15/10/2021

ANEEL irá debater oportunidades de investimentos para o Setor Elétrico Brasileiro em Webinar da APEX

Com o objetivo de dialogar sobre novas oportunidades de investimentos para o setor elétrico brasileiro, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e o Ministério de Minas e Energia (MME),  apresentará  o Webinar  “Transmissão de Energia Elétrica no Brasil: Ambiente de Negócios e Oportunidades”. O evento virtual será transmitido na próxima quarta-feira (20/10), às 10h.  As inscrições podem ser feitas aqui.

O Webinar irá discutir o planejamento e as principais tendências para o setor de transmissão de energia elétrica, com o objetivo de debater oportunidades de investimentos no Brasil, como o Leilão de Transmissão 02/2021. Também serão abordadas ações de negócios e missões conjuntas entre as Agências, além de aspectos regulatórios em geral.

Fonte: Aneel

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https://www.aneel.gov.br/sala-de-imprensa-exibicao-2/-/asset_publisher/zXQREz8EVlZ6/content/aneel-ira-debater-oportunidades-de-investimentos-para-o-setor-eletrico-brasileiro-em-webinar-da-apex/656877?inheritRedirect=false&redirect=https%3A%2F%2Fwww.aneel.gov.br%2Fsala-de-imprensa-exibicao-2%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_zXQREz8EVlZ6%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-2%26p_p_col_pos%3D1%26p_p_col_count%3D3

Governo Bolsonaro quer novas térmicas a carvão, mas BNDES nega financiamento

O plano do governo Bolsonaro de renovar o atual parque de usinas térmicas de carvão mineral do País, fonte reconhecida como uma das mais poluentes da matriz elétrica, prevê a injeção de R$ 20 bilhões nessas operações nos próximos dez anos. A questão é saber de onde sairá o dinheiro para financiar um negócio que tem encolhido em todo o mundo devido à urgência na redução de emissões de gases de efeito estufa. O BNDES, principal banco estatal de apoio e financiamento ao setor elétrico, está fora dessa aposta, diz que só apoia energia limpa e que, até segunda ordem, não pretende colocar nenhum centavo naquele que é um dos principais programas energéticos do governo federal.

Para evitar atritos, o Ministério de Minas e Energia (MME) justifica que a decisão do banco teria relações com a definição de “prioridades” de investimento, devido à “restrição de recursos” financeiros do banco. O BNDES, porém, deixa claro que não se trata de falta de recursos, mas da forma como encara o assunto. No setor de energia, disse o banco, “tal visão está necessariamente alinhada com os esforços para construir uma matriz energética diversificada e limpa”...

Fonte: Abinee - O Estado de SP

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=342419&sid=105

EDP Brasil ganha leilão da Celg-T com oferta de R$ 1,97 bilhão, ágio de 80,10%

A EDP Brasil venceu o leilão de privatização da transmissora goiana Celg-T. Participando do certame através de sua controlada Pequena Central Hidrelétrica SL, a companhia de matriz portuguesa ofereceu R$ 1,97 bilhão pelo ativo, um ágio de 80,10% ante o preço mínimo de R$ 1,097 bilhão definido em edital.

O valor ofertado pela EDP bateu outras três concorrentes na disputa. A Cymi Construções e Participações ofertou R$ 1,60 bilhão, ágio de 45,76%; a MEZ Energia deu um lance de R$ 1,53 bilhão, ágio de 39,84%; e a ISA Cteep ofereceu R$ 1,504 bilhão, ágio de 37,01%.

A Celg-T detém três concessionárias. Ao todo, seu portfólio conta com 755 quilômetros de linhas e 12 subestações próprias, que representam uma receita anual permitida (RAP) de aproximadamente R$ 216,4 milhões.

Em breve fala após o leilão, o presidente da EDP Brasil, João Marques da Cruz, disse que a expertise da elétrica no setor de transmissão permitirá que ela retire valor do novo ativo...

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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Modernização do setor elétrico precisa sair do papel, defendem associações

O governo dos Discutida já há vários anos, a modernização do setor elétrico precisa avançar no Congresso Nacional, na avaliação de associações setoriais que participam, na tarde desta quarta-feira (13), do Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico (Enase). Para os agentes, o processo já foi amplamente debatido, conta com várias propostas de consenso e traz pontos cruciais para garantir a confiabilidade do sistema nacional e uma melhor alocação dos custos aos consumidores, tornando-se cada vez mais urgente.

“No nosso entendimento, precisamos rever o modelo comercial do setor elétrico. Há seis anos, o diagnóstico é o mesmo, e é bem preciso: o modelo atual se esgotou e ele é indutor de ineficiência, gerando custos que são repassados ao consumidor”, avaliou Reginaldo Medeiros, presidente da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel)…

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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Energia solar atinge marca histórica de 11 GW no Brasil

O Brasil ultrapassou a marca de 11 GW de potência operacional da fonte solar em usinas de grande porte e em pequenos e médios sistemas instalados em telhados, fachadas e terrenos. É o que apontam dados da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica).

Segundo a Agência, o segmento de GD (geração distribuída) conta atualmente com 7,16 GW de potência fotovoltaica instalada, enquanto que a GC (geração centralizada) opera neste instante com 3,84 GW em usinas solares, o equivalente a cerca de 2,1% da matriz elétrica brasileira.

A marca foi alcançada menos de um mês após a solar ter ultrapassado os 10 GW de potência operacional, no dia 20 de agosto deste ano. O recorde também reforça o crescimento do setor fotovoltaico nos últimos anos, que viu a sua potência operacional mais do que dobrar em um ano e meio, saltando de 5 GW em abril de 2020 para os atuais 11 GW...

Fonte: Canal Solar

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https://canalsolar.com.br/energia-solar-atinge-marca-historica-de-11-gw-no-brasil/

CPFL assume controle da CEEE-T

A CPFL Energia assumiu o controle da CEEE-T. A cerimônia de transmissão ocorreu na manhã desta quinta-feira, 14 de outubro, no Rio Grande do Sul. O governador Eduardo Leite (PSDB) assinou o contrato de venda, encerrando o segundo processo de privatização da atual gestão. O primeiro foi da CEEE-D, vendida à Equatorial Energia, negociada no primeiro trimestre.

O leilão que selou a venda dos ativos de transmissão da empresa gaúcha ocorreu em julho. A CPFL Energia apresentou lance de R$ 2,67 bilhões, com ágio de 57,13%. O valor inicial estabelecido era de R$ 1,7 bilhão. Os estudos, modelagem da privatização e avaliação da companhia foram coordenados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.

A CEEE-T tem 56 subestações, que somam potência instalada própria de 10,5 mil MVA, e opera outras 18 unidades. A empresa também é responsável pela operação e manutenção de 6 mil quilômetros de linhas de transmissão (5,9 mil quilômetros próprios) e cerca de 15,7 mil estruturas (quase 15,3 mil próprias).

O governo do RS ainda deverá colocar ao mercado a última divisão da elétrica para venda, a CEEE Geração, que no passado estava integrada à transmissora.

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53190307/cpfl-assume-controle-da-ceee-t