19/04/2021

Segundo relator do projeto, marco legal da GD procura tornar a energia solar mais acessível à sociedade

Em fala realizada durante transmissão on-line promovida pelo Canal Energia, o deputado federal Lafayette de Andrada (Republicanos-MG), responsável por relatar o Projeto de Lei 5829/2019, que busca instituir um marco legal para a geração distribuída (GD) no Brasil, afirma que a atual regulação do setor impossibilita que pessoas com menor poder aquisitivo tenham acesso à energia solar.

O parlamentar alega que uma das finalidades do PL é modificar essa conjuntura. “Hoje só tem condições de ter energia solar quem tem maior poder aquisitivo. Cerca de 85% da população, que tem uma conta de energia de até R$ 100, não tem condições de investir em um painel solar”.

“A alternativa para essas pessoas seria por meio de um consórcio, a geração remota compartilhada. Ocorre que, pela atual regulação, essa modalidade é mais cara. No Brasil, o pobre está proibido de ter energia solar pela regulação atual”, relatou o deputado...

Fonte: Portal Solar

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Norma sobre Sistema de Medição para Faturamento recebe contribuições

A ANEEL está recebendo contribuições da sociedade para avaliar a necessidade de intervenção regulatória sobre os requisitos, a implantação, a coleta de dados e a manutenção do Sistema de Medição para Faturamento (SMF). Trata-se de tomada de subsídios promovida em conjunto com o Operador Nacional do Sistema (ONS).

A instalação do Sistema de Medição para Faturamento (SMF) é estabelecida pelos submódulos 2.14 – “Requisitos mínimos para Sistemas de Medição para Faturamento” e 7.11 – “Implantação do Sistema de Medição para Faturamento dos Procedimentos de Rede”, aprovados pela Resolução Normativa nº 903 de 2020.

A análise e a identificação de problemas regulatórios foram motivadas por diversas demandas, tendo como base os dados de processos analisados pela Agência entre os anos de 2016 e 2020, quando disponíveis...

Fonte: Aneel

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https://bit.ly/3mYOSUd

Discussão sobre painéis solares chega à Câmara e divide parlamentares

A Câmara deve debater na semana que vem um tema que levanta amor e ódio no setor elétrico: as regras para consumidores que produzem a própria energia, a chamada geração distribuída. De um lado, estão deputados que dizem ser contra "taxar o sol", mas a reação surgiu e já há parlamentares que querem o fim do subsídio para os painéis fotovoltaicos e que consideram que o modelo atual "taxa o pobre".

A revisão das normas para a geração distribuída se arrasta desde 2019, quando a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) apresentou uma proposta para rever a resolução que criou um incentivo para o setor. Em 2015, o órgão regulador ampliou o alcance da medida e incluiu a modalidade de geração distribuída remota - as fazendas solares. Com o aumento do custo da energia bem acima da inflação nos últimos anos e os custos mais baixos dos equipamentos e do crédito, a geração distribuída atingiu crescimento exponencial...

Fonte: Exame

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https://exame.com/brasil/discussao-sobre-paineis-solares-chega-a-camara-e-divide-parlamentares/

Road show quis mostrar Celg GT enxuta e equilibrada para investidores

Uma empresa com alta disponibilidade na transmissão e geração, enxuta e economicamente equilibrada. Foi esse o retrato que o presidente da Celg GT, Lener Jayme, quis mostrar no Road show realizado na última quinta-feira, 16 de abril. O evento, que aconteceu de forma virtual, é uma das etapas para a venda da estatal, que deverá ser realizada no dia 13 de maio “Quem adquirir a Celg GT encontrará uma companhia lucrativa, com um corpo de colaboradores capacitado e enxuto, e que só em 2020 apresentou um demonstrativo financeiro com lucro superior a R$ 150 milhões aos acionistas”, afirmou. A Celg GT está avaliada em um preço mínimo de venda de R$ 1,53 bilhão. A entrega de documentos acontece até o dia 11 de maio. No dia seguinte, será divulgada a lista de proponentes.

