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09/02/2024

Demanda por energia elétrica bate recorde, mas ONS descarta risco 

A volta às aulas e as temperaturas elevadas levaram a demanda instantânea por energia elétrica a alcançar um novo recorde na quarta-feira (7). Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o patamar chegou aos 101.860 megawatts (MW) às 14h15 no Sistema Interligado Nacional (SIN). 
A demanda na ocasião foi atendida majoritariamente pela geração hidráulica e pela micro e minigeração distribuída. As renováveis estavam atendendo, naquele momento, 92,4% da carga. O recorde anterior era de 101.475 MW em 14 de novembro de 2023, quando uma forte onda de calor atingiu o país. À época, foi determinado o acionamento de termelétricas pelo calor elevado. 
Questionado sobre o risco de oferta, o ONS descartou a possibilidade. “O ONS reforça que faz a melhor gestão com os recursos disponíveis e que o SIN está preparado para atender às demandas de carga e de potência da sociedade.”…

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=358577&sid=105

Brasil sobe no ranking de liberdade do consumidor de energia

O Brasil demonstrou um progresso notável no ranking global de liberdade do consumidor de energia, marcando um avanço significativo na evolução do mercado energético do país. Esta melhoria é o resultado de medidas regulatórias inovadoras, implementadas pelo Ministério de Minas e Energia em 2018 e 2019, que expandiram o acesso dos consumidores ao mercado livre de energia elétrica.
Até 2019, somente aqueles com uma demanda energética superior a 3.000 kW tinham o direito de acessar o mercado livre. Contudo, a regulamentação foi progressivamente reduzida até 2023, quando o limite foi estabelecido em 500 kW, permitindo que uma parcela significativa dos consumidores brasileiros se beneficiasse dessa liberdade energética.
Apesar desses avanços, o Brasil ainda ocupa a 47ª posição em um ranking que inclui 56 países, revelando que há espaço para um maior crescimento nesse setor. Comparativamente, o país está atrás de nações como a Argentina, onde consumidores podem acessar o mercado livre com uma demanda acima de 300 kW, e em paridade com o Chile, onde consumidores com demanda superior a 500 kW já são elegíveis para o Ambiente de Contratação Livre (ACL)...

Fonte: Abinee - O Globo

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=358578&sid=105

Gerdau e Newave Energia lançam pedra fundamental para construção de usina de 420 MWp

A Gerdau e a Newave Energia realizaram, nesta quinta-feira (08), a assinatura do protocolo de instalação do Parque Solar Arinos, localizado em Arinos (MG), em cerimônia ocorrida na capital mineira.
O empreendimento, que tem capacidade para atingir 420 MWp, incluirá ainda uma subestação de energia. A usina é um dos projetos incluídos na lista de investimentos do PAC (Programa de Aceleração de Crescimento) anunciados pelo governo federal para o estado de Minas Gerais.
Segundo a empresa, a planta é uma iniciativa da Newave Energia, plataforma de energias renováveis na qual a Gerdau detém 33,33% de participação por meio de sua divisão de novos negócios, Gerdau Next.
Com investimento total estimado na ordem de R$ 1,5 bilhão, a previsão é de que o projeto seja concluído no fim de 2024 e crie aproximadamente 4 mil empregos diretos e indiretos, que vão contribuir para a renda e o desenvolvimento local pelas próximas décadas...

Fonte: Canal Solar

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https://canalsolar.com.br/gerdau-e-newave-energia-lancam-pedra-fundamental-para-construcao-de-usina-de-420-mwp/

As razões para a AES deixar o país – e os motivos que podem fazer a empresa permanecer

O grupo americano de energia AES tem muitos motivos para deixar o país – mas tem também boas razões para permanecer. Um fator relevante para ficar seria a entrada de um investidor financeiro no capital da AES Brasil, geradora que tem foco em energias renováveis, segundo fontes ouvidas pelo IM Business. A indicação é de que a companhia não visa, pura e simplesmente, se desfazer do ativo brasileiro. Segundo notícias veiculadas há pouco mais de uma semana, dois bancos – um local e outro estrangeiro – foram contratados para tocar o processo de venda da empresa.
Avalia-se que, no momento, ao menos dois fatores pesam contra a permanência da americana no país. De um lado, sua elevada dívida da geradora; de outro, a baixa representação dos resultados da AES Brasil no balanço consolidado da AES Corporation.
O balanço do terceiro trimestre trouxe que, em 30 de setembro, o endividamento líquido da controlada atingia R$ 8,7 bilhões e o grau de alavancagem chegava a 5,6 vezes (1,4 ponto percentual maior que um ano antes) pelo critério de dívida líquida sobre o Ebitda (sigla em inglês de lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado...

