13/01/2020

EDP Renováveis conclui acordo de venda de energia solar no Nordeste

Uma das subsidiárias da EDP Energias de Portugal, a EDP Renováveis, fechou um acordo para contrato de aquisição de energia por 19 anos. Com isso, a companhia poderá vender a energia gerada pelo parque solar de Lagoa, na Paraíba.

O parque solar no nordeste brasileiro tem uma capacidade total de 66 megawatts e deve iniciar suas atividades em 2022, segundo a EDP Renováveis. Com este novo acordo, a subsidiária possui 5,3 gigawatts dos aproximadamente 7 gigawatts de capacidade global prevista para o triênio de 2019 a 2022. Além do Brasil, a companhia de energia solar e eólica da EDP atua em outros 12 países: Bélgica Canadá França Grécia Itália México Polônia Portugal Romênia Espanha Reino Unido Estados Unidos

Fonte: Suno Research

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https://www.sunoresearch.com.br/noticias/edp-renovaveis-energia-solar/

Gasto em energia renovável precisa dobrar até 2030, alerta agência internacional

Os governos devem dobrar o investimento total em energia solar, eólica e outras tecnologias verdes ao longo da próxima década para conseguir “um caminho para a segurança climática”, afirmou a Agência Internacional de Energia Renovável (Irena, na sigla em inglês).

As energias renováveis devem gerar 57% da eletricidade em todo o mundo até o final da década em relação aos 26% atuais, afirmou a Irena no domingo.

Para atingir essa meta, os países podem redirecionar parte dos US$ 10 trilhões destinados a projetos de combustíveis fósseis e investi-los em energia verde, disse o grupo intergovernamental.

“As soluções de energia renovável têm custo acessível, estão prontamente disponíveis e podem ser implementadas em escala”, disse em comunicado Francesco La Camera, diretor-geral da Irena...

Fonte: Money Times

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https://moneytimes.com.br/gasto-em-energia-renovavel-precisa-dobrar-ate-2030-alerta-agencia-internacional/

Cemig anuncia ex-Cteep Reynaldo Passanezi como novo presidente

A estatal mineira de energia Cemig informou que o economista Reynaldo Passanezi Filho foi nomeado como novo diretor-presidente da companhia, segundo fato relevante nesta segunda-feira.

Passanezi, que foi anteriormente presidente da transmissora de energia Cteep, do grupo colombiano Isa, assumirá o cargo a partir desta segunda-feira no lugar de Cledorvino Belini, que havia sido indicado para o comando da companhia em fevereiro de 2019.

A mudança acontece em meio a planos da gestão do governador mineiro Romeu Zema (Partido Novo) de privatizar a empresa, que é uma das maiores elétricas do Brasil e tem negócios em geração, transmissão e distribuição de energia.

A Cemig não informou de imediato motivos para a substituição de Belini, que comandava um processo de reestruturação da companhia que envolveu corte no número de níveis gerenciais, redução de secretárias e motoristas e até a venda de um avião da empresa, em busca de menores custos...

Fonte: Terra

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https://www.terra.com.br/economia/cemig-anuncia-ex-cteep-reynaldo-passanezi-como-novo-diretor-presidente,10f40988124a7674a1c14a83e6486458idwjse6x.html

Alemanha registra recorde de energia renovável

Em 2019, 46% da eletricidade na Alemanha veio de fontes renováveis, 9% a mais do que no ano anterior. Ao mesmo tempo, o consumo de carvão caiu mais de 20%. Mesmo assim, país não deverá alcançar metas climáticas de 2020.Nunca houve tanta eletricidade verde na rede alemã como em 2019. De acordo com uma análise do Instituto Fraunhofer de Sistemas de Energia Solar ISE, a participação de energias renováveis no mix energético alemão foi em média de 46%, chegando até a 65%, em diversos dias.

O declínio significativo na porcentagem do uso do carvão foi útil para a proteção climática. Comparado com o ano anterior, a participação na Alemanha da eletricidade proveniente do linhito (carvão de superfície) caiu 22%, e do carvão de pedra, 33%.

A geração de eletricidade a partir do carvão diminuiu na Alemanha por vários motivos. Como ventou muito em 2019, produziu-se mais energia eólica e consumiu-se menos eletricidade proveniente do carvão. Esta se tornou bastante mais cara e, portanto, menos lucrativa, devido ao aumento de preço dos certificados de CO2, de uma média de 16 euros por tonelada, para 25 euros em 2019…

Fonte: Terra

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