13/11/2020

Universidade no PR usa IA para aumentar gerenciamento de usina FV

Pesquisadores da UEL (Universidade Estadual de Londrina) estão liderando um projeto de IA (inteligência artificial) para promover sustentabilidade e inovação tecnológica.

O objetivo, segundo os professores Bruno Zarpelão e Sylvio Junior, ambos do Departamento de Computação do Centro de Ciências Exatas, é programar uma máquina para coletar informações da usina fotovoltaica do campus para auxiliar no gerenciamento da produção energética do empreendimento.

“A cada 15 minutos, o sistema coleta dados sobre a operação da usina e armazena em um banco. O cruzamento com outros parâmetros, como condições meteorológicas, níveis de radiação solar, temperatura ambiente, período do ano, entre outros, possibilita prever a capacidade de geração de energia, por exemplo, para 24 horas e até mesmo uma semana”, explicou Zarpelão.

De acordo com o professor, esse indicador é importante porque a energia fotovoltaica depende da radiação do Sol. Além disso, ele ressaltou que os algoritmos de IA também podem diagnosticar comportamentos anormais...

Fonte: Canal Solar

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Solar e eólica devem atingir 50 GW em 10 anos, destaca novo diretor da ANEEL

As fontes fotovoltaicas e eólica poderão, juntas, somar mais de 50 GW de potência instalada no período de 10 anos. Esta é a projeção do engenheiro eletricista Hélvio Neves Guerra, novo diretor da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), empossado na tarde desta quinta-feira (12).

Em seu discurso de posse, o engenheiro comentou o futuro do setor elétrico e destacou a importância da participação ativa do consumidor brasileiro.

“Vejam a expansão da mini e microgeração distribuída. Por um lado, trazendo para os consumidores a possibilidade de gerar parte da sua própria eletricidade, por outros despertando a atenção do regulador, do formulador de políticas públicas e o planejador, devido ao impacto sobre os demais consumidores”, destacou Guerra.

Duante o evento, o executivo destacou ainda o papel das renováveis no Brasil. “O Brasil tem um bom problema: administrar a abundância. Temos inúmeras modalidades de fontes renováveis, como as hidroelétricas e a biomassa, mas temos também, recursos para aproveitamento da energia nuclear, fontes com emissão zero dos gases do efeito estufa”, apontou...

Fonte: Canal Solar

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Demanda de grandes empresas por energia limpa tem impulsionado fonte solar no mercado livre, diz diretora da CELA

Com a paralisação dos leilões de energia do mercado regulado, organizados pelo governo federal, o mercado livre transformou-se em uma grande oportunidade para o setor de energia solar, impulsionado pela demanda de empresas por geração renovável e limpa, avaliou a diretora da CELA, Camila Ramos, durante episódio do programa ABSOLAR Inside.

“No cenário de leilões mais escassos, o mercado livre se transformou em uma grande oportunidade. O driver disso tem sido a demanda por energia limpa e renovável, dentro dos preceitos da ESG”, explicou a especialista, se referindo a sigla em inglês para Governança Ambiental, Social e Corporativa, os três fatores utilizados na medição da sustentabilidade e do impacto social de um investimento.

Camila aponta que essa tendência é global e está sendo seguida no Brasil. “De acordo com a IRENA (Agência Internacional de Energia Renovável), os agentes que podem comprar energia no mercado livre representam dois terços do consumo de energia mundo, é um grande potencial de mercado.”...

Fonte: Portal Solar

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O leilão de transmissão marcado para o dia 17 de dezembro será uma data simbólica para a Eletrobras. Marcará o retorno a estatal aos leilões promovidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica após seis anos em que foi impedida de entrar nas disputas. A empresa está de olho em ativos que serão colocados no certame, inclusive o CEO da empresa, Wilson Ferreira Junior, até apontou um em específico, um ativo que será relicitado e que já foi conduzido no passado pela Amazonas-GT.

“Pensamos sim em entrar nesse leilão, há ativos como uma linha no Norte feita em princípio, em parte pela Amazonas GT”, afirmou ele. “Pretendemos preferencialmente entrar sozinhos, mas podemos, naturalmente, se houver processo de junção de competências e sinergias, nos associarmos, mas a preferência é por ativos corporativos, ou seja por meio de uma das nossas controladas”, acrescentou o executivo.

