09/02/2022

Sanção de nova lei cria corrida na área de geração própria

A sanção do marco legal da geração própria de energia, a geração distribuída, pelo presidente Jair Bolsonaro, em janeiro, criou um senso de urgência no desenvolvimento de novos projetos nessa área no país. O setor prevê uma “corrida pelo sol” este ano para garantir a gratuidade da cobrança da tarifa de uso da rede das distribuidoras, a chamada Tusd, até 2045. A pressa se explica porque os empreendimentos que pedirem conexão à rede elétrica até 12 meses depois da sanção da nova lei vão continuar isentos da cobrança da Tusd por 23 anos. O novo marco instituiu a cobrança gradual dessa taxa, a partir de 7 de janeiro de 2023, até chegar a 29% em 2030.

As mudanças tendem a fazer o setor dar um salto, com 100% de crescimento na capacidade instalada em 2022 em relação ao ano passado. Em 2021, o segmento tinha uma capacidade de 8 gigawatts (GW), número que deve passar para 16 GW neste ano. Essa capacidade é superior à potência total de Itaipu, de 14 GW. Porém a fonte solar é intermitente, o que significa que depende da radiação solar, que não é constante, para produzir energia elétrica...

Fonte: Abinee - Valor Econômico

Leia mais em:

http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=344526&sid=105

A regulamentação de energia eólica offshore

Atualmente, no Brasil, toda a geração de eletricidade renovável oriunda de fontes eólicas é decorrente de usinas terrestres (onshore), não havendo, até o momento, usinas marítimas (offshore) operantes - em que pese, segundo dados do IBAMA, existam em análise projetos de parques eólicos offshore com aproximadamente 46 gigawatts de potência, distribuídos por cerca de 23 projetos a serem desenvolvidos em diversos Estados brasileiros.

Há que se ressaltar também o potencial ainda adormecido de exploração do mercado de hidrogênio verde, incipiente no Brasil, o qual poderá aproveitar a energia eólica offshore para fins do processo de eletrólise (utilização da eletricidade para decompor a água em oxigênio e hidrogênio), o que poderia contribuir para um aumento maior dessa matriz no Brasil...

Fonte: Abinee - Valor Econômico

Leia mais em:

http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=344525&sid=105

Neoenergia mantêm certificações ISO nas distribuidoras

A Neoenergia foi reconhecida com a manutenção da certificação ISO 9001  para suas cinco distribuidoras– Neoenergia Coelba (BA), Neoenergia Pernambuco (PE), Neoenergia Cosern (RN), Neoenergia Elektro (SP e MS) e Neoenergia Brasília (DF). A certificação 10002 foi mantida para quatro empresas e a concessionária da capital federal será inserida na avaliação em 2022.

As empresas do grupo receberam 100% de eficiência nas certificadoras Fundação Vanzolini e BVC para as avaliações de qualidade e a AENOR (Asociación Española de Normalización y Certificación) destinada ao tema de tratamento de reclamações.

O resultado, explicou a empresa em comunicado, é atribuído ao processo de busca por inovação no modelo de auditoria interna, passando para uma forma mais colaborativa junto às áreas auditadas e formando parcerias contínuas para que o trabalho seja a cada dia mais sustentável...

Fonte: Canal Energia

Leia mais em:

https://www.canalenergia.com.br/noticias/53201842/neoenergia-mantem-certificacoes-iso-nas-distribuidoras

Agência estende outorgas de 15 hidrelétricas

A Agência Nacional de Energia Elétrica autorizou que 15 hidrelétricas incluídas no acordo do GSF tivessem os prazos de outorga estendidos. Dez dessas usinas são da AES Brasil e terão suas concessões prorrogadas até 2032. Os contratos das outras cinco, que pertencem a diferentes geradores, vão expirar entre 2037 e 2048.

Veja a lista:

UHE Agua Vermelha (AES Brasil) – 963 dias, até agosto de 2032

UHE Barra Bonita (AES Brasil) – 893 dias, até maio de 2032

UHE Bariri (AES Brasil) – 947 dias, até julho de 2032

UHE Ibitinga (AES Brasil) – 965 dias, até agosto de 2032

UHE Promissão (AES Brasil) – 1008 dias, até setembro de 2032

UHE Nova Avanhandava (AES Brasil) – 890 dias, até maio de 2032…

Fonte: Canal Energia

Leia mais em:

https://www.canalenergia.com.br/noticias/53201924/agencia-estende-outorgas-de-15-hidreletricas

EDP assume e Celg T passa a se chamar EDP Goiás

A EDP concluiu na última segunda-feira, 7 de fevereiro, a compra da de 99,99% das ações da Celg T pelo valor corrigido de R$ 2,1 bilhões. A estatal foi privatizada em outubro do ano passado, quando a empresa portuguesa deu o lance vencedor de R$ 1,97 bilhão, vencendo concorrentes como Cymi, Isa Cteep e MEZ. Com a conclusão da operação, a transmissora passa a se chamar EDP Goiás.

