 indiretos no pico das obras de construção do parque eólico Rio do Vento 2, e uma média de 1.500 empregos diretos e indiretos durante a fase de implantação.

Fonte: Canal Energia

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Enel transforma a Vila Olímpia no primeiro bairro digital de SP

A Enel SP está celebrando dois anos do Urban Futurability, o projeto de transformação digital que está tornando a Vila Olímpia, na zona sul da capital, em um bairro digital e sustentável. Na região, a distribuidora está investindo R$ 125 milhões em mais de 40 iniciativas tecnológicas, financiados com recursos de Pesquisa e Desenvolvimento da Aneel, que beneficiam 300 mil clientes na região.

Segundo a distribuidora, entre os destaques está a digitalização de 150 km da rede elétrica da Vila Olímpia. Com uma réplica digital tridimensional da rede, denominada Digital Twin, e instalação de sensores, a Enel está coletando informações sobre as condições do sistema para mapear possíveis falhas antes que ocorram, como a proximidade da vegetação na rede elétrica, qualidade dos equipamentos e da própria fiação. Ao todo, 40 sensores foram instalados para monitoramento de tensão e corrente elétrica dos transformadores. Outros 100 sensores monitoram a abertura das bases fusíveis permitindo identificar o local em que ocorrerão possíveis falhas no fornecimento de energia.

Esses equipamentos realizam um processo de abertura quando identificam uma situação anormal às condições operacionais da rede elétrica que impede que o defeito se alastre pelos circuitos, evitando riscos. O sensoriamento permite identificar esta abertura em tempo real, possibilitando maior agilidade no atendimento aos clientes. No total serão instalados 2.500 sensores na rede...

Fonte: Canal Energia

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EDP vai desenvolver sua primeira usina solar de larga escala

A EDP investirá no desenvolvimento de sua primeira usina fotovoltaica de larga escala em parceria com a EDP Renováveis. O empreendimento, chamado de Monte Verde Solar, terá capacidade instalada de 209 MWac e ficará localizado no estado do Rio Grande do Norte, nas cidades de Pedro Avelino, Lajes e Jandaíra. Ambas as empresas, controladas pelo grupo EDP, terão participação igualitária no negócio.

De acordo com a companhia, o empreendimento já está outorgado e com garantia de conexão ao sistema de transmissão e possui PPA (power purchase agreement) de 15 anos com a EDP Comercializadora, que por sua vez já alocou esta energia em contratos com a mesma duração. A previsão é de que a usina entre em operação em 2024.

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53191509/edp-vai-desenvolver-sua-primeira-usina-solar-de-larga-escala