12/07/2021

Segundo a EPE, geração distribuída pode ultrapassar 40 GW até 2031

De acordo com pesquisa realizada pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), nos próximos dez anos, a mini e a microgeração distribuída podem ultrapassar 40 gigawatts (GW) no Brasil. Considerando possíveis modificações tributárias e regulatórias, o estudo mostra cinco cenários prováveis até 2031. As previsões variam entre 22,8 GW e 41,6 GW de capacidade instalada do setor no território brasileiro ao fim do período.

“A próxima década deverá ser marcada pelo grande crescimento da MMGD no Brasil. No entanto, a necessidade de alterações regulatórias no setor, com a possível redução dos incentivos criados no passado e a modernização do formato das tarifas de baixa tensão, colocam algumas incertezas na trajetória do desenvolvimento desta modalidade de geração”, sublinha a EPE...

Fonte: Portal Solar

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https://www.portalsolar.com.br/blog-solar/geracao-distribuida/segundo-a-epe-geracao-distribuida-pode-ultrapassar-40-gw-ate-2031.html

Quanta energia renovável há disponível na Terra?

Fluxos de materiais e fluxos de energia

Que a Terra tem seus limites em termos de energia, é algo sobre o que já temos uma noção muito firme.

É por isso que governos e instituições em todo o mundo estão defendendo o conceito de economia circular. Ao fechar os ciclos dos materiais, os impactos ambientais associados à extração de matérias-primas podem ser evitados e o problema dos resíduos pode ser resolvido em grande medida.

Essa abordagem, no entanto, não é por si só suficiente para construir uma sociedade sustentável, uma vez que deixa em aberto a questão de quanto e com que rapidez os materiais podem ser reciclados e quanta energia é usada para alimentar esses ciclos.

Afinal, em uma sociedade verdadeiramente sustentável, não apenas os fluxos de materiais, mas também os fluxos de energia devem permanecer dentro dos limites estabelecidos pelo nosso planeta...

Fonte: Abinee - Inovação Tecnológica

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=340038&sid=105

Projeto permite que mais consumidores possam comprar energia no mercado livre

A escalada de preços dos combustíveis e da conta de luz pode acelerar as discussões sobre a ampliação do mercado livre de energia — no qual o consumidor negocia o preço diretamente com o gerador ou comercializador da energia. Hoje, ele é acessado apenas por grandes indústrias.

A intenção é que, nesse segundo semestre, a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) apresente, em parceria com a Aneel, projeto para permitir a abertura do mercado livre para consumidores de menor porte, com conta inferior a R$ 110 mil por mês. A ideia inicial era apresentar esse estudo apenas em 2022.

Isso vai permitir que mais consumidores possam comprar eletricidade no mercado livre, que nos últimos anos apresentou preço entre 20% e 30% menor em relação aos valores praticados pelas distribuidoras. Isso ocorre porque no mercado livre é possível vender energia de diferentes fontes geradoras, como hidrelétrica, eólica, solar e térmicas.

A mudança é um passo importante para permitir a entrada dos consumidores residenciais no mercado livre, o que já ocorre em países como Portugal, EUA e Austrália...

Fonte: Abinee - O Globo

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=340011&sid=105

Smart grid’s role in energy transition and the top five market leaders

A smart grid extends from the generation plant all the way to behind-the-meter technologies in a residential customer’s home. To create a smart grid, a wide array of technologies are deployed. Historically, advanced metering infrastructure (AMI) has been the foundational layer of the smart grid but AMI alone does not constitute a smart grid. It also involves grid automation, the integration of distributed energy resources (DERs), intermittent renewables and customer engagement applications.

As the need for digitalisation and decarbonisation intensifies, smart grids have become a vital aspect in helping utilities to achieve their energy transition and digital transformation goals. This article explores economies that have led the market in the past few years, smart grid market drivers, as well as countries that are set to lead the sector through 2030…

Fonte: Smart Energy

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https://www.smart-energy.com/industry-sectors/smart-meters/smart-grids-role-in-energy-transition-and-the-top-five-market-leaders/

Solatio inaugura complexo solar de 800 MW em Pernambuco

Os Ministros de Minas e Energia, Bento Albuquerque, e do Turismo, Gilson Machado, inauguraram nesta sexta-feira, 9 de julho, a usina solar Brígida e os projetos de construção das plantas Bom Nome e Belmonte, ambos no município de São José do Belmonte (PE). De acordo com o governo, o complexo deverá ser o maior da América Latina em geração fotovoltaica, com investimentos que chegam a R$ 3 bilhões.

