05/07/2021

Energia renovável é fundamental para minimizar crise hídrica e aumento tarifário

Atualmente, o Brasil passa pela maior crise hídrica dos últimos 91 anos, com níveis críticos de reserva de água em seus reservatórios. Em meio a este cenário, autoridades estão discutindo entre ter apagões ou um racionamento de energia – como o que aconteceu em 2001.

Situação, esta, que prejudica o país e muito no que se refere a conta de eletricidade. As usinas termelétricas, por exemplo, que usam gás e óleo e têm, portanto, geração mais cara, estão acionadas.

Para se ter uma ideia, desde o dia 1º de junho, o acionamento da bandeira vermelha, no patamar 2, representava R$ 6,24 a cada 100 kWh. No entanto, a partir deste mês, a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) decidiu que a tarifa extra na conta de luz passaria para R$ 9,49 por 100 kWh, o que representou um aumento de 52%...

Fonte: Canal Solar

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https://canalsolar.com.br/energia-renovavel-e-fundamental-para-minimizar-crise-hidrica-e-aumento-tarifario/

Usinas eólicas correspondem a 83% do acréscimo de potência no primeiro semestre de 2021

O Brasil concluiu o primeiro semestre de 2021 com 1.787,4 megawatts (MW) acrescidos à matriz energética do país no período, sendo 1.422,9 MW provenientes de empreendimentos de geração eólica – o equivalente a 83% da capacidade de geração instalada desde o início do ano.

Somente no mês de junho a Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL liberou 407,23 MW para operação comercial, sendo 284,46 MW a partir de usinas eólicas, representando aproximadamente 70% do total do mês. As usinas termelétricas estão em segundo lugar entre aquelas com maior potência instalada no semestre, com 257,11 MW (15%), e as pequenas centrais elétricas contribuem com 42,87 MW (2% dos acréscimos no período). Do montante de potência instalada que entrou em operação comercial este ano, cerca de 56% não estão relacionados a contratos de comercialização regulada (ACR)...

Fonte: Aneel

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Tarifa branca fracassa e só alcança 0,1% dos clientes

Deslocar o consumo para fora da ponta e, em troca, dar um desconto nas contas de luz para quem se dispõe a fugir dos horários de maior demanda. Esse é o princípio da tarifa branca de energia, criada em 2018, que permitiria aliviar o sistema elétrico em um momento de dúvidas sobre a capacidade de atendimento do parque gerador no pico da carga.

Mais de três anos de iniciada essa nova modalidade de cobrança, porém, os resultados são decepcionantes. Apenas 57.601 unidades consumidoras - o que representa menos de 0,1% do universo potencial de clientes em todo o país - aderiram ao mecanismo, segundo números atualizados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em março.

A adesão é voluntária. Nos bastidores, autoridades do setor responsabilizam as empresas de distribuição por divulgarem pouco a tarifa branca aos seus clientes. Para as distribuidoras, falta um equacionamento adequado para recompor a perda de receitas com os descontos tarifários. De acordo com a Aneel, quem aderiu à modalidade teve redução média de 4,2% nas contas de luz...

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=339888&sid=105

Contra crise, aposta em fontes renováveis

Enquanto o País vive a maior crise elétrica desde 2001, empresas dobraram produção própria de energia e voltaram as apostas para usinas eólicas e solares, motivadas por baixo custo e apelo ambiental. As duas fontes deverão responder por 17% da matriz elétrica em 2025, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico.

O volume de energia gerada por grandes empresas para consumo próprio dobrou desde 2009 e deve dar novo salto com a pressão da sociedade em torno de uma agenda mais sustentável. Dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) mostram que a capacidade instalada dos chamados autoprodutores cresceu de 12.834 megawatts (MW), em 2009, para 25.314 MW em 2020.

Nesse primeiro momento, a escalada se deveu ao avanço de térmicas, sobretudo as movidas por biomassa. Só o potencial de geração do setor de açúcar e álcool cresceu 181%, segundo a EPE. Daqui para frente, no entanto, o avanço da autoprodução deve ser pautado pela aposta de empresas como Vale, Braskem, Votorantim e Hydro em projetos eólicos e solares…

Fonte: Abinee - O Estado de SP

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=339890&sid=105

Eneva aposta em gás natural para reduzir emissões em sistemas isolados

O Brasil tem uma das melhores matrizes elétricas do mundo em termos de uso de fontes renováveis. Está, hoje, onde países desenvolvidos planejam chegar até 2050. Entretanto, em sistemas isolados em plena região amazônica, prevalece um grau relativo de poluição bem maior do que a média mundial: quase 100% composto de usinas termelétricas (UTE) à base de óleo diesel. Para ajudar a acabar com esse contrassenso, a Eneva, geradora de energia de gás onshore (em terra), quer chegar a essas localidades.

