09/03/2022

Boicote deve provocar inflação e acelerar mudanças na matriz energética europeia

O impacto global da suspensão da importação do petróleo russo vai depender ainda do tempo que perdurar a decisão dos EUA e do Reino Unido e da adesão de outros países à medida. Por enquanto, é certo que a tendência de alta no preço do petróleo seguirá – provocando inflação e segurando a recuperação da economia pós-covid – e a matriz energética do mundo, principalmente da União Europeia, se transformará.

A Rússia hoje exporta pouco menos de 10% do petróleo consumido globalmente. O corte dos EUA deve corresponder a aproximadamente 7% das vendas internacionais russas. É um volume considerado pequeno, que poderia ser enviado a outro mercado, como a China, e substituído pelo Irã. O problema é que mudar o destino do petróleo não é simples e depende, por exemplo, da adaptação de refinarias – e uma alteração como essa levaria meses. Portanto, não há como evitar a alta na cotação do barril, que pode “perfeitamente” chegar a US$ 200, diz Ruy Alves, diretor da Kinea Investimentos...

Fonte: Abinee - O Estado de SP

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=345060&sid=105

Escalada em sanções eleva risco de choque global em energia

A pressão econômica do Ocidente contra a Rússia teve uma escalada ontem com a decisão do governo americano de proibir a importação de petróleo, gás e carvão russos. O Reino Unido prometeu acompanhar a medida. A União Europeia anunciou plano para cortar as importações de gás russo em dois terços, gradualmente. Em reação, Vladimir Putin assinou decreto que proíbe a importação e exportação de matérias primas até o fim do ano. A extensão das sanções ao setor de energia e a retaliação da Rússia elevam o risco de choque global na área. A disparada no preço de petróleo deve acelerar a transição na matriz energética da Europa.

O presidente americano, Joe Biden, suspendeu ontem a importação de petróleo, gás e carvão da Rússia. O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, prometeu fazer o mesmo até o fim do ano. Já a União Europeia não chegou a tanto, mas apresentou um plano para cortar as importações de gás da Rússia em dois terços. Moscou respondeu que pretende retaliar as medidas e ameaçou cortar o fornecimento de gás natural dos europeus...

Fonte: Abinee - O Estado de SP

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Solar Group anuncia novo CEO e prevê investimento de R$ 18,7 milhões

A Solar Group, fabricante especializada em sistemas de fixação para o mercado de energia solar, anunciou a contratação de Maurício Cunha como o novo CEO da companhia.

O executivo possui 20 anos de atuação em multinacionais e companhias do setor de energia, com passagens em empresas como ABB e Engie.

Segundo a empresa, a chegada de Cunha visa ampliar os negócios de estruturas metálicas para projetos fotovoltaicos nos mercados brasileiro e sulamericano, bem como fortalecer as equipes comerciais, de produção e de engenharia.

Além disso, a movimentação da companhia tem como objetivo atender o crescimento dos pedidos e atingir a meta de crescimento de 200% no faturamento este ano...

Fonte: Canal Solar

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Omega Energia assina acordo para compra do complexo eólico Assuruá por R$ 262 milhões

A Omega Energia assinou nesta segunda-feira (7) um acordo vinculante para adquirir todos os direitos e obrigações do complexo eólico Assuruá, na Bahia, em operação, no valor de, pelo menos, R$ 262 milhões.

Segundo a companhia, o negócio será concretizado por meio da compra de debêntures conversíveis de emissão do ativo Assuruá 4, equivalente a 20% do capital total, e do ativo Assuruá 5, com conversão correspondente a 40% do capital total, por meio do pagamento de R$ 57,2 milhões.

Também haverá incorporação da sociedade titular das debêntures remanescentes, na qual a Omega emitirá 14,4 milhões de novas ações a serem atribuídas aos atuais debenturistas. Por fim, a companhia pagará parcelas anuais de pouco mais de R$ 51,2 milhões para fazer frente aos prêmios de desenvolvimento dos ativos e expansões…

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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Mercado livre de energia e os desafios da era digital

Apesar de o Brasil ter uma vasta área para poder aproveitar a energia eólica e a energia solar, ainda assim é um país de dimensões continentais que depende muito da energia vinda de hidrelétricas. Para economizar água dos reservatórios, o governo federal aumentou a geração de energia usando usinas termoelétricas.