Entre as premissas que ele aponta que direcionarão a participação da empresa estão a preferência por sinergias com outros ativos em diferentes regiões do país, e que deverão contar com a participação das controladas para cada região. Ressaltou ainda a necessidade de respeito às condições financeiras de cada controlada por meio da disciplina financeira tendo como meta agregar valor à companhia e dentro de uma perspectiva de retorno sobre o investimento acima do custo de capital…

Fonte: Canal Energia

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Enel e Senai-SP firmam parceria para P&D com realidade virtual e A.I

A Enel Distribuição São Paulo fechou uma parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP) para avançar com o projeto que prevê a remodelagem do atual plano de treinamento e desenvolvimento de funcionários, considerando a inserção da tecnologia de realidade virtual associada a inteligência artificial e uso de sensores biomédicos, que possibilitará avaliar e traçar aspectos comportamentais dos colaboradores no decorrer das atividades do treinamento.

Através da imersão em cenários próximos à realidade diária dos profissionais, a tecnologia possibilitará  simular situações de perigo e adversidades dentro de um ambiente controlado, e que no futuro irão permitir ampliar a capacidade dos empregados com diferentes tipos de experiência, garantindo melhorar o nível de excelência operacional, além de mitigar riscos e acidentes de trabalho.

Segundo a companhia, a implementação da plataforma de treinamento vai permitir o desenvolvimento dos profissionais a partir dos dados coletados, aumentando a capacidade técnica, cognitiva e psicológica da equipe para uma maior eficiência operacional…

Fonte: Canal Energia

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Hélvio Guerra toma posse como diretor da Aneel

O novo diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica, Hélvio Guerra, foi empossado nesta quinta-feira, 12 de novembro, para um mandato até maio de 2022. A cerimônia foi acompanhada pessoalmente pelo ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, e virtualmente pela cúpula do Operador Nacional do Sistema, da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica e da Empresa de Pesquisa Energética.

Engenheiro eletricista e professor aposentado, Guerra retorna à Aneel, onde trabalhou por 18 anos, após passar por sabatina no Senado. Responsável por sua indicação, Albuquerque destacou em discurso que não teve dúvidas ao sugerir o nome do então secretário adjunto de Planejamento e Desenvolvimento Energético do ministério ao presidente da República.

Com a posse, a agência passa a trabalhar com o quadro completo de cinco diretores efetivos. O novo integrante da diretoria colegiada lembrou que “a persistência é muito útil ao regulador, desde que ele esteja aberto a críticas e à reavaliação de conceitos.”...

Fonte: Canal Energia

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Transmissão terá investimentos de R$ 12,8 bi até 2025

O Plano da Operação Elétrica de Médio Prazo do SIN (PAR/PEL) na versão 2021 a 2025 deverá levar a investimentos da ordem de R$ 12,8 bilhões no país. O conjunto de obras indicado neste ciclo soma 3 mil quilômetros de novas linhas de transmissão e 22.275 MVA de acréscimo de capacidade transformadora em subestações novas e existentes. Esses empreendimentos representam um acréscimo da ordem de 2% na extensão das linhas de transmissão e de 5% na potência nominal instalada em transformadores da Rede Básica e da Rede Básica de Fronteira, em relação à rede existente, considerando também as obras já outorgadas.

Desse montante, continua o ONS, R$ 5,4 bilhões referem-se a novas obras propostas. Além disso, de acordo com o banco de preços da Aneel, são estimados mais R$ 6,8 bilhões em investimentos que já serão objeto do próximo leilão de transmissão nº 01/2020, previsto para ocorrer em 4 dezembro de 2020, cujo edital a agência reguladora aprovou na última terça-feira, 10 de novembro.

De acordo com o documento do Operador, para os dois primeiros anos do ciclo, há a indicação de soluções e/ou medidas operativas, tais como: a necessidade de instalação de Sistemas Especiais de Proteção (SEPs), alterações na configuração da rede ou o despacho de geração térmica por restrições elétricas…

Fonte: Canal Energia

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