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27/05/2024

Janela aberta ao mercado livre pode reduzir custos da indústria e do comércio

Com o vencimento de mais de 10 GW (gigawatts) em contratos de energia, até 2028, no mercado regulado, comercializadoras veem uma janela para a abertura do mercado de energia para indústrias e comércios do país até 2026. Atualmente, apenas consumidores do grupo A, que engloba empresas de média e alta tensão, têm a liberdade de escolher seus fornecedores de eletricidade.
Um estudo realizado pela consultoria Volt Robotics, junto à Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel), projetou que a medida tem potencial de beneficiar mais de 6,4 milhões de consumidores do mercado cativo, com economia anual estimada de R$ 17,8 bilhões na conta de energia elétrica, caso seja feita a migração para o mercado livre.
No segmento industrial, o levantamento revelou que a migração poderia resultar em uma economia anual de R$ 4,2 bilhões, além de mais de 91 mil novos empregos em todo o país. Já no segmento comercial, a migração poderia gerar uma economia anual de R$ 13,5 bilhões e até 290 mil novos postos de trabalho…

Fonte: Abinee – Correio Braziliense

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=361324&sid=105

Maior parte dos recursos para a região virá de projetos do PAC

Clima Da iniciativa privada, os principais investimentos no Nordeste virão do setor de energia renovável
Dos investimentos bilionários previstos para a Região Nordeste do País, a maior parte será público, impulsionado pelo novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), uma das principais apostas do terceiro governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na economia. Ao todo, o plano destinou R$ 700 bilhões para a região. “Os investimentos públicos em infraestrutura serão um importante impulsionador do Nordeste”, afirma Lucas Assis, economista da consultoria Tendências. “Isso tudo gera um efeito em cadeia para a economia no longo prazo.”
No ano passado, ao anunciar a volta do PAC, o governo previu um investimento de cerca de R$ 1,7 trilhão em todo o País. “No caso da União, é preciso ter a capacidade de fazer boas parcerias público-privadas, porque os recursos públicos não são suficientes para bancar os projetos, e aumentar a capacidade de execução do PAC, que no passado foi muito baixa”, afirma Jorge Jatobá, economista da consultoria Ceplan...

Fonte: Abinee – O Estado de SP

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=361323&sid=105

Schneider Electric e Capgemini otimizam gerenciamento de energia

A Schneider Electric, empresa de gestão de energia e automação, e a Capgemini, provedora global de serviços de transformação de negócios e tecnologia, anunciaram uma nova colaboração na área de otimização de energia. Denominada Energy Command Center, a solução resultante dessa união foi projetada para auxiliar organizações a acelerar sua jornada rumo a uma gestão de instalações mais inteligente e sustentável e à eficiência energética.
Utilizando uma combinação de soluções digitais e tecnologias avançadas para simplificar a gestão de energia e otimizar seu consumo, o Energy Command Center foi desenvolvido pela Capgemini e alimentado pela Schneider Electric, tornando-a uma plataforma integrada e centralizada para monitorar, controlar e otimizar todos os ativos de construção que consomem energia, incluindo data centers e ambientes críticos...

Fonte: Inforchannel

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https://inforchannel.com.br/2024/05/27/schneider-electric-e-capgemini-otimizam-gerenciamento-de-energia/

Decreto para renovar concessões de distribuidoras ignora enterramento de fiação elétrica

O enterramento da fiação nas grandes cidades brasileiras foi completamente ignorado na minuta de decreto que autoriza a renovação antecipadas das concessões de distribuidoras de energia elétrica.
O texto, enviado pelo Ministério de Minas e Energia à Casa Civil na última quinta-feira (26), desconsidera qualquer mecanismo de estímulo ao aumento de redes subterrâneas.
O debate sobre enterrar a fiação aumentou depois de episódios recentes e prolongados de corte no fornecimento, como ocorreu em São Paulo no ano passado, mas o tema não se restringe meramente à questão energética – a rede aérea fica mais exposta a chuvas, ventos e quedas de árvores.
Trata-se também de uma discussão urbanística e paisagística: as capitais brasileiras, com poucas exceções, têm pouquíssimas linhas subterrâneas. Em São Paulo, por exemplo, menos de 1% da rede é assim. A proliferação de postes e cabos aumenta a poluição visual e dificulta a arborização de calçadas...

Fonte: CNN

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https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/decreto-para-renovar-concessoes-de-distribuidoras-ignora-enterramento-de-fiacao-eletrica/

Âmbar Energia entra em cogeração a biomassa com compra de usina da Engie

A Âmbar Energia, do grupo J&F, está ingressando no mercado de cogeração de energia a partir da biomassa com a aquisição de da usina térmica Lages, da Engie Brasil Energia (EGIE3).
O negócio foi anunciado nesta segunda-feira pela Âmbar e não teve seu valor revelado.
Localizada em Lages (SC), a usina a biomassa tem capacidade instalada de 28 megawatts (MW) e é pioneira na geração de energia elétrica e vapor a partir de resíduos madeireiros.
O ativo acrescenta nova fonte de energia renovável ao portfólio de geração da Âmbar, que conta com usinas solares e térmicas a gás natural e carvão mineral, somando ao todo 2,3 gigawatts (GW) de capacidade instalada.
“Esta aquisição reforça nossa estratégia de investir em ativos que garantem a segurança energética do país, dando segurança ao processo de transição energética”, disse Marcelo Zanatta, presidente da Âmbar Energia, em nota.

