01/12/2021

Energias renováveis ​​dominarão nova capacidade de energia até 2026, diz IEA

As energias renováveis ​​devem responder por quase 95% do aumento da capacidade de energia no mundo até 2026, informou relatório da Agência Internacional de Energia (IEA) nesta quarta-feira, com a energia solar fornecendo mais da metade do incremento.

O marco ocorre apesar do aumento dos custos dos materiais usados ​​na fabricação de painéis solares e turbinas eólicas.

A nova capacidade de energia renovável este ano atingirá um segundo recorde consecutivo em 2021, disse o órgão de energia com sede em Paris em seu relatório anual sobre o mercado de energias renováveis.

“As adições recordes de eletricidade renovável deste ano de 290 gigawatts são mais um sinal de que uma nova economia global de energia está emergindo”, disse o diretor executivo da IEA, Fatih Birol.

“Os altos preços das commodities e da energia que vemos hoje representam novos desafios para a indústria de energias renováveis, mas os preços elevados dos combustíveis fósseis também tornam as energias renováveis ​​ainda mais competitivas.”...

Fonte: Isto É Dinheiro

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https://www.istoedinheiro.com.br/energias-renovaveis-%E2%80%8B%E2%80%8Bdominarao-nova/

Setor de energia já se adapta à escolha livre do consumidor, diz consultor

As distribuidoras de energia elétrica já preparam sua adaptação para o direito de escolha do consumidor. Há até um plano para que todo o setor se adeque ao mercado livre de energia, até 2024. Foi o que contou Fernando César Britto de Araujo, consultor no SIDI (Instituto de Ciência e Tecnologia), nesta terça, durante o evento IoT e as Redes Privativas, realizado pelo Tele.Síntese.

“A IoT faz parte dessa jornada. Para que o consumidor possa escolher, ele tem que ter qualidade de informações sobre seu consumo, e as alternativas. Hoje, temos geração que pode ser centralizada ou distribuída, tradicional ou de fontes renováveis. Há consumidores que geram, como os comerciantes. Chamamos de prosumidores”, disse Araujo.

Ele falou mais sobre as expectativas para esse mercado livre. “O fluxo era unidirecional, agora mudou. Como entender? Através de automatização. É aí que você descobre para onde vai, de onde vem e como as coisas se orquestram. É a partir daí que eu consigo fazer planos para dizer para o cliente se é melhor vir para esse lado ou para aquele, enfim escolher seu plano”.

“E a diferenciação nem sempre será monetária, na conta, mas pode estar ajustada a outros anseios do consumidor”, completou...

Fonte: Abinee - Tele.Síntese

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=343457&sid=105

Gestão de dados auxilia ONS na operação do setor elétrico na crise

Um dos fatores que ajudaram o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) na boa gestão do Sistema Interligado Nacional (SIN) durante a crise hídrica este ano foi a atualização na área de tecnologia da informação (TI) do órgão. O ONS concluiu a implementação de uma nova estrutura interna de arquitetura de dados, com uso de serviços de computação em nuvem da Amazon Web Services (AWS).

O ONS é responsável por gerenciar a geração de energia e as redes de transmissão do país, de modo a garantir a segurança do suprimento de eletricidade. O novo sistema de dados estava em implementação desde 2018 e permitiu ao órgão do setor elétrico centralizar os dados do mercado em um único repositório.

Com isso, todas as áreas internas do operador foram habilitadas a criar os próprios modelos estatísticos, além de painéis de visualização, e, assim, passaram a tomar decisões mais rapidamente. Ao mesmo tempo, a infraestrutura de tecnologia da informação (TI) do órgão se tornou mais flexível e integrada...

Fonte: Abinee - Valor Econômico

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=343463&sid=105

Huawei apresenta soluções digitais para geração de energia limpa

A Huawei Brasil promoveu, nesta segunda-feira (29), o Huawei Digital Power Ecosystem 2021 no Palácio Tangará, em São Paulo (SP), com o objetivo de apresentar soluções inteligentes para o setor elétrico.

O evento contou com representantes da ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações), da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) e da consultoria Greener. O Canal Solar esteve no local e faz a cobertura do evento.

Durante pouco mais de oito horas, os palestrantes falaram sobre a transformação digital no setor e a importância do fomento de novas soluções para a geração de fontes renováveis – sobretudo a solar – visando um desenvolvimento econômico neutro em emissões de carbono.

A companhia também apresentou a Huawei Digital Power (uma nova subsidiária para integrar tecnologias digitais da empresa), além de: soluções embarcadas em inteligência artificial para o setor de energia; estudos de caso que mostram os benefícios de inversores string para aprimorar a segurança e a eficiência das plantas fotovoltaicas; soluções para data centers zero carbono, infraestrutura de 5G, smart grids e armazenamento de energia…

Fonte: Canal Solar

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https://canalsolar.com.br/huawei-apresenta-solucoes-digitais-para-geracao-de-energia-limpa/

Siemens chief: ‘The energy sector is ripe for disruption’

“After COP26, no-one would dispute that the energy sector is ripe for disruption. We have to go through profound change.”

