11/08/2021

CCEE aprova GreenYellow como comercializadora varejista

Após quase dois anos do anúncio da entrada no mercado livre de energia, realizado em setembro de 2019, a GreenYellow recebeu a autorização da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) para atuar como comercializadora varejista no Brasil. A multinacional francesa se junta ao seleto grupo de pouco mais de 20 empresas habilitadas a atuar nessa modalidade, o que representa cerca de 10% do total de players desse mercado.

Dentro do modelo varejista, a empresa assume não apenas a entrega de energia mas também a gestão dos contratos e responsabilidades financeiras dos clientes junto à CCEE.

“Assim podemos oferecer ao mercado uma plataforma completa de soluções contendo todas as alternativas que fazem parte do ecossistema energético, desde o fornecimento fotovoltaico, passando pela eficiência energética, até chegar à comercialização e à gestão de energia”, afirma o presidente da GreenYellow, Roberto Zerkowski...

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53183312/ccee-aprova-greenyellow-como-comercializadora-varejista

Mesmo que o governo negue qualquer possibilidade de impor restrições no consumo de energia, o discurso não afasta a preocupação dos empresários em relação à crise hídrica e as condições de fornecimento nos próximos meses. Segundo levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), 62% dos empresários consultados acreditam que é provável ou certo que haverá um racionamento de energia neste ano devido à grave situação dos reservatórios. Desses, 7% dizem ter certeza que será necessário impor esse tipo de medida.

Publicamente, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, sempre descarta que o governo trabalhe com a possibilidade de um racionamento de energia, como aconteceu 20 anos atrás.

Diante da gravidade da crise hídrica, o governo chegou a elaborar uma medida provisória que abria caminho para um programa de "racionalização compulsória", conforme mostrou o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. O trecho, no entanto, foi retirado após repercussão negativa da demanda...

Fonte: Abinee - Correio Braziliense

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=340758&sid=105

A distribuidora de equipamentos fotovoltaicos Renovigi anunciou na última segunda-feira (9) sua parceria com a Solfácil, plataforma tecnológica para financiamentos voltada para o setor solar.

“A Renovigi é uma das maiores fornecedoras deste mercado e compartilha com a nossa missão de fazer a geração distribuída crescer no Brasil como fonte de energia sustentável e econômica”, afirmou Thomas Strakos, diretor de financiamentos da Solfácil.

“Além das condições especiais, os credenciados podem solicitar usuário e senha para acesso à plataforma. As taxas e os prazos também são diferenciados com juros a partir de 1,22% ao mês e seis meses de carência”, acrescentou Kerli Bresolin, analista de Financiamentos da Renovigi.

Atualmente, a Solfácil oferece financiamento para projetos residenciais e industriais para pessoas físicas e jurídicas. Para financiamento de pessoas físicas, é necessário apresentar documentos pessoais, comprovante de residência e comprovante de renda.

Já no caso de pessoa jurídica, é necessário a apresentação dos documentos pessoais dos sócios, faturamento dos últimos 12 meses, contrato social, comprovante do Imposto de Renda, balanço social ou extratos bancários dos últimos três meses...

Fonte: Canal Solar

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https://canalsolar.com.br/renovigi-e-solfacil-anunciam-parceria-para-financiamento-de-projetos-fotovoltaicos/

Especialistas conversam sobre o retorno do horário de verão brasileiro

O horário de verão, há dois anos extinto por Jair Bolsonaro, voltou a ser assunto de pauta entre os especialistas do setor, empresários de áreas como o turismo e proprietários de bares e restaurantes, como estratégia de economizar energia devido ao crescimento da taxa de bandeiras tarifárias e à crise hídrica instaurada no Brasil.

Agostinho Pascalicchio, doutor em Economia e professor de Engenharia de Produção da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), comenta que o horário de verão não é mais praticado por não trazer mais os resultados esperados.

“A prova da necessidade desta mudança estava no perfil de carga elétrica do sistema. O horário de pico para o consumo de energia, que anteriormente acontecia no fim da tarde e início da noite, passou a ser no meio da tarde, por volta de 15 horas”, aponta Pascalicchio...

Fonte: Portal Solar

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https://www.portalsolar.com.br/blog-solar/energia-renovavel/especialistas-conversam-sobre-o-retorno-do-horario-de-verao-brasileiro.html

Economia se recuperando atrai demanda de energia elétrica no Brasil

A expansão da vacinação e a retomada econômica estão causando um crescimento na demanda de energia elétrica no Brasil. Está prevista, em agosto, uma carga de 67.589 MW médios. Se esse número se confirmar, o resultado representará um crescimento de 4,6% se comparado ao mesmo período de 2020, de acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) em boletim apresentado no dia 30 de julho.

Ainda de acordo com o ONS, a previsão reflete a expectativa de que o setor industrial permanecerá em patamares elevados e a normalização do segmento de serviços nos meses seguintes.

Entre os quatro subsistemas elétricos, o Nordeste se destaca e deve se expandir em 7,6%, seguido pelo Sudeste e Centro-Oeste (4,2%); Norte (3,7%); e Sul  (3,6%).

O ONS opera o Sistema Interligado Nacional (SIN). A carga de energia é a soma do consumo com as perdas técnicas ocorridas no transporte do elétron...

Fonte: Portal Solar

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https://www.portalsolar.com.br/blog-solar/uncategorized/economia-se-recuperando-atrai-demanda-de-energia-eletrica-no-brasil.html

Shell investe em energia limpa, mas ativistas dizem que ações precisam ser mais rápidas

Em uma clareira na fronteira com o terreno de uma fazenda, 40 grandes caixas retangulares do tamanho daqueles contêineres enviados por navios estão atrás de uma cerca alta. Dentro delas, estão pilhas de células de íon-lítio e outros equipamentos elétricos.

