26/05/2021

Fabricantes de máquinas batem recorde de produção

Impulsionada pela busca de fontes de energia mais limpas e sustentáveis, pelo regime favorável de ventos especialmente no Nordeste e Sul do país e pela limitação de recursos hídricos para a construção de novas hidrelétricas, a geração eólica cresceu 20 vezes no Brasil desde 2010 e mantém cheias as carteiras de pedidos dos fabricantes de equipamentos para o setor. Empresas como WEG, Aeris Energy e Vestas seguem batendo recordes de produção e de encomendas, e as projeções são de forte expansão nos próximos anos.

A Abeeólica, que representa as empresas do setor, informa que a expansão dos parques representam um potencial de quase R$ 80 bilhões em investimentos de 2021 a 2024, considerando os 17,7 GW instalados no fim do ano passado e a estimativa de R$ 7 bilhões em aportes por GW novo, numa cadeia que envolve grandes fabricantes, cerca de 1 mil fornecedores e aproximadamente 30 mil trabalhadores no país...

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=338816&sid=105

Mais de 80% dos projetos de energia no Brasil já são renováveis. Desafio é manter abastecimento estável

Avanços na tecnologia e alterações no planejamento do setor elétrico podem dar maior eficiência a fontes renováveis de energia, avaliam especialistas. O uso de sistemas de baterias permite, por exemplo, armazenar o excedente de energia solar e eólica produzido em momentos de pico do aproveitamento da luz do sol e dos ventos. Os sistemas de geração também estão mais eficientes e baratos permitindo melhor aproveitamento da capacidade das usinas.

Essa evolução pode amenizar um dos principais limitadores de fontes de energia limpa: a intermitência. Operadores do sistema não conseguem designar exatamente quando usinas eólicas ou solares podem ser acionadas, porque dependem de fatores da natureza. Mesmo as hidrelétricas, que contam com grandes reservatórios de água para regular sua produção, têm sofrido com o baixo volume de chuvas do último verão...

Fonte: Abinee - O Globo

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=338824&sid=105

Celesc vai lançar comercializadora e área de GD para ir ao mercado livre

A Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc) vai lançar uma comercializadora para entrar no mercado livre de energia elétrica, além de estruturar uma subsidiária no segmento de geração distribuída. O grupo, conhecido por sua atuação no mercado cativo de energia catarinense, quer se posicionar agora nas modalidades nas quais os consumidores podem escolher os seus fornecedores.

A meta da Celesc é ter, nos próximos cinco anos, uma receita de R$ 2 bilhões com a comercializadora. De acordo com o presidente da empresa, Cleicio Martins, hoje a tendência de migração para o mercado livre faz com que as indústrias representem somente 10% do faturamento do grupo, apesar de receberem cerca de 45% da energia consumida no Estado.

Indústrias representam somente 10% do faturamento do grupo, embora recebam 45% da energia consumida

Ele lembra que outras distribuidoras já começaram a atuar no mercado livre de Santa Catarina, como a Copel e a Cemig. “Alguns importantes clientes do estado bateram à nossa porta. A meta é ainda este ano tirar a comercializadora do papel”, explica Martins...

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=338752&sid=105

Aprovação do marco legal da geração distribuída recebeu apoio do CONFEA

Com posicionamento aprovado no dia 18 de maio, o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA) anunciou apoio ao Projeto de Lei que firma o marco legal da geração distribuída (GD), o PL 5829/2019. Por unanimidade, o colegiado optou pelo posicionamento e fechou o compromisso de encaminhar o manifesto para senadores e deputados. Rodrigo Sauaia, presidente executivo da ABSOLAR, foi um dos participantes do evento.

A decisão foi uma resposta à carta enviada por sete associações, a Associação Brasileira do Biogás (Abiogás), Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD), Sindicato das Indústrias de Energia e de Serviços do Setor Elétrico do Estado do Ceará (Sindienergia-CE), Associação Brasileira de Pequenas Centrais Hidrelétricas e Centrais Geradoras Hidrelétricas (Abrapch), Instituto Nacional de Energia Limpa e Sustentável (INEL) e Movimento Solar Livre (MSL)…

Fonte: Portal Solar

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https://www.portalsolar.com.br/blog-solar/geracao-distribuida/aprovacao-do-marco-legal-da-geracao-distribuida-recebeu-apoio-do-confea.html

Emerging markets poised to achieve smart metering despite COVID-19

North America, Western Europe, and East Asia are largely concluding most of their first-time smart meter rollouts over the next few years and attention has shifted to emerging markets. The leading emerging market countries are forecast to deploy 148 million smart meters (excluding the Chinese market which will deploy more than 300 million more), representing billions of dollars in investment over the next five years. Of course, the global pandemic is far from settled, and emerging market countries are now experiencing the greatest challenges in vaccine access and distribution. But as the ongoing crisis fades into the past and the global economy rebounds, the long view for emerging market growth is strong.

