22/12/2021

O primeiro leilão de reserva de capacidade realizado ontem pelo governo atingiu seu objetivo, mas ainda é cedo para dizer que foi um sucesso, apesar de ter contratado 4,6 gigawatt (GW) com deságio de 15%. O resultado final ainda vai depender da decisão da Justiça. Das 17 termelétricas vencedoras, sete usinas participaram do certame amparadas por liminares que permitiram oferecer custo de operação superior ao limite fixado na portaria de diretrizes do Ministério de Minas (MME) e Energia (MME), de R$ 600 por megawatt-hora (MWh). Das outras dez usinas, nove são a gás natural e uma utiliza bagaço de cana-de-açúcar.

São duas usinas a óleo diesel e cinco usinas a óleo combustível que recorreram às liminares judiciais. No total, elas somam 804,433 MW de potência, cerca de 20% do total contratado. O resultado desagradou o governo, que fala em “efeitos deletérios da participação, por meio de liminares judiciais”. Agora o ministério vai tentar derrubar as decisões, já que entre os objetivos estava a substituição do parque térmico atual, ineficiente, poluente e caro, e a redução do custo futuro da operação...

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=343989&sid=105

Ramacrisna inaugura usina fotovoltaica em Minas Gerais

O Instituto Ramacrisna inaugurou uma usina de energia fotovoltaica, que terá capacidade para geração de até 1.905 kWh, na Associação Educativa e Cultural de Igarapé (ASSECIG). A usina foi viabilizada pelo projeto Ampliando Fronteiras II, realizado pelo Instituto Ramacrisna com recursos da BrazilFoundation. O projeto também tem o apoio da Prefeitura de Igarapé e do Rotary Club Belo Horizonte Liberdade.

A usina fotovoltaica permitirá reduzir o custo da Assecig com o consumo de energia em até R$ 2 mil, possibilitando ainda a expansão das ações sociais por meio da realocação de recursos que antes eram usados para arcar com essas despesas. A energia gerada pelos painéis fotovoltaicos será conectada à Cemig, concessionária local, pelo sistema chamado Net Metering e o tempo estimado de duração da usina fotovoltaica é vinte e cinco anos.

O Instituto ressaltou que a instalação da usina proporcionou aulas práticas nos cursos de qualificação profissional em Eletricista e Instalação e Manutenção de Placas Fotovoltaicas, oferecidos pelo Ramacrisna em Igarapé. O projeto Ampliando Fronteiras II também oferece cursos de Mecânica de Automóveis, Assistente de RH, Logística, Excel e Padeiro. Os cursos são totalmente gratuitos e os alunos recebem uniforme, material didático virtual e certificado. Ao todo, mais de 300 jovens foram beneficiados com o projeto.

Fonte: Canal Energia

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Geração solar distribuída atinge marca de 8 GW no Brasil

A GD (geração distribuída) solar atingiu a marca de 8 GW de potência instalada no Brasil na manhã desta quarta-feira (22), segundo dados coletados pelo Canal Solar, junto à ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica).

Os números mostram que, somente em 2021, mais de 3,18 GW foram contabilizados pelo segmento em todos os estados brasileiros. Trata-se de um recorde que – mesmo sem o ano terminar – já supera, com folga, todo o montante acumulado em 2020 (2,68 GW).

Atualmente, a GD solar também já soma mais de 720 mil sistemas conectados à rede e instalados em residências, indústrias, comércios, prédios públicos, propriedades rurais e empresas de serviços. No dia 1° de janeiro de 2021, eram 321,6 mil sistemas.

“São números que representam um grande marco para o setor fotovoltaico brasileiro. A energia solar é democrática e todos podem ter acesso. Ao meu ver, são dados que animam o setor e que deixam todos os profissionais esperançosos pelo que vem pela frente em 2022”, avalia Gustavo Tegon, especialista em energia solar e co-fundador da Esfera Solar...