Fonte: Infomoney

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https://www.infomoney.com.br/business/as-razoes-para-a-aes-deixar-o-pais-e-os-motivos-que-podem-fazer-a-empresa-permanecer/

Copel investirá R$ 3 milhões para melhorar fornecimento de energia na área rural de Araucária

A Copel apresentou ao Procon Araucária na semana passada um plano de investimentos para melhorar a qualidade dos serviços de fornecimento de energia na área rural da cidade.
Pela proposta, a companhia investirá mais de R$ 3 milhões numa série de serviços para melhorar a rede de energia elétrica que abastece, principalmente, o interior de Araucária. A negociação visa também encerrar o procedimento administrativo aberto pelo Procon e que resultou numa multa à Copel.
O acordo apresentado pela companhia prevê a realização de 22 serviços de expansão, modernização e interligações de rede, dentre os quais estão a instalação de 16 religadores automatizados e de um equipamento para regular a tensão da energia que chega as comunidades rurais da cidade.
De acordo com a companhia, desses serviços, um que deve melhorar o tempo de resposta em caso de desligamentos ocasionados por questões climáticas são os religadores. Isto porque, atualmente, sempre que um galho, pássaro ou algo assim acaba fechando curto na rede e a chave é desativada, uma equipe precisa se deslocar até o local, vistoriar o perímetro e, em se constatando que não houve rompimentos, os funcionários da Copel religam a chave seca com a ajuda de uma vara de manobra...

Fonte: O Popular

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https://opopularpr.com.br/copel-investira-r-3-milhoes-para-melhorar-fornecimento-de-energia-na-area-rural-de-araucaria/

Superplayer & Co quer transformar os provedores de internet em distribuidores de energia

A Superplayer & Co, empresa que atua há mais de sete anos desenvolvendo serviços de valor agregado, passará a distribuir energia como produto para provedores de internet. Com isso, os provedores poderão oferecer aos seus clientes corporativos energia renovável e confiável por um valor até 30% mais barato que diretamente da concessionária. Para oferecer este serviço aos provedores, a Superplayer & Co fechou uma parceria para representar a geradora de energia renovável da Newave Energia.
A oferta da Superplayer & Co se dará em duas frentes. A primeira é oferecer energia renovável no mercado livre diretamente para o provedor, como uma forma dele reduzir sua conta mensal de energia. A segunda frente será oferecer energia renovável no mercado livre como um produto para que o provedor distribua aos seus clientes corporativos, fortalecendo o relacionamento com estes clientes e criando novas fontes de receita para o provedor.
Esta oferta de energia renovável mais barata vem ao encontro de uma necessidade crescente do mercado de telecomunicações, onde os provedores têm buscado mais opções de serviços adicionais para agregar valor também a sua base de clientes corporativos, assim como já fazem com os consumidores pessoa física, em que a distribuição de serviços de streaming e aplicativos é bastante disseminada...

Fonte: Abinee - TI Inside

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=358561&sid=105

Esquenta a corrida pela geração elétrica limpa

Relatório recente da Agência Internacional de Energia (IEA, em inglês), mostra que o Brasil continua limpando sua matriz energética, em especial na geração elétrica. As estimativas da agência são de que em 2026 o país terá 50% mais energia eólica e solar que em 2022. 
Mas a leitura atenta do documento revela uma faceta para a qual a própria IEA não deu muita atenção, mas que sinaliza os novos tempos da descarbonização. No mundo todo, a projeção é de que as energias renováveis gerem mais de um terço da eletricidade mundial em 2025, taxa que pode chegar a 46% em 2026. Dos grandes países, apenas a Rússia ainda se mantém fiel ao uso dos combustíveis fósseis como principal fonte geradora de eletricidade. 
Com todas as limitações de suas matrizes, Europa, Estados Unidos e Ásia, incluindo a China, também estão em processo acelerado de “limpar” sua geração de eletricidade...

