15/02/2021

E.ON selects eSmart Systems for AI-based grid and workforce management

German multinational energy firm E.ON has selected eSmart Systems to improve the digital transformation of its energy networks.

eSmart Systems has been tasked with the deployment of its AI-based software Grid Vision.

E.ON will use the platform to improve the management of its grid assets by making inspection processes safer for its field workers, more efficient, and more sustainable for the environment.

Over a period of 12 months, E.ON will use the solution to support the full inspection and maintenance workflows for three distribution system operators E.DIS, MITNETZ STROM and Westnetz.

The solution will be used to monitor approximately 45 000 kilometers of high- and medium voltage overhead lines.

The software detects, analyses and visualises components and potential defects within the infrastructure on the basis of pictures made by drones...

Fonte: Smart Energy

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https://www.smart-energy.com/industry-sectors/digitalisation/e-on-selects-esmart-systems-for-ai-based-grid-and-workforce-management/

Sul e Sudeste concentram mais da metade da energia fotovoltaica no Brasil

As regiões Sul e Sudeste do Brasil, formadas pelos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Espirito Santos, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, concentram mais da metade de toda potência instalada de energia solar do país, segundo mapeamento da ABSOLAR (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica).

Divulgado na última quarta-feira (10), o levantamento mostra que as duas regiões do país possuem juntas  2,8 GW dos 5,25 GW em operação no Brasil. Trata-se de um índice que corresponde a 53,44% do total de energia produzida em residências, comércios, indústrias e propriedades rurais.

O estudo mostra ainda que entre os cinco estados com maior geração de energia solar, quatro fazem parte das regiões Sul ou Sudeste. São elas: Minas Gerais, com 862,9 MW, São Paulo (582,1), Rio Grande do Sul (576,5) e Paraná (284,6). Mato Grosso, com geração de 345,6 MW, aparece como “intruso” na lista...

Fonte: Canal Solar

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https://canalsolar.com.br/sul-e-sudeste-concentram-mais-da-metade-da-energia-fotovoltaica-no-brasil/

Satisfação com sistemas fotovoltaicos é mencionada por cerca de 90% dos clientes finais da classe de consumo comercial

De acordo com pesquisa realizada pela Greener, a satisfação com sistemas fotovoltaicos é apontada por cerca de 90% dos clientes finais da classe de consumo comercial. O estudo englobou uma amostra aleatória de 260 consumidores que compraram seus sistemas a partir de 2017, abarcando pessoas de todos os estados brasileiros.

Entre todos os participantes, 46% afirmaram-se satisfeitos, 42% muito satisfeitos, 6% insatisfeitos, 3% pouco satisfeitos e 3% ainda estão estimando. Conforme exposto pela companhia, entre os 9% insatisfeitos ou pouco satisfeitos, a principal contestação está relacionada à produção inferior à calculada ou proposta.

Segundo o estudo, o maior incentivo para grande parte dos clientes empresariais adquirirem sistemas fotovoltaicos foi a economia gerada (84%) e, logo em seguida, a sustentabilidade (8%). Outros motivos foram citados, mas não ficaram entre os principais, como a insatisfação com a concessionária de energia e a valorização do imóvel...

Fonte: Portal Solar

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Engie Brasil vai investir R$ 3,5 bi no país este ano

A Engie Brasil Energia (EBE) vai investir R$ 3,5 bilhões ao longo do ano de 2021, com foco nos setores de energias renováveis e infraestrutura. Até 2023, o plano de investimentos da companhia no país deve ficar próximo aos R$ 6 bilhões, volume que pode variar, dependendo da seleção de novos projetos. “Dentro desses valores podem estar novas linhas de transmissão, gasodutos e projetos de energia eólica e solar, por exemplo”, disse o presidente da EBE, Eduardo Sattamini.

O grupo controlado pela francesa Engie também tem interesse em projetos de geração hidrelétrica, como é o caso da licitação da usina de Foz do Areia, operada pela Copel, no Paraná. A hidrelétrica deve ter o controle privatizado para a extensão do contrato de concessão, que atualmente se encerra em 2023.

Apesar das boas perspectivas para o ano, a EBE vê com preocupação os possíveis impactos que o cenário de baixo volume de chuvas em 2021 pode trazer para o setor elétrico. Sattamini ressalta que o mercado já mostra recuperação da queda de demanda observada em meio à pandemia, mas o cenário hidrológico gera preocupações. “Estamos em um ano hidrológico mais fraco e isso vai gerar efeitos nocivos à indústria em geral. Estamos buscando hedges e proteções contra essa situação. Vai ser um ano bastante difícil para o setor elétrico”, disse o executivo…

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=336424&sid=105