09/04/2021

Hitachi ABB Power Grids inova com Subestação Digital Inteligente

A Hitachi ABB Power Grids anunciou o lançamento de sua oferta de Subestações Digitais Inteligentes que consiste na tecnologia de subestações digitais com as exclusivas capacidades preditivas, prescritivas e prognósticas da solução Lumada Asset Performance Management (APM) da Hitachi, líder de mercado.

Segundo a empresa, a Subestação Digital Inteligente faz parte de uma nova onda de inovação que começou com a recém anunciada integração do software Digital Enterprise da Hitachi ABB Power Grids no ecossistema Lumada da Hitachi.

Ao substituir os fios de cobre por cabos de fibra óptica, a Subestação Digital Inteligente permite às empresas reduzir sua emissão de carbono com um local menor e planejar os próximos passos em sua jornada digital empregando tecnologia digital e análise em suas operações atuais. Os operadores estão agora capacitados com mais dados sobre todos os aspectos de suas instalações – desde a composição do isolamento de um disjuntor (uma bandeira vermelha para possíveis falhas catastróficas) até o uso de imagens de vídeo não estruturadas para ajudar a determinar a probabilidade de paradas não planejadas para equipamentos primários em toda a subestação, destacou a companhia...

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53168929/hitachi-abb-power-grids-inova-com-subestacao-digital-inteligente

Apagão atinge novamente o Amapá e deixa 13 de 16 municípios sem luz

Um apagão atingiu pelo menos 13 dos 16 municípios do Amapá na noite desta quinta-feira, 8. O blecaute começou às 18h34. A recomposição da energia foi reiniciada às 19h02, mas parte do Estado ainda está sem luz, de acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

"O ONS reitera que, assim que identificou o problema, atuou prontamente para restabelecer o mais rápido possível o fornecimento de energia na região. O ONS avaliará as causas da ocorrência junto aos agentes envolvidos", disse o operador, em nota oficial.

A Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA), distribuidora que atua no Estado, informou, em nota, que o apagão não foi causado por problemas de distribuição.

Segundo a empresa, o problema teria ocorrido em uma linha de transmissão de 230 kv no trecho entre Jurupari e Laranjal do Jari, divisa entre o Pará e o Amapá. De acordo com a CEA, houve interrupção do serviço em todo o Amapá, exceto no município de Oiapoque...

Fonte: Abinee - O Estado de SP

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=337630&sid=105

Votação no Congresso reacende debate sobre geração distribuída

O debate sobre a geração distribuída de energia voltou a esquentar com as sinalizações de que a Câmara dos Deputados poderá colocar em votação, em breve, o Projeto de Lei (PL) 5.829/19, que institui um marco regulatório para o segmento.

Em paralelo, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), pressionada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), está avançando com a revisão das regras aplicáveis à micro e minigeração distribuída. Na semana passada, a área técnica da agência concluiu sua avaliação e optou por um cenário que desagradou os agentes atuantes nesse mercado.

PL 5829/2019 cria marco regulatório para a modalidade e mantém subsídios que opõem alas do setor elétrico

Ontem, diferentes lados da história vieram a público divulgar seus cálculos sobre o impacto da geração distribuída para o setor elétrico nos próximos anos. Em ambos os casos, as cifras alcançam vários bilhões de reais - mas com sinais trocados...

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=337603&sid=105

Subsídio à geração distribuída pode ter impacto de R$ 135 bi nas tarifas em 30 anos, aponta estudo

A expansão da geração distribuída - modalidade na qual consumidores instalam seu próprio sistema de produção de energia, normalmente painéis solares - pode provocar um impacto bilionário na conta de luz nos próximos 30 anos, de pelo menos R$ 135 bilhões em subsídios acumulados, trazidos a valores atuais, caso o projeto de lei 5.829/2019, em discussão na Câmara dos Deputados, seja aprovado. A estimativa é das consultorias PSR e SiglaSul. Em valores nominais, o valor chegaria a cerca de R$ 500 bilhões até 2050, sem contar os impostos.

Segundo o diretor-presidente da PSR, Luiz Augusto Barroso, a estimativa pode ser considerada um piso, uma vez que projeções de crescimento da modalidade em todo mundo e também no Brasil têm se mostrado conservadoras diante da efetiva expansão exponencial desses sistemas. O montante, destacou, equivale a quatro anos do Bolsa Família para 15 milhões de brasileiros, ou valor suficiente para pagar por três anos um auxílio emergencial de R$ 258 para 46 milhões de brasileiros…

Fonte: Abinee - O Estado de SP

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CCEE indica que, nos primeiros quinze dias de março, geração fotovoltaica passou por um crescimento de 18,2%

De acordo com os números divulgados pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), na primeira quinzena de março, a geração de energia fotovoltaica cresceu 18,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. As usinas solares brasileiras marcaram 735 megawatts médios, ao passo que, na mesma quinzena de 2020, 622 megawatts médios foram registrados.

