02/02/2022

Comissão UE autoriza que gás e energia nuclear tenham selo verde

A polêmica proposta da Comissão Europeia para classificar gás natural e energia nuclear como fontes energéticas verdes foi aprovada nesta terça-feira (2).    Conforme antecipado, porém, essa liberação será dada sob "condições específicas".    O texto agora segue para a análise do Conselho e do Parlamento Europeus.    O documento teve pequenas alterações em relação ao rascunho enviado para todos os 27 países-membros no fim de dezembro, e elas incluem a remoção de metas intermediárias - no caso da conversão das centrais de gás natural para gases não poluentes - e a parte sobre a transparência para os investidores - de maneira que eles sejam informados se os produtos financeiros estão ligados de alguma maneira com as duas fontes.    No caso da energia nuclear, para receber o selo verde, o texto orienta que devem ser adotadas as melhores tecnologias disponíveis e planos para os depósitos de rejeitos.    Para o gás, as regras são mais rígidas, e o reconhecimento será dado apenas se o local for construído até 2030 e se será utilizado para substituir plantas de carvão e petróleo em países com "claros compromissos políticos para fazer a transição energética". O destaque é um claro recado para a Polônia...

Fonte: Uol

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https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/ansa/2022/02/02/comissao-ue-autoriza-que-gas-e-energia-nuclear-tenham-selo-verde.htm

Brasil já produz quase uma Itaipu em energia solar

O Brasil já possui capacidade para produzir uma quantidade de energia solar semelhante ao que é gerado pela usina de Itaipu inteira. O país ultrapassou recentemente a marca de 13 gigawatts (GW) de potência operacional em grandes usinas solares e sistemas fotovoltaicos de médio e pequeno portes instalados em telhados, fachadas e terrenos.

Para efeitos de comparação, a Binacional Itaipu, uma das maiores usinas hidrelétricas do mundo, possui capacidade instalada de 14 GW.

Os dados são da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). Segundo a entidade, que elabora estudos técnicos e reúne empresas do setor, a fonte solar já acarretou mais de R$ 66,3 bilhões em investimentos e gerou 390 mil empregos no país, desde 2012. Além disso, foram evitadas a emissão de 14,7 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade.

Dos 13 gigawatts de potência total, a geração própria de energia – placas solares instaladas em prédios e residências, por exemplo – representa 8,4 GW da potência instalada. Já as usinas solares de grande porte respondem por 4,6 GW da potência instalada, equivalente a 2,4% da matriz energética no país...

Fonte: Terra

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https://www.terra.com.br/economia/brasil-ja-produz-quase-uma-itaipu-em-energia-solar,25bd51cf39bea452faea676298f16a0ekl7d9hjk.html

Eólica offshore: nova regulamentação impulsiona investimentos no setor

O mercado ainda faz as suas análises do Decreto 10.946/2022 sobre as principais diretrizes para a exploração dos projetos eólicos offshore no Brasil. O principal ponto trata da cessão de uso de espaços físicos e aproveitamento dos recursos naturais para geração de energia renovável.

É consenso que a previsibilidade regulatória é imprescindível para destravar investimentos, especialmente para gigantes como Shell, Equinor, Iberdrola, Engie que miram o Brasil pelo potencial eólico offshore e sinergia com a produção de hidrogênio verde.

Vale ressaltar três pontos, não existe regulação perfeita, a construção do Decreto não foi nada trivial e há de se reconhecer o esforço do MME em interagir com o mercado nesse movimento que já não era mais uma opção, mas uma necessidade, principalmente numa conjuntura de recuperação econômica, afirma Fernando Flach, Diretor Executivo da Alphainfra Energia que atua no desenvolvimento de três empreendimentos eólicos offshore no Sul e Nordeste...

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53201243/energia-eolica-offshore-nova-regulamentacao-impulsiona-investimentos-no-setor

Telha solar de fibrocimento é aprovada pelo Inmetro

A Eternit anunciou que recebeu o registro do Inmetro para a primeira telha fotovoltaica de fibrocimento do Brasil, batizada de Eternit Solar. Após testes executados no Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo (IEE-USP), o novo modelo admite potência superior a 142,2 Wp e consequente maior geração de energia por telha do que o outro exemplar de concreto, cuja capacidade é de 9,16 Wp.

