11/07/2022

Sem gerar energia elétrica, usinas emergenciais já somam mais de R$ 400 milhões em multas

As usinas de energia contratadas pelo governo de forma emergencial em 2021 acumulam R$ 413 milhões em multas por não cumprir partes dos contratos e atrasar a entrega da energia prevista.

Foram 17 usinas vencedoras em um leilão realizado no fim do ano passado com o objetivo de afastar os riscos de apagão neste ano e preservar os reservatórios das hidrelétricas do país nos meses de seca.

As empresas tinham de começar a entregar energia em 1º de maio, mas 98% da carga adquirida ainda não foi acionada — só uma dessas usinas está em operação neste momento. Paralelamente, os riscos de apagão diminuíram, e os lagos das hidrelétricas estão cheios, o que torna a operação menos necessária.

O levantamento das punições foi feito junto à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), instituição que atua como o gestor financeiro do setor. O órgão confirmou o valor das multas e a informação de que todas as usinas foram alvo das autuações, já que não estavam funcionando na data determinada...

Fonte: Infomoney

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https://www.infomoney.com.br/consumo/sem-gerar-energia-eletrica-usinas-emergenciais-ja-somam-mais-de-r-400-milhoes-em-multas/

PL que prevê mercado livre de energia ganha força no Congresso

Mais mudanças podem estar no horizonte do setor elétrico, com a discussão sobre uma abertura ampla do comércio de energia no mercado livre. O tema é discutido em projetos de lei e ganhou comissão especial na Câmara dos Deputados, mas já se viu cercado de polêmicas antes mesmo do início dos trabalhos.

A discussão sobre essa abertura vem ganhando força desde o ano passado com exigência de reduzir custos em meio à mais recente crise no setor elétrico, que encareceu as contas de luz. As turbulências na geração hidrelétrica vieram acompanhadas de expansão no mercado livre de energia, que tem a intenção de dar mais poder de barganha aos consumidores. Esse avanço somou, junto com a geração distribuída, para um aumento recorde na capacidade instalada de fontes eólica e solar, observado em 2021.

Na prática, o que se discute sobre a abertura do mercado é ampliar o acesso ao mercado livre de energia para todos os consumidores – inclusive os residenciais. Nesse sistema, atualmente restrito aos grandes consumidores, como indústrias e shoppings, a energia não precisa ser comprada diretamente das distribuidoras. Quem opta por ele, pode fechar contratos mais previsíveis com fornecedores escolhidos, sem reajustes gerais a cada ano...

Fonte: Jota Info

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https://www.jota.info/tributos-e-empresas/mercado/mercado-livre-de-energia-avanca-11072022

A contribuição de 26% da energia elétrica consumida no Brasil não garante à Amazônia o recebimento de atendimento adequado à sua população, e um estudo do Climate Policy Initiative (CPI), organização focada em políticas ambientais e mudança climática, mostra que ao menos um milhão de pessoas vivem sem luz na região, recebendo fornecimento em apenas algumas horas do dia, por meio de geradores, enquanto outros três milhões de habitantes estão fora do Sistema Interligado Nacional (SIN) e são abastecidos por usinas termelétricas a óleo diesel.

Com uma população imensa e vasto território – 5 milhões de quilômetros quadrados e 28,1 milhões de pessoas –, a Amazônia Legal engloba, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 772 cidades em nove Estados, sendo eles Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, e ainda corresponde a cerca de 58,9% do território brasileiro. Mas o próprio Ministério de Minas e Energia estima que cerca de 425 mil famílias ainda não tenham acesso à energia elétrica na Amazônia…

Fonte: O Liberal

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https://www.oliberal.com/economia/acesso-a-energia-eletrica-ainda-e-desafio-na-amazonia-1.559768

Governo do RJ apresenta potencial de geração eólica offshore e hidrogênio

O governo do Rio de Janeiro apresentou na última quinta-feira,7 de julho, os mapas do potencial de geração de energia eólica e de produção de hidrogênio no estado. Os estudos fazem parte das iniciativas governamentais para incentivar a implantação de projetos de energias renováveis no território fluminense.

Realizados pela secretaria de Desenvolvimento Econômico, Energia e Relações Internacionais, os estudos destacam o enorme potencial de energia eólica offshore no Rio de Janeiro. O estado possui hoje nove projetos em fase de licenciamento no Ibama, totalizando a potência de 27,5 GW, e possuem um potencial de atração de investimento nos próximos anos de US$ 85,244 bilhões.

