13/12/2021

CTG Brasil se prepara para o crescimento do Mercado Livre

O mercado livre de energia representa hoje 34% do consumo total de eletricidade do Sistema Interligado Nacional (SIN), com quase 10 mil consumidores. Mesmo com um aumento de 16,5% na base de clientes em relação ao ano passado, ainda há uma grande demanda a ser suprida. Um estudo realizado pela CCEE revelou que 70 mil unidades consumidoras poderiam migrar para o mercado livre de energia nas regras atuais de adesão. Ainda de acordo com a pesquisa, a redução nos requisitos para adesão poderia aumentar a representatividade do mercado livre no SIN para até 59%, com a entrada de cerca de 11,4 milhões de unidades consumidoras de média e baixa tensões.

As regras atuais estipulam que apenas consumidores ligados à alta tensão, com carga acima de 500 kW, podem adquirir energia no mercado livre. O estudo da CCEE propõe uma estratégia para alcançar também clientes cativos, que poderiam ter direito de participar do ambiente de negociação.

O setor já se movimenta para oferecer ferramentas que aceleram a comercialização de energia, além de aprimorar o relacionamento com clientes, parceiros e público externo. É o caso da CTG Brasil, que neste ano lançou a plataforma digital CTG Conecta, desenvolvida para facilitar a negociação livre de energia...

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53195853/ctg-brasil-se-prepara-para-o-crescimento-do-mercado-livre

ONS desliga mais de 20 térmicas para baixar conta de luz

Com a volta das chuvas e o nível dos reservatórios aumentando, o governo federal começa a desligar as usinas térmicas, que são mais caras e poluentes que as hidrelétricas.

Levantamento feito pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a pedido da CNN, aponta que mais de 20 térmicas já foram desligadas, o que representa 15% da capacidade instalada no país.

O objetivo é baixar a conta de luz. No acumulado de 12 meses até setembro, a energia elétrica subiu quase 32%, conforme o IBGE.

Outra medida que deve ser anunciada em breve é um empréstimo para que as distribuidoras bancário bilionário para que as distribuidoras de energia consigam diluir os reajustes previstos para o ano que vem. O empréstimo vai ser coordenado pelo BNDES e feito por bancos privados, a exemplo do que ocorreu na fase mais aguda da pandemia da Covid-19.

Para o diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura, Adriano Pires, o governo precisa reduzir a produção de energia térmicas com cuidado para não baixar demais os reservatórios no período chuvoso e correr o risco de falta de energai no ano que vem. “Não podemos cometer os mesmo erro do ano passado”, afirmou.

As usinas térmicas representam 13% da capacidade de produção de energia do país, bem abaixo dos 63% das hidrelétricas. As usinas eólicas vem em terceiro lugar com 11,4%.

Fonte: CNN Brasil

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https://www.cnnbrasil.com.br/business/ons-desliga-mais-de-20-termicas-para-baixar-conta-de-luz/

UKPN announces smart substation project with GE Digital

The project will enable UKPN to leverage digital solutions including machine learning, software engineering, and system optimisation to make substations interoperable and secure.

The initiative will enable more renewable energy capacity to be added to the utility’s grid network for decarbonisation and resilience. Up to 1.4GW of clean capacity is expected to be integrated onto the grid, the equivalent energy required to power 700,000 households.

In addition, the project is expected to save more than £750 million ($989.9 million) in consumer energy bills by 2050 and avoid the emissions of 17.8 million tons of greenhouse gas emissions.

GE Digital’s PhasorController will be installed in a series of substations to enable UKPN to access real-time data regarding events within the distribution network as well as leverage automation and remote control of distributed assets...

Fonte: Smart Energy

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https://www.smart-energy.com/industry-sectors/digitalisation/ukpn-announces-smart-substation-project-with-ge-digital/

A transição energética: o que vem a seguir para o Brasil?

A governança ambiental e social estão agora na agenda da diretoria. As empresas brasileiras estão cada vez mais preocupadas tanto com o meio ambiente quanto com questões mais amplas de reputação, na medida em que as questões ambientais, sociais e de governança (ESG) se tornaram um elemento constante nas agendas das diretorias dessas organizações.

Naturalmente, a ESG agora está intrinsecamente ligada às finanças e o Brasil não é diferente de qualquer outro país nesse aspecto. E a evidência está aí para provar. Do dinheiro investido na BlackRock Brasil durante o primeiro trimestre de 2021, mais de um terço foi destinado para fundos ESG negociados em bolsa.

Além disso, as empresas agora estão levando sua mensagem de ESG ao governo. Em Abril de 2021, em uma cúpula do clima patrocinada pelos Estados Unidos, o Brasil se comprometeu a atingir zero emissões de carbono até 2050, uma previsão 10 anos mais cedo do que o planejado anteriormente…

Fonte: Portal Solar

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Eletrobras Furnas inaugura primeira planta de produção de hidrogênio verde

A Eletrobras Furnas inaugurou na última quarta-feira (8/12) sua primeira planta de testes de produção de hidrogênio verde, na Usina Hidrelétrica de Itumbiara (MG/GO). A iniciativa integra um projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) cujo objetivo é estudar o armazenamento de energia e a inserção no Sistema Interligado Nacional (SIN). O investimento da empresa foi de quase R$ 45 milhões.

