08/06/2022

Renova já planeja vida pós-recuperação judicial

A Renova Energia deu mais um passo para deixar a recuperação judicial para trás, com duas iniciativas conjuntas que reduziram o endividamento da empresa em R$ 1 bilhão. A empresa concluiu a venda de 100% de participação no Complexo Hidrelétrico Serra da Prata (Espra), antiga Enerbrás, para a Vinci Partners por R$ 265,8 milhões, ao mesmo tempo que a Angra Partners confirmou a conversão de passivo de R$ 770 milhões em ações na companhia, tornando-se acionista majoritária.

O dinheiro da venda da Esbra, que reúne três pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) localizadas na Bahia e que somam 41,8 megawatts (MW), será destinado à quitação de uma dívida de R$ 228,1 milhões com o BTG Pactual, como parte do cumprimento do acordo com credores.

Assim, a Renova Energia fica com um perfil de endividamento que pode permitir concluir o processo de recuperação judicial, previsto para ocorrer no fim deste ano, e iniciar novo processo de crescimento, a partir de seu único ativo operacional, o complexo eólico Alto Sertão III, com 432,7 megawatts (MW) de capacidade instalada...

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=346858&sid=105

Governo trabalha para ter esboço de renovações de distribuidoras de energia até agosto

O Ministério de Minas e Energia pretende ter, até o final de agosto, um esboço dos parâmetros para o próximo ciclo de renovações de concessões de distribuidoras de energia, que começa em 2025, disse nesta quarta-feira a secretária-executiva da pasta, Marisete Pereira.

Ela disse que o governo trabalha com um “cronograma desafiador” para essas renovações, mas que já tem conversas com a Agência Nacional de Energia Elétrica e com a associação das distribuidoras para pensar no futuro do segmento em meio à abertura do mercado livre, que tem impacto sobre o mercado regulado das distribuidoras.

Reportagem da Reuters em abril mostrou que governo e empresas do setor elétrico começam a se preparar para um novo ciclo de renovação que ocorrerá entre 2025 e 2030, discutindo um alinhamento das empresas ao novo papel da distribuição de energia em um mercado totalmente livre.

Em participação no Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico, a secretária disse ainda que o governo espera que o Congresso avance com a votação do projeto de modernização do setor elétrico.

Segundo ela, a pressão atual de custo de energia deve sensibilizar os parlamentares da importância da reforma do marco legal setorial.

Fonte: Isto É Dinheiro

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https://www.istoedinheiro.com.br/governo-trabalha-para-ter/

O Ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, reconheceu o protagonismo que a geração distribuída (GD) vem ganhando no Brasil. Segundo o representante do governo, a modalidade tem gerado "emprego e renda para as pessoas". Ele ainda disse que o setor elétrico é um porto seguro para os investidores.

"A GD ganha cada vez mais destaque no país, evidenciado pelo rápido crescimento", disse em mensagem enviada por vídeo para a abertura do Encontro Nacional do Setor Elétrico (ENASE), maior evento político e regulatório do segmento, realizado pelo Grupo Canal Energia by Informa Markets, nesta quarta-feira (08/06).

Também no evento, a secretária-executiva do ministério de Minas e Energia (MME), Marisete Dadald, disse que "o consumidor não está só preocupado com o acesso a eletricidade, mas sim com todos os serviços que a eletricidade pode proporcionar", citando como exemplo o advento da mobilidade elétrica…

Fonte: Portal Solar

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Auren Energia compra fatia na Aquarela para ampliar portfólio da comercializadora

A Auren Energia, geradora controlada pelos grupos Votorantim e o canadense CPP Investments, anunciou nesta terça-feira a compra de uma participação minoritária de 28,3% na Aquarela Inovação Tecnológica, em um movimento que visa ampliar o portfólio de produtos e soluções de sua comercializadora de energia.

Os planos envolvem o desenvolvimento de negócios utilizando a expertise da empresa de ciência de dados e inteligência artificial, que está em fase “scale up”, que poderiam ser ofertados a geradores ou consumidores de energia, disse à Reuters Raul Cadena, vice-presidente de Clientes e Comercialização da Auren.

“Geralmente as pessoas olham a comercializacão e pensam no trading de curto prazo, compra e venda de energia… Se for para fazer só isso, você nunca vai ser relevante… Agregando mais serviços, tecnologia, alavacamos nosso diferencial competitivo.”

