03/08/2022

Projetos de eólicas no mar esbarram em falta de regulamentação da União

A sinalização do governo federal em estabelecer diretrizes para projetos eólicos em alto-mar (offshore) foi o gatilho para que empresas e investidores entrassem com mais vontade no segmento. Segundo dados do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), hoje são 55 processos por licenças ambientais que estão em análise, que somam 133 gigawatt (GW). Há um ano, eram apenas 23.

Entretanto, até o momento somente duas empresas apresentaram Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima). Ambos foram rejeitados por estarem em desacordo com o Termo de Referência (TR) Padrão. Os demais projetos estão em fase inicial e o órgão aguarda os planos de trabalho dos empreendedores.

O receio é que a demora de estudos sobre a viabilidade possa atrasar o desenvolvimento do setor. Por lei, o Ibama tem prazo que varia de 6 a 12 meses para analisar um EIA/Rima após apresentação pelos empreendedores. Este estudo pode levar de 12 a 36 meses para a sua elaboração desde a fase de planejamento...

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=347958&sid=105

Furto de energia elétrica: Neoenergia Pernambuco registra mais de 73 mil ligações irregulares no primeiro semestre de 2022

É um consenso de que os furtos de energia elétrica são um problema social em todo o Brasil. A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), que rege o setor elétrico junto às empresas concessionárias de energia, tem um grande desafio que é de mitigar os danos causados por este crime.

Em Pernambuco, de janeiro a junho de 2022, considerando todos os segmentos de consumidores - residenciais, rurais, industriais e comerciais - foram identificadas mais de 73 mil ligações irregulares pela Neoenergia Pernambuco. A energia recuperada pela distribuidora, neste primeiro semestre, foi de 120 milhões de KWh.

Além de cometer o crime de furto de energia elétrica, empresas e comércios, por exemplo, promovem concorrência desleal, ao levarem uma vantagem indevida no mercado, que compromete todo o setor energético e a cadeia econômica daquela região.

Seja por meio das ligações clandestinas feitas diretamente no sistema elétrico ou por alterações no relógio medidor, os conhecidos ‘macacos’ encarecem as contas de energia e impactam diretamente no valor final dos consumidores...

Fonte: JC NE10 Uol

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https://jc.ne10.uol.com.br/pernambuco/2022/08/15053802-furto-de-energia-eletrica-neoenergia-pernambuco-registra-mais-de-73-mil-ligacoes-irregulares-no-primeiro-semestre-de-2022.html

A Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD) irá promover o 1º Congresso Brasileiro das Mulheres da Energia. O evento será realizado em 22 de agosto, no Hotel Renaissance, em São Paulo. O congresso contará com 37 palestrantes, todas mulheres, divididas em seis painéis organizados com temas atuais do setor de energia, desde as novas oportunidades aos entraves do segmento no País.

Os debates também abordarão sobre o futuro das mulheres e os desafios globais para igualdade de direitos e oportunidades no setor. “Queremos derrubar paredes invisíveis, verdadeiros tabus, e consolidar a participação das mulheres que já atuam no setor, além de atrair novas profissionais para empresas, órgãos regulatórios e entidades do setor. O Congresso faz parte de um trabalho institucional amplo e de longo prazo da Associação”, explica Zilda Costa, diretora de Regulação da ABGD.

A Associação informou que entre as palestrantes confirmadas estão as diretoras da ABGD Zilda Costa (H2Energy), Joiris Manoela (Energês), Raquel Rocha e Lúcia Abadia. Outras participantes confirmadas são Fernanda Calandrino (diretora da Huawei Brasil), Raquel Zhou (diretora da Chint Power LATAM), Alessandra Torres (presidente da ABRAPCH), Aline Pan (diretora da Rede Mesol), Tamar Roitman (gerente executiva da Abiogás) e Elbia Gannoum (CEO da Abeeólica), além de representantes da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Ministério de Minas e Energia (MME), Senai e GIZ, entre outras entidades importantes…

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53220605/abgd-realiza-o-1o-congresso-brasileiro-das-mulheres-da-energia

Ministro defende que consumidor acesse o mercado livre

O ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, afirmou em entrevista concedida à Jovem Pan na noite da última segunda-feira, 01 de agosto, que o MME em breve deverá lançar uma nova consulta pública para abertura de mercado à baixa tensão. Apesar de o governo sinalizar que lançará essa iniciativa, o chefe da pasta afirma ser favorável ao PL 414 que está no Congresso Nacional, que estabelece um marco regulatório sólido para o setor como um todo e afirma que a posição do governo é favorável à abertura do mercado a todos.

Sachsida afirmou ainda que até o final desse governo o MME deverá entregar 10 projetos de lei para a equipe de transição de um próximo governo, “seja ele quem for”. A meta com esses projetos é o de melhorar os marcos legais da energia. “Entre eles os penduricalhos da CDE”, comentou.

