21/06/2021

AES Brasil acelera participação no cenário brasileiro de geração renovável

A AES Brasil se destaca entre as principais empresas do País em produção de energia limpa. De rentável e eficiente gestora de ativos de geração hidrelétrica, a companhia experimentou uma veloz diversificação na sua matriz, resultado de uma estratégia sintonizada às mais recentes transformações e tendências do mercado.

Nos últimos anos, agregou projetos de geração eólica e solar que a fizeram acelerar a capacidade instalada – hoje em cerca de 4 GW , compondo um parque com qualidade e custo suficientemente competitivos para firmar contratos de longo prazo com alguns dos maiores consumidores eletrointensivos do cenário nacional, entre os quais, Unipar, Anglo American e Minasligas.

Essa robusta e bem-sucedida ascensão, cujo desenvolvimento, promete a geradora, ainda vai prosseguir acelerada pelos próximos anos, está assentada numa capacidade bastante precisa de antecipar tendências e movimentos de mercado...

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53177588/aes-brasil-acelera-participacao-no-cenario-brasileiro-de-geracao-renovavel

Portabilidade da conta de luz pode valer em 2026

A medida provisória de privatização da Eletrobras, aprovada no Senado e que pode ser referendada hoje pela Câmara, garante a total abertura do mercado livre de energia, formado hoje só por grandes consumidores, até julho de 2026. Uma emenda do senador Wellington Fagundes (PL-MT) acelera ainda as etapas de adesão dos pequenos consumidores ao ambiente que permite escolher de quem comprar a energia.

Atualmente, o mercado livre beneficia indústrias, shoppings e supermercados com demanda acima de 1,5 megawatt (MW). Respondem por 35% do consumo do país. Grande parte está no mercado cativo, das distribuidoras reguladas pelo modelo de tarifas.

Fagundes destaca que o mercado livre no Brasil atende a “apenas 20 mil de suas mais de 86 milhões de unidades consumidoras”.

O governo tem um plano - ainda inacabado - de abertura do mercado. Nele, os consumidores com demanda superior a 1 MW serão contemplados em 2022, e aqueles com mais de 500 quilowatts (kW), em 2023...

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=339508&sid=105

Distribuidora do AP vai a leilão sob incerteza

Uma das últimas distribuidoras de energia de controle estatal, a Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA) tem leilão de privatização marcado para esta semana, na B3. Embora o ativo tenha despertado interesse de alguns grupos do setor elétrico, as perspectivas para o certame são incertas. Por se tratar de uma empresa altamente endividada, e com complexidades próprias, há dúvidas no mercado se realmente haverá uma proposta firme.

O Valor apurou que dois grupos têm acessado o data-room com informações sobre a CEA: a Equatorial Energia e a Oliveira Energia, duas empresas que participaram do processo de privatização das distribuidoras da Eletrobras e já detêm concessionárias na região Norte.

De acordo com uma fonte, a Equatorial está engajada nos estudos, indo atrás de esclarecimentos e informações. Já a Oliveira Energia teria começado a analisar os documentos há pouco tempo. Por isso, na visão dessa fonte, são baixas as chances de o grupo participar do leilão...

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=339509&sid=105

Energia solar ruma para liderança no País até 2050

O Brasil vive a segunda grande crise energética em 20 anos e a pergunta que fica é: existe solução para esse círculo vicioso? Uma das saídas para o problema é a diversificação da matriz energética, que já começou e vai ganhar velocidade a partir dos próximos anos. Segundo Cláudio Frischtak, sócio da consultoria Inter.B, o risco para a energia hidrelétrica aumentou bastante nos anos recentes, com as mudanças climáticas e o desmatamento na Amazônia. "O desmatamento tem efeito enorme no regime hidrológico", diz Frischtak.

Se a questão do desmatamento não está resolvida, conforme mostram os sucessivos recordes de destruição da floresta, a matriz energética brasileira vai ficar bem mais diversa nas próximas décadas. Em 2050, segundo estudo da consultoria Bloomberg New Energy Finance, cerca de 32% da energia nacional viria do sol, enquanto a hidrelétrica cairia para 30%.