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=358545&sid=105

EPE desenvolve estudos de planejamento da transmissão para 2024

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e o Ministério de Minas e Energia (MME) publicaram na última terça-feira, 06 de fevereiro, a programação de estudos de planejamento da transmissão para 2024. O objetivo principal é a indicação das novas instalações ou equipamentos para expansão do sistema de transmissão de energia elétrica. De acordo com o MME, essas obras são necessárias para o atendimento ao crescimento do mercado no horizonte dos próximos dez anos. A programação contempla a realização de 30 estudos em todas as regiões do Brasil, 11 deles começaram em 2023 e 19, iniciarão neste ano.
Segundo o MME, entre os destaques da programação dos estudos está a análise da viabilidade de se recomendar outro corredor expresso, conhecido como “bipolo Nordeste 2”. O objetivo é aumentar o intercâmbio energético entre as regiões atendidas pelo SIN. O outro estudo visa a avaliação das condições de atendimento às regiões metropolitanas de Manaus (AM) e de Boa Vista (RR), indicando nova solução estrutural de suprimento na Amazônia tendo por premissa a diminuição de geração térmica por razões elétricas...

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53270384/epe-desenvolve-estudos-de-planejamento-da-transmissao-para-2024

Statkraft inaugura no Brasil seu maior projeto fora da Europa

A Statkraft inaugurou oficialmente na última terça-feira, 6 de fevereiro, o Complexo Eólico Ventos de Santa Eugênia, na Bahia. Esse é, segundo a companhia, o seu maior empreendimento fora da Europa com 519 MW de potência instalada. Além de estar na reta final da construção dos aerogeradores a empresa já decidiu aumentar a potência instalada no local para ‘hibridizar’ o projeto com a fonte solar.
Localizado em Uibaí e Ibipeba (500 km de Salvador), as máquinas estão no topo da chamada Serra Azul, uma cadeia de montanhas com altitude média de 800 metros acima do nível do mar, mas que podem chegar a até 1.200 metros. O projeto conta com 91 aerogeradores da Nordex Acciona de 5,7 MW. A área tem 489,18 hectares, onde estão localizados os 14 parques eólicos. De acordo com a Statkraft, quando pronto o complexo deverá produzir 2.300 GWh por ano, do total projetado, há no momento 200 MW em operação comercial.
Com o complexo, a subsidiária da empresa norueguesa no Brasil aumenta sua capacidade eólica no Brasil de 710MW para 1.229MW. Mas esse é apenas um dos passos da companhia no país que aumentará a relevância do Brasil em seu portfólio global. Com a conclusão das aquisições recentes, aí coloca na conta a aquisição da Enerfin, anunciada no ano passado, bem como a conclusão de outros projetos em construção, como o projeto eólico Morro do Cruzeiro, também na Bahia, a Statkraft aumentará em cinco vezes a sua capacidade de geração no país no decorrer de um ano em comparação com o mesmo período do ano passado...

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53270313/statkraft-inaugura-no-brasil-seu-maior-projeto-fora-da-europa

Energisa vai investir R$ 6 bilhões em 2024

A Energisa divulgou na última segunda-feira, 5 de fevereiro, atualização da previsão de investimentos para o ano de 2024, que traz um total de R$ 6,07 bilhões, incluindo o investimento de capital orgânico nas subsidiárias. Desse total, a distribuição de energia ficará com a maior fatia de recursos, com R$ 4,94 bilhões, com a Energisa Mato Grosso recebendo R$ 1,22 bilhão.
A transmissão será dona de R$ 513,5 milhões dos investimentos da Energisa este ano, com o projeto Amazonas levando o maior volume, de R$ 23,7 milhões. A (re) Energisa irá investir R$ 430 milhões em 2024 e a ES Gás – distribuidora de gás capixaba que faz parte do grupo desde julho do ano passado – ficará com R$ 100 milhões.

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53270184/energisa-vai-investir-r-6-bilhoes-em-2024

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