12/11/2021

Cemig vende paticipação na Renova Energia para FI da Angra Partners

A Cemig informou em comunicado ao mercado nesta sexta-feira, 12 de novembro, que a Cemig GT assinou com o AP Energias Renováveis Fundo de Investimento, ligado ao Angra Partners, a venda da sua participação de 27,2% na Renova Energia. O valor da negociação é de R$ 60 milhões e o contrato prevê o direito ao recebimento de earn-out pela Cemig GT, condicionado a eventos futuros. Com a transação, o Angra Partners passa a deter 30,3% do capital votante da Renova e compartilhará o controle da com os demais acionistas do Bloco de Controle. A Angra Partners já era acionista histórico da Renova.

A transação ocorre no momento em que a Renova se prepara para iniciar as operações do Parque Eólico Alto Sertão III, Fase A, principal projeto da companhia e um dos dez maiores da América Latina. Localizado nas cidades baianas de Caetité, Igaporã, Pindaí, Licínio de Almeida, Riacho de Santana e Guanambi, o complexo terá capacidade de gerar 432,7 MW. A previsão de operação comercial na totalidade é para maio de 2022. A Renova tem um pipeline 6 GW em projetos com potencial de geração e já tem Licença Ambiental para eólicos com potencial de 1.500 MW.

De acordo com o comunicado, a conclusão da operação ainda está sujeita a algumas condições usuais em operações dessa categoria. Dentre essas condições, estão incluídas a aprovação prévia dos órgãos reguladores, dos credores listados no Plano de Recuperação Judicial da Renova e de contrapartes em determinados contratos comerciais. Segundo a Cemig, a venda está em linha com o Programa de Desinvestimentos divulgado em 2017.

Fonte: Canal Energia

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Copel fala em leilões e solar de grande porte como prioridades

Com o objetivo de sair dos 13% atuais para 25% do seu portfólio composto por eólica e solar nos próximos três anos, a Copel está buscando um projeto de grande porte na fonte fotovoltaica, além de focar na sua participação nos certames de capacidade e transmissão nesse ano e pelo menos mais seis em 2022, disse o presidente da companhia, Daniel Slaviero, nessa quinta-feira, 11 de novembro, em teleconferência ao mercado.

“Nossa prioridade, além dos leilões, é achar bons projetos de geração solar, tanto pela rapidez de construção quanto principalmente pelo perfil de geração”, comentou Slaviero, destacando que o PLD horário ficou no teto em 2021 e é um curso normal que a fonte solar, que gera energia à tarde, assim como a hidráulica, tenha mais valor no mercado de energia.

O executivo lembrou que as atuais condições macroeconômicas mudaram e que a empresa tem que se atentar para a abertura maior da curva de juros, inflação e uma pressão grande do Capex de fornecimento para construção. “A expectativa é que as taxas aumentem e é nessa conjuntura que analisamos as oportunidades”, refere...

Fonte: Canal Energia

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Petrobras conclui venda da Breitener Energética

A Petrobras informou em comunicado na última quarta-feira, 10 de novembro, que finalizou a venda da totalidade de sua participação de 93,7% na Breitener Energética para a Breitener Holding Participações S.A., subsidiária integral da Ceiba Energy LP, investida da Denham Capital. A Breitener fica localizada no estado do Amazonas.

A operação foi concluída com o pagamento de R$ 248 milhões para a Petrobras, com ajustes previstos no contrato. Além desse valor, há R$ 53 milhões em pagamentos contingentes, atrelados à remuneração futura da Breitener na venda de energia, totalizando a operação em R$ 301 milhões. A Breitener tem as UTEs Tambaqui e Jaraqui, localizadas em Manaus-AM, com capacidade instalada de 155,8 MW e 156,7 MW, respectivamente.

Fonte: Canal Energia

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GD solar já supera em 2021 a potência instalada do ano inteiro de 2020

Mesmo com todos os problemas na cadeia de abastecimento mundial, a energia solar segue batendo recordes de geração no Brasil. Faltando pouco mais de 40 dias para o encerramento do ano, a potência instalada fotovoltaica no segmento de GD (geração distribuída) em 2021 já é maior do que em todo o ano de 2020. 

De acordo com dados da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), a fonte solar atingiu, no começo da noite desta quarta-feira (10), a marca de 2,668 GW de potência instalada no acumulado dos dias 1º de janeiro a 10 de novembro. Em todo o ano passado, este número foi de 2,665 GW.

