02/10/2020

RGE usa nova tecnologia para evitar desarmes durante execução de obras

A RGE começou a usar um novo equipamento que mantém o fornecimento de energia para clientes de regiões afetadas pela execução de obras pontuais e que exigem o desligamento da rede. O chamado Big Jumper é um cabo isolado conectado à malha de média tensão, sendo utilizado em momentos de reparo ou manutenção no sistema, como troca de postes, cabos ou transformadores.

Segundo a companhia, é possível transferir a carga de uma parcela dos clientes para outras redes através de manobras remotas, a partir do Centro de Operações Integrado da distribuidora em São Leopoldo (RS), mas em alguns casos o remanejo não é completo, com muitos consumidores ficando sem eletricidade.

É aí que entra a nova tecnologia aprovada pela Engenharia do Grupo CPFL, criando um caminho alternativo para que a energia chegue às redes de distribuição e garantindo o abastecimento a todos que não puderam ser remanejados...

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53149580/rge-usa-nova-tecnologia-para-evitar-desarmes-durante-execucao-de-obras

Setor elétrico é o destino de 43% dos investimentos chineses no Brasil

Maior parceira comercial do Brasil, a China vem apostando no setor elétrico verde e amarelo. Em painel temático realizado no Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico realizado na última quarta-feira, 30 de setembro, a Diretora Executiva do Conselho Empresarial Brasil-China, Claudia Trevisan, revelou que hoje cerca de 43% do estoque de investimentos chineses no Brasil são destinados ao setor elétrico. “Houve um aumento expressivo que transformou o segmento no principal pilar dos investimentos chineses no Brasil”, explica.

O setor de petróleo e gás vem em seguida, com 28% dos investimentos chineses. Segundo a diretora do Conselho, há 20 anos a relação econômica entre os dois países era pequena, mas veio se intensificando e  em 2010 houve o maior volume de investimentos, de US$ 13 bilhões. Na ocasião, a maior parte foi para óleo e gás, mas o setor elétrico já participava. A partir de 2014 houve um crescimento na área de energia elétrica...

Fonte: Canal Energia

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EDP e Neoenergia colocam CEB e CEEE no radar

A privatização de duas companhias estaduais de energia está no radar tanto de EDP quanto de Neoenergia. As empresas afirmam que estão atentas a essas oportunidades assim como outras em geração e transmissão no Brasil. Contudo, não confirmaram que deverão apresentar proposta pelas duas estatais a serem privatizadas por seus governos.

Mario Ruiz-Tagle, CEO da Neoenergia, comentou que é necessário avaliar questões de sinergias com os atuais ativos da companhia e se são interessantes. Ele disse em sua participação no Enase 2020, durante o painel de CEOs, que a companhia olhará com atenção quando os ativos forem ofertados, mas ressaltou que uma eventual proposta seguirá a política de alocação de capital da Neoenergia, que já possui um plano de investimentos da ordem de R$ 20 bilhões para os próximos anos...

Fonte: Canal Energia

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Copel GT concluiu este mês a implantação do software WindFor para previsão de geração eólica. Usando inteligência artificial, a ferramenta vai indicar com antecedência de até 12 dias quanta energia poderá ser produzida pelos 264 aerogeradores que somam 590,5 MW de potência instalada nos quatro complexos que a empresa opera no Rio Grande do Norte. Essas previsões precisas e antecipadas vão ajudar no planejamento da operação para aumentar os ganhos com essa fonte e subsidiar a programação de paradas de máquinas para manutenção em períodos menos favoráveis para a geração de eletricidade.

A novidade é parte de um plano mais amplo de gestão integrada do desempenho dos ativos de geração eólica da Companhia. O projeto vai absorver R$ 2,2 milhões em investimentos e prevê a adoção de três ferramentas independentes, mas que serão usadas de maneira integrada. A primeira é um software usado na avaliação de escoamento de vento para projetos de parques eólicos, em uso na Copel desde outubro de 2019. A segunda refere-se à recém concluída adoção do WindFor implantado pelas empresas EMD Brasil e Enfor... 

