05/03/2021

Taesa tem plano de expansão por leilões e aquisições

A companhia de transmissão de energia Taesa prepara um plano de negócios que prevê a expansão da atuação da companhia até 2030 por meio da participação nos leilões de transmissão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e de fusões e aquisições de projetos já outorgados.

De acordo com o presidente da companhia, André Moreira, a ideia é manter, nos próximos anos, investimentos similares aos de 2020, que somaram R$ 1,5 bilhão. “Queremos continuar investindo e ter acesso a novas concessões, através de fusões e aquisições ou leilões, o plano prevê este tipo de investimento. Tendo condições favoráveis, vamos continuar investindo, mas leilão tem muito a ver com competição. Os projetos de fusões e aquisições hoje também são praticamente tão competitivos, e algumas vezes até mais, do que os próprios leilões”, diz Moreira.

A empresa considera oportunidades em todas as regiões do país e já começou a estudar todos os cinco lotes de projetos de transmissão que vão estar disponíveis no próximo leilão da Aneel, previsto para junho. A agência também deve realizar um segundo leilão este ano, em dezembro...

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=336865&sid=105

Diretor da BYD afirma que expansão da fonte solar no Brasil é irreversível

Segundo Adalberto Maluf, diretor de marketing e sustentabilidade da BYD Brasil, o avanço da fonte solar é irreversível devido aos atributos econômicos e às vantagens que a tecnologia traz para o sistema elétrico. Entretanto, o executivo aponta que o desenvolvimento integral do setor no Brasil é prejudicado pela falta de uma política industrial e por retrocessos na regulação vivenciados pelo mercado.

“O Brasil tem uma das melhores incidências solares do mundo, grandes reservas de silício, capacidade de transformar essa matéria-prima e uma cadeia produtiva que se instalou no país. Poderíamos ser um líder da energia solar no mundo, mas estamos longe do TOP 10 e tendo que enfrentar esses retrocessos”, comunicou o diretor durante transmissão viabilizada pela Agência Envolverde.

Há alguns anos, a geração distribuída (GD) tem se apresentado como tendência para o setor elétrico, pontua o executivo. “O Brasil teve crescimento significativo em GD no ano passado, ultrapassando a geração solar centralizada. É um segmento que vai crescer, porque traz segurança energética, contribui para a rede melhorando a distribuição e é mais barata”...

Fonte: Portal Solar

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https://www.portalsolar.com.br/blog-solar/energia-solar/diretor-da-byd-afirma-que-expansao-da-fonte-solar-no-brasil-e-irreversivel.html

Frederico Candian assume presidência da CEB-D

O executivo Frederico Jacob Candian é o novo presidente CEB-D (DF). Ele assume a posição para liderar a implantação do novo modelo de gestão da empresa e os investimentos que visam qualificar a disponibilidade do fornecimento de energia elétrica para 1,1 milhão de clientes do Distrito Federal, com a modernização da rede e melhora dos canais de atendimento e relacionamento com os consumidores da distribuidora. A CEB-D foi comprada pelo Grupo Neoenergia em leilão de privatização realizada no fim do ano passado e nesta semana assinou o contrato de compra e venda com o governo do Distrito Federal.

Com mais de 20 anos de carreira dentro do Grupo Neonergia, Candian iniciou sua trajetória como trainee na Elektro (SP) no ano 2000. Na distribuidora, ele atuou como engenheiro e posteriormente ocupou posições de liderança como supervisor e gerente em diversos setores da distribuidora, até ascender ao nível de superintendente corporativo de Redes de Distribuição do Grupo Neoenergia. Sua última função antes de assumir a presidência da Neoenergia CEB-D era de Diretor de Processos e Tecnologia de Redes da Neoenergia. Frederico Candian é graduado em Engenharia Elétrica pela UFJF e possui ainda mestrado em Engenharia Elétrica pela Unesp e MBAs de Gestão Empresarial na FGV e Business and Management for International Professionals pela Universidade da Califórnia (EUA)...

Fonte: Canal Energia

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Associações alertam para desequilíbrios provocados por subsídios a GD

Associações representativas de consumidores e distribuidoras de energia elétrica divulgaram carta conjunta alertando para os desequilíbrios tarifários provocados pelos subsídios aos sistemas de micro e minigeração distribuída. O documento lembra que o usuário de GD paga apenas uma parte dos custos do uso da rede de distribuição, um impacto que pode chegar a R$ 120 bilhões até 2030, segundo cálculo das concessionárias de distribuição.