Em geral, o ministro afirmou que o foco está no consumidor de energia brasileiro, ressaltou as redução de tributos no setor de atuação do MME como um todo. “O consumidor vem primeiro, chega de pagar energia cara. Estamos melhorando os marcos legais e ainda vamos melhorar a segurança jurídica, temos respeito a contratos e precisamos atrair energia limpa segura e barata ao consumidor”, discursou…

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53220636/ministro-defende-que-consumidor-acesse-o-mercado-livre

A Neoenergia terminou mais uma fase do projeto de modernização e padronização dos sistemas de controle e gerenciamento da distribuição do grupo, com a entrada em operação do novo Sistema de Controle e Gerenciamento Avançado da Distribuição do Grupo. A expectativa é que a nova ferramenta traga mais agilidade e eficiência com o objetivo de melhorar ainda mais a qualidade do serviço de fornecimento de energia.

De acordo com a empresa, o Programa SISCON, iniciado em 2018, é composto por vários projetos que contemplam a implementação de novos sistemas, a modernização da infraestrutura de informação e a padronização dos processos de operação. Até 2024 serão implantados todos os projetos do programa beneficiando os clientes dos quase 1000 municípios atendidos pela Neoenergia Pernambuco (PE), Neoenergia Coelba (BA), Neoenergia Cosern (RN) e Neoenergia Elektro (SP e MS).

A etapa realizada na Neoenergia Pernambuco já permite a operação remota de todas as 162 subestações e mais de 2.760 equipamentos de redes, como religadores e sensores, atualmente espalhados por toda a área de concessão da distribuidora, além de permitir o restabelecimento do fornecimento de energia em até 60 segundos, por meio de uma tecnologia de recomposição automática conhecida como self healing. A Neoenergia Pernambuco possui uma área de concessão de 98,5 mil quilômetros quadrados e fornece energia para 3,8 milhões de clientes.

Fonte: Canal Energia

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UK DCC sets out smart meter plans

The DCC, which forms the ‘digital spine’ of the energy system connecting all smart meters to a single network, is concerned with delivering a stable and reliable secure platform as a core priority over the next three years.

In its latest five-year business and development plan, the DCC has set out priorities for the years to 2025/26, which also corresponds to the deadline for the completion of the rollout,

More than 21.4 million smart meters are connected to the DCC network so far, of which almost 12.4 million are the second generation SMETS2 meters, with daily connections averaging around 14,500 currently. However, that number will ramp up in the period towards the target date.

Once completed up to 53 million smart meters are expected to be connected.

As a scale of the network challenge, over 1 billion monthly service requests are being carried, approximately double that of a year ago, and the number is expected to reach more than 3 billion once all smart meters are commissioned…

Fonte: Smart Energy

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https://www.smart-energy.com/industry-sectors/smart-meters/uk-dcc-sets-out-smart-meter-plans/

Prazo termina, e só 6 das 17 usinas contratadas em leilão emergencial de energia entram em operação

Apenas seis das 17 usinas contratadas no leilão de energia emergencial realizado em outubro do ano passado, para garantir o abastecimento neste ano em caso de nova seca, entraram em operação. O prazo limite determinado pelos contratos se encerrou nesta segunda-feira.

Os dados do atraso são disponibilizados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Com o atraso, a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) enviou notificações a 11 empresas contratadas no leilão que estão com atraso superior a 90 dias.

De acordo com as regras da licitação, os empreendimentos que não foram totalmente entregues dentro deste prazo poderão ter seus contratos rescindidos.

Os contratos decorrentes do leilão determinam que, após serem notificadas, as empresas terão 15 dias úteis para a regularização. Passado este tempo, se as pendências não forem solucionadas, a Câmara informará a Agência Nacional de Energia Elétrica para que examine e autorize a rescisão, de acordo com a CCEE…

Fonte: Abinee - O Globo

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=347923&sid=105

Órigo projeta investimento de R$ 4 bilhões no setor de geração compartilhada até 2024

A Órigo Energia recebeu investimentos na ordem de R$ 460 milhões da norte-americana Augment Infrastructure, que se torna um dos principais acionistas da companhia. “Estamos muito animados em ter a Augment entre os investidores. Este movimento fortalecerá o pioneirismo da Órigo no setor de energia renovável por assinatura no Brasil. A Augment tem décadas de experiência nos investimentos de energias renováveis e a experiência de seus executivos certamente irá contribuir para o crescimento exponencial da Órigo”, disse o presidente do conselho da Órigo, Roel Collier.

Diante deste cenário, a Órigo projeta um Capex acumulado de R$ 4 bilhões para aplicar até 2024, quando deverá ter uma potência instalada de 1 GWp (gigawatt pico) em suas fazendas solares para atender a mais de 500 mil clientes das regiões sudeste, centro-oeste e nordeste do país. “Esse aporte de capital permite à Órigo mais autonomia para acelerar a construção de fazendas solares, seguir investindo em tecnologia e expandir o serviço para novas geografias, ampliando e democratizando o acesso a um maior número de consumidores à energia solar, que tem vários benefícios, como a preservação dos recursos naturais e a economia na conta de energia elétrica”, ressaltou o CEO da Órigo Energia, Surya Mendonça…

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53220489/origo-projeta-investimento-de-r-4-bilhoes-no-setor-de-geracao-compartilhada-ate-2024