21/05/2021

CPFL Energia investe no desenvolvimento de robô para inspeção de túneis submersos

A CPFL Energia, em parceria com o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e a Fundação Casimiro Montenegro Filho (FCMF), desenvolveu um robô submarino para a inspeção de túneis de abastecimento de usinas hidrelétricas. O projeto receberá investimento de R$ 4,5 milhões e vai proporcionar mais segurança às operações de verificação da integridade estrutural de locais inacessíveis e, com isso, garantir o funcionamento adequado das usinas

O robô submarino desenvolvido está em fase de teses no Complexo CERAN, no Rio Grande do Sul, e atuará de forma autônoma, ou seja, sem piloto. Por meio de um plano de funcionamento, o dispositivo percorrerá um túnel com aproximadamente 7 km, totalmente submerso, em inspeções periódicas. Nesta atividade, o robô mapeia em 3D as paredes internas do túnel por meio de dados obtidos por um sonar, verifica a integridade da estrutura e identifica possíveis obstruções da passagem da água, o que poderia prejudicar a eficiência do sistema da usina...

Fonte: Inforchannel

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https://inforchannel.com.br/2021/05/21/cpfl-energia-investe-no-desenvolvimento-de-robo-para-inspecao-de-tuneis-submersos/

Fim de subsídios provoca corrida por novas licenças para energia eólica e solar

O fim dos subsídios para a energia eólica e solar, previsto para março de 2022, tem provocado uma corrida para aprovar novos projetos dentro do prazo e manter os descontos. Dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) mostram que o número de pedidos de outorga após a publicação da Medida Provisória 998, em setembro do ano passado, mais que dobrou em relação ao período anterior.

Entre janeiro e agosto de 2020, antes da MP, foram feitos pedidos para 931 projetos, equivalentes a 41 mil megawatts (MW). A partir de setembro até março deste ano, o número saltou para 1.886 empreendimentos, com capacidade para 85 mil MW. Segundo a Aneel, esse volume de energia é praticamente a mesma potência dos pedidos emitidos entre os anos de 2015 e 2019, de 90 mil MW. No caso das eólicas, o número de projetos aumentou 184% e o de solares, 76%, com capacidade de 27 mil MW e 57 mil MW, respectivamente.

Os subsídios que vão acabar no ano que vem foram criados em 2006 para impulsionar e incentivar o desenvolvimento das fontes renováveis. Trata-se de um desconto de 50% nas tarifas de uso do sistema de transmissão (Tust) e de distribuição (Tusd), bancado pela Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e repassado para todos os brasileiros...

Fonte: Abinee - O Estado de SP

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=338685&sid=105

Quase 40% da energia prevista para entrar em operação até 2026 depende de obras atrasadas

No momento em que o país precisa acionar termelétricas caras e poluentes para garantir o suprimento de eletricidade diante de uma forte seca nos reservatórios de algumas das principais hidrelétricas, parte das obras para ampliar a capacidade instalada do Brasil nos próximos anos está atrasada. Quase 40% da eletricidade prevista para entrar em operação até 2026 depende de obras com execução fora do cronograma.

De toda a capacidade esperada para entrar em operação entre 2021 e 2026, 38% da energia prevista serão gerados por obras cujo cronograma está fora do prazo previsto nos contratos. Os dados são da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), responsável por fiscalizar e acompanhar o andamento das obras.

São usinas de biomassa, eólicas, solares e termelétricas, além de algumas pequenas hidrelétricas. A previsão é que entre este ano e 2026 um total de 38,1 mil megawatts (MW) de energia entrem em operação no Brasil...

Fonte: Abinee - O Globo

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Mercury Renew investirá R$ 3 bi para gerar energia solar em MG

Dos R$ 5,5 bilhões que a Mercury Renew planeja investir para implantar 2 gigawatts de energia solar no Brasil até 2025, pelo menos R$ 3 bilhões serão destinados a projetos em Minas Gerais. Já são três usinas confirmadas a serem construídas nos municípios de Várzea de Palma e Paracatu, no Norte do Estado, totalizando mais de 1 gigawatt de geração.

O maior deles diz respeito à usina Hélio Vargas, em Várzea de Palma, que já conta com contrato de compra e venda de energia (PPA) assinado com a Liasa, uma das maiores produtoras de silício metálico do mundo. O projeto é de 650 megawatt-pico (MWp), com investimento de R$ 1,7 bilhão e início da operação previsto para 2023.

