21/02/2022

EDP investirá R$ 10 bilhões em energias solar e eólica no Brasil até 2025

O Grupo EDP, o quarto maior de energias renováveis no mundo, informou ao MME (Ministério de Minas e Energia) que planeja investir cerca de R$ 10 bilhões na geração de energias solar e eólica no Brasil até 2025.

Deste montante, serão R$ 6 bilhões destinados para a distribuição, outros R$ 3 bilhões para o setor de energia solar e o restante para transmissão. Trata-se do maior aporte já feito pela companhia no Brasil.

Ao Canal Solar, a empresa destacou que o investimento em solar será feito pela EDP Brasil e tem como objetivo elevar em mais de 20 vezes o tamanho do parque fotovoltaico da companhia no país em relação a 2020, chegando a 1 GWp em capacidade instalada.

Os investimentos da empresa em solar incluem tanto empreendimentos de GD (geração distribuída) quanto em GC (geração centralizada)...

Fonte: Canal Solar

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https://canalsolar.com.br/edp-investira-r-10-bilhoes-em-energias-solar-e-eolica-no-brasil-ate-2025/

PG&E offers backup power meter device

The so-called personal microgrid backup power transfer meter device is intended primarily for customers in high fire-threat districts to enable them to run backup power sources during outages.

The device, which fully integrates with PG&E’s smart meter system, comes with a universal adapter for the easy and safe connection of off-the-shelf backup power options.

Once connected, the backup power transfer meter does the switching to generator power when the utility power is off and automatically switches back to utility power when it becomes available.

Moreover, with the backup power transfer meter, the user can choose which appliances or rooms to power.

“We know that using extension cords with a portable generator is not the most practical solution and that the cost of purchasing and installing a transfer switch can be prohibitive – in in the thousands of dollars,” comments Vincent Davis, Vice President, Customer Operations & Enablement at PG&E.

“That’s why we created this new backup power transfer meter technology to help our customers maximise connectivity of their backup power source to their home through their electric meter and electrical panel.”...

Fonte: Smart Energy

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https://www.smart-energy.com/industry-sectors/smart-meters/pge-offers-backup-power-meter-device/

Em parceria com a Athon Energia, Vivo inaugura usina solar no Distrito Federal

A Vivo inaugurou no Distrito Federal, em parceria com a Athon Energia, sua nova usina de geração distribuída e chega a 23 plantas em operação no país. A “Brasília 200” está instalada na área rural de Paranoá e irá injetar energia na rede da companhia de distribuição.

Segundo a empresa, a nova usina solar soma-se à produção da “Brasília 100”, inaugurada em janeiro, também em Paranoá. Juntas, passam a atender todas as 535 unidades consumidoras da Vivo em baixa tensão no Distrito Federal – como lojas, escritórios, antenas e equipamentos de transmissão. A nova usina gera 11.766 MWh/ano e tem potência instalada de 6,93 MWp.

A iniciativa integra a estratégia da empresa, para ampliar a produção própria de energia de fontes renováveis. Das 85 usinas do programa de geração distribuída da Vivo previstas para todo o Brasil, nove são no Centro Oeste, sendo duas no Distrito Federal. O projeto como um todo responderá por 89% do consumo em baixa tensão, atendendo mais de 30 mil unidades da empresa em todo o país e produzir cerca de 711 mil MWh/ano de energia, o suficiente para abastecer todo o consumo de uma cidade de até 320 mil habitantes.

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53203004/em-parceria-com-a-athon-energia-vivo-inaugura-usina-solar-no-distrito-federal

Geração suja acelera planos de transição energética na Amazônia

O Brasil vive uma contradição. Apesar da matriz elétrica invejável, com 83% de fontes renováveis, o país mantém na Amazônia - símbolo do meio ambiente - um parque gerador altamente poluente. Ali, 90% de toda a energia produzida vem de termoelétricas movidas a óleo diesel, grande emissor de CO2.

Durante anos, isso não era motivo de preocupações. Mas, em um mundo em que a sustentabilidade ganha cada vez mais relevância, essa realidade começa a incomodar a ponto de o governo iniciar um processo de transição energética.

