20/05/2022

Se correr muito e conseguir vender a Eletrobras, o presidente Jair Bolsonaro poderá pelo menos atenuar um dos maiores fracassos de seu mandato. Reduzir o tamanho do Estado com privatizações foi uma de suas bandeiras eleitorais em 2018. Pouco antes de se tornar ministro da Economia, Paulo Guedes prometeu conseguir R$ 1 trilhão em pouco tempo com a venda de estatais. Em março de 2019, já no Ministério, ele apresentou novo cálculo, mencionando uma receita possível de R$ 1,25 trilhão. Não houve grande avanço, no entanto, durante a maior parte dos três anos seguintes. Em agosto de 2020, o secretário Especial de Desestatização, Salim Mattar, pediu demissão.

Com muito atraso, o Executivo tem a possibilidade, agora, de executar pelo menos um projeto de privatização. O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou na segunda-feira, por sete votos a um, o processo de venda do controle da Eletrobras. O plano é reduzir a participação de 60% para cerca de 45% da parcela da União no capital da empresa. Ações serão oferecidas no mercado e trabalhadores poderão comprálas com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Seis bilhões de reais poderão ser liberados para essa destinação...

Fonte: Abinee - O Estado de SP

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=346481&sid=105

How AI innovation is enabling the energy transition

While AI is not new, modern IT technologies with advanced machine learning techniques are revolutionising the concept – not as some would have it to replace human intelligence but rather to bring analytical capabilities to potentially large, multiple disparate datasets for modelling and management on an approaching near real time basis.

Couple this with other modern IT developments such as the cloud, which is enabling ready access to AI technologies, and edge intelligence with the data management and latency benefits it brings, it is of no surprise that AI is now being widely employed in the energy sector – as it is in others throughout the economy – and in use cases across the utility business.

In some cases, it’s about identifying anomalies in data, which is used in for example cybersecurity applications and asset monitoring, while in others it’s about identifying past trends to predict future trends, such as in for example weather and renewables output forecasting...

Fonte: Smart Energy

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https://www.smart-energy.com/industry-sectors/data_analytics/how-ai-innovation-is-enabling-the-energy-transition/

Using Itron’s DI platform, PayGo has integrated its billing customer experience into Itron’s DI-enabled Riva meters with the aim of providing consumers with a comprehensive, real-time view of energy consumption and the remaining energy credit balance.

This integration will be enabled through Itron Smart Pay, the American technology company’s smart payment Software-as-a-Service (SaaS) solution.

The DI application features PayGo’s algorithm, which works inside Itron’s Riva meters to enable access to energy consumption in real time. Such access is usually affected by lag time associated with usage information being collected by the utility on a periodic basis.

PayGo’s DI algorithm monitors energy usage and sends alerts to Itron Smart Pay, which will send text messages to the energy consumer.

According to the Prepay Energy Working Group, by providing consumers flexible billing and payment options as well as real time information, consumers may be able to change their energy consumption behaviour and potentially reduce their energy bills by up to 12%...

Fonte: Smart Energy

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https://www.smart-energy.com/industry-sectors/smart-meters/itrons-di-meters-integrate-paygo-solutions-for-real-time-energy-insights/

Copel e Engie vão disputar juntas lotes de transmissão

A Companhia Paranaense de Energia (Copel) e a Engie Brasil fecharam parceria para participar em consórcio da concorrência de três blocos, localizados na região Sudeste do país. A estratégia das empresas se explica porque os lotes ofertados exigem investimentos altos e participar em conjunto pode dar mais competitividade, sem prejudicar a capacidade de investimento das empresas.

No início do mês, a Copel havia confirmado ao  Valor  que estudava os lotes 1, 2 e 3 e um consórcio facilitaria arrematar pelo menos um. O Termo de Compromisso foi firmado com a subsidiária Copel Geração e Transmissão, que será responsável por 49% da participação, e a Engie com 51%. O leilão de 2022 está previsto para acontecer no dia 30 de junho e deverá viabilizar R$ 15,2 bilhões em investimentos.

“Como os lotes ficaram maiores (no leilão), serão necessárias empresas que tenham maior capacidade de caixa, de balanço, engenharia e execução. Então se compete com ‘players’ de maior nível”, disse o CEO da empresa, Daniel Slaviero, em entrevista ao no inicio de maio para tratar do balanço trimestral…

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=346431&sid=105

A Agência Nacional de Energia Elétrica aprovou resolução que aprimora as regras para autorização de reforços e melhorias em instalações de transmissão de energia elétrica. A norma traz mudanças conceituais, como a definição explicita de reforços e de melhorias de grande e de pequeno porte.

