18/12/2020

Leilão da Aneel movimenta R$ 7,3 bi e tem ‘novata’ do setor como destaque

O leilão de transmissão de energia realizado ontem, em São Paulo, atraiu para o setor R$ 7,34 bilhões em compromissos de investimentos assumidos pelos vencedores. O evento teve participação de 55 empresas, sendo 37 nacionais e 18 estrangeiras. Para o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), André Pepitone, a disputa atesta que o quadro regulatório do setor é considerado seguro por investidores.

Os vencedores do leilão foram as empresas que ofereceram maiores deságios em relação à Receita Anual Permitida (RAP) para os projetos, estimada em R$ 1 bilhão – nesse caso, o desconto médio foi de 55%. Isso visa a garantir um repasse menor de preços para a conta dos consumidores.

A pouco conhecida MEZ Energia roubou a cena. São da empresa os consórcios Saint Nicholas I e II, que arremataram juntos 5 dos 11 lotes ofertados no certame. Com isso, a empresa se comprometeu em investir R$ 2,39 bilhões, desbancando transmissoras tradicionais, como ISA Cteep e Taesa, e também elétricas de grande porte, como EDP Energias do Brasil, Energisa, Neoenergia, Eletrobras e Copel...

Fonte: Abinee - O Estado de SP

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=335387&sid=105

Leilão tem MEZ Energia como grande vencedora

Cumprindo com as expectativas do mercado, o leilão de linhas de transmissão de energia realizado ontem atraiu um grande número de participantes - 51 grupos, de perfis distintos -, e resultou em elevado deságio médio sobre a receita anual permitida (RAP) máxima dos empreendimentos. O indicador alcançou 55,24%, o terceiro maior da história dos certames do tipo organizados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

A grande surpresa foi a forte participação da MEZ Energia, empresa novata que venceu cinco dos onze lotes ofertados. Relativamente desconhecida no setor elétrico, a MEZ tem por trás nomes de peso na construção civil: Marcos e Maurício Zarzur, filho e neto, respectivamente, do fundador da incorporadora EZTec, Ernesto Zarzur.

Sediada em São Paulo, a MEZ foi fundada no ano passado, depois de ter conquistado em leilão da Aneel seu primeiro lote de transmissão, na Bahia...

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=335373&sid=105

Produção máxima na área de eólica

Fabricantes brasileiros de equipamentos para parques eólicos, em especial de aerogeradores, estão com produção no nível máximo este ano e estimam o mesmo para 2021, segundo empresários e analistas do segmento. Dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) indicam que em novembro foram cadastrados cinco novos parques eólicos, na Bahia e no Piauí. Novos projetos também foram cadastrados no Ceará, diz Jurandir Picanço, consultor de energia da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC). “Todos os novos empreendimentos contratados foram direcionados ao mercado livre”, diz ele.

A Nordex, fabricante alemã de turbinas eólicas, já montou 436 turbinas, com capacidade instalada total de 1,3 GW, e tem mais 1,15 GW em construção. David Lobo Sigismondi, diretor de vendas da Nordex no Brasil, considera que o mercado livre aumentou muito o trabalho, e deu nova dinâmica à produção industrial...

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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O processo de digitalização em redes elétricas avança acelerado em âmbito global, com impacto em subestações de distribuição e transmissão de energia, em especial. No caso do Brasil essa transição já se mostra uma tendência irreversível. Vem ganhando atenção cada vez maior por parte das utilities elétricas porque é uma tecnologia que apresenta inúmeras vantagens e vai ao encontro de normas regulatórias cada vez mais exigentes. As concessionárias ganham em economia, segurança e resiliência, entre outros aspectos positivos, enquanto os consumidores, em geral, se beneficiam de melhor qualidade e continuidade no fornecimento.

Em webinar recente, que contou a participação ativa de centenas de profissionais do setor elétrico brasileiro, especialistas da GE Renewable Energy apresentaram a experiência mundial do grupo em subestações digitais. Os participantes tiveram a oportunidade de saber mais sobre o estado da arte em automação inteligente oferecidos pelas soluções da GE, e entender a importância da gestão de ativos…

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53158497/subestacoes-digitais-levam-transmissao-e-distribuicao-de-energia-a-um-novo-nivel

Governo projeta retomar dois leilões de transmissão em 2021

O governo projeta voltar a realizar dois leilões de transmissão de energia no ano de 2021, como normalmente ocorreria este ano se não fosse a pandemia de covid-19. Por enquanto, o que se tem de concreto é a perspectiva de colocar em disputa R$ 1 bilhão em projetos em meados do próximo ano. O volume de lotes e investimentos do evento que é previsto para daqui a cerca de 12 meses ainda é incerto, mas deverá contar com projetos que deveriam ter entrado já neste ano e que foram retirados por conta da retração da economia.