Fonte: Canal Solar

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https://canalsolar.com.br/geracao-solar-distribuida-atinge-marca-de-8-gw-no-brasil/

Confira 5 estados do Nordeste que investem em hidrogênio verde

Segundo relatório divulgado pela IRENA (Agência Internacional de Energia Renovável), o H2V (hidrogênio verde) pode competir em custos com combustíveis fósseis até 2030.

A combinação de preços decrescentes para energia solar e eólica, melhor desempenho, bem como economias de escala para eletrolisadores podem tornar isso possível.

Em meio a este cenário, já existem alguns projetos no Brasil que estão contribuindo com a meta mundial da IRENA. O Nordeste, por exemplo, está se preparando para receber as primeiras usinas para produção e exportação do combustível.

O Canal Solar separou, abaixo, cinco estados no Nordeste brasileiro que estão apostando no H2V. Confira:

Ceará

O Governo do Ceará anunciou, em setembro, a instalação do projeto-piloto para implantação de um HUB de hidrogênio verde no Complexo Industrial e Portuário do Pecém.

A planta terá 3 MW e um módulo eletrolisador de última geração para produção do combustível com garantia de origem renovável. A unidade modular terá capacidade de produzir 250 Nm3/h do gás…

Fonte: Canal Solar

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Líderes: setor elétrico brasileiro investe em segurança para abrir mercado

“A segurança de mercado funcionou no passado, mas está em descompasso para onde o setor elétrico vai”. Com essa declaração, a conselheira da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), Roseane Santos, fala em bate-papo no Bússola Líderes, o canal de entrevistas em vídeo com grandes lideranças empresariais do Brasil, conduzido por Alon Feuerwerker, sobre a realidade comercial e asseguração do setor elétrico brasileiro.

A CCEE é uma das instituições que fazem parte da governança do setor elétrico do Brasil e a ela cabe a responsabilidade, designada em lei, de viabilizar a comercialização de energia elétrica. Ou seja, uma operadora de mercado de energia elétrica no país. Sendo assim, o segmento atual passa por mudanças expressivas e a busca por segurança é exigida por parte das empresas e sociedade. Para Roseane, o papel da CCEE na garantia de segurança de mercado é fundamental…

Fonte: Exame

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https://exame.com/bussola/lideres-setor-eletrico-brasileiro-investe-em-seguranca-para-abrir-mercado/

Modelo inovador para contratação de geração alcança sucesso em primeiro leilão

A temporada de leilões promovidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL em 2021 terminou nesta terça-feira (21/12) com resultado animador em uma iniciativa pioneira no país. A Agência, em parceria com o Ministério de Minas e Energia (MME) e a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), realizou o primeiro leilão para contratação de reserva de capacidade de geração no Brasil. O produto Potência, novidade no certame, foi vendido por 17 usinas termelétricas e contratado diretamente pelos consumidores de energia, por intermédio do Governo Federal, ao custo médio de R$ 824,5 mil por megawatt-hora ao ano (R$/MW.ano). O deságio, de 15,34% em relação ao preço inicialmente previsto, se refletirá em uma economia de mais de R$ 10 bilhões para os consumidores de energia.

No total, 4,6 gigawatts de disponibilidade de potência foram negociados – o equivalente a um terço da geração de Itaipu Binacional, capacidade que será ou não acionada conforme a necessidade. Os empreendimentos vencedores foram nove termelétricas movidas a gás natural e uma a bagaço de cana-de-açúcar, além de cinco a óleo combustível e duas a óleo diesel que participaram do certame por força de liminares na Justiça. A partir de julho de 2026, os empreendimentos contratados deverão oferecer a potência pelo preço ofertado no leilão sempre que o Operador Nacional do Sistema (ONS) solicitar o despacho em momentos de pico da demanda dos consumidores. Essa medida reduz custos na geração em períodos secos, em especial nos anos de escassez hídrica como o verificado em 2021...