“Com essa potência, quatro a seis telhas já podem atender às necessidades de uma casa pequena. O restante da cobertura, portanto, pode ser composto de telhas de fibrocimento”, explica o gerente de Desenvolvimento de Novos Negócios da Eternit, Luiz Lopes, afirmando se tratar de uma tecnologia revolucionária para democratização do acesso à energia solar no país.

Desenvolvido desde 2020, o produto é esteticamente ondulado e levemente plano no topo das ondulações, onde células são integradas formando um conjunto único, com dimensão de 2,44 m x 1,10 m. Também passou por um processo de adequação na geometria a fim de permitir a incorporação das células UFV. “O peso da telha permanece praticamente o mesmo, permitindo instalação em estruturas pré-existentes, sem necessidade de modificações no telhado”, complementa Lopes…

Fonte: Canal Energia

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Energisa compra 11 empresas de GD por R$ 75,6 milhões

A Energisa anunciou a compra de onze empresas de geração solar distribuída do Grupo Vision em Minas Gerais, por meio de sua subsidiária Alsol Energias Renováveis. A aquisição, por cerca de R$ 75,6 milhões, faz parte da estratégia de diversificação dos negócios da companhia e envolve um incremento de até 136 MWp ao portfólio da Alsol nos próximos três anos. Atualmente a capacidade instalada da controlada de GD é de 77 MWp.

O contrato foi assinado na última sexta-feira, 28 de janeiro, para as representações Vision Solar I, Vision Francisco Sá, Vision Itaobim, UFV Vision IV Curvelo, Vision V Almenara, UFV Vision VI Arcos 2,5 MW, SPE UFV Vision VII Mateus Leme 2,4 MW, Vision VIII Iguatama 2,4 MW, além das empresas de engenharia elétrica Renesolar, Flowsolar e Carbonsolar. Cabe salientar que as sociedades possuem dívidas bancárias e debêntures na ordem de R$ 21,8 milhões.

A conclusão da operação está sujeita à verificação de condições precedentes, que serão aplicáveis a cada grupo de sociedades, incluindo a aprovação pelo Conselho de Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Com a efetivação do negócio, o Grupo Energisa passará a ser responsável pela operação de até 41 unidades de GD solar.

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53201031/energisa-compra-11-empresas-de-gd-por-r-756-milhoes

Não há hipótese de racionamento de energia ou apagão em 2022, diz ministro

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, descartou nesta segunda-feira a possibilidade de racionamento de energia ou apagões neste ano.

"Não há hipótese de racionamento de energia ou apagão em 2022", disse ele, durante entrevista transmitida pelo Facebook de Jair Bolsonaro e acompanhada pelo presidente e outros ministros.

O Brasil sofreu em 2021 com o pior nível de chuvas dos últimos 90 anos. A escassez de chuvas reduziu drasticamente a geração hidrelétrica, principal fonte da matriz brasileira, e levou o país a acionar todo o parque termelétrico, além de realizar importações de energia de vizinhos.

O período úmido tem se mostrado positivo desde dezembro, com chuvas acima da média histórica em várias regiões contribuindo para a recuperação dos principais reservatórios das hidrelétricas.

Fonte: Exame

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https://exame.com/brasil/nao-ha-hipotese-de-racionamento-de-energia-ou-apagao-em-2022-diz-ministro/

Alsol compra empresas do Grupo Vision e acelera expansão em GD solar

A Alsol, subsidiária da Energisa, anunciou nesta segunda-feira (31) a compra de empresas do Grupo Vision, companhia especializada em GD (geração distribuída) solar, localizada em Minas Gerais. O valor de aquisição é estimado em até R$ 75,6 milhões.  

O contrato foi assinado na última sexta-feira (28) e a conclusão da operação está sujeita à verificação de condições precedentes, que serão aplicáveis a cada grupo de sociedades, usuais para transações como essa, incluindo a aprovação pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).

Segundo a Alsol, a aquisição faz parte da estratégia de diversificação dos negócios que não estão relacionados àqueles regulados de distribuição de energia elétrica.

Com a conclusão da compra, a Alsol passará a ser responsável pela operação de até 41 unidades de GD fotovoltaica, que, ao fim dos aportes e obras de reforço necessários à implementação dos projetos, poderão adicionar até 136 MWp ao portfólio da subsidiária da Energisa nos próximos três anos. Atualmente, a capacidade instalada da Alsol é de 69,2 MWp...

Fonte: Canal Solar

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