Fonte: Infomoney

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https://www.infomoney.com.br/business/ambar-energia-entra-em-cogeracao-a-biomassa-com-compra-de-usina-da-engie/

Neoenergia investe R$ 50 milhões em nova subestação em Pernambuco

Na última sexta-feira, 24 de maio, a Neoenergia Pernambuco inaugurou a subestação Via Mangue, localizada em Recife, a primeira do estado totalmente abrigada. Essa é a primeira das 13 subestações que estão no plano de investimentos da empresa para os próximos cinco anos. No total, foram investidos mais de R$ 50 milhões na nova subestação, considerada uma das mais tecnológicas do Brasil.
A subestação Via Mangue vai promover um incremento de 30% na oferta de energia para dois bairros da capital, Pina e Boa Viagem. Serão mais 52 MVA (megavolt-ampère) de potência instalada na região, o suficiente para atender aproximadamente 260 mil pessoas, superior à população do Cabo de Santo Agostinho (PE). Toda a energia será distribuída por meio de 10 circuitos de média tensão. Atualmente, quatro circuitos estão em operação. Os outros seis serão entregues até o fim do ano.
Como é uma subestação totalmente abrigada, as saídas dos circuitos são subterrâneas, inclusive com embutimento de 350 metros de uma linha de transmissão que supre a unidade. No total, foram investidos R$ 11 milhões apenas no enterramento da rede de alta tensão. Para aumentar a qualidade, a confiabilidade e a continuidade no fornecimento de energia aos bairros atendidos pela SE Via Mangue, foram instalados cerca de 70 religadores. Os equipamentos têm a capacidade de reconfigurar automaticamente os circuitos em caso de interrupção de energia e restabelecer o fornecimento em até dois minutos...

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53279796/neoenergia-investe-r-50-milhoes-em-nova-subestacao-em-pernambuco

CPFL Energia inaugura em Santos a SE mais moderna do grupo

A CPFL Energia inaugurou em Santos a subestação, que considera como a mais moderna entre suas 590 SE. Totalmente automatizada e com tecnologia de alta performance, a subestação foi projetada para reduzir bastante a possibilidade de ocorrências por interferências externas. A Subestação Santos 8 (Porto) recebeu investimentos de mais de R$ 52 milhões.
Além do ramal exclusivo com integração à rede de distribuição subterrânea, o empreendimento conta com solução conhecida como GIS (Gas Insulated Substation), que protege os equipamentos com cápsulas de gás, reduzindo a exposição do sistema. Os diferenciais técnicos do empreendimento também viabilizaram um projeto mais potente ainda que o espaço físico fosse restrito. A empresa destacou que no terreno de pouco mais de 2 mil metros quadrados, onde no passado contou com a primeira subestação da CPFL, na década de 1940, hoje foi possível multiplicar por três vezes a capacidade instalada.
Os mais de R$ 52 milhões investidos pela companhia em sua oitava subestação em Santos foram aplicados também em novas linhas de transmissão e redes de distribuição. No novo projeto, a CPFL introduziu outra importante tecnologia: a linha de distribuição subterrânea que passa pelo empreendimento (Vila Nova/Estuário) foi seccionada para receber o ramal Santos 8.

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53279774/cpfl-energia-inaugura-em-santos-a-se-mais-moderna-do-grupo

A eficiência das fontes de energia solar passa pelo uso de smart grids

Atualmente, o Brasil conta com mais de 73 GW de capacidade instalada nas fontes solar e eólica, sendo duas das fontes que mais crescem no país. Para Octavio Brasil, gerente da CAS Tecnologia, a utilização de redes inteligentes, ou smart grids pode facilitar a integração destas fontes na rede elétrica.
Ele destaca que, se tratando de uma gestão de consumo e demanda instantânea, as redes inteligentes possibilitam uma gestão mais eficaz tanto da medição quanto da oferta de energia, permitindo rápidos ajustes e aprimorando o planejamento. Esses fatores são importantes em sistemas com energias intermitentes, como são a solar e a eólica.
“A implementação de smart grids, em conjunto com o crescimento de fontes de energia renovável, representa um marco significativo na evolução do sistema elétrico. Ao integrar tecnologias avançadas de monitoramento, controle e automação, as smart grids capacitam e proporcionam confiança, inclusive aos empreendedores do setor, em prol de uma transição gradual e consistente para uma matriz energética mais sustentável e limpa”, afirma...

Fonte: Canal Solar

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https://canalsolar.com.br/eficiencia-fontes-energia-solar-uso-smart-grids/

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