Fonte: Aneel

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Troca de equipamentos antigos pode movimentar R$ 30 bilhões

No parque nacional de transmissão, há grandes oportunidades de maior digitalização e eficiência em subestações e linhas pelas quais escoam a eletricidade consumida nas regiões Sudeste e Sul, o que poderá criar um nicho de mais de R$ 30 bilhões em investimentos. Nas duas regiões, há milhares de equipamentos com mais de 40 anos de uso. Levantamento de 2018 do Operador Nacional do Sistema (ONS) mostrou que existem 96.740 equipamentos com vida útil regulatória até 2022. Isso não quer dizer que eles não tenham mais capacidade técnica de operar, mas que estarão amortizados a partir do próximo ano.

Um dos desafios do sistema elétrico nos próximos anos é o envelhecimento do sistema de transmissão, segundo o Plano Decenal 2030, elaborado pela Empresa de Pesquisas Energéticas (EPE). Parte dos sistemas de transmissão das regiões Sul e Sudeste, os primeiros do país, foi erguida na década de 1960.

O desafio será construir uma solução para a substituição maciça dos equipamentos, o que também exigirá planejamento da troca dos aparelhos, já que a saída dessas linhas poderá ter impacto sobre o maior centro consumidor de energia do país...

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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Com investimento de cerca de R$ 220 milhões, Isa Cteep realizará reforços em LT, em Jundiaí

A Isa Cteep recebeu autorização da Aneel para implementar reforços na linha de transmissão Bom Jardim – Água Azul, em Jundiaí (SP), já de responsabilidade da empresa. Serão investidos aproximadamente R$ 219 milhões na construção de um trecho de 32 km de linha de transmissão, em circuito duplo, para conexão dessa linha com a Subestação Fernão Dias.

De acordo com a Isa Cteep, o objetivo é fornecer mais robustez ao sistema de São Paulo com a ampliação do escoamento da geração proveniente da usina de Belo Monte, no Pará. A Receita Anual Permitida (RAP) será de mais de R$ 33 milhões e o prazo estipulado pelo regulador para a entrada em operação é dezembro de 2025. Até 2026, a companhia vai aportar R$ 2,3 bilhões na modernização de sua rede existente, considerando um pipeline autorizado pelo regulador de 258 projetos. Desse montante, já foram realizados 10% e o restante será diluído nos próximos anos, sendo a maioria projetada para 2023.

Fonte: Canal Energia

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Projetos da CTG Brasil recebem prêmio internacional de inovação

A CTG Brasil teve projetos de inovação e sustentabilidade reconhecidos pelo International Innovation Award (IIA), uma das referências no reconhecimento de empresas e soluções inovadoras em todo o mundo. Esse é o segundo ano consecutivo que a empresa tem projetos premiados pelo IIA.

Nesta edição, o IIA destacou iniciativas da companhia com forte impacto social e ambiental, desenvolvidos dentro do programa de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) da Aneel. Conquistaram a premiação os projetos ‘Protótipo de unidade servopneumática para regulação de velocidade de turbinas’, na categoria Produto; ‘Desenvolvimento Local do Turismo Sustentável’, na categoria Organização e Cultura; e ‘Divulgação de informações por meio de mídias sociais’, na categoria Soluções.

Fonte: Canal Energia

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Sterlite vai investir R$ 181 milhões em expansão de projetos no Nordeste

A Agência Nacional de Energia Elétrica aprovou em resolução autorizativa que a Sterlite Brazil efetue a expansão dos projetos Solaris, no estado de Minas Gerais, e Borborema, na Paraíba. O investimento previsto para a expansão do escopo em Solaris e Borborema é de cerca de R$ 181 milhões.

O portfólio da Sterlite está localizado estrategicamente em áreas importantes do ponto de vista da conectividade de transmissão e pretende continuar a aumentar sua capacidade. No último leilão de transmissão, a Sterlite arremato o lote 2, localizado na Bahia.

Os dois estão sendo desenvolvidos pelas subsidiárias da Sterlite Power Brasil. Em Minas Gerais, Solaris envolve a construção de 205,2km de linhas de transmissão e uma subestação em Jaíba (230kv), além da SE Janaúba 3 (500 kV). Borborema consiste em uma linha de transmissão entre as subestações de Campina Grande III e João Pessoa de aproximadamente 123 km de extensão.

Fonte: Canal Energia

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