18/04/2022

ONS projeta aumento na demanda por energia em abril

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) estimou que abril fechará com um aumento de 2,5% na carga de energia do Sistema Interligado Nacional (SIN), na comparação com o mesmo período do ano passado.

Isso significa que a demanda por energia aumentará, reflexo do aumento da atividade econômica e do retorno crescente dos trabalhos presenciais no país.

Os subsistemas do Sudeste/Centro-Oeste, com previsão de crescimento de 5,6%, serão os principais responsáveis por essa variação positiva. O Nordeste deverá ter leve aumento de 1,3%, mas os subsistemas do Sul e do Norte deverão ter redução na carga de energia.

Isso significa que a carga a ser atendida em abril deve ser maior que no mesmo mês do ano passado.

Segundo Diego Malagueta, professor de planejamento energético da UFRJ, “o mais provável é que esse aumento esteja atrelado às mudanças de hábitos e de regras das empresas e instituições, retornando a regimes de trabalho mais próximos da normalidade pré-pandemia do que estávamos em abril de 2021”...

Fonte: CNN Brasil

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Enel: 50% do crescimento da energia renovável será no Brasil

O presidente global da Enel, Francesco Starace, disse que o Brasil representará 50% do crescimento da energia renovável nos próximos 10 anos. Segundo ele, o país é “subrepresentado”. As declarações foram feitas em evento em São Paulo, segundo o jornal O Estado de S. Paulo. O executivo italiano afirmou que há perspectivas para o aumento do investimento em projetos solares e eólicos no futuro, consideradas energias limpas.

“Se você tirar uma foto hoje, o Brasil está subrepresentado; se tirar uma foto daqui a 10 anos, o Brasil será muito maior do que representa hoje”, disse o CEO da companhia. Ele afirmou que o Brasil já responde por 40% do crescimento do grupo Enel em energia renovável na América Latina.

Para Starace, países chegaram aos limites físicos para a expansão do mercado, enquanto o Brasil tem uma tendência de aceleração por causa da dimensão geográfica....

Fonte: Poder 360

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https://www.poder360.com.br/energia/enel-50-do-crescimento-da-energia-renovavel-sera-no-brasil/

TS Infraestrutura inaugura unidade de R$ 30 milhões para construção de SEs Móveis 

A TS Infraestrutura deu início as atividades da sua unidade dedicada à fabricação de subestações móveis, que fica localizada na cidade de Betim (MG). A unidade tem aproximadamente 5 mil m² e teve investimentos de R$ 30 milhões. A empresa quer se fixar nesse segmento, classificado por ela com em franco crescimento. De acordo com César Carvalho, diretor da divisão de Sistemas Integrados da empresa, a principal função da SE móvel é atuar na redundância dos sistemas, atuando na manutenção dos equipamentos de rede. “A distribuição tem essas demandas, de ter uma SE móvel para a redundância dos equipamentos”, explica. A SE móvel também pode ser usada para resolver ocorrências rapidamente.

Segundo Carvalho, a expectativa da empresa é ter receita de R$ 700 milhões em 2022. A divisão de Sistemas Integrados é responsável por um terço desse total. Para a unidade a previsão é de R$ 130 milhões este ano. Segundo ele, a expectativa é de muitos negócios para os próximos anos. O número de pedidos vem crescendo. “O sistema brasileiro de alta tensão e subestações é antigo, precisa de muito retrofit e renovação e a TS Infra está preparada nas diferentes áreas para atender essa necessidade”, revela. No ano passado, o faturamento do grupo foi de R$ 250 milhões. A divisão de sistemas cresceu de R$ 40 milhões de faturamento em 2020 para R$ 200 milhões esperados esse ano...

Fonte: Canal Energia

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ABEEólica muda marca convergindo para offshore e novas tecnologias

A Associação Brasileira de Energia Eólica apresentou nesta quinta-feira, 14 de abril, nova identidade visual e logotipo, frutos de um processo de modernização pelo qual vem passando nos últimos anos. Após ter recebido como associadas grandes empresas globais de eólica offshore, a entidade passa a se chamar Associação Brasileira de Energia Eólica e Novas Tecnologias, oficializando na marca a atuação para o desenvolvimento da eólica offshore no Brasil, assim como o interesse das suas associadas em novas tecnologias.

De acordo com Elbia Gannoum, Presidente da ABEEólica, a nova marca representa um movimento que já estava em gestação há algum tempo, quando foi sentida a necessidade de adaptar a imagem da associação ao que estava sendo realizado no dia a dia. A entidade vem discutindo nos seus eventos a fonte eólica offshore há mais de cinco anos e esteve ativamente envolvida nas discussões públicas que resultaram no Decreto Nº 10.946, considerado um passo crucial para a segurança jurídica da fonte. Ainda de acordo com ela, nos últimos anos entraram como associadas grandes empresas globais de offshore, como Equinor, Ørsted, Ocean Winds, Total Energies, Qair, COP/CIP e Subsea7 e gigantes do setor de energia que estão investindo fortemente em transição energética para fontes renováveis, como é o caso da Shell. No quadro de associados há grandes empresas que atuam em eólica offshore em outros países, como Vestas, GE, Siemens Gamesa, Neonergia, Engie e EDPR, além de associadas que atuam hoje em onshore e têm se movimentado agilmente para fazer parte da cadeia offshore, como é o caso da Aeris…

Fonte: Canal Energia

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Autoprodução de energia atinge 21 GW no Brasil

A Associação Brasileira de Investidores em Autoprodução de Energia (Abiape) informou que a modalidade chegou à marca de 21 GW de potência instalada no Brasil. As 18 associadas da Abiape já somam 10 GW de geração de energia, num portfólio composto por usinas térmicas, hídricas e eólicas. Ao todo, 38 hidrelétricas, 37 termelétricas, oito Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e oito parques eólicos compõem a Abiape.

As associadas são empresas de diversos setores, que investem em energia própria como forma de agregar valor aos produtos e, ao mesmo tempo, ajudar o país a atingir as metas de redução de emissões. O consumo já chega a 6.000 MW médios, o que equivale a 8% do consumo médio brasileiro, informou a Abiape. A autoprodução é uma forma sustentável e competitiva de aliviar a carga do sistema elétrico. Além disso, por contar com investimentos mais voltados às energias renováveis, ajuda a reduzir a emissão de gases causadores de efeito estufa.

O parque gerador associado à Abiape está em expansão: espera-se um incremento de 3.806 MW de energia solar; 1.181 MW de eólicas e mais 200 MW de termelétricas a biomassa. Essa geração será ainda mais relevante para aumentar a confiabilidade do sistema elétrico brasileiro. Também eleva a competitividade da indústria nacional, com ganhos de eficiência, redução de custos e aumento da arrecadação tributária. Conheça um pouco mais sobre a Autoprodução no Brasil e a Abiape aqui.

Fonte: Canal Energia

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