15/09/2021

WEG aposta em energia no Brasil e EUA

A WEG acaba de dar passos considerados importantes para reforçar sua posição em geração, transmissão e distribuição (GTD) de energia, uma de suas principais unidades de negócio.

No Brasil, a companhia catarinense anunciou a aquisição da fabricante mineira Balteau Produtos Elétricos, agregando à carteira uma nova linha de produtos. Já nos Estados Unidos, outro mercado-chave para equipamentos de energia, está inaugurando sua quinta planta de transformadores, após um investimento de US$ 17 milhões.

Embora as duas iniciativas sejam distintas e envolvam estratégias específicas para cada um dos mercados, elas se encaixam no mesmo propósito da companhia de aproveitar as oportunidades surgidas com as profundas transformações do setor de energia ao redor do mundo, afirmou ao Valor Carlos Diether Prinz, diretor superintendente da WEG Transmissão e Distribuição (T&D)...

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=341681&sid=105

Nova estatal de energia terá R$ 4 bi de verba

O Diário Oficial da União de ontem publicou decreto do presidente Jair Bolsonaro que cria uma nova estatal dentro do plano de privatização da Eletrobras: a Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional, a Enbpar. A nova empresa pública será responsável por assumir a Eletronuclear e a Itaipu Binacional, que devem seguir sob controle da União após o repasse da Eletrobras para a iniciativa privada. Serão destinados R$ 4 bilhões do Orçamento deste ano para constituir a nova empresa pública, segundo o Ministério da Economia.

Essa é a segunda estatal criada por Bolsonaro. A primeira foi a NAV Brasil Serviços de Navegação Aérea, responsável pelo controle do espaço aéreo do País, criada no fim do ano passado. Como mostrou o Estadão à época, o ato representou uma vitória da ala militar do governo frente à equipe econômica, que continua a defender as privatizações como uma das prioridades do governo. Até hoje, no entanto, o governo não fez nenhuma privatização...

Fonte: Abinee - O Estado de SP

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Brasil registra 14% de energia produzida por eólicas, suficiente para suprir o Nordeste

Do total da energia consumida no Brasil na última sexta-feira, 14% foi produzido por usinas eólicas, o que poderia suprir a necessidade da região Nordeste. As informações são do sócio-diretor da TCE Energia Consultoria e Serviços em Energia, Tarcísio Rosa.

De acordo com o especialista, nesta data, hidrelétricas responderam por 46% do consumo, enquanto termelétricas corresponderam a 25,5%. A energia nuclear, por sua vez, representou 2,8%, e a solar, 1,5%. Rosa afirmou ainda que, há 15 anos, as hidrelétricas correspondiam a 95% da energia consumida no Brasil.

“Quando se pensa que 8 mil megawatts vieram do Nordeste para o Sudeste, chega-se à conclusão que só a eólica, teria, em tese, condição, com sobra, de atender o Nordeste inteiro. Há 10 anos atrás, ninguém poderia dar esse prognóstico", afirmou o executivo, durante o webinar Diálogos Amazônicos: Energia e desenvolvimento na Amazônia, promovido hoje pela Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV/EESP)...

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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MME prorroga por 30 anos concessões de UBP para UHEs no MT

O Ministério de Minas e Energia publicou a portaria 551/2021, prorrogando por 30 anos as concessões de uso de bem público para Exploração dos Potenciais de Energia Hidráulica no Rio Juba, no Mato Grosso, através das UHEs Juba I e Juba II, outorgadas à Itamarati Norte S.A. – de Agropecuária. A prorrogação vale a partir de 17 de fevereiro de 2022. Cada usina tem 42 MW de potência. Na UHE Juba I, o valor anual do UBP ficou em R$ 5.643.204,69 , enquanto na UHE Juba II, o valor do UBP é de R$ 6.247.005,90.

De acordo com a portaria, a partir do início do prazo de prorrogação, as outorgas das usinas passam a ser objeto de autorizações, no regime de Produção Independente, renunciando a Empresa outorgada a direitos preexistente. A partir do início do prazo de prorrogação, a energia produzida pela autorizada será destinada para comercialização na modalidade Produtor Independente.

