18/10/2021

Australia’s South East Water orders additional 35k Landis+Gyr smart meters

The water utility to 1.91 million people will install some 35,000 smart water meters from Landis+Gyr and integrate them with a leak detection sensor Sotto.

This will help the utility to measure and monitor consumer water usage in real-time for improved water efficiency and accurate billing.

South East Water will leverage data generated by smart meters to develop water conservation mechanisms to enhance both consumer’s and the company’s sustainability efforts.

Smart meters are expected to help improve the utility’s revenue collection. The leak detection system will reduce the company’s non-revenue expenses and improve the maintenance and operation of the distribution network.

South East Water has previously deployed some 5,000 NB-IoT smart water meters developed by Landis+Gyr as part of their digital transformation initiative...

Fonte: Smart Energy

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https://www.smart-energy.com/industry-sectors/smart-meters/australias-south-east-water-orders-additional-35k-landisgyr-smart-meters/

Crise energética da China deve alongar falhas globais

Os donos de fábricas na China e seus clientes no mundo inteiro foram orientados a se preparar para o fato de que interrupções do fornecimento de energia passarão a fazer parte da vida, num momento em que o presidente do país, Xi Jinping, obstinadamente, tenta acabar com a dependência da economia chinesa, a segunda maior do mundo, do carvão.

Meses de escassez causaram apagões de energia elétrica em residências no nordeste da China e em fábricas em todo o país. Mas a demanda por energia ainda está disparando em meio à procura recorde por produtos exportados pela China, e os problemas se agravarão com a perspectiva de o país registrar temperaturas extremamente baixas no inverno (de dezembro a março, no hemisfério Norte).

Apesar da enxurrada de intervenções do governo central, encabeçadas pelo premiê Li Keqiang, tanto as indústrias chinesas quanto as multinacionais foram conclamadas a aumentar a eficiência energética de suas fábricas e a acelerar os investimentos em energia renovável...

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=342464&sid=105

Governo cria empresa para gerir setor de energia nuclear no país

Foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (18) a lei que cria a Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN). A empresa pública terá a finalidade de monitorar, regular e fiscalizar a segurança nuclear no país, bem como a proteção radiológica e das atividades e instalações nucleares no território nacional.

A lei determina que a autarquia federal terá patrimônio próprio, autonomia administrativa, técnica e financeira, com sede e foro na cidade do Rio de Janeiro (RJ) e atuação no território nacional.

A autoridade tem origem no desmembramento da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN). As duas autarquias vão usar orçamento, estrutura e pessoal atualmente previstos para a comissão, por isso não haverá impacto orçamentário. Serão 922 pessoas na nova empresa, todas vindas da CNEN...

Fonte: R7

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https://noticias.r7.com/brasilia/governo-cria-empresa-para-gerir-setor-de-energia-nuclear-no-pais-18102021

Brasil caminha devagar em termos de energia solar

Com a expansão da energia solar na Europa, a empresa Otovo decidiu ampliar horizontes e surgiu a ideia de instalar uma filial no Brasil, a Holu, que foi inaugurada em abril de 2020, em São Paulo. Atualmente, são 25 funcionários, mas já existe o projeto de triplicar a quantidade de colaboradores a partir de 2022.

Em entrevista exclusiva ao Canal Solar, o CEO e cofundador da unidade brasileira, Rodrigo Freire, fala dos desafios de implantar esse tipo de energia no país. “Acreditamos que mais do que simples consumidores, todos podem se tornar produtores da sua própria energia”, prevê. 

Freire aponta que o mercado brasileiro é considerado iniciante em relação à energia solar. Dentre os principais entraves, ele diz que estão a complexidade técnica do produto e a necessidade de um investimento inicial relevante para a compra dos painéis solares.

Além dos benefícios individuais ao consumidor, a fonte solar fotovoltaica no Brasil garante mais de 254 mil novos empregos gerados, oferece mais de R$ 12,1 bilhões em arrecadação de tributos e evita mais de 8,3 milhões de toneladas de CO² emitidos na atmosfera, de acordo com dados da ABSOLAR (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica)…

Fonte: Canal Solar

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https://canalsolar.com.br/brasil-caminha-devagar-em-termos-de-energia-solar/

Tecnologias disruptivas vão guiar a transição energética

A inovação tecnológica será a principal vantagem para a transição energética. Essa foi uma das conclusões dos especialistas no último dia do Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico (Enase), em que o debate colocou o Brasil como um dos principais protagonista dessa revolução energética por conta das peculiaridades de uma matriz limpa e renovável, em relação ao resto do mundo.