“Emerging markets” is a catch-all term for many countries, each exhibiting unique characteristics, drivers, and challenges in terms of getting smart metering projects off the ground. Given this diversity, the best way to understand the emerging market landscape is to consider the respective regions and countries individually…

Fonte: Smart Energy

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https://www.smart-energy.com/industry-sectors/smart-meters/emerging-markets-poised-to-achieve-smart-meter-deployment-despite-covid-19/

Irena e Siemens Energy firmam parceria para promover transição energética

A Agência Internacional de Energia Renovável assinou nesta terça-feira, 25 de maio, acordo de parceria com a Siemens Energy com o objetivo de promover a transição energética global. Com o acordo, as organizações fortalecerão a colaboração na aplicação de tecnologia para avançar e aprofundar a transição para energias renováveis em todo o mundo.

A colaboração se estende a uma variedade de oportunidades, como o desenvolvimento de negócios para o hidrogênio verde como um dos principais contribuintes para a descarbonização, promovendo esforços para descarbonizar indústrias mais difíceis como cimento, aço e petroquímica e facilitando o investimento do setor privado no setor de energias renováveis.

A Irena e a Siemens também trocarão conhecimento e experiência em eletrificação renovável, incluindo o desenvolvimento de roteiros que priorizam comunidades e regiões que atualmente carecem de acesso à energia moderna. De acordo com Fancesco La Camera, Diretor-Geral da Irena, as parcerias são a base dos esforços globais para atingir as metas de desenvolvimento sustentável e a chave para a rápida aceleração da transição energética…

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53174098/irena-e-siemens-energy-firmam-parceria-para-promover-transicao-energetica

Alemanha quer o Brasil como parceiro para importação de hidrogênio verde

Na busca por atender a futura demanda doméstica de energia baseada em energias renováveis e de baixo carbono, a Alemanha busca parceiros no mundo para importação de hidrogênio verde e considera que o Brasil pode ser um dos grandes exportadores do energético. Foi o que disse a representante do governo alemão, Peggy Schulz, em evento realizado nesta terça-feira, 25 de maio, pela Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha.

A executiva afirmou que esse é um ponto estratégico ao país europeu. A Alemanha está investindo 9 bilhões de euros em parcerias para desenvolvimento e tecnologias ligadas ao hidrogênio e nesse pacote de estímulos destinados a essa energia, o Brasil pode ser um grande parceiro.

“O consumo de hidrogênio é de 2,5TWh, mas estamos projetando que até 2030 teremos demanda de 90 a 110 TWh, ou seja, seremos um grande importador de energia. Queremos que essa energia seja verde”…

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53174094/alemanha-quer-o-brasil-como-parceiro-para-importacao-de-hidrogenio-verde

Marcia Vieira Silva vai assumir comando da Enel Ceará

Marcia Sandra Roque Vieira Silva vai assumir no próximo dia 1º de junho como diretora presidente da Enel Distribuição Ceará. A executiva, que trabalha no Grupo Enel há 22 anos, também responde pela diretoria de Mercado da Enel no Brasil. Charles Capdeville, que atuava como diretor presidente da Enel Ceará desde janeiro de 2020, passa a exercer a função de diretor de Infraestrutura e Redes da distribuidora.

Para Guilherme Lencastre, presidente do Conselho de Administração da Enel Brasil, durante todo o tempo que esteve à frente da companhia, Capdeville fez um excelente trabalho para garantir a qualidade e a confiabilidade do fornecimento de energia para os clientes da distribuidora. Para o presidente do conselho, ele certamente seguirá nessa trilha de sucesso na nova função.

De acordo com Nicola Cotugno, Country Manager da Enel no Brasil, a mudança visa dar ainda mais foco ao cliente no estado. Capdeville continuará trabalhando para ampliação e modernização da rede elétrica no Ceará, enquanto Marcia Viera Silva assume a presidência com uma interlocução com todos os stakeholders…

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53174073/marcia-vieira-silva-vai-assumir-comando-da-enel-ceara

Absolar: Brasil está entre os dez países que mais instalaram energia solar em 2020

Segundo mapeamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica a partir de dados da International Energy Agency Photovoltaic Power Systems Programme, o Brasil alcançou a nona posição no ranking mundial de potência adicionada anual da fonte solar fotovoltaica em 2020. O dado inclui a soma das grandes usinas centralizadas e dos pequenos sistemas distribuídos em residências, comércios, indústrias, propriedades rurais e no setor público que entraram em operação ao longo do último ano.

Segundo o levantamento, em 2020 o Brasil instalou 3,15 GW da fonte solar fotovoltaica, incluindo 2,53 GW em sistemas de geração distribuída e 617,6 MW em geração centralizada. Com isso, apenas no ano de 2020, o setor solar trouxe ao Brasil R$ 15,9 bilhões em novos investimentos e mais de 99 mil novos empregos. Desde 2012 até o final do ano de 2020, o Brasil acumulou R$ 42,1 bilhões em investimentos na fonte solar fotovoltaica, gerando mais de 236 mil empregos acumulados.

O ranking mundial de capacidade instalada do ano de 2020 foi liderado pela China, seguida dos Estados Unidos, Vietnã, Japão e Alemanha, com destaque para o forte crescimento do Vietnã no período. No caso brasileiro, o país já havia figurado no Top 10 uma única vez, em 2017, ocupando o 10º lugar no ranking. Em 2018, ficou na 11ª posição e em 2019 ocupou o 12° lugar…

Fonte: Canal Energia

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