As instalações ficarão sob responsabilidade da espanhola Solatio e irão totalizar 810 MWp de potência, capazes de abastecer cerca de 800 mil famílias. A UFV Brígida vem produzindo 80 MW de potência ao Sistema Interligado Nacional (SIN) desde maio e a usina Bom Nome contará com 130 MW em operação a partir de abril de 2022. Já o projeto Belmonte prevê 600MW a partir do 3º trimestre de 2022...

Fonte: Canal Energia

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A CEEE-D (RS) passou oficialmente a ser administrada pelo Grupo Equatorial Energia. Na manhã desta quinta-feira, 8 de julho, o governador Eduardo Leite (PSDB) assinou o contrato de venda, encerrando o primeiro processo de privatização da sua gestão. A CEEE-D atende 1,6 milhão de clientes em 72 municípios da Grande Porto Alegre e das regiões Sul, Campanha e Litoral. No Brasil, o Grupo Equatorial, considerando as novas concessionárias adquiridas em 2021 no Rio Grande do Sul e no Amapá, passa a atender 13% do total de consumidores brasileiros e responder por 7% do mercado de distribuição do país.

De acordo com Leite, o primeiro foco do governo na privatização é o de viabilizar para a população a prestação de um serviço melhor. Para o govenador, a energia é essencial para a vida dos consumidores domésticos e para a produção industrial. Segundo ele, ,todos precisam de segurança e confiabilidade na prestação do serviço. Ainda de acordo com o governador, a privatização representa a resolução de um problema para o Estado a partir do passivo que se constituía pela impossibilidade de a companhia pagar os impostos e de atender às necessidades da população em outras áreas a partir dos impostos recolhidos...

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53179971/equatorial-energia-assume-ceee-d

Em 2020, pela primeira vez na história, nenhuma distribuidora transgrediu os limites de DEC e FEC

Pela primeira vez na história, em 2020 todas as empresas de distribuição atenderam as exigências contratuais da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e não transgrediram os limites de DEC e FEC, indicadores que que medem a duração e a frequência de interrupções de energia por unidade consumidora.

Segundo dados da Aneel, a rede elétrica ficou disponível para a sociedade 99,87%. Em 2020, o Brasil teve uma média de 11,50 horas de interrupção e o serviço de distribuição foi interrompido por seis vezes. Em 2011, no início da série histórica, foram 18 horas de interrupção e 11 vezes interrupções de energia por unidade consumidora, em média.

Segundo o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), André Pepitone, em todo período histórico em que foi mensurada a qualidade do serviço de distribuição, “2020 foi o primeiro ano em que o valor da tolerância regulatória foi atendido por todas as empresas e não houve transgressão da duração além do valor regulatório que era comum”, diz…

Fonte: Canal Energia

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Estados registram recordes na geração de energia solar no 1º semestre

Não é novidade que os sistemas de GD (Geração Distribuída) vêm se tornando cada vez mais utilizados pelos brasileiros e que a procura por essa produção vem crescendo conforme o tempo. Economia na fatura da conta de luz e sustentabilidade para o futuro do planeta se tornaram os principais atrativos para o investimento.

Mesmo com toda a incerteza em relação à criação ou não do Marco Legal do setor, dados da ABSOLAR (Associação Brasileira de Energia Fotovoltaica), obtidos pelo Canal Solar, apontam que diversos estados seguiram registrando recordes na geração fotovoltaica durante o primeiro semestre de 2021.

Minas Gerais, por exemplo, foi o primeiro estado do país a ultrapassar a marca de 1 GW em operação em residências, comércios, indústrias, propriedades rurais e prédios públicos. O território mineiro também se aproximou das 100 mil conexões operacionais, espalhadas hoje por 843 das 853 cidades da região…

Fonte: Canal Solar

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Leilões de energia da ANEEL e CCEE viabilizam R$ 4 bi de investimentos em renováveis

A Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL e a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE realizaram nesta quinta-feira (8/7) os Leilões de Energia Nova A-3/2021 e A-4/2021, os primeiros do tipo organizados desde que teve início a pandemia de COVID-19.

Na avaliação de André Patrus, gerente executivo da Secretaria Executiva de Leilões da ANEEL, os dois leilões foram bem-sucedidos. “Contratamos todas as fontes ofertadas, colaborando para a diversificação da matriz elétrica nacional, com deságios expressivos e economia da ordem de R$ 2,5 bilhões para os consumidores, considerando a redução do preço da energia negociada em relação ao teto. Esse resultado reduzirá em 1,31 ponto percentual o custo a ser considerado nas tarifas de energia”, informou Patrus.

Os acordos firmados, que somam R$ 4 bilhões em investimentos futuros nas obras das usinas, terão duração de 20 e 30 anos e início de suprimento em janeiro de 2024 e janeiro de 2025. Foram negociados contratos para empreendimentos hidrelétricos e de geração a partir de fontes eólica, solar e biomassa…

Fonte: Aneel

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