11/12/2020

Brasil ficou para trás na adoção do smart grid

O Brasil perdeu o bonde do desenvolvimento e adoção do smart grid na distribuição de energia, e agora precisa correr para alcançar o que já se tornou padrão em economias desenvolvidas. Isso é possível, conforme posicionaram especialistas do setor que participaram nesta quarta-feira, 9/12, do evento 5×5 TEC Summit. Mas há desafios regulatórios e financeiros pelo caminho.

Para Caius Vinicius Sampaio Malagoli, diretor de Engenharia de Manutenção e Padrões do grupo CPFL Energia, o país está nada menos que 20 anos atrasado em relação a outros países. Lá fora, houve incentivos à mudança da matriz energética para fontes limpas que aceleraram a adoção da tecnologia nas redes elétricas. “Os países que assumiram compromissos e passaram a investir nas plantas de matriz energética também criaram políticas públicas para sensoriar a rede”, lembrou...

Fonte: Abinee - Convergência Digital

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=335047&sid=105

Light elege dois novos diretores

O Conselho de Administração da Light elegeu Daniel Negreiros e Thiago Guth como novos diretores da companhia, em substituição a Dalmer Souza e Marcus Pimenta, que deixam a empresa após 12 anos e 5 anos respectivamente de serviços prestados, afirma o comunicado ao mercado divulgado na noite da última quarta-feira, 9 de dezembro.

Graduado e mestre em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal do Ceará, Daniel Negreiros possui MBA pela Fundação Getúlio Vargas e detém experiência no setor de distribuição de energia elétrica em empresas nacionais e multinacionais, onde participou ativamente de processos de turnaround. Nos últimos anos, foi Superintendente de Operação e Alta Tensão e Superintendente de Disciplina de Mercado da Light. Anteriormente, exerceu cargos de liderança na Equatorial Pará, onde foi Diretor de Distribuição, e na Coelce...

Fonte: Canal Energia

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AES Brasil anuncia Clarissa Sadock como nova CEO

A AES Brasil comunicou ao mercado na noite da última quarta-feira, 09 de dezembro, a eleição unânime de Clarissa Sadock como nova CEO da companhia. Com 16 anos de experiência dentro da AES e economista de formação, Clarissa atuava como vice-presidente de Finanças e Relações com Investidores desde 2017. No cargo, foi protagonista na transformação da empresa, que passa por um ciclo de crescimento, prevendo investir mais de R$ 7,5 bilhões em novos projetos de geração nos próximos anos, os quais levarão a capacidade instalada da corporação dos atuais 3,9 GW para 5,2 GW.

A transição no comando da AES Brasil acontece após a promoção de Ítalo Freitas à vice-presidência de Novos Negócios da AES na América do Sul. Nos cinco anos em que liderou a companhia, o executivo diversificou o parque gerador, antes composto apenas por hidrelétricas e hoje possui 1200 MW em unidades de geração eólicas e solar em três estados. O período também foi marcado por um forte investimento em tecnologia e pela digitalização das operações...

Fonte: Canal Energia

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A China Development Integration Limited (CDIL) vai injetar US$ 200 milhões no fundo de investimentos brasileiro Rubicon, com o objetivo de buscar oportunidades nos setores de óleo e gás, energias renováveis – em especial solar e eólica, infraestrutura, mobiliário, agropecuário, saneamento e mineração no Brasil.

Na visão da empresa chinesa, apesar de o Brasil ser um país rico em recursos, falta acesso ao capital estrangeiro. “O Brasil tem grandes chances de se tornar uma potência econômica na América Latina se usar seus recursos apropriadamente. Nossa ideia é identificar companhias e ativos que possam se desenvolver com os nossos investimentos”, afirma Edmond Amir, chefe de projetos internacionais da empresa chinesa, sediada em Hong Kong.