De acordo com o governador Claudio Castro, a utilização de energias renováveis contribui para o desenvolvimento sustentável na medida em que favorece o desenvolvimento socioeconômico e a preservação do meio ambiente. Segundo Castro, trata-se de um setor competitivo, com fontes mais baratas de energia, menor impacto ambiental, e significativa capacidade de geração de empregos…

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53217924/governo-do-rj-apresenta-potencial-de-geracao-eolica-offshore-e-hidrogenio

A Honeywell, empresa norte-americana que está no Brasil desde 1958, aposta em um mercado em franca expansão por aqui para crescer. O aumento das renováveis variáveis apresenta-se como um nicho de negócio para a companhia que vem apresentando um desempenho classificado como “em franca expansão”. A afirmação é de Willian Louzavio , diretor de marketing da Honeywell Materiais de Performance e Tecnologias (PMT) para a América Latina.

O executivo diz que o foco da empresa no segmento de energia elétrica está no fornecimento de controles e automação dos sistemas. A companhia ainda lista como de interesse o fornecimento de medidores e armazenamento de energia. Por esse motivo mostra-se confiante diante do processo de modernização do setor elétrico já que com mais ativos distribuídos pelo país a necessidade de mais controle aumenta. Ainda mais nas fontes chamadas de não despacháveis,  notadamente a eólica e a solar.

“Temos investido pesado para apoiar esses setores com soluções para esses mercados, é necessário controlar, entender e gerenciar esses ativos, pois estão espalhados pelo país em grandes áreas e essa operação precisa ser eficiente, é onde entra a tecnologia”, destacou ele...

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53217962/renovaveis-estao-no-foco-da-honeywell-em-energia-eletrica

Especialistas acreditam que usinas Waste-to-Energy deverão avançar no Brasil

Usinas Waste-to-Energy, aquelas que geram energia elétrica a partir da queima de resíduos sólidos urbanos, ganham cada vez mais espaço no mercado externo. Aqui no Brasil, o modelo ainda não tem tanto destaque, mas especialistas acreditam que o País deverá avançar nesse sentido.

Diante deste cenário, o Presidente Executivo da ABREN e do WtERT Brasil, Yuri Schmitke, vê três grandes desafios para o Brasil em relação a questão das usinas Waste-to-Energy. “O primeiro desafio é o cumprimento da legislação por parte dos municípios, em segundo a necessidade de contratação por meio de leilões para viabilizar os projetos e por último temos que cumprir no Brasil as metas do Planares. Eu vejo a necessidade do setor elétrico conversar e estar alinhado com o Planares. Esse plano precisa ser cumprido”, disse.

Vale lembrar que o Plano Nacional de Resíduos Sólidos (PLANARES) foi elaborado por meio de Acordo de Cooperação Técnica entre o Ministério do Meio Ambiente e a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (ABRELPE), e traz diretrizes, estratégias, ações e metas para modernizar a gestão de resíduos sólidos no País…

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53217908/especialistas-acreditam-que-usinas-waste-to-energy-deverao-avancar-no-brasil

Índice mostra que América Latina ainda precisa criar condições para transição

A Siemens Energy e a consultoria de gestão estratégica global Roland Berger preparam o Índice de Prontidão para a Transição Energética na América Latina. O estudo é resultado do feedback de cerca de 530 líderes empresariais regionais e globais, formuladores de políticas e representantes governamentais de vários setores que participaram da Latin America Energy Week 2022. O relatório, que descreve a prontidão em uma escala de 0 a 100%, apontou que a região atualmente está na posição de 22% no Índice.

O percentual indica que, embora a América Latina tenha uma base sólida para ampliar sua influência na transição global da energia, a região precisará criar as condições certas para isso, com maior integração regional que tornem as exportações de energia limpa uma prioridade estratégica. A pesquisa agrupou as respostas dos especialistas em cada uma das 12 prioridades energéticas-chave predeterminadas, combinando o progresso de cada prioridade com uma avaliação da sua respectiva importância, medida pela importância média de todas as prioridades…

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53217887/indice-mostra-que-america-latina-ainda-precisa-criar-condicoes-para-transicao