Durante a apresentação, o executivo mostrou todos os ativos da Celg GT, deixando clara a atratividade maior dos de transmissão, que somam atualmente 755 km e 14 subestações. A disponibilidade da transmissão e da geração é maior que 99%. Ainda de acordo com o executivo, desde abril de 2019, foi iniciado um ciclo na empresa voltado para trazer retorno financeiro e primar pela qualidade, afastando eventuais ingerências políticas. Em 2020, a remuneração média bruta mensal dos funcionários ficou em R$ 11.977…

Fonte: Canal Energia

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Silva e Luna é confirmado presidente da Petrobras

O conselho de administração da Petrobras elegeu a nova diretoria executiva da estatal. O general Joaquim Silva e Luna, indicado para o cargo pela Presidência da República, foi confirmado como presidente da companhia.

Além dele foram eleitos Rodrigo Araujo Alves para o cargo de Diretor Executivo Financeiro e de Relacionamento com Investidores. O cargo de diretor executivo de Comercialização e Logística é Cláudio Rogério Linassi Mastella. A divisão que mais rende receita para a estatal, a de Exploração e Produção ficou com Fernando Assumpção Borges. João Henrique Rittershaussen para o cargo de diretor executivo de Desenvolvimento da Produção.

E ainda houve a recondução de Nicolás Simone na diretoria de Transformação Digital e Inovação. Além de Roberto Furian Ardenghy em Relacionamento Institucional e Sustentabilidade. Rodrigo Costa Lima e Silva continua à frente da diretoria de Refino e Gás Natural.

Fonte: Canal Energia

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Shell avalia leilões de energia e quer novos contratos de gás a partir de janeiro de 2022

A Shell demonstrou interesse em participar dos leilões de energia que serão realizados esse ano. Em entrevista coletiva a jornalistas realizada nesta sexta-feira,16 de abril, o presidente da Shell no Brasil, André Araújo, revelou o interesse nos certames e que a petroleira de origem anglo-holandesa se prepara para a partir de janeiro do ano que vem já iniciar a comercializar contratos de gás no mercado livre, com base no novo marco regulatório do setor, desde que sanadas pendências. “Vai depender um pouco de negociações comerciais também, mas a estrutura da companhia está se preparando poder lidar diretamente com o consumidor a partir do ano que vem”.

A Shell é uma das sócias, junto com a Pátria Investimentos e a Mitsubishi da UTE Marlin Azul (RJ – 565 MW), viabilizada em leilão de 2017. A UTE vai ser a primeira a usar o gás da camada pré-sal. A obra, já em andamento, começou junto com a pandemia e no momento reúne cerca de 800 trabalhadores no canteiro…

Fonte: Canal Energia

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EPE discute benefícios ambientais no setor elétrico

A Empresa de Pesquisas Energéticas (EPE) promoveu um workshop sobre os benefícios ambientais no setor elétrico. Os estudos destacaram que a expansão da matriz elétrica no futuro será com fontes renováveis, principalmente de eólicas, seguida de solar, fundamental para uma política de descarbonização da economia.

Essa tendência segue o atual modelo, já que atualmente a matriz elétrica brasileira é composta por mais de 85% de fontes renováveis. Essa singularidade da matriz coloca o Brasil como um importante player no cenário de precificação do carbono no mercado internacional.

Hoje, as emissões do setor elétrico correspondem a 2,5% das emissões totais do Brasil. Setores como transporte e agropecuária, por exemplo, têm o potencial maior de redução das emissões, então o setor elétrico pode ser um fornecedor de crédito de carbono. Por outro lado, o Brasil tem o desafio de pensar mecanismos que envolvam a precificação desse carbono.

Isso coloca o Brasil como protagonista para uma economia de baixo carbono, já que atualmente, 85% da produção global de energia provém de combustíveis fósseis, como gás natural, petróleo e carvão e apenas 15% é de energia nuclear, hidráulica e renováveis, segundo a Agência Internacional de Energia (AIE).

Fonte: Canal Energia

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