A carta é assinada pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Associação Nacional dos Consumidores de Energia (Anace), Associação dos Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace), Conselho Nacional de Consumidores de Energia Elétrica (Conacen) e Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee).

“Este desequilíbrio traz efeitos negativos tanto para os pequenos consumidores com impacto nos seus orçamentos familiares, para os médios e grandes consumidores que perdem a competitividade nos seus produtos e para as distribuidoras de energia que vem afetados os seus fluxos de caixa e aumentos da inadimplência e perdas não técnicas”, afirmam as entidades…

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53165418/associacoes-alertam-para-desequilibrios-provocados-por-subsidios-a-gd

EPE cadastra mais de 66 GW para leilões A-3 e A-4

A Empresa de Pesquisa Energética registrou o cadastramento de 1.841 projetos que somam 66.862 MW de potência instalada para os leilões de energia nova A-3 e A-4 de 2021. A maior parte dos empreendimentos, 1.447, tem o objetivo de participar de ambos os certames, 54 visam apenas o A-3 e 340 apenas o A-4.

A fonte com mais projetos é a solar com 1.050 e 41.852 MW de potência, em seguida vem a eólica com 700 empreendimentos e 22.667 MW, a fonte hidrelétrica com 61 usinas e 985 MW e a termelétrica que vem com 30 projetos, mas com potência de 1.358 MW.

Por estado, a Bahia aparece em primeiro com 597 empreendimentos que somam 20.727 MW, seguido pelo Rio Grande do Norte com 259 usinas e 9.208 MW, depois vem o Ceará com 195 projetos com 8.768 MW e o Piauí com 7.448 MW divididos entre 189 usinas.

De acordo com a EPE, aproximadamente 39% dos projetos cadastrados optaram pelo aproveitamento da documentação já entregue para o A-4 de 2020. Essa opção, lembrou, dispensa o agente de entregar novamente diversos documentos, além de reduzir o volume de informações avaliadas, o que torna o processo mais eficiente…

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53165373/epe-cadastra-mais-de-66-gw-para-leiloes-a-3-e-a-4

Governo espera entregar novo modelo do setor até 2022

A secretária executiva do Ministério de Minas e Energia, Marisete Pereira, afirmou nesta quarta-feira (3) que está otimista de que o governo vai conseguir entregar até 2022 um setor elétrico com uma regulação mais moderna. “É inevitável a abertura do mercado livre”, disse durante seminário do MME sobre a modernização do modelo setorial.

A reabertura do debate público sobre o tema com representantes do Ministério da Economia e de instituições vinculadas ao MME acontece no momento em que o ministério comemora a aprovação da Medida Provisória 998, convertida na Lei 14.120. Além da Economia, participaram do evento de hoje dirigentes da Agência da Agência Nacional de Energia Elétrica, do Operador Nacional do Sistema, da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica e da Empresa de Pesquisa Energética.

Para Marisete Pereira, pela urgência e necessidade de algumas mudanças estruturais, foi necessário antecipar na MP medidas que vinham sendo discutidas com o mercado, instituições do setor e também com o Congresso Nacional, dentro do PLS 232…

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53165333/governo-espera-entregar-novo-modelo-do-setor-ate-2022

ANEEL participa de webinar do MME sobre modernização do setor elétrico

A ANEEL participou nesta quarta-feira (3/3) do webinar “O que esperar da Modernização do Setor Elétrico em 2021”, promovido pelo  Ministério de Minas e Energia. A agência foi representada no evento pelo seu diretor-geral, André Pepitone.

Realizado de modo virtual, o webinar também teve, em sua abertura, as participações da secretária-executiva do Ministério de Minas Energia, Marisete Dadald, do presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Thiago Barral, e do diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Luiz Carlos Ciocchi.

“Um dos pilares da modernização do setor elétrico é a liberdade de escolha dos consumidores, o que demandará profundas alterações no marco regulatório existente, incluindo a regulamentação da nova relação comercial entre consumidores, comercializadores e distribuidoras”, disse Pepitone, lembrando que, há mais de um ano, o Ministério de Minas e Energia criou o Comitê de Implementação da Modernização do Setor Elétrico, para o qual a ANEEL vem contribuindo…

Fonte: Aneel

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