So said Thomas Kiessling, Chief Technology Officer of Siemens Smart Infrastructure, at Enlit Europe in Milan today.

Delivering one of the keynote speeches to a packed – but socially-distanced audience – he said: “All of us will go through disruption and opportunity.”

He said the industry “has entered a much greater degree of uncertainty. And uncertainty needs entrepreneurs; it needs trial and error; and it needs system-scale innovation.”

He said the energy sector was facing similar upheaval to that already witnessed in telecoms and factory automation and said the energy system needed to move to one “resembling a patient-monitoring system during heart surgery” – one that was dynamic, self-healing and would evolve into a “system of systems”.

Did he think the energy sector was ready for this disruption? “Yes. We have a massive opportunity and we have the technology. We just have to wrap our minds around it.”…

Fonte: Smart Energy

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https://www.smart-energy.com/industry-sectors/digitalisation/siemens-chiefthe-energy-sector-is-ripe-for-disruption/

Sense debuts innovative home energy monitoring system at Enlit Europe

Schneider Electric and Landis+Gyr-backed machine learning firm Sense is debuting its artificial intelligence-based home energy monitoring technology to industry stakeholders at Enlit Europe in Milan.

For the first time, decision-makers present at Enlit Europe, which runs from 30 November to 2 December, are able to see the live demonstration of how Sense’s real-time load disaggregation technology works.

The technology helps consumers shift their energy consumption to periods of the day where energy prices are lower or when the grid is under less stress, which saves costs for energy suppliers and network operators.

In a pilot conducted with Ohmconnect, consumers recorded a reduction in home energy usage by 18%.

Sense’s real-time interaction engages users far more frequently than traditional utility portals, translating into reduced energy consumption in the home and more effective demand response programmes.

The study found that energy savings delivered by joint Sense and OhmConnect users were much higher than those realised in other behaviour-based demand response programmes run by utilities, which typically yield less than 4% savings...

Fonte: Smart Energy

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https://www.smart-energy.com/industry-sectors/energy-grid-management/sense-debuts-innovative-home-energy-monitoring-system-at-enlit-europe/

Consideradas um salto de inovação, usinas híbridas são regulamentadas pela ANEEL

A Agência Nacional de energia Elétrica – ANEEL aprovou nesta terça-feira (30/11) a regulamentação para o funcionamento de Centrais Geradoras Híbridas (UGH) e centrais geradoras associadas. O normativo traz as definições e as regras para a outorga desses empreendimentos e para a contratação do uso dos sistemas de transmissão, além de definir a forma de tarifação dessas usinas e da aplicação dos descontos legais nas tarifas de uso do sistema de transmissão.

O normativo é considerado um passo importante para que empreendimentos no Brasil possam aproveitar a complementaridade temporal entre as diferentes fontes de geração de energia. Ele permite combinações de fontes de geração, sejam elas de usinas fotovoltaicas (UFV), eólicas (EOL), hidrelétricas grandes e pequenas (UHE/PCH) e termelétricas (UTE). Entre as vantagens elencadas pela ANEEL, estão a complementaridade das fontes de geração (uma gera quando a outra está menos disponível), a utilização da rede de transmissão de maneira mais eficiente e estável, a mitigação de riscos comerciais e a economia na compra de terreno e em outros custos...

Fonte: Aneel

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https://bit.ly/3lmrZut

Setor de Energia debate a adoção de fontes alternativas e tecnologias para aumentar a eficiência energética

Os principais líderes empresariais e especialistas do mercado de Energia estarão reunidos no dia 8 de dezembro no 5×5 Tec Summit 2021 para debaterem – 20 anos depois do último apagão, em 1992 – as novas tecnologias e seu impacto no segmento, que precisou se adaptar para responder à pandemia e se preparar para a crescente retomada das atividades em todos os setores em meio a uma forte escassez de chuvas, o que leva o governo a acionar as termelétricas, enquanto que a sociedade exige mais investimentos em matrizes renováveis. A pior seca dos últimos 91 anos, o aumento constante das tarifas e a aplicação de bandeiras tarifárias acendem alerta geral, levando representantes deste mercado fortemente regulado a debaterem alternativas e medidas práticas para acelerar as inovações e aumentar a eficiência energética.