As usinas hidráulicas diminuíram sua produção em 7,8%, enquanto as outras fontes apontaram um crescimento, segundo a CCEE. Em relação ao mesmo período de 2020, as eólicas apresentaram um volume 117,1% superior, mais do que dobrando a sua geração. As térmicas aumentaram a sua produção em 36,6%.

Na comparação entre os primeiros quinze dias de março de 2021 e de 2020, ao todo, a geração de energia passou por um aumento de 1,8%. Somadas às importações, as usinas que fazem parte do Sistema Interligado Nacional (SIN) produziram 69.992 MW médios no período…

Fonte: Portal Solar

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Eletrobras e Cepel assinam acordo com Siemens para domínio do ciclo do hidrogênio verde

A Eletrobras, a Siemens Energy e o Cepel concluíram a assinatura de um memorando que estabelece a realização conjunta de estudos para obtenção do domínio do ciclo tecnológico completo do hidrogênio verde no Brasil, desde sua produção até o consumo, em dimensão de uma planta de produção piloto escalável, que permitirá expansões futuras e atividades complementares. A partir dos resultados dos estudos, as empresas envolvidas poderão avançar para a implantação de uma usina de produção de H2 em escala comercial, que produzirá hidrogênio com pegada de carbono zero.

A Eletrobras tem o crescimento de forma sustentável entre suas diretrizes estratégicas e, neste sentido, tem interesse em avaliar as variáveis críticas para o domínio do ciclo tecnológico do H2. O Cepel, braço tecnológico da Eletrobras, estuda a produção de hidrogênio através do processo de eletrólise há duas décadas e vem atuando nos aprofundamentos de pesquisas para avanços práticos no domínio deste modelo de negócio…

Fonte: Canal Energia 

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Arábia Saudita assina acordos para 7 novos projetos de energia solar, diz SPA

A Arábia Saudita assinou contratos de compra de energia com sete novos projetos de geração solar, que vão fornecer eletricidade a mais de 600 mil domicílios, disse a agência de notícias estatal SPA nesta quinta-feira, citando o príncipe herdeiro Mohammed bin Salman.

Os novos projetos, que se somarão aos projetos de energia solar de Sakaka e de energia eólica de Dumat al-Jandal, terão capacidade de mais de 3.600 megawatts (MW), acrescentou Salman.

Sakaka, primeiro projeto de energia renovável da Arábia Saudita, foi inaugurado na quinta-feira. A instalação desenvolvida pela Acwa Power, empresa que tem o fundo soberano saudita como coproprietário, possui capacidade de 300 MW.

“Esses projetos, junto com outros projetos de energia renovável que estão sendo desenvolvidos pelo reino, constituem elementos essenciais de nossos planos, que buscam otimizar a matriz energética usada na produção de eletricidade”, disse o príncipe herdeiro...

Fonte: Isto É Dinheiro

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https://www.istoedinheiro.com.br/arabia-saudita-assina-acordos/

Usinas nucleares: para continuar a existir, elas terão que se reinventar

Trinta e cinco anos depois do maior acidente nuclear da história, na cidade de Chernobyl, na Ucrânia, então parte da União Soviética, seus impactos ainda são sentidos. Em abril de 1986, uma sucessão de falhas técnicas e erros humanos resultou na explosão de um reator na usina, que acabou por espalhar radiação pela região, ameaçando toda a Europa. Parcialmente ocultado pelas autoridades soviéticas à época, o vazamento poderia ter sido muito pior se um grupo de trabalhadores locais não tivesse sacrificado a saúde — e em muitos casos a própria vida — para isolar o reator. Apesar disso, uma área de 2 600 quilômetros quadrados, mais que o dobro da cidade do Rio de Janeiro, continua inabitável. No entanto, mesmo à sombra deste caso — e de outro desastre igualmente grave ocorrido em Fukushima, no Japão, dez anos atrás —, as usinas nucleares ainda pulsam: respondem atualmente por cerca de 10% da eletricidade do planeta, suprindo lares, escritórios, hospitais e fábricas em diversas partes do mundo. São tidas como uma fonte energética que confere estabilidade à malha elétrica, evitando os chamados apagões…

Fonte: Veja

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https://veja.abril.com.br/economia/usinas-nucleares-para-continuar-a-existir-elas-terao-que-se-reinventar/