Os números parciais de 2021 também já representam um recorde para o setor, tendo em vista que em nenhum outro ano houve registro de tanta potência instalada a partir da captação da luz do Sol em residências, estabelecimentos comerciais, propriedades rurais, entre outras classes de consumo.…

Fonte: Canal Solar

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Você pode pagar menos na conta de luz apenas mudando a tarifa

A conta de luz está cara demais e vem desequilibrando o seu orçamento? Muita gente ainda desconhece, mas desde o início do ano passado a maioria dos domicílios brasileiros com energia elétrica no país pode aderir à tarifa branca, um regime de preços que pode deixar a conta de luz mais barata, dependendo do tipo de consumo de energia.

A medida, criada pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) oferece luz mais barata àqueles que a consumirem fora do horário de pico, período do dia quando o uso é mais intenso.

O regime tarifário, na verdade, está em vigor no Brasil desde o início de 2018, mas era válido apenas para quem tinha um alto nível de consumo mensal.

A opção é vantajosa para quem tem baixo uso de energia elétrica nos horários de ponta e intermediário. Caso o consumidor adote a tarifa e a conta de energia fique mais cara, pode pedir para retornar para a tarifa convencional.

A tarifa é opcional e cabe ao consumidor escolher se adere à mudança, explica o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec)...

Fonte: Invest Exame

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https://invest.exame.com/mf/voce-pode-pagar-menos-na-conta-de-luz-apenas-mudando-a-tarifa

GreenYellow adquire 90% de usinas solares da FazSol

As empresas GreenYellow e FazSol anunciaram a conclusão da negociação de cinco usinas solares de geração distribuída, que, juntas, somam 4,4MWp de capacidade instalada. Segundo o acordo, a multinacional francesa adquire 90% desses ativos junto à empresa fundada pela Shizen Energy e Espaço Y. A FazSol mantém a propriedade sobre 10% dos empreendimentos e segue responsável pela gestão da compensação dos créditos dos clientes de GD para os quais as plantas fotovoltaicas fornecem energia.

As usinas estão localizadas na região de Brasília (DF) e produzem anualmente 7,3 GWh por meio dos 11 mil painéis instalados. Essas plantas estão em operação desde 2020 e já abastecem com energia solar clientes dos segmentos de aeroportos, condomínios corporativos e redes varejistas.

Segundo comunicado, a GreenYellow já vinha se preparando nos últimos tempos para apostar nesse tipo de movimentação no Brasil, advindas de M&A. Para isso, a companhia montou na operação local uma equipe especializada no assunto, responsável por fazer as análises de potenciais negócios. A aquisição é um desdobramento do plano de crescimento da companhia para os próximos anos, que inclui não apenas a aquisição de ativos de geração distribuída, mas também no mercado de geração centralizada. A expectativa é de novas aquisições nos próximos três anos.

Fonte: Canal Energia

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De vilã a fonte “verde”: Brasil retoma projeto de energia nuclear

O Brasil, tendo à frente o ministério de Minas e Energia (MME), já tomou sua decisão. A energia nuclear, como provam os planos para a construção da usina Angra 3 e o anúncio da construção de uma nova usina, é uma realidade que está no planejamento do governo para as próximas décadas. Pelo menos, até 2050, como mostra o Plano Nacional de Energia 2050 (PNE 2050).

Enquanto isso, em outros países, em um contexto onde os preços da energia estão em alta e as mudanças climáticas obrigam todos a deixar o mundo do petróleo e do carvão, o assunto causa divisão.

Apesar disso, muitos já falam em uma nova era nuclear, sem nenhuma conotação militar atrelada à expressão – embora exista, no Brasil, o plano de lançar ao mar um submarino nuclear em 2033, numa previsão otimista.

Nos Estados Unidos, os 90 reatores nucleares em operação produziram um quinto da energia do país em 2020. E os planos de expansão estão sobre a mesa. Na Europa, a França, onde a energia nuclear sempre foi muito importante e é responsável por 61% da produção energética nacional, continua até tentando influenciar o bloco europeu a rotular a energia nuclear como verde – o que facilitaria as linhas de investimentos que se voltam cada vez mais para um mundo com menos carbono...

Fonte: CNN Brasil

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https://www.cnnbrasil.com.br/business/de-vila-a-fonte-verde-brasil-retoma-projeto-de-energia-nuclear/