24/11/2021

Noruega mira energia verde e amplia aposta no Brasil

A Noruega considera o Brasil um parceiro estratégico na transição para uma economia de baixo carbono e no desenvolvimento de tecnologias verdes. O setor de energia, em especial óleo e gás, ainda é predominante nas relações entre os dois países e representou 71% dos US$ 7 bilhões investidos pelas empresas norueguesas no país entre 2019 e 2020. O valor é 67% superior aos aportes do biênio anterior. E as empresas estão dispostas a investir mais nos próximos anos.

Do total aportado pelas empresas nórdicas, 4% foram destinados a iniciativas ligadas a fontes renováveis e combustíveis limpos. Mas a expectativa é que cresça nos próximos anos, já que a agenda verde está entre as prioridades do governo norueguês. Os números fazem parte do relatório “Investimentos Noruegueses no Brasil”, produzido pelo Consulado Geral da Noruega no Rio em parceria com a Innovation Norway e obtido com exclusividade pelo Valor...

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=343321&sid=105

As lições da COP26 para o setor de energia renovável

Duas semanas antes da COP26, o Conselho Global de Energia Eólica e mais de 90 líderes globais do setor lançaram um alerta: as instalações de eólica precisam aumentar quatro vezes em relação aos níveis atuais para que a fonte possa fazer seu papel de ajudar os países a atingir o net zero até 2050. As projeções que temos hoje de crescimento dessa fonte oferecem menos da metade do necessário.

Terminada a COP26, o alerta é ainda mais claro, não apenas do ponto de vista da eólica, mas de todas as renováveis: sim, estamos na direção correta, mas a transição energética precisa ser muito mais rápida. E, apesar de alguma crítica pontual ao acordo final, há razões para comemorar o resultado da COP, do ponto de vista das energias renováveis.

É bom contextualizar que, no caso do Brasil, já vínhamos num caminho positivo, não apenas porque temos abundância de recursos renováveis, mas porque o país, após a crise energética de 2001, começou a apostar fortemente numa matriz elétrica e energética mais diversificada, como forma de reduzir a dependência das hidrelétricas, e novas fontes ganharam espaço, como é o caso da eólica, que hoje é a segunda fonte da matriz elétrica, ocupando 11% da matriz e chegando a abastecer 20% do país durante os meses da chamada “safra dos ventos”, no segundo semestre...

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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País precisa melhorar gestão do sistema elétrico, diz Abeeólica

A presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), Elbia Gannoum, acredita que o Brasil precisa melhorar os processos de operação do sistema de energia de elétrica.

“Precisamos enxergar as hidrelétricas com os demais recursos que elas oferecem para o sistema, que não são somente a energia elétrica. Precisamos mudar a forma de operar o sistema, é o que trará a mudança para o próprio planejamento do sistema, para que se possa aproveitar melhor os recursos”, afirmou em evento online promovido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) na tarde de hoje.

As usinas hidrelétricas são caracterizadas como uma energia de base, ou seja, podem ser acionadas a qualquer momento, diferentemente de fontes como a solar e a eólica, que dependem de condições climáticas para gerar energia.

“Não é porque os recursos são abundantes que vamos aproveitá-los mal. Temos que pensar melhor em investimentos para eficiência energética, trazer novas tecnologias, e preparar o mercado brasileiro para essas tecnologias”, complementou.

Nesse sentido, Elbia apontou que o Brasil está bem posicionado para receber investimentos em geração de energia eólica em alto-mar (offshore). Ela lembrou que o Ibama já tem 22 projetos desse segmento em licenciamento, num total de 46 gigawatts (GW) de capacidade...

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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Global smart meter market to record 7.76% growth through 2025

South America is expected to be the best performing market whilst Europe will be the largest market through 2024. The APAC region will occupy a 36% share of the market, according to the study.

China followed by the US, Japan, Germany and the UK will have the highest revenue share globally. In 2019, Germany contributed 11.25% share of the global market, France a 5.56%, India 4.79% and China 3.50%, according to Technavio.

Technavio further states that the global smart meter market is fragmented and characterised by several players, however, exits by many vendors and industry consolidation are expected to disrupt the market.

The high initial capital requirements to deploy smart metering will disturb the growth of the market with factors such as disruptions to supply chains having delayed rollouts since 2020. However, the development of smart grids will drive investments in smart meters, according to the study.

