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26/02/2024

326 million smart meters across Europe by 2028 – report

The penetration of smart meters across Europe is expected to increase from about 60% in 2023 to 78% in 2028, Berg Insight reports.
In the latest Europe smart meter review, Berg Insight reports that at the end of 2023, there were more than 186 million smart electricity meters – an increase of about 4% over 2022.
By 2028 the installed base is projected to grow at an over 6% CAGR to reach 78% penetration by 2028, driven by second generation rollouts in countries such as the UK, Italy, Spain and Sweden alongside first generation projects in Germany, Poland and Greece.
For 2022, the last year for which data is broken down, Italy was the largest market in terms of shipments with around 2.6 million units installed during the year.
This was followed by the UK with more than 2.5 million units and Sweden with shipments of around 1.4–1.5 million units.
Poland and France rounded out the top five in terms of shipment volumes, while other markets with large installation volumes during the year included Austria and Belgium.
Looking ahead, as countries aim to meet targets, Berg Insight projects a total of more than 88 million smart electricity meters to be deployed across the region from 2024 to 2028…

Fonte: Smart Energy

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https://www.smart-energy.com/industry-sectors/smart-meters/326-million-smart-meters-across-europe-by-2028-report/

Geração cresce 2,7% em janeiro, puxada pelas fontes solar e térmica

A produção nacional de energia elétrica atingiu 73.452 MWmed (megawatts-médios) em janeiro, registrando um aumento de 2,7% em comparação com o mesmo período de 2023. 
Todas as fontes apresentaram crescimento, exceto a eólica. Destaca-se o crescimento da geração solar e térmica, que aumentaram respectivamente em 52,4% (2.945 MWmed) e 20,7% (7.307 MWmed).
A geração de eletricidade a partir da força dos ventos alcançou 7.437 MWmed, uma queda de -14,5%. Enquanto isso, a produção hidrelétrica atingiu 55.763 MWmed, representando um aumento de 1,6%.
Chama a atenção o aumento na geração termelétrica. Nos últimos três meses, essa fonte vem apresentando crescimento acima de dois dígitos (23,5% em novembro e dezembro e 20,7% em janeiro).
De acordo com a CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), a escassez de chuvas durante o período úmido e as temperaturas elevadas resultam em uma menor geração hidráulica e maior geração térmica para atender à demanda...

Fonte:Canal Solar

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https://canalsolar.com.br/geracao-cresce-27-em-janeiro-puxada-pelas-fontes-solar-e-termica/

Governo estimula distribuidoras a renovar concessão

A proposta do governo para a renovação dos contratos de concessão de 19 distribuidoras de energia, que aguarda edição de decreto presidencial, está sendo desenhada para estimular adesão de boa parte das concessionárias antes de acabar o mandato do presidente Lula. A estratégia passa por definir um conjunto de regras que convença os sete grupos que detêm o controle das distribuidoras a fazerem adesão antecipada. 
Estratégia semelhante foi adotada na prorrogação de contratos de outro grupo de distribuidoras em 2015. Desta vez, o chamariz viria da oferta de incentivos regulatórios para tornar o negócio mais rentável, combinado com o maior atrativo da renovação: ganhar mais 30 anos para explorar o serviço com regras atualizadas à realidade do mercado. 
O Valor apurou que, segundo a avaliação do governo, melhores condições contratuais poderiam atrair outras 12 concessionárias que estão fora do processo de renovação, mas coligadas às 19 distribuidoras com fim dos contratos até 2031. Neste caso, as empresas poderiam negociar aditivos para adequar os contratos atuais aos novos critérios, porém sem obter prazo adicional. Se a estratégia der o resultado esperado, a adesão ao novo modelo contratual alcançaria 31 concessionárias...