Fundada há apenas seis meses, a gestora de ativos brasileira carrega vasta experiência de executivos que trabalharam na petroleira PetroRio. De acordo com Pedro Guimarães, presidente da Rubicon, 20 ativos já estão em análise, entre eles campos maduros de óleo e gás da petroleira 3R e minas da MMX, além de oportunidades em geração de energia solar e eólica, portos, aeroportos, hotéis, frigoríficos e na área de tratamento de água. “Nosso foco é em custo operacional baixo, para dar acesso a capital a essas empresas”, explica Guimarães…

Fonte: Portal Solar

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Chinesa BYD quer dobrar produção de módulo solar no Brasil

Para dobrar produção de módulo solar, a unidade industrial de Campinas (SP) da BYD voltará a operar em dois turnos no primeiro trimestre de 2021. Hoje, a capacidade atual é de 125 megawatts (MW) por ano e a chinesa pretende expandir para 250 MW. Serão contratadas 500 pessoas para trabalhar em três turnos na tentativa de retornar à produção de 400 MW anuais até junho, alcançando a mesma capacidade que ela operava quando foi inaugurada, em 2017.

Segundo a empresa, a pandemia da covid-19 e, principalmente, a questão dos “ex-tarifários” para importação de módulos estavam afetando a fabricação nacional e impediam o plano de retomada. A isenção temporária de imposto de importação concedida pelo governo federal para vários modelos de painéis solares, polarizou o setor e opôs geradores e fabricantes nacionais. Mas agora o cenário está mais favorável…

Fonte: Portal Solar

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Câmara dos Deputados deve votar PL que beneficia a geração distribuída

Câmara dos Deputados deve votar nas próximas semanas o PL 5829 (Projeto de Lei 5829/19), de autoria do parlamentar Silas Câmara (Republicanos/AM). Isso porque foi aprovado o pedido de tramitação de regime de urgência, apresentado pelo deputado Jhonatan de Jesus (Republicanos/RO), nesta terça-feira (8) por 374 votos a 72.

O PL visa beneficiar consumidores que geram a própria energia elétrica, sobretudo a partir de fontes renováveis (solar, eólica, biomassa), e injetam o excedente na rede de distribuição local. Conforme publicado pela Câmara dos Deputados, a proposta garante a micro e minigeradores de energia elétrica desconto de 100% em encargos e tarifas de uso dos sistemas de transmissão e de distribuição.

O texto original do PL tem como objetivo alterar o artigo 26 da Lei n.º 9.427, de 26 de dezembro de 1996, que institui a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) e disciplina o regime das concessões de serviços públicos de energia elétrica e dá outras providências…

Fonte: Canal Solar

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Cteep vai ao leilão e mira novas tendências para manter o crescimento

A Isa Cteep estará presente no próximo leilão do governo para contratação de novas infraestruturas de transmissão de energia elétrica, a ser realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) no próximo em 17 de dezembro de 2020. A companhia informou também que está muito atenta às novas tendência do mercado de eletricidade, em busca de oportunidades que possibilitem a continuidade do crescimento sustentável das receitas e dos lucros na próxima década.

A corporação é responsável por transportar 33% da energia do país e reuniu nesta quarta-feira, 9 de dezembro, toda a diretoria executiva para apresentar ao mercado o plano estratégico 2030.  Cabe lembrar que as transmissoras são remuneradas pela disponibilidade de seus ativos.

As estratégias da companhia, disseram os gestores, compreendem a busca constante por eficiência operacional, análise criteriosa na alocação de capital e investimentos em digitalização. A empresa tem acumulado bilhões em caixa e mantido uma alavancagem baixa, o que garante acesso a capital competitivo para financiar as decisões de investimentos…

Fonte: Canal Energia

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5G facilitará uso de inteligência artificial na medicina e na indústria

Segundo o presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Igor Calvet, a tecnologia 5G pode mudar a produção industrial no Brasil, além de permitir que mais empresas nacionais ingressem na Industria 4.0. Atualmente, apenas cerca de 10% das empresas são consideradas integradas à quarta revolução industrial. A afirmação foi feita durante o evento digital O que o Brasil tem a ganhar com o 5G?, realizado nesta quarta-feira (9/12), pelo Correio Braziliense.

A live também teve a participação do presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Leonardo de Morais, e do diretor de soluções da Nokia para a América Latina, Wilson Cardoso.

Além da velocidade que a conexão 5G vai permitir aos smartphones, a aposta da tecnologia é no campo da produção industrial. A nova conexão vai permitir avanços que podem atingir áreas da agricultura, educação, medicina e produção industrial, como foi debatido no Correio Talks desta quarta.

O presidente da ABDI, Igor Calvet, ressaltou que o mundo está passando por um "reenquadramento das atividades produtivas" e que "todas as atividades produtivas têm sido alteradas, enormemente, pela adoção de novas tecnologias", disse…

Fonte: Correio Braziliense

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