24/05/2021

Modernização regulatória é a principal dificuldade para que Brasil conquiste investimentos em transição energética

A maior dificuldade para que o Brasil consiga transformar o seu potencial renovável em oportunidades de negócios e adquirir investimentos em transição energética consiste na modernização regulatória do segmento elétrico. Essa conjuntura foi delineada por especialistas que integraram no dia 18 de maio o debate viabilizado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e pelo Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI).

Entre os participantes do evento, estão Daniel Lopes, diretor comercial da Hytron; Solange Ribeiro, diretora presidente adjunta da Neoenergia; e Luiz Augusto Barroso, diretor presidente da PSR. A análise dos integrantes foi que, diante do atual cenário fiscal do Brasil, o país não possui estruturas para impulsionar grandes investimentos públicos na descarbonização e seguir o modelo das principais economias globais...

Fonte: Portal Solar

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https://www.portalsolar.com.br/blog-solar/energia-renovavel/modernizacao-regulatoria-e-a-principal-dificuldade-para-que-brasil-conquiste-investimentos-em-transicao-energetica.html

Neoenergia instala radar inteligente na UHE Itapebi

A Neoenergia instalou radares inteligentes e analíticos na hidrelétrica Itapebi (450 MW), localizada no rio Jequitinhonha, na divisa dos estados da Bahia e de Minas Gerais, com objetivo principal de proporcionar melhorias na segurança corporativa da usina, repercutindo em benefícios na operação e para a comunidade do entorno.

O investimento compreende à instalação de um radar posicionado no vertedouro da UHE– local onde é realizada a vazão da água excedente. O equipamento monitora tudo em um raio de 1 quilômetro, o que permite detectar situações que possam comprometer a segurança da operação e da população.

Pode ser observada a movimentação de embarcações em relação ao ativo e atividades que estejam sendo realizadas na água. Dessa forma, acidentes podem ser evitados na comunidade ao mesmo tempo em que protege o funcionamento do empreendimento.

O radar é integrado a uma câmera, o que permite o monitoramento contínuo, além da integração com a Central de Segurança Unificada de Segurança Corporativa (NSC – Neoenergia Security Center). O espaço, que está sendo implementado em Salvador (BA), já oferece cobertura operacional para Itapebi e será inaugurado ainda em 2021. No caso de intercorrências, a Central faz todo o acompanhamento e age para devidas intervenções, quando necessário.

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53173858/neoenergia-instala-radar-inteligente-na-uhe-itapebi

CPFL aplica R$ 4,5 mi em robô que inspeciona túneis de UHEs

A CPFL Energia, em parceria com o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e a Fundação Casimiro Montenegro Filho (FCMF), desenvolveu um robô submarino para a inspeção de túneis de abastecimento de hidrelétricas. O projeto conta com investimentos de R$ 4,5 milhões e objetiva proporcionar mais segurança às operações de verificação da integridade estrutural de locais inacessíveis, garantindo o funcionamento adequado das usinas.

O protótipo desenvolvido está em fase de teses no Complexo Ceran (RS), formado pelas UHEs Monte Claro (130 MW), Castro Alves (130 MW) e 14 de Julho (100 MW), e atuará em inspeções periódicas de forma autônoma, sem piloto, percorrendo um túnel com aproximadamente 7 quilômetros totalmente submerso.

Nesta atividade o robô mapeia em 3D as paredes internas do túnel por meio de dados obtidos por um sonar, verifica a integridade da estrutura e identifica possíveis obstruções da passagem da água, o que poderia prejudicar a eficiência do sistema da usina...

Fonte: Canal Energia

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Criada a Autoridade Nacional de Segurança Nuclear

O Governo Federal criou a Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN), uma autarquia que terá a função de fiscalizar todas as atividades nucleares promovidas no país.

A criação da entidade não prevê aumento de despesa pública, pois ocorrerá a partir da divisão da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), que continuará existindo.

Segundo a Secretaria-Geral da Presidência da República, a criação da ANSN é necessária, pois, de acordo com as normas internacionais, não é permitido que uma mesma autarquia faça e fiscalize as próprias atividades com materiais radioativos, como ocorria, anteriormente, com a CNEN.

Em entrevista, o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), Marcos Pontes, falou sobre a criação da Autoridade Nacional de Segurança Nuclear…

Fonte: Governo do Brasil

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Governo defende texto de MP da privatização da Eletrobras

O secretário de Desestatização, Diogo MacCord, rebateu críticas à MP da privatização da Eletrobras. Ele disse que a substituição de termelétricas a diesel por usinas a gás fará a conta de luz cair. Analistas dizem que vai subir.

Enquanto agentes do setor elétrico criticam alterações feitas pelo relator da medida provisória (MP) que permite a privatização da Eletrobras, o governo defende o texto aprovado na Câmara na semana passada. O secretário de Desestatização do Ministério da Economia, Diogo MacCord, disse ao GLOBO que não haverá alta na conta de luz, ao contrário do que apontam analistas do setor.

Um dos pontos inseridos no texto pelo relator, o deputado Elmar Nascimento( DEM-BA)), determina ques e faça um leilão para contratar 6 mil megawatts (MW) de usinas termelétricas agás natural nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do país. Críticos dizem que isso encarecerá as tarifas de energia, pois os consumidores teriam que bancara construção de gasodutos…

Fonte: Abinee - O Globo

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=338724&sid=105

Especialistas veem risco de alta nos custos com MP de privatização da Eletrobrás

Especialistas do setor elétrico criticaram o texto aprovado na noite de quarta-feira pela Câmara dos Deputados que autoriza o governo a privatizar a Eletrobrás. A avaliação é que o relatório apresentado pelo relator da matéria na Casa, deputado Elmar Nascimento (DEM-BA), interfere em questões de planejamento da área, ao definir sua expansão por meio de usinas térmicas e de hidrelétricas de pequeno porte (PCHs).

Editada em 23 de fevereiro, a medida provisória prevê a diluição da atual participação do governo no capital da estatal, dos atuais 60% para 45%, por meio da oferta de novas ações no mercado. A MP foi aprovada na Câmara por 313 votos a favor e 166 contra. O texto segue agora para o Senado, onde tem de ser votado até 22 de junho, quando perde a validade. “Acho um absurdo completo, porque o relator se meteu em questões de planejamento do setor elétrico”, disse o diretor do instituto Ilumina, Roberto D’Araújo…

Fonte: Abinee - O Estado de SP

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=338686&sid=105