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=358860&sid=105

Transição energética tem só metade da infraestrutura, diz diretora do BNDES

O Brasil chega à transição energética com metade da infraestrutura que deveria ter, apesar das vantagens comparativas do País, afirmou a diretora de infraestrutura, transição energética e mudança climática do Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES), Luciana Costa.
Ela listou como vantagens: estabilidade geopolítica; matriz energética 47% limpa (87%, se considerada só a matriz elétrica); minerais críticos; garantia de segurança alimentar para o País e para o mundo; etanol; biomassa; e o fato de ser o quinto produtor de biometano do mundo.
“Nenhum país tem todas essas vantagens comparativas combinadas, só que a gente tem um País que tem metade da infraestrutura que deveria ter. O nosso desafio é o custo de capital e concorrer com países que estão lançando planos de subsídios. A gente está vendo algumas indústrias que poderiam estar aqui indo para os Estados Unidos produzir SAF (bioquerosene de aviação) e biocombustíveis”, disse a diretora em entrevista na sexta-feira...

Fonte: Abinee - O Estado de SP

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=358865&sid=105

Hidrelétricas precisam desperdiçar energia por causa das energias eólica e solar; Entenda

Ao longo das últimas quatro décadas, o cenário da matriz elétrica brasileira vem passando por transformações significativas. Enquanto as hidrelétricas dominavam, representando 90% da matriz há 40 anos, atualmente essa participação reduziu para 53%, com previsão de queda para 42% nos próximos sete anos, segundo estimativas oficiais.
A migração de investimentos para fontes alternativas, como eólica e solar, mais acessíveis economicamente, é o principal fator desse declínio. No ano passado, as hidrelétricas chegaram a desperdiçar 16 gigawatts de energia em fevereiro, representando 21% da demanda total do país naquele mês.
A matriz elétrica, que contava com apenas quatro fontes em 1985, agora possui pelo menos dez, sendo seis delas renováveis. As favoritas dos investidores atuais são a energia eólica (11,5%) e solar (11,8%), com projeções de alcançarem 11% e 18%, respectivamente, em 2031, de acordo com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE)...

Fonte: Terra Brasil Notícias

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https://terrabrasilnoticias.com/2024/02/hidreletricas-precisam-desperdicar-energia-por-causa-das-energias-eolica-e-solar-entenda/

Itron and Schneider Electric announce grid edge integration

Itron and Schneider Electric have announced a collaboration, integrating their intelligent grid and distributed energy resource (DER) management solutions to digitalise the demand and supply of electricity.
The integration of Itron’s grid edge intelligence solutions to Schneider’s digital grid solutions aims to enable grid edge data analysis to optimise grid planning and operations to increase grid capacity while deferring infrastructure investments.
According to the companies, the integration is aimed to improve energy and grid management for utilities as homeowners and businesses increasingly adopt DERs, such as rooftop solar, battery energy storage, electric vehicles and microgrids at the grid edge.
In a joint release announcing the integration, the companies state that with more DERs coming online and more data being generated at the grid edge, the opportunity is provided to harness, aggregate and analyse that data to produce actionable insights for grid management...

Fonte: Smart Energy

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https://www.smart-energy.com/industry-sectors/smart-grid/itron-and-schneider-electric-announce-grid-edge-integration/

Governo federal recomenda troca de distribuidora de energia no Amazonas

O Ministério de Minas e Energia (MME) entende que há necessidade de troca do concessionário de distribuição de energia no estado do Amazonas, que enfrenta graves desequilíbrios financeiros e dívidas bilionárias, e ressaltou que mudanças legislativas são importantes para garantir a sustentabilidade da concessão.
Segundo relatório de um grupo de trabalho da pasta, uma ação é necessária porque a situação da Amazonas Energia deve ser agravada neste ano, com o término de medidas de alívio definidas no passado.
Após cinco anos no comando, o grupo privado que adquiriu a distribuidora da Eletrobras (ELET3;ELET6) não conseguiu melhorar a concessão do ponto de vista econômico-financeiro e operacional. O diagnóstico consta de relatório publicado na quinta-feira (22), elaborado por um grupo que analisou a situação das distribuidoras de energia do país que sofrem com desequilíbrios devido a questões estruturais de suas concessões: Amazonas Energia, Light (LIGT3) e Enel Rio...

