07/03/2022

Parlamentares veem janela para energia renovável

O ano eleitoral dificulta a arregimentação de quórum, mas a Frente Parlamentar de Energias Renováveis, presidida pelo deputado Danilo Forte (PSDB-CE), vê na crise energética mundial desencadeada pela guerra na Ucrânia uma janela para a reação do Congresso. Esta janela tanto pode dar impulso à agenda do presidente Jair Bolsonaro, que retomou a ofensiva pela exploração de terras indígenas, quanto pode conter os danos provocados sobre a transição da matriz energética pela MP que liberou a privatização da Eletrobras e pela lei aprovada em dezembro do ano passado prorrogando os subsídios para a energia a carvão.

O interesse redobrado da União Europeia pelo hidrogênio verde deve aumentar a investida sobre Estados como o Ceará, líder na produção de energia eólica. Segundo Forte, já há empresas alemães, finlandesas e dinamarquesas financiando pesquisa e prospectando oportunidades no Estado desde antes da guerra, com empresas brasileiras como a Servitec, Casa dos Ventos e Kroma Energia, em parceria com o governo do Estado e a Universidade Federal do Ceará...

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=345009&sid=105

Para retomar lucros, AES Brasil foca na diversificação

Apesar das perdas financeiras causadas pela crise hídrica, a AES Brasil já nota melhora significativa dos níveis dos reservatórios, por conta do regime de chuvas mais favorável, e já vê cenário de melhora com a diversificação da matriz.

A lucratividade foi afetada em 2021 por conta do risco hidrológico e da compra de energia para fazer frente ao cenário desfavorável que afetou o portfólio de ativos hídricos da companhia. Entretanto, para se afastar definitivamente desta exposição hídrica, a AES tem acelerado investimentos na diversificação da matriz energética.

Até 2026, estão previstos R$ 3,8 bilhões, considerando a construção dos complexos eólicos Tucano (322 MW), na Bahia, e Cajuína (1,3 GW), no Rio Grande do Norte, além da modernização e manutenção de ativos em operação. O foco por enquanto são operações em eólicas, já que a fonte solar vem perdendo competitividade diante da pressão das cadeias produtivas...

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=345008&sid=105

Hitachi Energy assina acordo de cooperação com Senai para cursos de formação profissional

A Hitachi Energy firmou uma parceria com o SENAI-SP, com o objetivo de oferecer soluções tecnológicas educacionais para cursos técnicos no setor de energia (Eletrotécnica e Sistemas de Energias Renováveis) e de manutenção (Gestão de Ativos), bem como a criação de novos cursos de aperfeiçoamento profissional e de especialização, seguindo as tendências de mercado para aumentar a competitividade da indústria brasileira.

O plano de Sustentabilidade 2030 da empresa é construído em torno de quatro pilares: Planeta, Pessoas, Paz e Parceiros – com base nos ODS da ONU. Como parte do seu pilar de pessoas, a Hitachi estabeleceu objetivos claros no apoio ao ODS 4 (educação de qualidade), refletido nesta parceria. Para o acordo de cooperação técnica com o Senai-SP, a empresa irá fornecer estrutura completa para o desenvolvimento de tecnologias que estarão presentes em duas unidades escolares diferentes...

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53204184/hitachi-energy-assina-acordo-de-cooperacao-com-senai-para-cursos-de-formacao-profissional

Growatt lança novo inversor para o mercado brasileiro

A fabricante de inversores fotovoltaicos Growatt anunciou a nova série MAX 100-125KTL3-X LV. Os equipamentos são configurados com uma potência máxima de saída de 125 kW, que é a potência mais alta do inversor de string com vários MPPTs no nível de 400Vac.

De acordo com Talyson Alves, gerente de Marketing da Growatt, o produto possui corrente de entrada CC máxima atingindo 32A para cada MPPT e 16A para cada string.

“O novo inversor MAX combina bem com módulos de alta potência e com os  bifaciais. Seus 10 rastreadores MPP suportam conexão de no máximo 20 strings, o que reduz significativamente a perda de energia causada por efeito de sombra e incompatibilidade de módulo”.

Segundo informações da empresa, esse novo modelo suporta uma relação DC/AC de até 150% para obter um LCOE mais baixo para plantas fotovoltaicas…

Fonte: Canal Solar

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Jinko lança painel 600W+ com foco em projetos comerciais e usinas de grande porte

A Jinko Solar lançou ao mercado seu novo módulo Tiger Neo com eficiência de até 22,3%. Segundo a fabricante, este modelo promete ter entre 15 W e 20 W a mais de potência em relação aos demais painéis disponíveis para comercialização .

Ainda de acordo com a companhia, o resultado do aumento da eficiência provém das 72 células baseadas em wafer de 182 mm.

“A potência nominal da versão Tiger Neo varia de 555 W a 575 W com o mais comum sendo de 565W, enquanto os módulos tradicionais são classificados de 540 W a 560 W com a maioria sendo classificada como 550 W”, explicou a companhia em comunicado à imprensa.

A versão de 78 células tem potência acima de 610 W, com a mesma eficiência.  A fabricante afirma que o módulo tem um rendimento energético de 3% a 5% superior aos módulos convencionais...