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53187053/mme-prorroga-por-30-anos-concessoes-de-ubp-para-uhes-no-mt

Furnas estuda combinação entre produção e armazenamento de energia renovável para projeto elétrico no Brasil

Um projeto pioneiro no setor elétrico brasileiro está sendo estudado pela Eletrobrás Furnas e une tecnologias de armazenamento de energia renovável e produção. O investimento será de R$ 44 milhões e receberá recursos do programa de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

O local onde os estudos serão realizados ficará entre Goiás e Minas Gerais, próximo ao reservatório da hidrelétrica Itumbiara, que se localiza no rio Paranaíba, entre as cidades de Itumbiara (Goiás) e Araporã (Minas Gerais).

O projeto é um estudo de P&D que foi chamado de “Desenvolvimento de sinergia entre as fontes hidrelétrica e solar com armazenamento de energias sazonais e intermitentes em sistemas de hidrogênio e eletroquímico – SHSBH2”...

Fonte: Portal Solar

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https://www.portalsolar.com.br/blog-solar/energia-renovavel/furnas-estuda-combinacao-entre-producao-e-armazenamento-de-energia-renovavel-para-projeto-eletrico-no-brasil.html

CEI firma acordo com grupo do Catar para impulsionar a solar no Brasil

A mineira CEI (Companhia Energética Integrada) e a NPIM (Nebras Power Investment Management BV), afiliada integral da Nebras Power QPSC – grupo de investimentos em energia do Qatar – anunciaram uma parceria para promover o crescimento do setor elétrico no Brasil.

A joint venture consiste em uma nova marca que já irá operar e administrar 18 usinas hidrelétricas no país – que somam 72 MW de potência instalada – um portfólio de mais de 13 GW em projetos fotovoltaicos e a BEI – empresa de operação, manutenção e engenharia para usinas de geração de eletricidade.

Outro ponto destacado é que o acordo tem como objetivo acelerar o crescimento da companhia por meio de aquisições de ativos operacionais e desenvolvimento e construção de projetos greenfield, que referem-se a novos empreendimentos...

Fonte: Canal Solar

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Cemig GT realizará leilão para compra de energia em outubro

A Cemig GT promoverá leilão de compra de energia elétrica de fonte incentivada das fontes solar e eólica no dia 22 de outubro. Esse é o segundo leilão dessa modalidade promovido pela companhia que publicou o Edital de Leilão de Compra de Energia Elétrica Incentivada Solar e/ou Eólica no ambiente de contratação livre (ACL) – CEMIG GT GF 02/2021.

Entre as premissas estão prazo de 15 anos e de 10 anos com a entrega a partir de janeiro de 2024, preços corrigidos anualmente pelo IPCA, garantia de compra da energia de eventuais antecipações.

E ainda, descreve a Cemig, a possibilidade de compra de até 100% da energia produzida pelo empreendimento, de acordo com o perfil da produção (sazonalidade e modulação de acordo com o perfil da fonte). A entrega se dará no submercado onde o empreendimento estará localizado, exceto no Norte, que poderão participar do leilão, caso disponibilizem a energia em outro submercado.

A adesão poderá ser simplificada para os empreendimentos que foram habilitados no leilão CEMIG – GF 01/2021. Os critérios para participação do certame estão descritos no edital, disponível no portal da companhia.

Fonte: Canal Energia

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Brasil está em 14º no ranking mundial de investimentos em energia solar, segundo Absolar

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) divulgou dados que mostram que os investimentos em geração solar fotovoltaica no Brasil já superaram a marca de R$ 52,7 bilhões desde 2012.

Esse investimento se traduz na marca de 10 GW de potência instalada, entre geração centralizada e distribuída, conquistada no dia 20 de agosto. Esse avanço leva o país a 14ª posição do ranking mundial em fonte solar, com a geração de mais de 300 mil empregos durante esse período.

Rodrigo Sauaia, CEO da Absolar, realça vários pontos que fazem o investimento em energia fotovoltaica ser benéfico para o país, como o desenvolvimento ambiental, econômico e social no Brasil. Além disso, Rodrigo também defende que essa fonte ajuda a reduzir a presença de bandeiras vermelhas nas contas de luz e a pressão sobre os recursos hídricos...

Fonte: Portal Solar

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