Fonte: Canal Energia

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Siemens Energy anuncia serviço de detecção e monitoramento cibernético para o setor de energia baseado em Inteligência Artificial

A Siemens Energy anuncia um novo serviço de segurança cibernética industrial baseado em inteligência artificial (IA), o Managed Detection and Response (MDR), desenvolvido com a tecnologia Eos.ii para ajudar pequenas e medias empresas de energia a defender suas infraestruturas crítica contra ataques cibernéticos. A Plataforma de tecnologia do MDR, Eos.ii, aproveita as metodologias de IA e aprendizado de máquina para reunir e modelar inteligência de ativos de energia em tempo real, o que permite aos especialistas em segurança cibernética da Siemens Energy monitorar, detector e revelar ataques antes que eles sejam executados.

Por meio de informações acionáveis provides pela Plataforma de tecnologia MDR, os especialistas em segurança cibernética da Siemens Energy implementam medidas de defesa precisas no centro de operações de segurança e tecnologia operacional (OT-SOC) das empresas, para proteger as atividades de clientes de geração de energia, petróleo e gás, energia renovável, transmissão e distribuição…

Fonte: Click Petróleo e Gás

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https://clickpetroleoegas.com.br/siemens-energy-anuncia-servico-de-deteccao-e-monitoramento-cibernetico-para-o-setor-de-energia-baseado-em-inteligencia-artificial/

Usinas eólicas correspondem a 65% da capacidade de geração instalada em setembro

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) encerrou setembro com 147,54 megawatts (MW) liberados para operação comercial – sendo 65% em geração de fonte eólica e os outros 35% a partir das fontes térmica (usinas termelétricas) e hídrica (pequenas centrais hidrelétricas).

Em 2020, a fiscalização da Agência liberou 3.445,27 MW em 15 estados do País – ou seja, mais da metade das unidades federativas no Brasil ganhou pelo menos uma usina este ano.

Dentre as usinas de fonte eólica, o destaque foi a entrada em operação comercial, mais de um ano antes da data prevista, de 21 unidades geradoras do complexo Ventos de São Januário, totalizando 88,2 MW. Com dois anos ou mais de antecedência em relação ao prazo estimado, também foram entregues para operação comercial duas unidades geradoras da usina eólica Vila Maranhão III, no Rio Grande do Norte, totalizando 7,1 MW, e uma unidade geradora da usina térmica a biomassa Inpasa Mutum, em Mato Grosso, com 22,4 MW de potência liberada…

Fonte: Aneel

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https://www.aneel.gov.br/sala-de-imprensa-exibicao-2/-/asset_publisher/zXQREz8EVlZ6/content/usinas-eolicas-correspondem-a-65-da-capacidade-de-geracao-instalada-em-setembro/656877?inheritRedirect=false&redirect=https%3A%2F%2Fwww.aneel.gov.br%2Fsala-de-imprensa-exibicao-2%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_zXQREz8EVlZ6%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-2%26p_p_col_pos%3D1%26p_p_col_count%3D3

Trina Solar anuncia início da produção em massa dos módulos Vertex de 550W

A Trina Solar anunciou que a produção em massa dos módulos da série Vertex de 550W foi iniciada com a inauguração de uma fábrica, na província de Jiangsu, na China. A companhia informou que a nova unidade, concluída nesse ano, é altamente automatizada e possui equipamentos e instalações avançadas.

A empresa considera produção em massa do módulo de 550W uma marca na aceleração da industrialização de aplicações ultra potentes. O equipamento foi lançado no início desse ano e, segunda a Trina Solar, possui três importantes vantagens: a combinação de cortes não-destrutivos, embalagens de alta-densidade e tecnologias multi-busbar; baixa voltagem e aumento de mais de 35% da potência energética de um único string módulo; e valor significativo na redução de custos de paridade de energia (LCOE)…

Fonte: Portal Solar

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https://www.portalsolar.com.br/blog-solar/energia-solar/trina-solar-anuncia-inicio-da-producao-em-massa-dos-modulos-vertex-de-550w.html

Módulos com eficiência de 21% da JA Solar chegarão no Brasil em 2021

Os módulos fotovoltaicos da série DeepBlue 3.0, lançados em maio pela JA Solar, passaram nos testes de certificação conduzidos pela TUV SUD para os padrões de IEC 61215 e IEC 61730 - que certificam a qualidade em vários atributos de produtos, como design, estrutura, materiais, componentes e tecnologias de produção. 