Mas, por que o Brasil ainda utiliza este tipo de energia? A resposta é simples: porque antes não havia outra opção. O Sistema Interligado Nacional (SIN), que mantém as luzes acessas de quase todo o país, é formado por uma complexa rede de linhas de transmissão, com mais de 150.000 quilômetros de extensão.

Contudo, ainda há uma extensa área na Região Norte (271 localidades, com 3,3 milhões de habitantes) que não está conectada ao SIN por causa da longa distância a ser percorrida pelas linhas de transmissão e o baixo consumo de mercados tão pequenos. Representa apenas 1,7% da população brasileira e 0,7% do consumo total de energia elétrica. A solução foi atender à demanda por meio de termelétricas, que usam óleo diesel como combustível, uma energia bem mais cara e com níveis de emissões de gases de efeito estufa (GEE) muito elevados...

Fonte: Exame

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https://exame.com/negocios/eneva-aposta-em-gas-natural-para-reduzir-emissoes-em-sistemas-isolados/

Nos dias 24 e 25 de julho, o Summit Solar vai reunir grandes players e especialistas para debater os rumos da energia solar no Brasil.

Em formato virtual e gratuito, o evento é uma realização da Pieta.tech, empresa de Florianópolis pioneira e líder no Brasil em projetos fotovoltaicos para o mercado de energia solar. 

“Junto à agricultura, o setor solar movimentou bilhões no ano passado e puxou a economia do país. Em 2020, o crescimento foi de 64% e gerou cerca de 130 mil empregos. Assim, vamos promover um Summit para discutir todos os aspectos da energia solar, desde social e econômico até política e regulação”, explica Romulo Roque Pieta, CEO da empresa.

A expectativa é de que o evento traga um novo ânimo ao setor, que também sentiu os impactos da pandemia, além de gerar networking e conteúdo gratuito para quem estiver em casa...

Fonte: Economia SC

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https://www.economiasc.com/2021/07/04/summit-solar-maior-evento-online-de-energia-solar-da-america-latina-discutira-rumos-do-setor/

Cemig anuncia plano de investimentos de R$ 22,5 bilhões

O presidente da Cemig, Reynaldo Passanezi, anunciou um plano de investimento de R$ 22,5 bilhões em geração, transmissão e distribuição de energia, geração distribuída e comercialização de gás. Apenas no sistema elétrico de distribuição, que atende mais de 8,7 milhões de clientes, serão R$ 12,5 bilhões em investimentos, com foco na modernização da rede.

Com esses investimentos, 80 novas subestações já estão em processo de implantação, sendo que 23 delas estarão em operação ainda em 2021. Até 2027, serão 200 novas subestações em todas as regiões do estado. Para Passanezi, o foco da Cemig é trazer o desenvolvimento econômico de Minas Gerais, além de focar nos clientes das áreas rurais e ajudar a transformar a agricultura em agronegócio, luz e energia no interior do estado.

”Vamos praticamente eliminar a demanda por energia em nosso estado. É isso que a Cemig deseja, prover infraestrutura para estimular o desenvolvimento econômico de Minas gerais”, disse me nota…

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53179258/cemig-anuncia-plano-de-investimentos-de-r-225-bilhoes

Hitachi ABB Power Grids vai se chamar Hitachi Energy para focar no setor

A Hitachi ABB Power Grids anunciou que irá evoluir para se tornar a Hitachi Energy a partir de outubro de 2021. Segundo a empresa, o novo nome reflete o ambiente energético em rápida evolução e a oportunidade de criar valor econômico, ambiental e social, além de abrir uma variedade de oportunidades em áreas como mobilidade sustentável, vida inteligente e data centers.

Combinando soluções e serviços digitais avançados, como o Hitachi Lumada, com uma plataforma energética construída com base em especialização e experiência única do domínio, a empresa está atendendo aos clientes e parceiros para cocriar soluções globais e solucionar o desafio global de um futuro inclusivo e equitativo neutro em carbono.

Toshiaki Higashihara, presidente executivo e CEO da Hitachi, disse em nota que “Com a mudança climática e aumento nos desastres naturais, há uma necessidade de resolver três questões sociais mundiais: meio ambiente, resiliência e segurança e proteção”…

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53179167/hitachi-abb-power-grids-vai-se-chamar-hitachi-energy-para-focar-no-setor