De acordo com a Empresa de Pesquisa Energética, os projetos que não entraram em disputa este ano somariam cerca de R$ 7 bilhões. Agora esse montante deverá ser repartido entre os certames de 2021 e de 2022, mas ainda sem previsão de quanto para cada ano.

“Esse leilão era metade do que era pensado anteriormente, ainda há outros R$ 7 bilhões em projetos que o MME vai reavaliar o cronograma”, destacou o diretor de Estudos de Energia Elétrica da EPE, Erik Rego. “Ainda não temos como saber como será a divisão desses lotes ao longo dos dois próximos anos”, acrescentou ele…

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53158537/governo-projeta-retomar-dois-leiloes-de-transmissao-em-2021

ANEEL conclui maior leilão de infraestrutura do Brasil em 2020, com cerca de R$ 7,34 bilhões em investimentos

“Que leilão, meus amigos!”, exultou o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL, André Pepitone da Nóbrega, diante dos resultados obtidos no Leilão de Transmissão no 1/2020, promovido pela Agência nesta quinta-feira (17/12) na sede da B3, em São Paulo. Maior certame de 2020 no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) do Governo Federal, ele encontrou ampla concorrência para todos os 11 lotes ofertados, com um deságio médio de 55,24%, o terceiro maior já verificado em certames de empreendimentos de transmissão realizados pela Agência. O investimento previsto é da ordem de R$ 7,34 bilhões, com expectativa de criação de mais de 15 mil empregos diretos em nove estados: Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e São Paulo…

Fonte: Aneel

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https://bit.ly/37qrVmL

Banco Inter inicia cobertura do setor de energia elétrica e defende 'ampla reforma'

O banco Inter, que iniciou a cobertura do setor de energia elétrica, afirmou, em relatório divulgado hoje, que é necessária uma “ampla reforma” do segmento para que ele “volte a ser a força-motriz de crescimento e desenvolvimento sustentável do Brasil”.

O início da cobertura inclui a análise de seis empresas de geração e transmissão de energia: Omega, AES Brasil, Engie, Alupar, Taesa e ISA CTEEP. O analista Rafael Winald também comentou sobre os riscos relacionados ao setor.

“O segmento elétrico tem uma dependência grande da performance de outros setores, nos quais eletricidade é um insumo importante, tais como indústria e o comércio de forma geral. Assim, nos momentos em que a economia atravessa uma fase mais desafiadora, as companhias elétricas também são afetadas”…

Fonte: Valor Investe

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https://valorinveste.globo.com/mercados/renda-variavel/empresas/noticia/2020/12/17/banco-inter-inicia-cobertura-do-setor-de-energia-eletrica-e-defende-ampla-reforma.ghtml

A Frente Parlamentar Ambientalista do Congresso Nacional debateu, em novembro, propostas para uma reforma tributária que seja sustentável e respeite o meio ambiente. O debate foi uma ação do grupo de organizações da sociedade civil que elaborou nove propostas para uma Reforma Tributária Sustentável, uma iniciativa do projeto Radar Clima & Sustentabilidade do IDS.

Entre as propostas estão: garantir princípios socioambientais no regime tributário, melhorar Governança Climática e Socioambiental local, fomentar o Desenvolvimento Regional “Sustentável”, garantir a plena municipalização do ITR e com a CIDE uso do solo incentivar o uso produtivo e sustentável da terra, transformar a CIDE-Combustíveis em CIDE-Carbono ou CIDE-Ambiental, especificar externalidades ambientais para cobrança do Imposto Seletivo, compensar a tributação sobre atividades econômicas verdes, vedar a concessão de benefícios a atividades intensamente poluentes e, diferenciar a eliminação gradual de subsídios…

Fonte: Portal Solar

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https://www.portalsolar.com.br/blog-solar/energia-renovavel/absolar-defende-maior-atencao-as-fontes-renovaveis-para-promover-o-crescimento-do-brasil.html