É uma solução eficiente, porém com custos maiores, que variam de acordo com cada usina e combustível utilizado. De acordo com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, esse valor, em maio de 2021, era de R$ 8 por MWH. Em outubro este valor saltou para R$ 115 por MWH.

Com esse contexto, é importante pensar no mercado livre de energia ou Ambiente de Contratação Livre (ACL). O objetivo do ACL é aumentar as ofertas do mercado de energia.

Ele é vantajoso para o meio ambiente, já que é possível contratar energia de diversas fontes, como eólica, solar, pequenas usinas e empresas comercializadoras de energia. Além disso, a gestão de controle de energia é mais eficiente, pois há várias empresas administrando as infraestruturas. E, como no mercado livre de energia não existem as bandeiras tarifárias, o consumidor paga menos…

Fonte: Abinee - O Estado de SP

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Huawei e Ecori firmam acordo para parceria de equipamentos fotovoltaicos

A Huawei, a HDT Energy e a Ecori Energia Solar assinaram, nesta terça-feira (8), um MOU (Memorando de Entendimento) para distribuição de inversores para instalações comerciais e industriais de sistemas fotovoltaicos.

Com a parceria, a Ecori passa a comercializar e distribuir os inversores, otimizadores e baterias da Huawei em todo mercado brasileiro, expandindo seu portfólio de produtos para além das soluções MLPE (Module-Level Power Electronics).

“Já existe na operação comercial da Ecori outras soluções de strings. Há alguns anos surgiu a Outlet Solar, que tinha como parte de seus acionistas a Ecori. Agora a Outlet Solar continua existente como marca e essa operação comercial é incorporada à Ecori”, afirmou Rodrigo Matias, diretor comercial da Ecori...

Fonte: Canal Solar

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https://canalsolar.com.br/huawei-e-ecori-firmam-acordo-para-parceria-de-equipamentos-fotovoltaicos/

Win quer vender 300 MW em kits solares este ano

A Win, distribuidora de equipamentos fotovoltaicos pertencente ao Grupo All Nations, espera triplicar o volume de vendas este ano em comparação com o resultado de 2021 e chegar a um montante de 300 MW em kits solares comercializados este ano no País. Nos últimos 12 meses, foram 5,5 mil projetos vendidos pela companhia para as empresas de instalação e projetos de energia solar em residências e empresas. No total, foram entregues mais de 200 mil painéis fotovoltaicos ao longo de 2021.

Uma das apostas da companhia para este ano é trazer ao mercado nacional geradores mais potentes do que os usuais, como por exemplo, os módulos de 605 W, que a companhia acaba de receber no estoque. A companhia também espera um crescimento na demanda por novas tecnologias como inversores híbridos, soluções com bateria para armazenamento energético, carregador de carro elétrico e novas opções de otimizadores para controle de consumo de energia...

Fonte: Canal Energia

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Equatorial vai construir subestação no Pará

O Grupo Equatorial Energia anunciou para outubro o início da construção de uma nova subestação na cidade de Alter do Chão (PA). O investimento de aproximadamente R$ 10,3 milhões contempla 6,3 MVA de potência adicional para cerca de 27.600 clientes da concessionária no oeste paraense, com a conclusão prevista para janeiro de 2023.

Segundo a companhia, o empreendimento está projetado para operar com tecnologias avançadas em alta tensão e com sistema automático de recomposição em casos imprevistos. A comunicação via fibra óptica terá monitoramento 24 horas realizado através do Centro de Operações Integradas da Equatorial Pará. Outra tecnologia presente será a de medição operacional, a qual ajudará no controle de demanda de combate a perdas de energia na localidade, melhorando a classificação da distribuidora nesses indicadores.

A implementação será realizada em uma área próxima do Sairódromo e prevê uma estrutura modular híbrida com duas saídas de alimentadores em 13,8 KV para área urbana e proximidades do distrito. A interligação do ativo acontecerá pela construção de um alimentador de 34 km em 34,5 KV, entre as SEs Belterra (fonte) e Alter do Chão (carga).