Ele afirma que a Aquarela tem hoje apenas um produto voltado ao mercado de energia –um robô focado no “trading” de energia de curto prazo desenvolvido para a Auren–, mas ressalta que a startup trabalha com projetos em vários outros setores que poderiam ser transpostos para as demandas do setor elétrico…

Fonte: Isto É Dinheiro

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https://www.istoedinheiro.com.br/auren-energia-compra-fatia/

A comercializadora de energia RBE, empresa do Grupo HCS, firmou um contrato de longo prazo (PPA) com a geradora AES Brasil. O volume negociado foi de 20 MW médio pelo período de 10 anos. Segundo o diretor-executivo da RBE, Álvaro Garske Scarabelot, o negócio reforça o posicionamento do grupo em investimentos no segmento de energia elétrica.

“A aquisição está em sintonia com nosso planejamento de longo prazo que prevê um forte crescimento da carteira de clientes nos próximos anos, acompanhando a abertura do mercado livre de energia, além de estar alinhada com a nossa pauta ESG”, declarou Scarabelot.

“Dentre as estratégias, a aquisição garante o suprimento de energia para os clientes de uma futura plataforma varejista em desenvolvimento”, revelou o executivo.

Além de aquisições no formato PPA, a RBE também está investindo em projetos de geração. Há pelo menos 1.000 MW em projetos de energia limpa como solar, eólica e de pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) em estudos de viabilidade pela empresa.

“Todos esses temas estão de acordo com as estratégias traçadas após a última reestruturação realizada no ano passado”, explicou Scarabelot. Desde então, a empresa tem feito investimentos em processos, automatizações, digitalização e em uma nova política de risco...

Fonte: Portal Solar

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Mês de maio registra acréscimo de 601,5 MW na matriz elétrica

As usinas liberadas pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) para operação comercial em maio totalizaram um aumento de 601,5 MW na potência instalada no Brasil. Segundo a Agência, este é o melhor resultado mensal alcançado no ano até o momento.

De janeiro a maio de 2022, a expansão obtida foi de aproximadamente 2.162 MW. Ainda de acordo com a ANEEL, o incremento verificado em maio foi de:

387,2 MW em usinas termelétricas;

144 MW em plantas eólicas;

40,7 MW em empreendimentos fotovoltaicos, e;

29,5 ME em pequenas centrais hidrelétricas.

A Agência apontou ainda que os acréscimos foram realizados nos estados da Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Norte, Roraima e São Paulo.

A expansão da geração este ano ocorreu, até o momento, em 13 estados de quatro regiões brasileiras. Atualmente, a Bahia e o Rio Grande do Norte respondem por 43,9% (950,1 MW) da potência instalada no Brasil em 2022…

Fonte: Canal Solar

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A Aneel aprovou a extensão dos prazos de outorga de 34 hidrelétricas e de nove pequenas centrais hidrelétricas participantes do Mecanismo de Realocação de Energia, que fecharam acordo para repactuação do risco hidrológico.

As UHEs terão de assinar termos aditivos aos contratos de concessão em data estabelecida pela agência reguladora, um procedimento que não é necessário no caso das autorizações das PCHs. Os prazos variam de 38 dias a 2.555 dias. O processo exige a renúncia a ações judiciais em andamento ou a futuros questionamentos nas esferas administrativa e judicial.

Fonte: Canal Energia

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A Copel realizou a entrega de mais três subestações que irão aumentar a confiabilidade do sistema, reduzindo desligamentos e oscilações de energia. As novas unidades ficam em Mandirituba, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), em Salto do Itararé, no Norte Pioneiro, e em Sapopema, no Norte do Paraná.

São quase R$ 16 milhões de investimento para atender diretamente 13,6 mil domicílios. De acordo com a Copel, a construção de SEs de pequeno porte é, juntamente com os investimentos em automação, uma estratégia importante para garantir que os pequenos municípios tenham uma qualidade de serviços equivalente à dos grandes centros. As três subestações concluídas recentemente operam em 34,5 mil volts, e possuem 7 MVA de potência instalada cada uma.

Semelhante a estas unidades, ainda este ano deve entrar em operação a subestação de Lapa, também na RMC, com investimento de cerca de R$ 5 milhões para atendimento a 1,5 mil imóveis, e a de Serranópolis, no Oeste do Estado, que irá atender 2,3 mil domicílios, com investimento de R$ 4,5 milhões. Já no Oeste, Ibema deve receber uma subestação de grande porte ainda em 2022, assim como Pato Branco, na região Sudoeste. São obras que chegam perto de R$ 40 milhões para o abastecimento de mais de 11 mil unidades consumidoras (cada)...

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53214293/copel-conclui-mais-tres-subestacoes-no-parana