Por sua vez, a adoção de fontes de energia alternativas – como a como eólicas e solar – vem se fortalecendo no Brasil e este será um dos temas principais do 5×5 TEC Summit 2021, que acontece online de 6 a 10 de dezembro, e que irá reunir representantes das principais concessionárias, líderes empresariais e especialistas, com a finalidade de chegar ao fim do encontro com um balanço do cenário energético brasileiro e como as inovações tecnológicas podem auxiliar na redução dos riscos e elevar a capacidade nacional de entrega dos recursos energéticos necessários para manter a economia em funcionamento...

Fonte: Abinee - TI Inside

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http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=343442&sid=105

Equatorial assina contrato da CEA nesta terça-feira

A Equatorial assina o contrato de concessão da Companhia de Eletricidade do Amapá nesta terça-feira, 30 de novembro. A cerimônia está prevista para as 16h, na sede da Agência Nacional de Energia Elétrica. A CEA foi a última distribuidora da região Norte a ser privatizada. A empresa foi arrematada pela Equatorial em leilão realizado no dia 25 de junho desse ano, pelo valor simbólico de R$ 50 mil. A empresa, que pertencia ao governo do Amapá, atende 847 mil consumidores no estado.

O novo concessionário assumiu compromisso de fazer um aporte de capital de R$ 400 milhões antes de assumir a empresa, e além investimentos da ordem de R$ 500 milhões nos primeiros cinco anos da concessão. O Grupo Equatorial detém também concessões de distribuição nos estados de Alagoas, Maranhão, Pará, Piauí e Rio Grande do Sul.

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53195110/equatorial-assina-contrato-da-cea-nesta-terca-feira

Neoenergia inaugura centro de operação de transmissão

A Neoenergia inaugurou nesta terça-feira, 30 de novembro, o seu Centro de Operação da Transmissão (COT), localizado na cidade de Campinas (SP). O centro passou por uma completa reforma e modernização tecnológica. O novo espaço, diz a empresa, conta com infraestrutura de última geração, proporcionando mais eficiência no monitoramento e operação dos ativos por meio de Interfaces Homem-Máquina (IHM) de alta performance, simulador de treinamento de operadores e um sistema integrado de operação e manutenção.

O novo COT tem a capacidade de operar e monitorar todos os ativos já em operação e os novos que entrarão em operação comercial no futuro, totalizando 54 subestações e uma capacidade de transformação de 10.545 MVA, além de 5.127,6 quilômetros de linhas de transmissão e 6.131,4 quilômetros de circuitos em Extra Alta Tensão (Rede Básica). Além das concessões atuais, o novo COT permite triplicar a capacidade de atuação da Neoenergia com a participação em novos leilões de transmissão da Aneel...

Fonte: Canal Energia

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Tullett Prebon chega ao Brasil com modelo de negócio inovador e revolucionário

O mercado livre de energia continua atraindo players mundiais para o Brasil devido ao amadurecimento das regras do setor, as excelentes expectativas de crescimento e ao fortalecimento do arcabouço regulatório. O cenário promissor foi determinante para a chegada ao mercado brasileiro da Tullett Prebon Energy & Commodities, empresa do grupo TP ICAP, uma das mais tradicionais e renomadas corretoras interdealer do mundo.

O novo negócio é focado no setor de energia e atua como uma corretora “puro sangue”, independente e estruturada para oferecer de forma isenta e imparcial soluções de energia física, derivativos de energia, I-RECs, créditos de carbono, derivativos de clima e opções. Nesse primeiro momento, o objetivo da Tullett Prebon Energy & Commodities é conquistar como clientes grandes consumidores, comercializadoras, geradoras e bancos que serão atendidos por um notável time de brokers com vasta experiência em transações de compra e venda de energia que irá operar baseado em sólidos princípios de governança, transparência e com extrema imparcialidade nas transações...

Fonte: Canal Energia

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São Paulo tem mais de 17,5 mil empresas que poderiam migrar para o mercado livre

Um estudo feito pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) revelou que no estado de São Paulo existem mais de 17,5 mil Unidades Consumidoras (UCs) que já poderiam fazer parte do mercado livre de energia, mas ainda são abastecidas pelo mercado regulado de energia.

Os consumidores identificados são empresas de grande e médio porte, como indústrias, shoppings ou redes de supermercados que, sozinhos ou em comunhão, alcançam carga acima de 500 kW, a demanda mínima exigida atualmente para operar no Ambiente de Contratação Livre (ACL).

O mercado livre permite a negociação direta de contratos com fornecedores, além de um fornecimento potencialmente mais barato e mais adequado às suas necessidades individuais. Segundo o levantamento, cerca de 8,7 mil UCs já fazem parte desse modelo de contratação somente no estado paulista. Entre os que já podem, mas ainda não estão, a maior parte está na faixa de consumo comercial, seguido por poder público, industrial, serviço público e rural...

Fonte: Canal Energia

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https://www.canalenergia.com.br/noticias/53194919/sao-paulo-tem-mais-de-175-mil-empresas-que-poderiam-migrar-para-o-mercado-livre