Na avaliação do diretor de Operações da Lactec, Lauro Elias, o contexto é pertinente para que isso aconteça. Ele destaca as tecnologias do hidrogênio, mobilidade elétrica, storage, termosolar (armazenamento), inteligência artificial, além do volume de dados necessários para trazer informação em tempo real e de maneira mais inclusiva.

“Temos um regulador atuante, um contexto político favorável e um aspecto tecnológico promissor (…) Mais de 50% dos CEOs globais estão preocupados com inovação dentro das empresas”, calcula...

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53190565/tecnologias-disruptivas-vao-guiar-a-transicao-energetica

Hidrogênio verde deve ser o combustível da transição

O hidrogênio verde (H2) deverá despontar nas próximas décadas como o energético que vai substituir com êxito o petróleo e o gás. Em painel do Encontro Nacional dos Agentes do Setor Elétrico sobre a sustentabilidade no consumo de energia realizado nesta sexta-feira, 15 de outubro, o coordenador do Grupo de Estudos de Energia Elétrica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, afirmou que até 2040 ele deverá estar pouco acima do mercado de óleo e gás. Na década seguinte, já será superior. Para ele, para que metas sejam cumpridas, é preciso que exista um recurso capaz de substituir toda a demanda de óleo e gás – no caso o hidrogênio – e os países desenvolvidos não reúnem condições de suprir a demanda de energia verde e da reconversão das cadeias produtivas

De acordo com o coordenador do Gesel, a produção de hidrogênio verde no Brasil poderá se tornar uma grande oportunidade. Muitos países da Europa não terão como produzir o suficiente para abastecer a demanda e precisarão importar o energético. Ele dá como exemplo a Alemanha, que vai importar 90% da sua necessidade de consumo de H2 em 2050. Ainda segundo Castro, essa produção de H2 faria com que os investimentos em geração e transmissão aumentassem sem depender da demanda...

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53190456/hidrogenio-verde-deve-ser-o-combustivel-da-transicao

Eólicas localizadas em Pernambuco e RN iniciam operação em teste

A Agência Nacional de Energia Elétrica autorizou para início da operação em teste, a partir de 15 de outubro, a unidade geradora UG8, de 5,5 MW, da EOL Tacaicó II. Localizada no Município de Tacaratu, no estado de Pernambuco. E também as unidades geradoras UG2, de 4,2 MW, da EOL Vila Espírito Santo III e UG4, de 4,2 MW, da EOL Vila Espírito Santo V, ambas localizadas no estado do Rio Grande do Norte.

Para operação comercial, a agência reguladora liberou as UG1 a UG7, de 3,45MW cada, da UTE Auto Geração Azulão. Localizada no Município de Silves, no estado do Amazonas. As unidades UG8 e UG9, de 3,33 MW cada, da UFV Solar Salgueiro III. Localizada no Município de Terra Nova, no estado de Pernambuco. Além das UG1 a UG252, de 0,166 MW cada, da UFV Pereira Barreto I, as unidades UG1 a UG252, de 0,166 MW cada, da UFV Pereira Barreto II, as unidades UG1 a UG252, de 0,166 MW cada, da UFV Pereira Barreto III e por fim, as unidades UG1 a UG252, de 0,166 MW cada, da UFV Pereira Barreto IV. Os empreendimentos estão localizados no Município de Pereira Barreto, no estado de São Paulo.

Fonte: Canal Energia

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Executivos defendem espaço das térmicas na transição

De fonte fóssil ou renovável, as termelétricas terão lugar no movimento em direção a uma matriz descarbonizada nas próximas décadas, na avaliação de executivos que participaram de debate sobre o papel da termeletricidade na transição energética. Todos reforçaram, no Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico, que essas usinas representarão segurança e  confiabilidade para o sistema, considerando a variabilidade de usinas eólicas e solares e a necessidade de garantir a recuperação dos reservatórios das hidrelétricas.

A discussão sobre a neutralização das emissões não está limitada ao setor elétrico, alertou a diretora do Centro de Estudos em Infraestrutura da Fundação Getúlio Vargas, Joisa Dutra, que conduziu o debate. No mundo da termeletricidade, a defesa da descarbonização é vista, porém, como um pauta estranha à realidade brasileira, dado o histórico da matriz predominantemente renovável no país.

Dirigentes de entidades empresariais que participaram do debate consideram que no contexto de mudanças os fósseis terão uma participação relevante nas próximas décadas, porque são importantes no processo de urbanização. “O fato de descarbonizar não significa acabar com a fonte fóssil...

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53190455/executivos-defendem-espaco-das-termicas-na-transicao