Conforme informações da SMA, fornecedora de soluções fotovoltaicas para o projeto, o empreendimento combina a construção de usinas de energia solar fotovoltaica, sendo 800 kWp em solo e 200 kWp em estruturas flutuantes, além de plantas de armazenamento de energia em baterias de lítio e hidrogênio verde, que realizam a geração e armazenamento de hidrogênio a partir da eletrólise da água.

O projeto de P&D é resultado de uma parceria de Furnas com a empresa Base Energia Sustentável, associada à Universidade Estadual Paulista (Unesp); Universidade de Campinas (Unicamp); Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai); Universidade de Bradenburgo (Alemanha e a PV Solar…

Fonte: Portal Solar

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Sete estados brasileiros já contam com energia solar em 100% dos municípios 

Sete estados brasileiros e mais o Distrito Federal (DF) já contam com sistemas fotovoltaicos no segmento de GD (Geração Distribuída) instalados em todos os seus municípios.

É o que aponta um levantamento do Canal Solar, com base em dados da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) e do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Na região Norte, todos os 52 municípios que compõem o estado de Rondônia já possuem ao menos um sistema de energia solar instalado em telhados, fachadas e terrenos de pequeno e médio porte. Ao todo, já são cerca de 6,6 mil kits fotovoltaicos em funcionamento na unidade federativa.

No Nordeste, os números são ainda melhores: 4,4 mil e 22 mil sistemas acoplados à rede em Alagoas e no Ceará, respectivamente. No estado alagoano, todos os 97 municípios já geram energia solar, enquanto que, no Ceará, esse número é de 184...

Fonte: Canal Solar

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CDP Clima lista Cemig, Neoenergia e CBA

O Programa de Mudanças Climáticas do CDP deu classificação ‘A’ para a Cemig e ‘A-‘, Neoenergia e CBA. O CDP Clima é referência na avaliação de ações sustentáveis que contribuem para o combate às mudanças climáticas e a análise também é considerada pelo ISE B3 como critério de entrada e de avaliação das empresas.

Pelo terceiro ano seguido, a estatal mineira faz parte de um grupo de empresas globais que alcançou a classificação ‘A’. A conquista reafirma o compromisso da companhia em adotar ações ambientais robustas. Segundo Claudio Costa Bianchini, diretor de Comunicação e Sustentabilidade da Cemig, ter a liderança em gerenciamento ambiental corporativo, ação e transparência em gestão hídrica – sobretudo para uma empresa do setor elétrico que tem como matriz predominantemente hidráulica – confirma a qualidade das práticas e ações realizadas.

A Neoenergia conquistou o score A no caderno de mudanças climáticas do CDP em sua primeira participação. Segundo Renata Koga, gerente de sustentabilidade e mudanças climáticas da Neoenergia, várias áreas corporativas e de negócios da companhia foram envolvidas no preenchimento do questionário...

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53196258/cdp-clima-lista-cemig-neoenergia-e-cba

Engie mira solar, eólica e leilões de transmissão

A Engie Brasil segue focada em ampliar sua matriz energética solar e eólica através de projetos com bons fatores de capacidade e recursos naturais, com essas tecnologias direcionando a grande maioria dos novos investimentos da companhia em geração, disse nessa sexta-feira, 10 de dezembro, o diretor de novos negócios da Engie Brasil Energia, Guilherme Ferrari, durante um evento com investidores.

“Essas fontes se mantêm mais competitivas na conjuntura atual de preços altos e é para onde continuaremos direcionando nossos investimentos, buscando novas oportunidades de M&A e projetos greenfields”, afirmou o executivo.

Ele também comentou que a empresa participará de leilões em iniciativas localizadas nas regiões onde já possui infraestrutura de transmissão ou ativos de geração. Para ele, a principal competência da geradora nas disputas é a redução de Capex e a antecipação de operação comercial durante a fase de implementação dos projetos...

Fonte: Canal Energia

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MME confirma indicações para a diretoria da Aneel

O Ministério de Minas e Energia confirmou oficialmente à Agência CanalEnergia a indicação de Sandoval Feitosa para o cargo de diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica, de Hélvio Guerra para recondução no cargo de diretor e de Agnes da Costa para uma das vagas de diretoria que serão abertas no ano que vem, com o término dos atuais mandatos.

Os nomes estão na Casa Civil da Presidência da República e terão de ser confirmados pelo presidente antes de serem enviados para sabatina no Senado. O próprio ministro Bento Albuquerque, responsável pelas indicações, confirmou o nome de Feitosa, em encontro com correspondentes internacionais no início da noite desta quinta-feira, 9 de dezembro.

Caso tenha seu nome aprovado, o diretor da Aneel vai substituir André Pepitone, que deixa o cargo em agosto de 2022. Pepitone já cumpriu dois mandatos como diretor e um como diretor-geral, e não pode retornar ao cargo...

Fonte: Canal Energia

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