Segundo o CEO da Mercury Renew, Pedro Fiuza, a construção da usina será iniciada nos próximos meses e as operações estão previstas para o primeiro trimestre de 2023. Neste momento, a Mercury está finalizando o processo de compra de equipamentos para montagem do parque solar. “Apenas esse projeto vai gerar 700 empregos diretos no pico das obras. É um dos diferenciais do setor, que é intensivo em mão de obra”, ressaltou…

Fonte: Diário do Comércio

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https://diariodocomercio.com.br/economia/mercury-renew-investira-r-3-bi-para-gerar-energia-solar-em-mg/

Privatização da Eletrobras avança em meio à polêmica

Após anos de discussão no Congresso, a privatização da Eletrobras avançou ontem, com a votação da medida provisória (MP) que permitirá ao governo Bolsonaro capitalizar a empresa na bolsa de valores e, com isso, abrir mão do controle societário ao reduzir sua fatia nas ações com direito a voto de 61% para 45%. A União manterá uma “golden share”, ação que dará direito a vetar decisões mais sensíveis.

O texto era votado na noite de ontem e ainda não tinha sido aprovado até o fechamento desta edição, mas havia uma ampla maioria em plenário a favor da MP. O requerimento para que a proposta fosse retirada de pauta acabou rejeitado por 310 votos a 82. Após a análise do parecer do deputado Elmar Nascimento (DEM-BA), ainda seriam discutidas dez emendas da oposição, Novo e MDB para alterar o projeto. A MP precisa ser aprovada pelo Senado até 22 de junho.

Com uma maioria consolidada pró-privatização, a grande discussão em plenário foi a exigência feita pelo relator de que o governo contratasse 6 mil megawatts (MW) de usinas térmicas movidas a gás natural no interior do país, onde não há infraestrutura para isso hoje, 2 mil MW de pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) e renovasse por 20 anos o Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa)…

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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Votorantim Energia e CPPIB vão construir 1º parque híbrido solar e eólico do Brasil

A joint venture VTRM, formada pela Votorantim Energia e CPP Investments, vai investir R$ 189,98 milhões no primeiro parque híbrido de energia solar e eólica do Brasil. O projeto piloto foi aprovado recentemente pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e combina a complementaridade entre as fontes para geração de energia para melhor aproveitamento energético.

A estrutura da nova usina solar terá capacidade inicial para gerar 68,7 MW (85,2 MWp) e será instalada em um terreno ao lado do já existente parque Ventos do Piauí I, que tem capacidade instalada de 205,9 MW, com uma subestação de transmissão compartilhada.

A energia do projeto solar irá complementar a produção do projeto eólico cuja geração é mais intensa no período noturno. A operação está prevista para o início de 2023 e terá uma capacidade instalada total de 274,6 MW destinada ao mercado livre.

“Desde 2017, investimos em estudos relacionados a projetos híbridos para avaliar a viabilidade e as vantagens da combinação das fontes solar e eólica, contribuindo com os avanços da regulação para uma iniciativa como esta”, diz Fabio Zanfelice, presidente da Votorantim Energia…

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53173669/votorantim-energia-e-cppib-vao-construir-1o-parque-hibrido-solar-e-eolico-do-brasil

Geração distribuída é tendência global irreversível e, para abarcar avanço tecnológico, precisa ser flexível

Visando abarcar avanços tecnológicos que trarão transformações significativas ao segmento elétrico, a regulação da geração distribuída – uma tendência global irreversível – precisa ser flexível. Essa foi a análise de representantes do mercado e da academia em evento realizado no dia 13 de maio pela Ordem dos Advogados do Brasil, Seção São Paulo (OAB-SP).

Diversos representantes do setor participaram do evento, como: José Wanderley Marangon Lima, o diretor-presidente da Marangon Consultoria & Engenharia (MC&E); Guilherme Susteras, o sócio fundador da Sun Mobi; Wagner Ferreira, o diretor jurídico e institucional da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee); e Virgínia Parente, a professora da pós-graduação em energia do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo (IEE-USP).

Segundo Virgínia, além da tendência inflexível da GD, existe uma tendência de interrupção tecnológica nos próximos anos. “Não adianta falar em regulação como se ela fosse definitiva. Não é possível fazer um bloqueio tecnológico, é uma tendência internacional. A legislação deve ser flexível, mudar e se adaptar. Estamos diante de novas possibilidades, como o uso de armazenamentos por baterias”…

Fonte: Portal Solar

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https://www.portalsolar.com.br/blog-solar/geracao-distribuida/geracao-distribuida-e-tendencia-global-irreversivel-e-para-abarcar-avanco-tecnologico-precisa-ser-flexivel.html