Fonte: Canal Solar

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Jetion Solar fornece 300 mil módulos para parque solar na China

A Jetion Solar, fabricante chinesa de módulos fotovoltaicos, forneceu 300 mil módulos para um projeto fotovoltaico de 120 MW para um parque solar em tanques de peixes com cerca de 823 acres, localizado na província chinesa de Guangdong.

Segundo a empresa, este é um dos maiores empreendimentos realizados em tanques para peixes. Os módulos fornecidos pela fabricante foram do modelo JT SSh (B) de 450 W com 21,2% de eficiência.

“Esses módulos possuem impermeabilidade à água. O vapor de água que sobe aos módulos poderia induzir hidrólise (degradação) do filme de EVA, o que não ocorre nesse produto por ser impermeável.

Ademais, eles possuem fácil adequação em ambientes úmidos e, ao mesmo tempo, reduzem os custos de operação e manutenção, trazendo benefícios aos clientes”, informou a Jetion...

Fonte: Canal Solar

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Jirau Energia entrega obra que interliga Rondônia ao Acre

A Jirau Energia entregou no mês de fevereiro a obra do alteamento da BR-364 que interliga Rondônia ao Acre. O projeto executivo foi elaborado pela companhia, e aprovado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), seguindo os níveis d´água determinados pela Agência Nacional de Águas (ANA). Um cumprimento de outorga da Jirau Energia para garantia e proteção da infraestrutura rodoviária da Rodovia BR-364 na área de influência do reservatório da Usina Hidrelétrica Jirau.

De acordo com a empresa, foram exatamente 10,34 quilômetros de construção que consistiu com a tecnologia construtiva semelhante às construções de grandes rodovias do país. Segundo dados do DNIT, a BR-364 é o principal corredor logístico para o abastecimento estado do Acre e de interligação da malha rodoviária federal do país. O trecho alteado também compõe na extensão da BR-364 (Brasil), a chamada rota transoceânica responsável pelo escoamento de produção da região norte (Mato Grosso, Rondônia e Acre) ao oceano Pacífico (Porto do Chile) com destino à Ásia...

Fonte: Canal Energia

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PL 414 deve passar ainda neste semestre, avalia Dominium

O PL 414/2021, que trata da modernização do setor elétrico, tem uma grande chance de passar no Congresso Nacional até a metade deste ano. A avaliação é da coordenadora no segmento de energia da Dominium Consultoria, Bianca Gontijo. Apesar de ser necessário voltar ao Senado por conta das mudanças que estão sendo trabalhadas no texto que foi aprovado naquela casa, as conversas próximas entre os relatores, o deputado federal Fernando Coelho Filho (DEM-PE), e o senador Marcos Rogério (PL-RO), deverão fazer com que a tramitação possa avançar.

“O texto trouxe modificações que eram esperadas por fazerem parte de outras leis aprovadas e ainda pontos do PL 1917 que foram incluídos”, comentou a executiva. “Assim, o texto terá que voltar ao Senado, a casa de origem do projeto. Só de ter qualquer mudança leva a essa necessidade, mas no Senado a análise é rápida e tem como foco apenas as alterações feitas na Câmara, se sim ou não, não pode alterar o texto, só decide se acata ou não”, destacou ela...

Fonte: Canal Energia

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AES Brasil vê contratação até 2024 em nível confortável

O nível de contratação de energia da AES Brasil para 2024 já alcançou o nível que a empresa planejava. Com 83% de toda a sua garantia física assegurada por meio de contratos, a CEO da empresa, Clarissa Saddock, afirma que esse índice é confortável para que a empresa possa capturar oportunidades no curto prazo.

Segundo dados da companhia, o volume contratado para 2022 é de 81% ao preço médio de R$ 190/MWh. Para o ano que vem esse volume aumenta para 87% a R$ 193/MWh. O preço de 2024 cai em relação aos dois próximos anos, para R$ 185/MWh, mesmo patamar de 2025, período no qual o nível de acordos da geradora é de 66%.

Uma importante parcela de PPAs e acordos de autoprodução negociados em 2021 entram em vigor nesse período. É o caso de 767 MW em novos projetos derivados de grandes consumidores como Minas Ligas, Ferbasa, BRF, Alcoa e Unipar que somam 371 MW médios por períodos que variam de 15 a 20 anos...

Fonte: Canal Energia

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Equatorial paga R$ 7 bilhões e conclui compra da Echoenergia

A Equatorial Energia informou em comunicado ao mercado que concluiu a compra de 100% das ações representativas do capital social da Echoenergia Participações. Com o fechamento da operação, a subsidiária Equatorial Transmissão será a titular de 100% das ações representativas da Echoenergia, pagando o valor total de R$7.034.084.199,30, valor após correção pela variação do CDI e ajustes usuais. O valor inicial da compra era de R$ 6,7 bilhões.

De acordo com o comunicado ao mercado, a Equatorial avança na estratégia de geração de valor, ampliando sua atuação no setor com a abertura de uma nova via de crescimento pela geração renovável. A Echoenergia possui aproximadamente 1,2 GW de capacidade de geração eólica, além do portfólio de projetos “prontos para construção”, majoritariamente solar, que adicionarão mais 1,2 GW a capacidade de geração da companhia após concluído.

Fonte: Canal Energia

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