O anúncio foi dado nesta semana pela fabricante. Segundo a JA Solar, estes módulos deverão ser disponibilizados para o mercado fotovoltaico brasileiro a partir de dezembro deste ano. Com entregas a partir de janeiro de 2021.

Ainda de acordo com a fabricante, as certificações atestam a confiabilidade e segurança da linha de produtos e aponta sua prontidão para ser introduzida no mercado fotovoltaico mundial. Os módulos DeepBlue 3.0 são construídos usando wafers de 182 mm x 182 mm, também conhecidos como "módulos 182". Segundo a JA Solar, a eficiência do painel está acima de 21% e a saída de energia, do tipo de 72 células produzido em massa, pode chegar a 545 W...

Fonte: Canal Solar

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EPE: separação de lastro e energia é fundamental para modernização do setor

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética, Thiago Barral, considera a separação contratual do lastro e energia como um item fundamental para a modernização do setor elétrico. No painel de Governança do setor no Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico, realizada na manhã desta  quarta-feira, 30 de setembro, Barral salientou que no primeiro semestre a EPE atuou no detalhamento da separação, desmistificando o tema. “A separação é praticada em muitos mercados mundo afora, não é nenhuma jabuticaba”, explicou.

Para Barral, a separação do lastro e energia deve passar por uma mudança legal e não ficar a cargo de medidas infralegais. No dia anterior o presidente do Fórum de Associações do Setor Elétrico, Mario Menel, defendeu que o setor provocasse menos o poder legislativo, de maneira que o poder concedente atuasse por medidas infralegais...

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53149321/epe-separacao-de-lastro-e-energia-e-fundamental-para-modernizacao-do-setor

Conta Covid deve amortecer tarifa também em 2021

O empréstimo emergencial da Conta Covid permitiu que os consumidores tivessem redução de tarifa de 6,50% em média entre junho e setembro e vai possibilitar um amortecimento tarifário de 8,45% na média, de outubro a dezembro de 2020. Para 2021, é esperado impacto redutor de 4,82% em média, afirmou o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica, André Pepitone.

A operação financeira de R$ 15,3 bilhões foi autorizada pela MP 950, com a finalidade de cobrir os impactos da pandemia do coronavírus no setor. Coube à Aneel detalhar as regras de adesão das distribuidoras, com a publicação em julho de uma resolução normativa. Desde então, os contratos foram assinados e parte dos recursos tem sido usada nos processos tarifários para adiar o pagamento de custos que entrariam na conta de energia este ano...

Fonte: Canal Energia

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Pandemia não deverá conter avanço de novas tecnologias, diz EPE

A pandemia não dever atrasar a entrada de novas  tecnologias como baterias, hidrogênio e mobilidade elétrica. Segundo o presidente da EPE, Thiago Barral, vários países da Europa estão se movimentando para inclusive acelerar os investimentos nestas áreas. Segundo ele, há um volume de investimentos sendo prometido e essa onda deve acabar chegando em terras brasileiras. “O que temos buscado é que o Brasil possa estar no radar desses investimentos e beneficiar as pesquisas que já têm aqui”, explicou Barral, em coletiva a jornalistas após participar do Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico, realizado nesta quarta-feira, 30 de setembro.

Quanto aos leilões, o presidente da EPE disse que esse ano não há mais chances de realização de leilões, mas que a estatal está auxiliando o Ministério de Minas e Energia no planejamento para 2021 até 2023.  Segundo ele, a tendência é que as UTEs a óleo sejam substituídas por uma combinação de usinas renováveis e térmicas a gás. Barral revelou ainda que os leilões do ano que vem ainda não estão decididos e que todas as alternativas – certames de energia nova, existente ou nova e existente juntos –  estão sendo analisadas... 

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53149398/pandemia-nao-devera-conter-avanco-de-novas-tecnologias-diz-epe