Technology innovations by market players were high in 2019 and are expected to remain so through 2024, whilst mergers and acquisitions will remain at medium growth…

Fonte: Smart Energy

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https://www.smart-energy.com/industry-sectors/smart-meters/global-smart-meter-market-to-record-7-76-growth-through-2025/

SaskPower to start mass smart meter deployment

The decision follows a successful pilot launched in March in which 17,000 volunteers participated. However, supply chain issues due to the global shortage of microchips and semiconductors contributed to delays in its completion.

“We are pleased with the results of the pilot and are looking forward to making the benefits of smart meters available to everyone in Saskatchewan,” said SaskPower President & CEO Mike Marsh.

“We are beginning the programme with a number of farm and rural customers because they typically receive a meter reading once a year, unlike SaskPower’s urban customers, whose meters are typically read every three months.”

Customers across the province will receive their smart meters during the next few years as supply allows. SaskPower’s deployment plan is scalable and responsive to the availability of meters, the company says in a statement.

In addition to the 17,000 meters deployed during the residential pilot, an additional 45,000 commercial and industrial (C&I) smart meters have been installed provincewide. There have been no issues with any of the smart meters, which were built to SaskPower’s specifications...

Fonte: Smart Energy

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Brasil será pioneiro na geração de energia eólica offshore na América Latina

Para ajudar na descarbonização da eletricidade e contribuir para que as metas de redução de emissão de gases, firmadas durante o Acordo de Paris, sejam honradas, é necessário que os investimentos no mercado eólico global quadrupliquem. O dado é da Global Wind Energy Council trazido por Rodrigo Ugarte Ferreira, Head de Procurement da Vestas Latam, durante o painel “Competitividade da cadeia produtiva e novos modelos de negócio para a expansão do setor eólico”, no Brazil Windpower 2021.

No mesmo evento, Carsten Hallund Slot, Head of Market Development & News Market Entry – Global Offshore da Vestas, durante o painel “Offshore: cenário e desafios”, ressaltou que a tecnologia offshore é um desafio global e o Brasil possui toda a pujança necessária para acompanhar o movimento internacional. De acordo com o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, estimativas apontam que, a partir de 2022, será possível incluir a contratação de parques eólicos offshore nos leilões de energia.

“O Brasil será pioneiro na implementação da tecnologia offshore na América Latina. A partir disso, os outros países da região terão o Brasil como caso de sucesso. As discussões regulatórias estão encaminhadas e contamos com uma proatividade imensa por parte dos órgãos ambientais”, afirma Slot...

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53194021/brasil-sera-pioneiro-na-geracao-de-energia-eolica-offshore-na-america-latina

Primeiro leilão de transmissão de 2022 entra em consulta pública

A Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL aprovou nesta terça-feira (23/11) a abertura da Consulta Pública nº 071/2021, para sugestões da sociedade sobre o edital do Leilão de Transmissão nº 1/2022. O documento em análise a partir do dia 26/11 trata da licitação de 13 lotes para a construção e a manutenção de 4.545 quilômetros de linhas de transmissão e de 5.410 megavolt-ampéres (MVA) em capacidade de transformação de subestações, com expectativa de investimento de R$ 9,5 bilhões. O leilão está marcado para 30 de junho de 2022 na sede da B3, em São Paulo.

“Este leilão de transmissão será o segundo maior desde 2018, atrás apenas do Leilão 2/2018, que teve investimento previsto de R$ 14 bilhões”, ressaltou Sandoval Feitosa, diretor-relator do certame.

“O parque transmissor no Brasil passou dos 70 mil quilômetros de linhas, em 2001, para os atuais 165 mil quilômetros, um avanço fundamental para que o Brasil enfrentasse a escassez hídrica com total segurança no atendimento elétrico-energético”, avaliou o diretor-geral da ANEEL, André Pepitone...

Fonte: Aneel

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Enel testa 5G standalone para comunicação da rede elétrica em São Paulo

A distribuidora de energia Enel está testando a tecnologia 5G standalone para a comunicação de sua rede de eletricidade no bairro da Vila Olímpia, em São Paulo, em parceria com TIM, Ericsson, Qualcomm e Motorola.

Com o 5G, a Enel pretende diminuir o tempo de resposta automática em caso de falhas na distribuição de energia. Além disso, vai testar soluções de reparos com realidade virtual e videoconferência.

Uma ERB 5G será instalada na subestação de Itaim. A Qualcomm cedeu CPEs 5G com modem Snapdragon SDX55 (um da CBN e outro da Fibocom) e a Motorola, celulares 5G. A operação da rede será feita pela TIM.

A iniciativa faz parte do projeto Urban Futurability, liderado pela Enel com o objetivo de transformar a região no primeiro bairro digital e sustentável da capital paulista.

Fonte: Abinee - Mobile Time

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