O novo conceito de melhorias é baseado na lógica contábil de investimento, para diferenciar esse tipo de obra das atividades de operação e manutenção. Reforços de grande e de pequeno porte serão autorizados separadamente, sendo que a parcela adicional de receita para pequenas reforços será estabelecida na revisão periódica, e não mais no reajuste anual das transmissoras.

A Aneel vai definir parcela de receita para ativos licitados somente em caso de melhorias de grande porte, desde que atingido o fim de vida útil regulatória. Para as melhorias de pequeno porte a RAP será estabelecida na revisão, apenas para concessionárias prorrogadas. O tema vem sendo discutido desde 2020 e passou por duas fases de consulta pública.

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53212339/resolucao-altera-regras-para-reforcos-e-melhorias-em-transmissao

Copel e Engie firmam parceria para o Leilão de Transmissão

A Copel e a Engie anunciaram um acordo que formaliza a parceria no primeiro Leilão de Transmissão do ano, previsto para ocorrer em 30 de junho. Segundo comunicado, a estatal paranaense terá direito a 49%, com a geradora ficando com os 51% restantes para potencial participação no certame.

A celebração do Termo de Compromisso busca alternativas que possam reforçar a competitividade das companhias na criação de valor, com base na estratégia de crescimento sustentável e diversificação de portfólio. Em nota a Engie disse que a parceria busca combinar as habilidades das duas empresas para aumentar a competitividade no leilão, possibilitando capturar oportunidades de crescimento no segmento.

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53212262/copel-e-engie-firmam-parceria-para-o-leilao-de-transmissao

Cada vez mais produtores rurais estão investindo na aquisição de equipamentos para gerar a própria energia na modalidade de geração distribuída. Entre outubro de 2021 e maio de 2022, na classe de consumo rural, o acréscimo de 500 MW representou a adição de capacidade instalada suficiente para atender ao consumo de 750 mil habitantes. Em setembro de 2021, quando a geração distribuída atingiu 1 GW no campo, a Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD) apontou que esse volume dobraria em doze meses.

A exemplo de outras modalidades de consumo (residencial, industrial e comercial) a energia solar é a mais presente nos sistemas de geração distribuída no campo, respondendo por 96,2%. As outras fontes presentes, todas renováveis, são termelétricas (2,7%) e Centrais Geradoras Hidrelétrica (1%).

Para o presidente da ABGD, Guilherme Chrispim, além da expansão da energia solar, a geração distribuída tem potencial de crescimento com as demais fontes. Em dezembro, a Aneel publicou a resolução sobre usinas híbridas. Para ele, esse conjunto de fatores fará com que o campo seja responsável pelo maior incremento porcentual de sistemas de GD. Comparativamente, o crescimento da GD para consumidores comerciais, no mesmo período (out/2021 a maio/2022), foi de 20%...

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53212136/geracao-distribuida-atinge-15-gw-no-campo

ONU propõe cinco ações para “segurança energética real”

Para evitar o avanço dos impactos climáticos e manter o aumento da temperatura do planeta abaixo de 1,5°C , o secretário-geral da ONU, António Guterres, elencou cinco ações críticas que o mundo precisa priorizar imediatamente para acelerar o movimento de transição para as energias renováveis, “o único caminho para a segurança energética real, preços estáveis ​​e oportunidades de emprego sustentáveis”.

Entre os pontos citados está o maior acesso à tecnologia e suprimentos de energia renovável, como armazenamento por meio de baterias, sendo “essencial remover os obstáculos ao compartilhamento de conhecimento e à transferência tecnológica, incluindo as barreiras de direitos de propriedade intelectual”.

O segundo se refere a acessibilidade aos principais componentes e materiais – desde os minerais necessários para produzir aerogeradores e redes elétricas até veículos elétricos. Para isso será necessária uma coordenação internacional significativa visando expandir e diversificar a escala de fabricação à nível mundial, além de mais investimentos na capacitação das pessoas, pesquisa e inovação e incentivos para construir cadeias de suprimentos por meio de práticas sustentáveis...

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53212062/onu-propoe-cinco-acoes-para-seguranca-energetica-real