Fonte: Infomoney

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https://www.infomoney.com.br/politica/ministerio-de-minas-e-energia-recomenda-troca-de-concessionario-no-amazonas/

Aneel anuncia bandeira verde para março

A Agência Nacional de Energia Elétrica decidiu manter em março a bandeira tarifária verde, chegando ao vigésimo terceiro mês consecutivo sem cobrança adicional nas faturas de energia elétrica dos consumidores regulados. O mecanismo que reflete as condições de geração de energia no país tem apontado um cenário favorável desde abril de 2022, há quase dois anos.
A bandeira verde é acionada quando o cenário é considerado confortável pela agência reguladora. Dependendo do custo de geração, a Aneel pode optar pela bandeira amarela ou pela vermelha, nos patamares 1 ou 2, que representam um valor adicional na tarifa a cada 100 kWh consumidos

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53271548/aneel-anuncia-bandeira-verde-para-marco

Brasil importa 21 toneladas de urânio da Rússia para Angra 1

A Indústrias Nucleares do Brasil recebeu na última quinta-feira, 22 de fevereiro, cerca de 21 toneladas de urânio enriquecido importado da Rússia. O material chegou ao Porto do Rio de Janeiro acondicionado em 14 cilindros e foi transportado no mesmo dia para a Fábrica de Combustível Nuclear da INB, em Resende (RJ), onde será utilizado na fabricação dos elementos combustíveis para a 29ª recarga da central nuclear Angra 1.
O elemento enriquecido será utilizado para a fabricação de 44 elementos combustíveis, contribuindo para a geração de energia com baixa emissão de carbono. As paradas para reabastecimento de Angra 1 ocorrem aproximadamente a cada 14 meses, e nessas ocasiões é trocado 1/3 do total de elementos combustíveis. Cada elemento permanece no reator por três ciclos.
A carga foi acondicionada em cinco contêineres. O transporte, planejado e coordenado pela INB cumprindo os Planos de Transporte aprovados pelos órgãos de controle, contou com o apoio e a participação do Departamento de Coordenação de Assuntos Nucleares (DCANuc) do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSIPR), da Comissão Estadual de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis do Rio de Janeiro (Cesportos-RJ), Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar do RJ e da Agência Brasileira de Inteligência e Guarda Portuária-RJ.

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53271448/brasil-importa-21-toneladas-de-uranio-da-russia-para-angra-1

ONS: carga no SIN deve ter variação de 3,8% em março

A carga no Sistema Interligado Nacional deve ter um aumento de 3,8% em março, de acordo com dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico divulgados nesta quinta-feira, 22 de fevereiro, durante a Reunião do Programa Mensal da Operação. O valor está ligeiramente acima dos 3,6% previstos anteriormente e no Planejamento 2024-2028. Para abril, a variação na carga esperada pelo PMO e o planejamento é de 4,7%. Em 2024, a expectativa é de uma subida de 3,2% na carga, pouco abaixo dos 3,5% do planejamento 2024-2028.
Na reunião, foi mostrado que em fevereiro perduraram as características do El Niño. Segundo o operador, as bacias da região Norte registraram elevado grau de precipitação, com destaque para a bacia do rio Madeira, onde o trecho boliviano teve chuvas perto da média mensal. As vazões do trecho brasileiro ainda não capturaram essa variação.
O trecho entre as usinas Três Marias e Sobradinho, no rio São Francisco, teve pelo segundo mês seguido precipitações acima da média histórica. Há um déficit na Bahia que faz com que as vazões do rio continuem abaixo da média histórica...

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53271330/ons-carga-no-sin-deve-ter-variacao-de-38-em-marco

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