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53204344/equatorial-vai-construir-subestacao-no-para

Conferência Internacional deve propor fim da iluminação fluorescente com mercúrio

Na próxima Conferência das Partes da Convenção de Minamata sobre Mercúrio, em março de 2022, 137 países votarão em uma proposta para eliminar a iluminação fluorescente que contém mercúrio. Se adotada, a emenda evitaria 3,5 gigatoneladas de emissões de CO2, ao mesmo tempo em que eliminaria 232 toneladas de poluição por mercúrio e reduziria o uso global de eletricidade em 3% entre 2025-2050. A Convenção de Minamata é um tratado global para proteger a saúde humana e o meio ambiente dos efeitos adversos do mercúrio. O texto da Convenção, conta hoje com cerca de 140 países ratificantes, incluindo o Brasil.

Para ajudar a divulgar a importância desta transição para o meio ambiente e saúde pública, diversas organizações se uniram na execução de um projeto de modernização do sistema de iluminação em hospitais de três países: Brasil, Filipinas e Nigéria. No Brasil, a iniciativa chamada Projeto Iluminação Livre de Mercúrio na Saúde – promovida pela Coalizão pela Iluminação Limpa (CLIC) e coordenada pelo Projeto Hospitais Saudáveis em colaboração com o Centro de Análise, Planejamento e Desenvolvimento de Recursos Energéticos do Instituto de Energia e Ambiente da USP, e a Rede Kigali – vai ocorrer no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu e será anunciada publicamente no dia 9 de março...

Fonte: Canal Energia

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China avalia comprar fatias de empresas russas de energia

A China considera comprar ou aumentar participações em empresas russas de energia e commodities, como a gigante de gás Gazprom e o produtor de alumínio United Co. Rusal Internacional, segundo pessoas familiarizadas com o assunto.

Pequim está conversando com empresas estatais, incluindo China National Petroleum, China Petrochemical, Aluminium Corp. of China e China Minmetals, sobre oportunidades de investimentos em empresas ou ativos russos, disseram as pessoas. Qualquer acordo seria para reforçar as importações da China enquanto o país intensifica seu foco em segurança energética e alimentar -- não como uma demonstração de apoio à invasão russa na Ucrânia, disseram as pessoas.

As discussões estão em estágio inicial e não necessariamente levarão a um acordo, disseram as pessoas, pedindo anonimato, já que as negociações não são públicas. Algumas conversas entre empresas de energia chinesas e russas começaram a ocorrer, segundo outras pessoas...

Fonte: Exame

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https://exame.com/mundo/china-avalia-comprar-fatias-de-empresas-russas-de-energia/

Swiss será primeira linha aérea do mundo a utilizar combustível solar

A Swiss International Air Lines será a primeira companhia a utilizar combustível solar no mercado de aviação. A tecnologia, desenvolvida pela empresa Synhelion, consiste em um querosene sintético neutro de carbono produzido por meio da energia solar concentrada. A aérea firmou um acordo para se tornar o primeiro cliente em 2023.

“Nossa parceria com a Synhelion é baseada em uma visão compartilhada de transformar voos neutros de carbono em operações regulares através do uso de combustível solar”, declarou o CEO da Swiss, Dieter Vranckx.

O CEO da Synhelion, Philipp Furler, afirmou que a tecnologia de querosene solar é um substituto econômica e ecologicamente viável para combustíveis fósseis. A companhia irá construir nesse ano a primeira planta de produção industrial do produto na Alemanha. Com o acordo, a Swiss e a Lufthansa Group auxiliarão o desenvolvimento de uma nova linha de produção na Espanha.

Fonte: Portal Solar

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https://www.portalsolar.com.br/noticias/tecnologia/curiosidades/swiss-sera-primeira-linha-aerea-do-mundo-a-utilizar-combustivel-solar

Itron and Utilismart collaborate on smart metering solution to bridge AMR-AMI gap

The solution, aimed at Canadian and US utilities, and cooperatives and municipal utilities in particular, is intended to extend the capabilities of automated meter reading (AMR) systems with advanced metering infrastructure (AMI) features.

As such it is intended for a variety of use cases. One is for utilities with an existing AMR system that does not provide the data necessary for complex industrial billing, such as interval billing data.

Another is for utilities with commercial/industrial customers who require daily consumption usage data and the presentment of that data for operational decisions.

A third is for utilities with AMR or AMI systems without voltage measurement capability which are implementing a conservation voltage reduction or volt-VAR optimisation programme by dropping in bellwether meters for the near real-time voltage information needed for system control...

Fonte: Smart Energy

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https://www.smart-energy.com/industry-sectors/smart-meters/itron-and-utilismart-collaborate-on-smart-metering-solution-to-bridge-amr-ami-gap/