A eólica, por sua vez, subiria para 14,2%. Para os próximos anos, o governo estima que será necessário incrementar a matriz energética em 6 gigawatts por ano. Boa parte desse número deve vir da energia solar. Somente em 2021, a Associação Brasileira da Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) estima que os investimentos serão de R$ 22,6 bilhões, o que geraria um crescimento de 4,9 gigawatts. "O Brasil tem boa incidência solar de Norte a Sul, então dá para gerar energia elétrica com competitividade", diz Rodrigo Sauaia, CEO da Absolar...

Fonte: Época Negócios

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Setor eólico adicionou 97 GW de capacidade no mundo em 2020

O setor eólico adicionou 97 gigawatts (GW) de capacidade em um recorde de 2020. Para 2021, a consultoria espera um crescimento forte, porém menor, de 88 GW. A partir de 2022, as adições em terra (onshore) se estabilizarão e a maior parte do crescimento virá do mar (offshore).

A energia eólica offshore deve exceder 10 GW de instalações anuais pela primeira vez em 2021 e atingirá mais de 30 GW em 2030. A previsão é que a capacidade eólica cumulativa dobrará de 2021 a 2030, atingindo 1,7TW até o final da década.

Na região das Américas, os EUA estão preparados para mais um ano de forte construção eólica onshore em 2021, após um recorde de 2020. Brasil e Chile devem sustentar o crescimento na América Latina.

A Europa está se preparando para o maior ano de adições de energia eólica onshore em 2021, e o total aumentará ainda mais em 2022 com 21 GW de instalações. Na Ásia-Pacífico, o setor eólico onshore cresceu muito no ano passado, puxado pela China, o que levou a instalações recordes na Ásia-Pacífico em 2020.

Fonte: Canal Energia

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MT é o 4º estado que mais usa energia solar no país

Mato Grosso está em 4° lugar no ranking de geração de energia solar no país, ficando atrás apenas de Minas Gerais, Rio Grande do Sul e São Paulo.

Cuiabá aparece no topo da lista dos municípios, com 1,4%. Os números são da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar).

Entre 2020 e 2021, a Energisa registrou aumento de 200% nos pedidos de análises de projetos para a inclusão de geração solar na rede de distribuição. O que mostra que cada vez mais consumidores estão migrando para o sistema.

A captação de energia solar é feita por placas fotovoltaicas instaladas no telhado de residências, empresas e indústrias ou em campos abertos. A energia é enviada para o inversor que converte a corrente contínua em corrente alternada que é jogada na rede ou armazenada em baterias para uso direto do consumidor...

Fonte: G1 

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https://g1.globo.com/mt/mato-grosso/noticia/2021/06/18/mt-e-o-4o-estado-que-mais-usa-energia-solar-no-pais.ghtml

1º gerador de energia eólica desenvolvido no país começa a funcionar em julho

O Brasil ganhou seu primeiro gerador de energia eólica desenvolvido em território nacional. O aerogerador localizado no município de Tubarão, em Santa Catarina, é resultado de um projeto de pesquisa de 10 anos liderado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e tem capacidade para atender uma cidade com mais de 10 mil residências, segundo a Weg, empresa do setor metalúrgico responsável pela produção da maior parte das peças.

A montagem do equipamento foi concluída pela Engie, que iniciou os testes neste mês. A produção de energia deve começar no segundo semestre deste ano, mas ainda não há prazo definido para que o gerador seja conectado ao Sistema Interligado Nacional.

“A contribuição para o sistema elétrico e para a população se dará a partir do momento em que for amplamente produzido e instalado, com ganho de escala e consequente benefício a todo o segmento de energia eólica”, explica Guilherme Ferrari, diretor de Novos Negócios, Estratégia e Inovação da Engie Brasil...

Fonte: CNN Brasil

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https://www.cnnbrasil.com.br/business/2021/06/18/primeiro-gerador-de-energia-eolica-produzido-no-pais-comeca-a-funcionar-em-julho