Conectadas, essas unidades formarão a maior bateria da Europa, segundo os operadores, e será capaz de bombear impulsos poderosos de eletricidade para compensar as flutuações na rede elétrica quando os ventos enfraquecem ou os céus nublados diminuem a geração de energia renovável. Conforme mais eletricidade vem da energia eólica e solar, a necessidade de baterias gigantescas aumentará.

Uma das empresas por trás desse projeto de 40 milhões de libras (cerca de US$ 56 milhões) é a Royal Dutch Shell. Como outras gigantes petrolíferas, a Shell está sob pressão para se distanciar dos combustíveis fósseis, que causam danos ao clima, e está se reformulando como uma empresa de energia renovável, em busca de investimentos enquanto caminha timidamente em direção a um novo futuro...

Fonte: Abinee - O Estado de SP

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=340715&sid=105

Asia Pacific is anticipated to install the highest number of smart meters as well as generate the highest revenue ahead of other regions, owing to smart meter rollouts in China and India, the world’s most populous countries. Installations in Japan and Australia are also expected to help the region lead the global market.

Currently, China and Japan are the largest markets for smart meters in the Asia Pacific region. China had installed around 437 million smart electric meters by December 31, 2020.

Factors driving the installations include the need for utilities to ensure real-time analysis regarding the operations of the grid and consumer usage. Markets and Markets expect an increase in utility appetite to leverage dynamic pricing to shift consumer heavy energy usage from peak to off-peak periods. This is expected to drive utility investments in smart metering...

Fonte: Smart Energy

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https://www.smart-energy.com/industry-sectors/smart-meters/apac-to-hold-lions-share-of-smart-meters-market-through-2025/

Energia renovável chega a quase 50% da matriz energética brasileira

Quase metade da energia energética produzida no Brasil vem de fontes renováveis, de acordo com o Ministério de Minas e Energia. A maior parte é produzida em usinas hidrelétricas, mas nos últimos anos, a geração de energia eólica, produzida pelo vento, e a solar vem ganhando destaques.  

“A matriz brasileira é uma das mais renováveis do mundo com uma proporção de 48%, indicador mais de três vezes superior ao mundial”, ressaltou o diretor do Departamento de Informações e Estudos Energéticos do Ministério de Minas e Energia (MME), André Osório.

Energia eólica

De acordo com dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a energia eólica hoje representa 10,9% da matriz elétrica brasileira e a expectativa é que chegue a 13,6% ao fim de 2025. Os maiores parques estão na região Nordeste. Em julho, foram quatro recordes de geração eólica média e quatro de geração instantânea (pico). Segundo o ministério, em um único dia, a média inédita chegou a 11.399 MW, suficiente para abastecer a 102% da região Nordeste durante 24 horas…

Fonte: Governo do Brasil

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https://www.gov.br/pt-br/noticias/energia-minerais-e-combustiveis/2021/08/energia-renovavel-chega-a-quase-50-da-matriz-eletrica-brasileira-1

Conheça o primeiro prédio a usar energia do solo em São Paulo

Em um feito inédito no país, uma edificação que usa energia do solo para climatizar seus ambientes está sendo erguida na capital paulista. O projeto é a continuidade de um estudo inovador realizado pela USP, na Escola de Engenharia de São Carlos (EESC), que analisou o uso das fundações como meio para a troca de energia térmica entre o prédio e o subsolo.

Batizado de CICS Living Lab, o edifício será a sede do Centro de Inovação em Construção Sustentável (CICS), na Escola Politécnica da USP, e servirá de laboratório vivo para testar tecnologias avançadas e sustentáveis de construção civil.

A descoberta

O sistema geotérmico – que usa a energia encontrada dentro da crosta terrestre, seja no solo, seja nas rochas e até na água – é um dos modelos de geração de energia renovável que mais crescem no mundo. Já é aplicado há pelo menos 20 anos nos Estados Unidos e em países da Europa. Porém, sua utilização nunca havia sido estudada para implementação no Brasil, que possui solo e clima diferentes desses lugares. Foi a pesquisadora Thaise Morais, do departamento de geotecnia da EESC, em sua tese de doutorado, quem avaliou pela primeira vez o desempenho dessa tecnologia nas condições brasileiras...

Fonte: Exame

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https://exame.com/inovacao/conheca-o-primeiro-predio-a-usar-energia-do-solo-em-sao-paulo/

Elgin lança inversor com sistema de “internet das coisas” para projetos solares

A Elgin, distribuidora de equipamentos fotovoltaicos, acaba de lançar no país um micro inversor de 2000 w com tecnologia de IoT (Internet das Coisas) para os projetos de energia solar em telhados e pequenos terrenos de consumidores residenciais e empresariais.

Segundo a Elgin, a tecnologia do novo micro inversor, equipamento que converte a corrente elétrica dos painéis solares para uso doméstico e empresarial, consegue comunicar diretamente com a internet, redes IEEE 802.11 b/g/n e não necessita de um comunicador intermediário no caso do sistema com a tecnologia WIFI (PLC ou DTU). O micro inversor é um equipamento com a mesma funcionalidade que um inversor convencional (também conhecido como inversor string) que possui um hardware bem compactado devido a sua forma de instalação. O equipamento é capaz de criar ramal e diminuir o tamanho das potenciais fotovoltaicas (Fileiras), ideais para recortes de telhados que inversores tradicionais não atendem com uma eficiência razoável...

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53182996/elgin-lanca-inversor-com-sistema-de-internet-das-coisas-para-projetos-solares