No início do mês, o Ministério de Minas e Energia abriu uma consulta pública para aprimorar as contratações no Sistema Isolado, que inclui sete Estados do Norte e do Centro-Oeste e o arquipélago de Fernando de Noronha. Hoje, grande parte do Brasil é atendida pelo Sistema Interligado Nacional (SIN), formado por uma ampla rede de transmissão que permite o intercâmbio de energia entre as regiões. Se uma área gera menos, outra pode ajudar no abastecimento mandando mais energia…

Fonte: Abinee - Correio Braziliense

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=344816&sid=105

Eólica offshore tem potencial no Brasil – com ressalvas

O nascente mercado de energia eólica offshore do Brasil nem completou um mês, e o país já mostra potencial para ser líder mundial do segmento. A publicação do Decreto 10.946/2022, em 25 de janeiro, com diretrizes para geração de energia elétrica em alto-mar, criou uma onda de otimismo entre empresas e entidades do setor. O processo de formalização conduzido pelo governo, porém, desperta a desconfiança de organizações não governamentais, diante do histórico recente da política ambiental de órgãos federais.

Pelo lado das empresas, a boa impressão se traduz em números. A lista de projetos de instalação de aerogeradores no mar em análise no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) aumentou de 23, em agosto de 2021, para 36, em janeiro, totalizando, respectivamente, 46 gigawatts (GW) e 80,4 GW. Mesmo considerando que a produção de energia na costa brasileira deva começar em 2028, os dados do Ibama se tornam mais relevantes se comparados com a produção global. No mundo, a capacidade instalada estava em 35,3 GW em 2020, segundo o último relatório anual do Conselho Global de Energia eólica (GWEC, na sigla em inglês)…

Fonte: DW

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https://www.dw.com/pt-br/energia-e%C3%B3lica-offshore-tem-potencial-promissor-no-brasil-com-ressalvas/a-60831878

Energisa compra transmissora Gemini Energy

A Energisa informou em comunicado ao mercado na última quinta-feira, 18 de fevereiro, que assinou com o Power Fundo de Investimento em Participações Infraestrutura e a Perfin Apollo 14 Fundo de Investimento contrato de compra e venda de 100% das ações da Gemini Energy. O valor da operação é de R$ 822, 6 milhões, o equivalente a compra de 2.330.105.717 das ações por R$ 0,353037.

A compra vai elevar a Receita Anual Permitida da Energisa Transmissão, que vai de R$313 milhões para R$676 milhões. O valor por ação ainda está sujeito a ajustes no fechamento e pós fechamento. A aquisição da Gemini representará um aumento da alavancagem consolidada em 0,3 vezes. A dívida bancária da Gemini é de R$ 1,73 bilhão.

A Gemini possui 85,04% da LMTE e 83,33% da LXTE, duas concessionárias de transmissão na região Norte que interligam os sistemas de geração do Norte a centros de consumo do Pará e Amapá, além de 100% da LTTE, que faz a ligação entre os estados do Rio de Janeiro e São Paulo que, em conjunto, possuem uma capacidade de transmissão instalada de 6700 MVA e 1.451 km de extensão, além de 100% de outras duas sociedades não operacionais...

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53203020/energisa-compra-transmissora-gemini-energy

Taesa já estuda leilão de LTs de 2022

A Taesa já está se preparando para o leilão de transmissão que será realizado em junho deste ano. Em teleconferência com analistas de mercado realizada nesta sexta-feira, 18 de fevereiro, o Diretor de Negócios e Gestão de Participações Fabio Fernandes revelou que a empresa, a exemplo do que fez para o leilão de LTs de dezembro de 2021, a estuda desde já os lotes que irão à disputa. “Vamos fazer esse mesmo trabalho de 2021 em 2022”, explica. Nesse leilão, a Taesa levou o lote 1, o maior do certame, com R$ 1,75 bilhão em investimento, 60% do total.

O lote 1 será chamado de Projeto Ananaí e terá 363 quilômetros de extensão, passando pelos estados de São Paulo e Paraná. Segundo Fernandes, há uma sinergia relevante da empresa com o lote na área de operação e manutenção, devido à presença geográfica da transmissora na região. A intenção do diretor é antecipar o início da operação comercial do empreendimento…

Fonte: Canal Energia

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