09/08/2021

Crise hídrica afeta resultado de geradores

A pior seca dos últimos 91 anos pegou em cheio as companhias de energia mais expostas à geração hídrica, ao mesmo tempo em que beneficiou as que concentram seus negócios na geração termelétrica.

Embora estejam acostumadas a lidar com riscos associados à fonte hídrica, geradoras de energia como Cesp, AES Brasil e Engie viram uma piora de seus resultados no segundo trimestre - e analistas apontam que o pior ainda está por vir. A expectativa é de que o terceiro trimestre, marcado pelo período seco, seja mais desafiador.

As geradoras hidrelétricas já vinham se preparando para equacionar seus balanços energéticos, comprando energia desde o ano passado para zerar posições que pudessem deixá-las expostas ao mercado de curto prazo. No entanto, o agravamento mais acentuado do risco hidrológico (GSF) fez com que elas tivessem que comprar mais energia, a preços elevados...

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=340692&sid=105

A inteligência artificial (IA) se tornou uma premissa fundamental a modernização dos negócios. No mercado de energia, em especial, ela é vista como tecnologia-chave para alavancar o desenvolvimento, elevar a qualidade do atendimento ao cliente e impulsionar a transformação energética, promovendo a sustentabilidade.

Em sintonia com essa ideia, o Grupo Energisa criou o Energisa Digital Labs, o primeiro centro de pesquisa dedicado a advanced analytics e inteligência artificial do setor elétrico brasileiro. Prevendo investir R$ 350 milhões em inovação entre 2020 e 2021, a companhia busca desenvolver soluções avançadas para os desafios do setor.

“O futuro do setor elétrico depende de soluções inovadoras com o uso de tecnologias e novas metodologias que estimulam a agilidade e a criatividade dos nossos colaboradores. O Energisa Digital Labs representa a síntese da inovação que sempre esteve presente em nosso DNA”, afirma Lucas Pinz, diretor de Estratégia, Inovação e Novos Negócios do Grupo Energisa...

Fonte: Época Negócios

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https://epocanegocios.globo.com/Publicidade/Energisa/noticia/2021/08/inteligencia-artificial-fomenta-inovacao-no-setor-eletrico.html

A empresa JA Solar Brasil, braço da fabricante chinesa focada em equipamentos fotovoltaicos, desenhou uma estratégia nova para agir no mercado do Brasil, que já rende resultados. A JA Solar Brasil está com a atenção voltada para a comercialização de produtos para distribuidores de equipamentos e desenvolvedores de grandes projetos, levando em consideração também o atendimento aos integradores.

O country manager da JA Solar Brasil, Fernando Castro, sem citar números, disse que as vendas triplicaram no primeiro semestre do ano. Em 2020, a empresa comercializou aproximadamente 180 megawatts (MW) em módulos fotovoltaicos no Brasil.

Mesmo com o crescimento, Castro contou ao InfoSolar que o volume está distante dos principais competidores. A JA Solar deseja estar entre os líderes de vendas no país, sendo que a meta é comercializar, por ano, 1.000 MW em módulos solares até o ano de 2024...

Fonte: Portal Solar

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https://www.portalsolar.com.br/blog-solar/empresas-de-energia-solar/ja-solar-foca-expandir-se-no-mercado-brasileiro-a-partir-de-nova-estrategia.html

Orizon se associa a ABREN e vai construir unidade de tratamento térmico

A Orizon Valorização de Resíduos se uniu à Associação Brasileira de Recuperação Energética de Resíduos (ABREN), por meio da sua subsidiária FOXX URE Barueri, e começará a construir no segundo semestre de 2021 a primeira unidade de tratamento térmico de resíduos do Brasil. A empresa traz uma inovação tecnológica para o mercado nacional que irá transformar por dia 870 toneladas de lixo urbano em energia elétrica.

De acordo com a empresa, a iniciativa incentiva o desenvolvimento de uma nova linha de atuação para o setor de resíduos e a diversificação da matriz energética brasileira. A planta, que será instalada em Barueri, São Paulo, é muito utilizada na Europa, com a tecnologia Waste to Energy. Amplamente reconhecida como alternativa de tratamento de resíduos em grandes centros urbanos, a tecnologia utiliza pequenas áreas em sua instalação. A solução também atende aos mais rígidos padrões de segurança do mundo, com as mais avançadas tecnologias para o processo térmico, filtragem e controles de emissões…

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53182980/orizon-se-associa-a-abren-e-vai-construir-unidade-de-tratamento-termico

Elgin lança inversor com sistema de “internet das coisas” para projetos solares

A Elgin, distribuidora de equipamentos fotovoltaicos, acaba de lançar no país um micro inversor de 2000 w com tecnologia de IoT (Internet das Coisas) para os projetos de energia solar em telhados e pequenos terrenos de consumidores residenciais e empresariais.

Segundo a Elgin, a tecnologia do novo micro inversor, equipamento que converte a corrente elétrica dos painéis solares para uso doméstico e empresarial, consegue comunicar diretamente com a internet, redes IEEE 802.11 b/g/n e não necessita de um comunicador intermediário no caso do sistema com a tecnologia WIFI (PLC ou DTU). O micro inversor é um equipamento com a mesma funcionalidade que um inversor convencional (também conhecido como inversor string) que possui um hardware bem compactado devido a sua forma de instalação. O equipamento é capaz de criar ramal e diminuir o tamanho das potenciais fotovoltaicas (Fileiras), ideais para recortes de telhados que inversores tradicionais não atendem com uma eficiência razoável...

Fonte: Canal Energia

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Enel vende participação de 50% da Open Fiber por 2,65 bilhões de euros

A italiana Enel decidiu vender sua participação de 50% na Open Fiber por 2,65 bilhões de euros. A empresa irá vender 40% do capital social da Open Fiber para a Macquarie Asset Management, o que representa uma contraprestação de 2,120 bilhões de euros, e os 10% restantes para o CDP Equity por 530 milhões de euros.

O fechamento da transação está previsto para o último trimestre deste ano e está sujeita a uma série de condições, incluindo a obtenção, por parte dos bancos que concederam empréstimos para a Open Fiber, das renúncias necessárias para a transferência para a Macquarie Asset Management da participação de 40% da Enel na Open Fiber.

Entre as condições para conclusão do negócio está ainda a obtenção de autorizações administrativas necessárias para concluir a transferência de toda a participação da Enel na Open Fiber para a Macquarie Asset Management e para a CDPE, especificamente em relação ao procedimento Golden Power junto à Presidência do Conselho de Ministros da Itália e à autorização a ser emitida pela Autoridade Antitruste da União Europeia.

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53183078/enel-vende-participacao-de-50-da-open-fiber-por-265-bilhoes-de-euros