03/08/2020

Solar Group atinge 1 gigawatt de estruturas para energia solar em telhados no País

A Solar Group, indústria especializada em sistemas de fixação para o mercado de energia solar, acaba de atingir 1 gigawatt comercializado em estruturas para geração distribuída sobre telhados e lajes em todo o território brasileiro. A companhia registrou, no primeiro semestre de 2020, em meio à pandemia e à queda da atividade econômica, um crescimento de cerca de 140% no volume de negócios no País em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Para atender o crescimento dos pedidos, a Solar Group inaugurou uma nova unidade fabril, localizada na cidade de Santana do Parnaíba, na Grande São Paulo, com investimentos da ordem de R$ 19 milhões.

A empresa também planeja uma série de lançamentos de novos produtos e tecnologias para o segundo semestre deste ano. A expectativa é terminar o ano com crescimento de 215% em relação ao exercício de 2019...

Fonte: Portal Solar

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https://www.portalsolar.com.br/blog-solar/energia-solar/solar-group-atinge-1-gigawatt-de-estruturas-para-energia-solar-em-telhados-no-pais.html

Como funcionará o projeto bilionário de fusão nuclear para gerar energia limpa e ilimitada

O maior projeto de fusão nuclear do mundo entrou em sua fase de montagem, prevista para durar cinco anos.

Após a conclusão, essa instalação poderá começar a gerar o "plasma" superaquecido necessário para a produção de energia.

A instalação, de £18,2 bilhões (R$ 121 bilhões), está em construção em Saint-Paul-lez-Durance, no sul da França.

Defensores dizem que a fusão pode ser uma fonte de energia limpa e ilimitada que ajudaria a enfrentar a crise climática.

O Iter é uma colaboração entre vários países: China, União Europeia, Índia, Japão, Coreia do Sul, Rússia e Estados Unidos. Todos esses membros compartilham o custo da construção.

A atual energia nuclear depende da fissão, em que um elemento químico pesado é dividido para produzir elementos mais leves.

A fusão nuclear, em contrapartida, funciona combinando dois elementos leves para criar um mais pesado. Isso libera grandes quantidades de energia com muito pouca radioatividade...

Fonte: BBC

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https://www.bbc.com/portuguese/internacional-53579659

Empresas apostam em energia renovável

Num movimento semelhante ao que ocorreu nos anos 90 e 2000 envolvendo hidrelétricas, grandes consumidores de energia estão investindo em complexos eólico e solar para se tornarem autoprodutores. O objetivo é ter usinas próprias para suprir sua demanda. Desta vez, no entanto, não é só o fator econômico que pesa na decisão do investimento. O apelo sustentável das fontes de energia a cada dia ganha mais relevância na estratégia das empresas de serem mais "verdes".

Nesse grupo, estão grandes corporações como Anglo American, Vale, Tivit, Vulcabrás e Honda, entre outras. Algumas dessas empresas já eram autoprodutoras, sobretudo com hidrelétricas, mas não com eólica e solar - vista durante anos apenas como energia alternativa. Ao longo do tempo, com a evolução tecnológica e barateamento do preço dos equipamentos, as duas fontes cresceram no País e estão mudando a matriz elétrica brasileira.

Esse amadurecimento permitiu novos projetos de autoprodução de energia, que estavam adormecidos desde meados dos anos 2000...

Fonte: Estado de Minas

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https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2020/08/02/internas_economia,1172330/empresas-apostam-em-energia-renovavel.shtml

Apoio a elétricas não elimina risco para distribuidoras

A “Conta Covid”, linha de apoio ao setor elétrico que envolve um financiamento de R$ 15,2 bilhões por meio de um sindicato de 16 bancos, não é suficiente para eliminar o risco de desequilíbrio econômico financeiro dos contratos de concessão das distribuidoras de energia. A conclusão é de estudo inédito feito pelo Instituto Acende Brasil que analisa os impactos da covid-19 sobre o setor elétrico e as medidas para mitigar seus efeitos.

“As medidas aprovadas proporcionam o colchão necessário para suportar os desequilíbrios de curto prazo. Contudo, ainda é necessária a concepção de soluções para problemas fundamentais como a restauração do equilíbrio econômico-financeiro das concessionárias de distribuição e a mitigação da elevação das tarifas para os consumidores tanto durante a crise quanto no período de recuperação da economia”, afirmam os especialistas do Acende Brasil no documento, intitulado “Impactos da covid-19 sobre o setor elétrico e medidas para mitigar seus efeitos”...

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=331578&sid=105

Cenário econômico torna mercado livre de energia mais atrativo para consumidores, apontam especialistas

O mercado livre de energia registrou ao longo deste ano a maior média mensal de adesões de consumidores desde 2016, segundo dados da CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica). Analisando este cenário, Pedro Dante, advogado especialista do setor de energia do escritório Demarest, afirmou, durante webinar realizado pelo Canal Solar, que fechar um contrato no ACL (Ambiente de Contratação Livre) está sendo muito atrativo para os consumidores.

"Essa oportunidade no mercado livre vem com o impacto no preço da tarifa. Como tivemos uma redução na demanda, está sobrando energia pela retratação da indústria por conta da Covid-19. Quando o consumidor vai para o ACL, ele tem uma previsibilidade. Portanto, a realidade econômica está impulsionando as empresas a procurarem parceiros no mercado livre", explicou Dante.

Bernardo Marangon, especialista em mercados de energia elétrica e diretor da Exata Energia, também participou do webinar e destacou que vale a pena migrar para o mercado livre... 

Fonte: Canal Solar

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https://canalsolar.com.br/noticias/item/780-cenario-economico-torna-mercado-livre-de-energia-mais-atrativo-para-consumidores-apontam-especialistas