Durante a cerimônia, o CEO da EDP do Brasil, João Marques da Cruz, lembrou que o estado de Goiás cresce mais que média do país, assim como o consumo de energia. “É um estado em que a EDP quer estar, por isso concorremos à privatização e ganhamos”, afirmou. Segundo ele, hoje a EDP Goiás é uma boa empresa, mas quer deixá-la ainda melhor. Cruz prometeu investimentos de R$ 200 milhões na EDP Goiás, mas ressaltou que gostaria que a empresa investisse mais no estado, especificamente em geração solar. “Temos soluções e experiência em outros estados do Brasil que podemos aplicar aqui em cooperação ativa com o governo do estado”, acrescentou…

Fonte: Canal Energia

Leia mais em:

https://www.canalenergia.com.br/noticias/53201845/edp-assume-e-celg-t-passa-a-se-chamar-edp-goias

4D powerline digital twin solution launched

The Living Digital Twin introduces time as the fourth dimension to the traditional 3D digital twin model to provide a model which is continuously updated.

Sharper Shape’s CORE Living Digital Twin integrates aerial and ground data on powerline assets with third party data from sources such as weather satellites into a single artificial intelligence and machine learning-driven software platform that continuously updates the model as the surrounding environment and the asset itself changes.

Citing California’s extreme wildfire season as an example, Chris Beaufait, CEO of Sharper Shape, says that as global warming continues to threaten society, better decisions need to made.

“With this likely to be the new normal, utilities’ preventative maintenance, vegetation management and emergency response plans simply have to level up – and the real-time factor in digital twin technology will make a significant difference here.”...

Fonte: Smart Energy

Leia mais em:

https://www.smart-energy.com/digitalisation/4d-powerline-digital-twin-solution-launched/

Proposta de edital para o Leilão de Energia Nova A-4 de 2022 entra em consulta pública

A Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL abre na próxima quinta-feira (10/2) a Consulta Pública n° 03/2022, para sugestões da sociedade sobre a proposta da Agência para o edital do Leilão nº 3/2022-ANEEL, também chamado Leilão de Energia Nova A-4 de 2022. Previsto para 27 de maio, o leilão será promovido pela ANEEL com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Há 1.894 projetos cadastrados na Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e com possibilidade de participação no certame, totalizando 75.250 megawatts (MW) de potência.

O período de suprimento dos futuros Contratos de Comercialização de Energia Elétrica no Ambiente Regulado (CCEARs) depende da fonte energética. Para os projetos eólico e solar fotovoltaico, que reúnem 73.256 MW de potência cadastrados (97,35% do total), a possível contratação será na modalidade por quantidade com prazo de suprimento de 15 anos. Os projetos hidrelétricos, com 976 MW de potência cadastrados, também serão contratados por quantidade, com suprimento de 20 anos. Para a fonte termelétrica a biomassa, com 1.018 MW, os contratos serão por disponibilidade com suprimento de 20 anos…

Fonte: Aneel

Leia mais em:

https://bit.ly/3gz0Wci

Geradores eólicos investem em eficiência

Operadores de parques eólicos estão investindo em digitalização, operação remota e já falam em repotenciação de turbinas nos próximos anos em busca de mais eficiência. Empresas como a AES Brasil apostam em melhorias, já que têm a gestão próxima dos contratos de operação e manutenção, buscam implementar melhores práticas na gestão dos ativos eólicos e internalização de atividades-chave. Outras companhias, como a Renova, já revisam layouts para incremento de potência dos parques.

Do lado das fabricantes, a WEG Energia e a Siemens Energy são demandadas para serviços de melhorias de performance, automação da operação e manutenção preventiva de equipamentos para aumentar a produtividade e estender o tempo de operação de turbinas.

O diretor superintendente da WEG Energia, João Paulo Gualberto da Silva, conta que o mercado brasileiro é novo em relação aos mercados mais maduros, como EUA e Europa, e por isso bastante moderno, de modo que as tecnologias embarcadas nos aerogeradores já são automatizadas. Entretanto, houve mudanças de tecnologias de materiais e de cálculo computacional…

Fonte: Abinee - Valor Econômico

Leia mais em:

http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=344490&sid=105

Romagnole adquire Lupa Tecnologia

A Romagnole Produtos Elétricos anunciou na última sexta-feira, 4 de fevereiro, que adquiriu o controle acionário da Lupa Tecnologia e Sistemas. O negócio foi efetivado em dezembro, mas só agora, com a conclusão dos trâmites burocráticos, o assunto foi tornado público pela diretoria.

De acordo com a presidência da Romagnole, a operação está alinhada com o planejamento estratégico da companhia. Prestes a completar 60 anos de fundação, nos últimos anos a Romagnole vem investindo continuamente em inovação e tecnologia para atender às novas demandas e segmentos dentro do setor elétrico. Ao incorporar a Lupa Tecnologia, a empresa reforça sua estratégia de oferecer soluções para os mercados de eficiência energética, renováveis, planejamento e operação de sistemas elétricos, supervisão, controle e proteção de redes. Essas soluções contribuem para a melhoria da qualidade e confiabilidade dos serviços de energia elétrica oferecidos à sociedade...

Fonte: Canal Energia

Leia mais em:

https://www.canalenergia.com.br/noticias/53201728/romagnole-adquire-lupa-tecnologia